Procedimentos - SSEG


PR-G-SSEG-001 - Gestão de Acidentes e Incidentes


PR-G-SSEG-001 - Gestão de Acidentes e Incidentes

PR-G-SSEG-001 - Gestão de Acidentes e Incidentes_Rev.01

1. Objetivo

Estabelecer a metodologia para comunicação, atendimento, investigação, registro e tratamento de acidentes, incidentes e quase acidentes, em conformidade com os requisitos da ISO 45001:2018, visando:

1.1. Objetivo Geral

Estabelecer diretrizes para a gestão de acidentes, incidentes e quase acidentes, em conformidade com os requisitos da ISO 45001:2018, visando:

2. Definições

3. Aplicabilidade

Aplica-se a todos os trabalhadores próprios, terceiros, visitantes que executem atividades sob controle da organização.

4. Classificação de Eventos

Os eventos devem ser classificados conforme sua gravidade:

A classificação determina prioridade de investigação e comunicação.

5. Papéis, Responsabilidades e Participação dos Trabalhadores

A organização assegura a consulta e participação dos trabalhadores, conforme ISO 45001, incluindo:

A matriz de responsabilidades definida neste procedimento deve ser seguida. 

6. Modelo de Fluxo

Figura 1 – Fluxo de Gestão de Acidente e Incidentes

7. Procedimento Operacional

Em caso de ocorrência de acidente, é fundamental que sejam adotadas, de forma imediata e organizada, as medidas necessárias para garantir a proteção à vida, a mitigação de riscos adicionais e a adequada condução do evento. Inicialmente, deve-se buscar assistência imediata ao acidentado, priorizando o atendimento à saúde e a integridade física. Paralelamente, é obrigatório o cumprimento do Plano de Emergência Local, assegurando que todas as ações estejam alinhadas aos procedimentos previamente estabelecidos pela organização.

A comunicação deve ser realizada de forma imediata ao líder direto e/ou ao SESMT, possibilitando a ativação dos fluxos internos de atendimento, registro e investigação. É imprescindível, ainda, que todos os envolvidos cooperem com as orientações médicas e de Segurança e Saúde no Trabalho, garantindo a eficácia das ações de resposta e prevenção.

Adicionalmente, deve-se assegurar a preservação do local do acidente, sempre que possível e sem comprometer a segurança das pessoas, a fim de viabilizar a correta análise das causas e a implementação de medidas preventivas adequadas.

7.1. Comunicação do Evento

Todo trabalhador deve comunicar imediatamente qualquer acidente ou incidente à liderança ou ao SESMT.

As informações mínimas devem ser transmitidas:

7.2. Atendimento Imediato e Preservação do Local

Ao preservar o local do ocorrido deve-se:

Devem ser coletadas:

7.3. Investigação do Evento

Todos os incidentes devem ser analisados, sendo a profundidade da investigação definida com base na gravidade e no potencial de risco, com o objetivo de identificar suas causas, prevenir recorrências e promover a melhoria contínua dos processos e das condições de trabalho.

A investigação deve contemplar, no mínimo:

Para garantir a consistência e a efetividade da investigação, recomenda-se a utilização de metodologias estruturadas, tais como:

O processo investigativo deve ser conduzido de forma multidisciplinar, envolvendo, obrigatoriamente:

7.4. Prazos de Investigação

Com o objetivo de assegurar a pronta resposta às ocorrências, a padronização das análises e a efetiva implementação de ações corretivas e preventivas, a Autvix estabelece prazos definidos para cada etapa do processo de gestão de acidentes. Esses prazos visam garantir agilidade na comunicação, qualidade técnica nas investigações e controle eficaz das ações, em conformidade com as diretrizes do SGI, requisitos legais aplicáveis e boas práticas de Segurança e Saúde no Trabalho.

Ficam estabelecidos os seguintes prazos:

Para eventos graves ou fatais, a investigação deverá ser iniciada de forma imediata, com priorização total dos recursos necessários, comunicação à alta gestão e condução conforme requisitos legais aplicáveis e diretrizes do SGI Autvix.

7.5. Ações Corretivas

Com o objetivo de eliminar as causas das ocorrências e evitar sua reincidência, as ações corretivas devem ser definidas com base na análise de causa raiz, garantindo efetividade e aderência aos requisitos do SGI Autvix.

As ações corretivas devem:

A eficácia das ações implementadas deve ser verificada após sua conclusão, assegurando que os controles adotados sejam efetivos.

7.6. Revisão da Avaliação de Riscos

Com base nos resultados das investigações de acidentes e incidentes, a avaliação de riscos das atividades deve ser revisada, garantindo que os perigos e riscos estejam devidamente atualizados e controlados.

Quando aplicável, devem ser atualizados:

7.7. Monitoramento e Indicadores

Com o objetivo de avaliar o desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho e subsidiar a tomada de decisão, devem ser estabelecidos e acompanhados indicadores de desempenho.

Devem ser monitorados:

Esses indicadores devem ser analisados periodicamente, compondo a análise crítica da direção e apoiando a melhoria contínua do SGI.

8. Registros

Para garantir a rastreabilidade, a confiabilidade das informações e a conformidade com os requisitos legais e normativos, todos os registros relacionados às ocorrências devem ser devidamente mantidos e controlados.

Devem ser registrados:

Os registros devem atender aos critérios de controle documental estabelecidos no SGI Autvix.

9. Melhoria Contínua

Com o propósito de fortalecer a cultura de segurança e prevenir a recorrência de eventos indesejados, as lições aprendidas devem ser sistematicamente disseminadas em toda a organização.

As ações de disseminação devem ocorrer por meio de:

O foco deve estar na prevenção, no aprendizado organizacional e no aprimoramento contínuo dos processos e comportamentos relacionados à Segurança e Saúde no Trabalho.

10. Documentos de Referência

ÁREA

DOCUMENTO

QMA

PR-G-QMA-005 Não Conformidade e Ação Corretiva

Tabela 1 – Documentos de Referência

11. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades

Colaborador

SESMT Local /Liderança

SESMT Geral

Buscar assistência imediata

R

I

I

Cumprir Plano de Emergência

R

I

I

Comunicação do evento

R

I

I

Atendimento Imediato

C/I

R/E

I/E

Investigação do Evento

I/C

E/R

E/R

Definição de ações corretivas

I/C

E/R

E/R

Revisão da avaliação de riscos

I

E/R

E/R

Monitoramento e indicadores

I

E/R

E/R

Manter registros

N.A

E/R

E/R

Realizar a Abertura da CAT

I

R

R

Acompanhar desdobramento com jurídico e Cliente

N.A

E/R

E/R

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

11.1. Legenda

12. Sistema de Gestão Integrado

12.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição

Ausência ou falha no atendimento de emergência / primeiros socorros

Agravamento de lesão, invalidez permanente ou morte

Melhoria da eficácia do atendimento de emergência

Treinamento em procedimentos de emergência e primeiros socorros

Nº de ocorrências atendidas conforme procedimento

Trânsito veículos na área de trabalho

Atropelamento, colisão ou capotamento

Melhoria do atendimento a incidentes envolvendo veículos

Isolar a área; interromper a circulação de veículos; Prestar atendimento conforme procedimento; Acionar equipe de emergência quando necessário

Nº de ocorrências relacionadas ao tráfego de veículos

Operação de máquinas em áreas de trabalho

Esmagamento, aprisionamento, amputação ou lesões graves

Aprimoramento do atendimento a incidentes e acidentes envolvendo máquinas

Acionar parada de emergência; Isolar área; Prestar atendimento; Acionar emergência

Nº de ocorrências envolvendo máquinas

Superfícies irregulares, desniveladas ou escorregadias nas áreas de circulação

Quedas com possibilidade de contusões, entorses ou fraturas

Aprimoramento do atendimento a incidentes e acidentes por quedas

Isolar a área do incidente; Prestar atendimento conforme procedimento; Imobilizar a vítima quando aplicável; Acionar equipe de emergência quando necessário

Nº de ocorrências de quedas atendidas conforme procedimento

Exposição a níveis elevados de ruído nas áreas de trabalho

Perda auditiva temporária ou permanente

Aprimoramento do tratamento e registro de incidentes de exposição a ruído

Interromper a atividade quando identificada exposição a ruído sem uso de EPI auditivo; Retirar o trabalhador da área; Registrar o incidente conforme procedimento; Comunicar a área responsável

Nº de incidentes de exposição a ruído sem uso de EPI auditivo registrados e tratados conforme procedimento

Exposição a partículas em suspensão nas áreas de trabalho

Irritação das vias respiratórias, desconforto respiratório ou agravos à saúde

Aprimoramento do tratamento e registro de incidentes de exposição a partículas em suspensão

Interromper a atividade quando identificada exposição a partículas em suspensão sem uso de EPI respiratório adequado; Retirar o trabalhador da área; Prestar atendimento conforme procedimento, quando aplicável; Registrar o incidente e comunicar a área responsável

Nº de incidentes de exposição registrados e tratados conforme procedimento

Equipamentos em funcionamento

Aprisionamento, cortes, impacto

N. A

Manter distância segura de máquinas em operação, seguir rotas autorizadas

N°.de ocorrências

N. A

N. A

Aumento na produtividade e nos resultados

Ter mapeamento da área e atenção ao realizar o reconhecimento de riscos

Retrabalho no processo

Procedimento desatualizado na pasta

Execução de atividades com informações incorretas; Falhas no processo operacional; Não conformidade em auditorias

Fortalecimento do controle documental; Padronização das revisões de documentos; Melhoria da confiabilidade das informações

Implementar controle de revisão e atualização de documentos; Garantir que apenas versões vigentes estejam disponíveis

Controle de revisão e atualização de documentos; Registro de não conformidades relacionadas à gestão documental; Monitoramento da periodicidade de atualização dos procedimentos

Processos não padronizados ou mal definidos

Retrabalho

Falhas na execução das atividades; Perda de eficiência operacional.

Otimização de processos e redução de custos; Padronizar processos e fluxos de trabalho; Implantar lições aprendidas ao final dos projetos; Aumento da produtividade; Melhoria da eficiência operacional.

Ocorrências de não conformidades internas

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

12.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos

Impactos

Meios de controles

Consumo de energia

Consumo de recursos naturais

·       Implantar práticas de uso racional de água, conscientização dos colaboradores sobre o uso responsável dos recursos.

·       Desligamento de equipamentos fora do expediente

Consumo de água

Geração de resíduos (Recicláveis e Não Recicláveis)

Consumo de recursos naturais e Contaminação do solo e da água.

·       Digitalização de documentos para reduzir impressão;

·       Implantar coleta seletiva; reduzir consumo de materiais; capacitar colaboradores quanto à segregação correta.

Emissão de gases poluentes (CO₂ e material particulado)

Contribuição para poluição do ar e aquecimento global

·       Manter manutenção veicular e de equipamentos; priorizar transporte coletivo.

Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

13. Período de Avaliação

A verificação periódica de documentos é essencial para garantir a conformidade e a atualização dos processos organizacionais. Esse processo pode ocorrer de forma anual, para assegurar uma revisão regular e organizada, ou quando necessário, respondendo a eventos como mudanças legais, alterações operacionais ou auditorias.

PR-G-SSEG-002 - Ordem de Serviço


PR-G-SSEG-002 - Ordem de Serviço

PR-G-SSEG-002 - Ordem de Serviço_Rev.00

1. Objetivo

A ordem de serviço tem como finalidade informar o colaborador sobre a descrição de sua função, os riscos associados à sua atividade e as medidas necessárias para prevenir e controlar esses riscos. Além disso, orienta sobre os procedimentos a serem seguidos em caso de acidentes ou ocorrências e reforça o direito ao trabalho seguro.

1.1. Objetivo Geral

2. Modelo de Fluxo

image.png

Figura 1 – Fluxo Ordem de Serviço (OS)

3. Conteúdo

A ordem de serviço é elaborada após a aprovação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) pelo SESMT. Esse documento contém a descrição de todos os cargos da empresa, os riscos associados a cada função e os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) obrigatórios.

Na admissão ou em caso de mudança de função, é identificado o cargo do empregado, considerando que os riscos e EPIs podem variar. Com essas informações, a ordem de serviço é gerada de forma sistemática, detalhando os riscos inerentes à atividade, os EPIs obrigatórios e as medidas de prevenção e controle dos riscos.

3.1. Identificação de Demanda

No momento da admissão, o setor de RH/DP disponibiliza o ASO Admissional (Atestado de Saúde Ocupacional), no qual consta a função do empregado, garantindo a identificação correta do cargo a ser exercido.

Em caso de alteração de cargo, o RH/DP é responsável por comunicar a mudança via planilha compartilhada. O ASO será atualizado com a nova função.

3.2. Elaborar Documento Baseada nos Dados

3.3. Apresentação e Assinatura da Ordem de Serviço

Após a geração do documento e a conferência de todos os dados, a ordem de serviço é apresentada ao colaborador, com a explicação detalhada de cada item. Uma cópia é entregue a ele para leitura e referência futura, caso necessário. Após revisar e concordar com o conteúdo, o colaborador assina todas as páginas do documento.

3.4. Arquivar Ordem de Serviço

4. Documentos de Referência

ÁREA

DOCUMENTO

SSEG

FM-G-SSEG-001-ORDEM DE SERVIÇO_Rev.04

Tabela 1 – Documentos de Referência

5. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades


SESMT

RH/DP

COLABORADOR


Identificação de demanda


V

R

I

Elaborar OS baseada nos dados


R

I

I

Coleta de assinatura no documento


R

I

V

Arquivar ordem de serviço no servidor


I

R

I

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

5.1. Legenda

6. Sistema de Gestão Integrado

6.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição

Documento gerado de forma incorreta

Não conformidade e questões trabalhistas

Automatização do processo;
Verificação dos dados a

serem inseridos no documento.

Padronização do

Processo; Revisão e Validação.

Verificar documento

gerado automaticamente para que esteja conforme.

Fornecimento errado de EPI

Acidentes

Padronização do Kit de EPI’s de novos colaboradores; Otimização do processo.

Planejamento; Reserva para situações críticas e responsável pela gestão de EPIs.

Controle de Estoque;

Boas práticas de gestão de EPIs e Treinamentos.

Distúrbios musculoesqueléticos

Fadiga

Ergonômicos

Treinamento sobre ergonomia.

Ajuste ergonômico do posto de trabalho, pausas para descanso, rodízio de atividades, uso de mobiliário ergonômico


Acompanhamento do

estado de saúde dos

trabalhadores, nº de afastamento

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

6.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos


Impactos

Meios de controles

Impressão de documento

Consumo de recursos naturais e energia.


  • Consumo consciente.

Descarte inadequado de papel impresso erroneamente

 

Geração de resíduos e poluição

  • Segregação de resíduos;
    Reutilizar papeis como rascunhos;
    Informativos de conscientização do descarte correto de papel

Descarte de EPI

Aumento na geração de resíduos, poluição,

  • Treinamento sobre uso e conservação dos EPI’s;
    Descarte adequado para os EPI’s usados e danificados.

Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

7. Período de Avaliação

A verificação periódica de documentos é essencial para garantir a conformidade e a atualização dos processos organizacionais. Esse processo pode ocorrer de forma anual, para assegurar uma revisão regular e organizada, ou quando necessário, respondendo a eventos como mudanças legais, alterações operacionais ou auditorias.

PR-G-SSEG-004 - Reconhecimento de Riscos


PR-G-SSEG-004 - Reconhecimento de Riscos

PR-G-SSEG-004-Reconhecimento de Riscos_Rev.00

1. Objetivo

Estabelecer diretrizes para a realização de visitas em áreas industriais com o intuito de identificar e avaliar riscos físicos, químicos, biológicos, de acidentes e ergonômicos, garantindo a segurança dos trabalhadores e a conformidade com as normas regulamentadoras.

1.1. Objetivo Específico

2. Modelo de Fluxo

image.png


Figura 1 – Fluxo de Monitoramento e Pesquisa de Satisfação

3. Procedimento

3.1. Planejamento e Logística

A Equipe de segurança, ou o responsável pela atividade de reconhecimento deverá:

3.2. Orientação Inicial

3.3. Execução da Visita

3.4. Finalização e Relatório

3.5. Equipamentos de Proteção Individual (EPI's) Obrigatórios

3.6. Restrições e Proibições

4. Documentos de Referência

ÁREA


DOCUMENTO

SSEG

FM-G-SSEG-014-Relatório de Reconhecimento de Riscos_Rev.00


Tabela 1 – Documentos de Referência

5. Parte Interessada

6. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades


Planejamento

Técnico de Segurança do trabalho


Analista de Segurança Do Trabalho

Planejamento e logística


R

I

I

Orientação Inicial

I

E

I

Execução da Visita

I

E

I

Finalização e Relatório


I

E

A

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

6.1. Legenda

7. Sistema de Gestão Integrado

7.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição


Trânsito de veículos e máquinas

Atropelamento, colisão

N. A

Respeitar sinalização, utilizar vias designadas para pedestres, manter atenção ao entorno

Capacete com jugular, colete refletivo, calçado de segurança


N°de ocorrências

Superfícies irregulares ou escorregadias

Quedas, torções, escorregões

N. A

Caminhar com atenção, utilizar corrimãos, evitar áreas molhadas ou instáveis

N°de ocorrências, Exames periódicos

Perda auditiva temporária ou permanente


Irritação ocular e respiratória

N. A

Protetor auricular

N°de ocorrências, Exames periódicos

Partículas em suspensão

Irritação ocular e respiratória

N. A

Óculos de segurança, máscara PFF2


N°de ocorrências, Exames periódicos

Equipamentos em funcionamento

Aprisionamento, cortes, impacto

N. A

Manter distância segura de máquinas em operação, seguir rotas autorizadas


N°de ocorrências

N. A

N. A

Aumento na produtividade e nos resultados

Ter mapeamento da área e atenção ao realizar o reconhecimento de riscos


Retrabalho no processo

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

7.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos


Impactos

Meios de controles

Consumo de energia

Consumo de energia não renovável:

Alto consumo de energia

devido ao armazenamento digital e servidores


  • Utilização de fontes de energia renováveis
  • Desligamento de equipamentos fora do expediente

Geração de resíduos

Aumento de resíduos eletrônicos e papel,

contribuindo para a poluição

  • Digitalização de documentos para reduzir impressão
  • Reciclagem e descarte adequado de documentos físicos


Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

8. Período de Avaliação

A área responsável pela elaboração do documento deve revisá-lo anualmente para garantir que ele permaneça alinhado com a atividade ou processo. Esse prazo pode ser antecipado caso o processo seja revisado antes de completar um ano. Dessa forma, prevenimos a obsolescência de documentos e evitamos a disseminação de informações incorretas aos colaboradores.

PR-G-SSEG-005 - Controle de Produtos Químicos e Ficha de Segurança


PR-G-SSEG-005 - Controle de Produtos Químicos e Ficha de Segurança

PR-G-SSEG-005-Controle de Produtos Químicos e Ficha de Segurança_Rev.00

1. Objetivo

Estabelecer diretrizes para o controle, manuseio e descarte seguro de produtos químicos, garantindo a correta especificação, fornecimento de instruções de uso e aplicação de medidas de primeiros socorros. O procedimento segue a NBR 14.725 e as Normas Regulamentadoras NR 23 (Proteção Contra Incêndios) e NR 26 (Sinalização de Segurança).

Nota: Este procedimento diz respeito ao padrão de rotina de FDS nas empresas Autvix Engenharia e ADVIX Soluções.

1.1. Objetivo Geral

Acessibilidade das Fichas de Dados de Segurança (FDS):
Assegurar que as Fichas de Dados de Segurança (FDS) estejam sempre disponíveis para consulta de todos os colaboradores, facilitando seu uso adequado, a interpretação das informações e o controle efetivo da exposição dos profissionais aos produtos químicos.

Treinamento e Capacitação de Colaboradores: Assegurar que todos os colaboradores recebam capacitação e treinamentos adequados para o manuseio seguro de produtos químicos, abrangendo os seguintes aspectos:

2. Modelo de Fluxo

image.png


Figura 1 – Fluxo de Controle de Produtos Químicos e FDS

3. Conteúdo

3.1. Classificação e Retirada FDS

As fichas de dados de segurança devem ser disponibilizadas pelos fabricantes e devem conter as seguintes informações:

3.2. Causas Potenciais Aos Utilizadores

Possibilidade de intoxicação devido à exposição a substâncias químicas. Queimaduras na pele, nos olhos e em mucosas devido ao contato com produtos corrosivos ou irritantes. Riscos decorrentes do derramamento ou vazamento de produtos químicos. Perigos associados à mistura inadequada de substâncias químicas, podendo resultar em reações adversas.

3.3 Área de Risco de Produtos Químicos

Refere-se a locais onde há armazenamento, manuseio ou utilização de substâncias químicas que podem representar perigo à saúde, segurança e meio ambiente. Essas áreas devem ser devidamente sinalizadas e controladas, seguindo normas de segurança para minimizar riscos de exposição, contaminação e acidentes.

3.4. Mapeamento e Controle de Produtos Químicos

Para garantir a gestão eficiente dos produtos químicos, deve ser mantido um cadastro atualizado contendo:

Esse cadastro pode contar com o apoio do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) para atualização das informações, realização de inspeções de segurança e controle do inventário dos produtos químicos. O objetivo é garantir a organização, a segurança e a conformidade com as normas vigentes.

3.5. Adequação de EPI's

A adequação dos EPIs para o contato com produtos químicos, conforme as orientações do fabricante, garantindo a segurança dos trabalhadores de acordo com os riscos envolvidos.

3.6. Responsáveis pela Segurança Contra Incêndios

A adequação dos extintores deve levar em consideração as classes específicas para o combate a incêndios envolvendo produtos químicos, como a Classe B, recomendada para incêndios em líquidos inflamáveis, como óleos e solventes.

Além disso, os brigadistas da Autvix Sede, devidamente capacitados para atuar em situações de queimaduras e intoxicações e reações alérgicas.
Estarão disponíveis para prestar o primeiro atendimento em casos de emergência.

3.7. Treinamentos e Capacitação

O treinamento sobre produtos químicos abrangerá a utilização segura desses materiais, assegurando conformidade com as normas vigentes. As atualizações ocorrerão conforme necessidade de validade ou mudanças dos produtos utilizados;

Além disso, será mantido um registro detalhado dos produtos químicos utilizados, incluindo as Fichas de Dados de Segurança (FDS). A adequação das fichas atualizadas dos EPIs será realizada conforme as orientações das FDS, garantindo que os EPIS sejam compatíveis com os riscos identificados.

3.7.1. Revisões e Atualizações


As rotinas de FDS devem ser revisadas anualmente e atualizadas imediatamente sempre que novos produtos forem adquiridos, garantindo a segurança e a eficiência dos processos.

4. Documentos de Referência

ÁREA


DOCUMENTO


NR26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA: 26.4.1.1



NBR – 14.725 - Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.


 

NR23 – Proteção contra incêndios



Tabela 1 – Documentos de Referência

5. Parte Interessada

Colaboradores, SESMT e Suprimentos.

6. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades


SESMT

Colaborador


Suprimentos


Disponibilização do produto Químicos


I

I

R

Impressão da FDS e adequação dos EPI’s


R

I

I

A capacitação e o treinamento dos usuários, Medidas de primeiros socorros.


R

I

I

Distribuição das Fichas nos locais estratégicos e de fácil acesso


R

I

I

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

6.1. Legenda


7. Sistema de Gestão Integrado

7.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição


Desconhecimento dos riscos da atividade

Acidente

Treinamento e capacitação

Avaliar a eficácia do treinamento

Frequência de treinamentos e testes de conhecimento sobre segurança

EPI inadequados

Acidente

Adequação da ficha de EPI as fichas FDS

Orientação e conscientização reforçando o conteúdo da NR06 sobre o uso correto de EPIs.


Realizar a abordagem de segurança, verificação nas atividades.

Disponibilidade de produtos Químicos

Efeitos à saúde: Intoxicações, queimaduras e alergias.

Kit de primeiros socorros acessíveis, e capacitação profissional para utilizá-los.

Consultar a FDS
Acionar os serviços de emergência, SAMU (192) ou Bombeiros (193).

Realizar inspeções regulares;
 Capacitar os colaboradores;
 Monitorar ocorrências e validar o uso seguro dos produtos químicos.


Disponibilidade de produtos Químicos

Condições inadequadas de estocagem;
Derramamento e vazamento.

Segregação Segura;
Utilização de Bacias de Contenção;
 Prevenção de Sinistros


Implementação de procedimentos de armazenamento e manuseio seguro de materiais inflamáveis


Inventários e controle de estoque.

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

7.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos

Impactos


Meios de controles

Destinação ou descarte incorreto (lixo comum, terrenos baldios, etc.)


Contaminação do solo

  • Treinamento e capacitação, Identificação e segregação, Destinação final adequada;

Destinação ou descarte incorreto

(lixo comum, terrenos baldios, etc.)


Poluição do ar por vapores tóxicos

  • Identificação e segregação, Destinação final adequada;


Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

8. Período de Avaliação


A verificação periódica de documentos é essencial para garantir a conformidade e a atualização dos processos organizacionais. Esse processo pode ocorrer de forma anual, para assegurar uma revisão regular e organizada, ou quando necessário, respondendo a eventos como mudanças legais, alterações operacionais ou auditorias.

PR-G-SSEG-006 - EPI - Equipamento de Proteção Individual


PR-G-SSEG-006 - EPI - Equipamento de Proteção Individual

PR-G-SSEG-006 - EPI_Rev.00

1. Objetivo

Este documento estabelece o procedimento para a seleção, fornecimento, treinamento, orientação de uso, substituição e descarte adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), especialmente em casos de inutilização.

Os EPIs têm como finalidade principal proteger os colaboradores contra riscos ocupacionais, bem como assegurar o cumprimento das legislações trabalhista, ambiental e da NR 06 – Equipamento de Proteção Individual.

Nota: Este procedimento diz respeito ao padrão de rotina de EPI nas empresas Autvix Engenharia e ADVIX Soluções.

1.1. Objetivo Geral

Garantir a implementação de um processo padronizado e eficaz para a gestão dos Equipamentos de Proteção Individual, assegurando que cada colaborador receba e utilize o EPI mais adequado às suas atividades, conforme os riscos identificados e as exigências legais. O foco está na preservação da integridade física, na promoção da saúde ocupacional e na consolidação de uma cultura de segurança no ambiente de trabalho.

1.2. Objetivos Específicos

2. Modelo de Fluxo

image.png


Figura 1 – Fluxo de EPI

3. Conteúdo

A Norma Regulamentadora nº 06 (NR 06) trata dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e estabelece as obrigações de empregadores e trabalhadores. Seu principal objetivo é assegurar a proteção da saúde e da integridade física dos colaboradores durante a execução de suas atividades, por meio do uso adequado dos EPIs, conforme os riscos ocupacionais identificados no ambiente de trabalho.

3.1. Reconhecimento de Riscos

O reconhecimento de riscos constitui a etapa inicial dos procedimentos de segurança, com o objetivo de identificar os perigos presentes nos ambientes de trabalho e nas atividades desempenhadas.

Este processo está alinhado às diretrizes da NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais e integra o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da empresa.

Etapas do reconhecimento de riscos:

Exemplos de EPIs definidos com base nos riscos identificados:

Este reconhecimento deve ser contínuo e atualizado sempre que houver alterações no ambiente, nos processos ou nos equipamentos.

3.2. Solicitação de Liberação para Entrega de EPI's

Antes do início das atividades, em caso de troca de função ou introdução de novos EPIs, é obrigatória a realização do treinamento conforme a NR 06, abordando:

A responsabilidade por essas orientações é do SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

Requisitos:

3.3. Treinamento Sobre EPI, Guarda e Conservação de EPI's

O treinamento sobre EPIs deve ser realizado:

Conteúdo mínimo do treinamento:

O treinamento deve respeitar no mínimo o conteúdo programático da NR 6.

Responsabilidades do setor de segurança:

3.4. Inspeção e Troca de EPI

A equipe de segurança do trabalho, em conjunto com as lideranças e os colaboradores, deve realizar inspeções periódicas nos EPIs, verificando:

Recomendações:

Os colaboradores devem inspecionar visualmente os EPIs antes de cada uso;

Havendo qualquer dano ou irregularidade, o EPI deve ser imediatamente substituído;

A substituição deve ser registrada na ficha de controle de EPIs, com data, motivo da troca e assinatura do responsável.

3.5. Descarte de EPI

Após a substituição e comprovação da inutilização dos EPIs, os mesmos devem ser descartados em local apropriado, conforme as exigências legais e ambientais vigentes.

O descarte deve seguir as normas de gerenciamento de resíduos da empresa, respeitando:


4. Documentos de Referência

ÁREA


DOCUMENTO

EXT

NR 26 - SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA: 26.4.1.1


EXT

NR 01 - Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais


EXT

NBR – 14.725 - Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT.


EXT

NR 23 – Proteção contra incêndios


EXT

NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI)


Tabela 1 – Documentos de Referência

5. Parte Interessada


Colaboradores, SESMT e Suprimentos.

6. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades


Analista Pleno/TST


Assistente e Analista júnior


Engenheiro de SST

Reconhecimento de riscos


R

I

A

Solicitação de liberação para a entrega de EPI´s


E

E

A

Inspeção


E

E

I

Substituição de EPIs


R

E

I

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

6.1. Legenda


7. Sistema de Gestão Integrado

7.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição


Desconhecimento dos riscos da atividade

Acidente

Treinamento e capacitação

Avaliar a eficácia do treinamento

Frequência de treinamentos e testes de conhecimento sobre segurança


EPI inadequados

Acidente

Adequação da ficha de EPI

Orientação e conscientização reforçando o conteúdo da NR06 sobre o uso correto de EPIs.


Realizar a abordagem de segurança, verificação nas atividades.

Não conformidade com as regulamentações de segurança

Multas e ações trabalhistas

 

Garantir a conformidade total com as normas de segurança e saúde no trabalho

Desenvolver e aplicar um plano de conformidade com a NR 06, incluindo auditorias e revisões


 Medir o índice de conformidade com a NR 06 por meio de auditorias e relatórios

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

7.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos

Impactos


Meios de controles

EPI contaminado com produtos químicos

Contaminação do solo

  • Treinamento e
  • capacitação,
  • Identificação e
  • segregação,
  • Destinação final adequada;

Destinação ou descarte incorreto (lixo comum, terrenos baldios, etc.)


Contaminação do solo

  • Identificação e
  • segregação,
  • Destinação final adequada;


Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

8. Período de Avaliação

A verificação periódica de documentos é essencial para garantir a conformidade e a atualização dos processos organizacionais. Esse processo pode ocorrer de forma anual, para assegurar uma revisão regular e organizada, ou quando necessário, respondendo a eventos como mudanças legais, alterações operacionais ou auditorias.

PR-G-SSEG-007 - Ferramentas Proativas (DDS, Inspeções de Segurança e Campanhas de Sergurança)


PR-G-SSEG-007 - Ferramentas Proativas (DDS, Inspeções de Segurança e Campanhas de Sergurança)

PR-G-SSEG-007-Ferramentas Proativas_Rev.00

1. Objetivo

Este procedimento tem como objetivo orientar a realização de atividades voltadas à segurança do trabalho, utilizando ferramentas proativas. Busca garantir um ambiente de trabalho seguro, em conformidade com as normas regulamentadoras, contribuindo para a prevenção de acidentes, a redução de riscos ocupacionais, o aumento da eficiência nas operações e o enriquecimento da cultura de segurança entre os colaboradores.

Nota: Este procedimento diz respeito ao padrão de ferramentas proativas nas empresas Autvix Engenharia e ADVIX Soluções.

1.1. Objetivo Geral

Promover a saúde e a segurança dos trabalhadores por meio de um sistema estruturado e uma gestão bem organizada, que garanta o cumprimento das leis, evite acidentes e doenças no trabalho, e fortaleça uma cultura onde a segurança seja prioridade, usando ferramentas práticas e preventivas como:

2. Modelo de Fluxo

image.png

Figura 1 – Fluxo de Ferramentas Proativas

3. Conteúdo

Essas ferramentas promovem a participação ativa dos colaboradores e reforçam a responsabilidade coletiva na prevenção de acidentes. Elas permitem que todos ajudem na identificação de perigo, na implementação de medidas corretivas e melhoria contínua.

3.1. DDS (Diálogo Diário de Segurança)

O Diálogo Diário de Segurança (DDS) é uma ferramenta importante para fortalecer a cultura de segurança no ambiente de trabalho. Ele consiste em reuniões rápidas, de até 15 minutos, realizadas antes do início das atividades, com foco em orientar e conscientizar os colaboradores sobre riscos, boas práticas e medidas de prevenção.

3.1.1. Planejamento do DDS

O primeiro passo é planejar com antecedência o tema que será abordado. A escolha do tema pode levar em conta os riscos específicos das atividades ou setores onde será realizado o DDS. Também é importante considerar situações observadas no dia a dia da empresa, indicadores de segurança, mudanças operacionais ou temas sazonais. O responsável pelo DDS pode preparar um roteiro simples com os seguintes itens:

3.1.2. Condução do DDS

A reunião deve ser feita em um local apropriado e sem distrações, garantindo a atenção de todos. A comunicação deve ser clara, direta e objetiva. O uso de exemplos reais e situações do dia a dia facilita o entendimento.

3.1.3. Reforço das Normas

Durante o DDS, o responsável deve destacar as normas de segurança aplicáveis ao tema, reforçando a importância do cumprimento dos procedimentos para a prevenção de acidentes.

3.1.4. Estímulo à Participação

É importante estimular a participação dos colaboradores, incentivando que compartilhem dúvidas, experiências e sugestões relacionadas ao tema. Isso fortalece o senso de responsabilidade coletiva.

3.1.5. Registro do DDS

Ao final, é necessário registrar a realização do DDS, utilizando o formulário FM-G-SGI-014-Registro de participação, que servirá como lista de presença. Devem ser anotadas as seguintes informações:

Esse registro é importante para controle interno e auditorias.

3.1.6. Avaliação e Monitoramento

Para garantir a melhoria contínua, é aplicado uma avaliação rápida de satisfação e aproveitamento ao final de cada DDS feita através do Forms de avaliação de DDS e Campanhas. Esses dados geram indicadores para medir a eficácia do DDS e a ajustar a abordagem sempre que necessário.

3.2. Inspeção de Segurança

As inspeções de segurança são ações sistemáticas realizadas para verificar as condições do ambiente de trabalho, identificar riscos, comportamentos inseguros e falhas em equipamentos, garantindo o cumprimento das normas de segurança e saúde. Podem ser planejadas, com cronograma definido, ou não planejadas, realizadas de forma pontual em resposta a situações observadas, denúncias ou ocorrências. Ambas são essenciais para prevenir acidentes, proteger os trabalhadores e promover melhorias contínuas no ambiente laboral. O uso do formulário de inspeção de segurança do trabalho padronizado para os dois tipos de inspeções garante que todos os pontos críticos sejam verificados, que as não conformidades sejam registradas corretamente e que as ações corretivas e preventivas possam ser acompanhadas de forma eficaz.

3.2.1. Planejamento

No caso das inspeções planejadas, é essencial definir a periodicidade (diária, semanal, mensal etc.) e os responsáveis pela execução, como técnicos de segurança, supervisores ou equipes multidisciplinares. Já nas inspeções não planejadas, a ação ocorre de forma imediata, geralmente sem aviso prévio, sendo conduzida por profissionais qualificados, conforme a gravidade da situação.

3.2.2. Lista de Verificação

Tanto nas inspeções planejadas quanto nas não planejadas, a utilização do formulário de inspeção de segurança do trabalho através do link https://forms.office.com/r/xfW3z5FT4N ou documento FM-G-SSEG-008-Inspeções Notificações e Interdição é padrão, com uma lista de verificação baseada nas normas de segurança aplicáveis. Esse checklist ajuda a garantir que todos os aspectos importantes sejam avaliados, como EPI/EPC, condições de máquinas e equipamentos, sinalização, organização, documentações e comportamentos, entre outros.

3.2.3. Observação e Registro

Durante a inspeção, é necessário observar o ambiente com atenção e registrar todas as não conformidades, falhas ou condições inseguras identificadas. Nas não planejadas, esse registro pode ainda resultar em notificações ou interdições, dependendo do nível de risco. Fotos e anotações detalhadas ajudam no controle e na comunicação dos achados.

3.2.4. Ação Corretiva

Ao identificar problemas, é fundamental estabelecer ações corretivas junto ao responsável da área ou atividade, com prazos e responsáveis definidos. Essas ações devem ser claras, viáveis e alinhadas com as normas de segurança. Quando há risco grave, a atividade pode ser interditada até que a correção seja concluída.

3.2.5. Responsabilidades

Esse compromisso poderá ser alterado conforme necessidade dos contratos.

3.2.6. Acompanhamento

Após a inspeção, deve-se monitorar a execução das ações corretivas e preventivas. O acompanhamento garante que os prazos sejam cumpridos e que os riscos tenham sido efetivamente eliminados ou controlados. Esse processo contribui para a melhoria contínua do sistema de gestão da segurança.

3.3. Campanhas de Segurança

As campanhas de segurança são ações que promovem a conscientização sobre saúde, segurança e bem-estar no ambiente de trabalho. Ao longo do ano, temas específicos reforçam a importância da prevenção e do cuidado, como: Janeiro Branco (saúde mental), Abril Verde (segurança no trabalho), Maio Amarelo (segurança no trânsito), Junho Vermelho (doação de sangue), Setembro Amarelo (prevenção ao suicídio), Outubro Rosa (prevenção ao câncer de mama) e Novembro Azul (saúde do homem). Essas iniciativas fortalecem a cultura de segurança e incentivam hábitos saudáveis dentro e fora da empresa.

3.3.1. Planejamento da Campanha
3.3.2. Criação de Materiais e Engajamento dos Colaboradores
3.3.3. Responsabilidades
3.3.4. Avaliação e Monitoramento
3.3.5. Registro da Participação

Ao final, é necessário registrar a realização do DDS, utilizando o formulário FM-G-SGI-014-Registro de participação, que servirá como lista de presença. Devem ser anotadas as seguintes informações:


Esse registro é importante para controle interno e auditorias.

4. Documentos de Referência

ÁREA


DOCUMENTO

QMA


FM-G-QMA-010-Registro de participação

SSEG

https://forms.office.com/r/xfW3z5FT4N - Formulário de Inspeção de Segurança do trabalho


SSEG

https://forms.office.com/r/B4E7mkZsdy?origin=lprLink - Avaliação de DDS e Campanhas


Tabela 1 – Documentos de Referência

5. Parte Interessada


Gestores e líderes; Equipes de Segurança; Funcionários.

6. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades


Gestores e Líderes


Analista/Técnico Segurança

Assistente Segurança


Coordenador Segurança


Colaboradores

DDS


I

R/E

R/E

A

I

Inspeções de segurança


R/I

E

E

R

I/E

Campanhas de segurança


I

E

E

A/R

I

Planejamento dos processos


A/R

C

I

R

I

Execução


V/I

R/E

E

A

I

Registro


V/I

E

R

A

I

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

6.1. Legenda

7. Sistema de Gestão Integrado

7.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição


Condições inseguras

Risco de acidente

Identificar e eliminar condições inseguras; reduzir acidentes e não conformidades


Treinamento de inspetores, uso de checklist padronizado, ações corretivas rápidas

Relatórios de inspeção, planos de ação, revisão periódica de não conformidades

Redução da eficácia das campanhas de segurança

Baixa adesão dos colaboradores; comunicação limitada; campanhas superficiais


Sensibilização para atitudes seguras; fortalecimento do clima organizacional


Definir calendário anual, criar materiais atrativos, envolver lideranças e SESMT

Avaliação de participação, formulários de feedback, taxa de adesão por campanha

Queda no mesmo nível (Tropeço, escorregão)


Lesões, afastamentos, passivos trabalhistas

Melhoria das condições de trânsito interno; ambiente mais seguro


Manutenção preventiva de pisos, sinalização de áreas de risco, campanhas educativas


Registro de acidentes, inspeções de segurança, indicadores de afastamento

Posturas inadequadas, movimentos repetitivos, levantamento de peso


Doenças ocupacionais, fadiga, LER/DORT, afastamentos

Melhoria do conforto no trabalho, aumento de produtividade e bem-estar


Avaliação ergonômica dos postos, adequações com mobiliário e ferramentas, pausas programadas

Relatórios de ergonomia, número de afastamentos por LER/DORT, feedback de colaboradores

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

7.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos


Impactos

Meios de controles

Consumo de papel para listas e materiais impressos


Geração de resíduos sólidos (papel)

  • Digitalizar lista de presença, usar recursos audiovisuais de forma consciente

Uso de energia elétrica

Consumo de recursos naturais

  • Substituição de lâmpadas por modelos de LED, instalação de sensores de presença em áreas comuns, manutenção preventiva de equipamentos elétricos, treinamento e campanhas de conscientização para economia de energia


Deslocamento de veículos para áreas de inspeção

Emissão de gases poluentes (CO2); descarte de papel e outros resíduos


  • Planejar rotas eficientes, priorizar documentos digitais

Impressão de cartazes, folders, banners; descarte de materiais promocionais


Poluição do solo;

aumento do consumo de energia e recursos

  • Uso de materiais digitais, reaproveitamento de banners, coleta seletiva


Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

8. Período de Avaliação

Para esse procedimento que inclui, Diálogo Diário de Segurança (DDS), Inspeções de Segurança e Campanhas de Segurança deve ser revisada anualmente ou sempre que ocorrerem alterações significativas nos processos, legislação aplicável, mudanças organizacionais ou identificação de não conformidades que exijam ajustes antes do prazo estipulado.

PR-G-SSEG-008 - Identificação de Perigos e Análise de Riscos


PR-G-SSEG-008 - Identificação de Perigos e Análise de Riscos

PR-G-SSEG-008-Identificação de Perigos e Análise de Riscos_Rev.00

1. Objetivo

Este documento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a identificação de perigos, avaliação e controle dos riscos de Segurança e Saúde no Trabalho, bem como para a identificação e o tratamento dos riscos e oportunidades associados ao Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, em atendimento à NR-01 e aos requisitos da ISO 45001:2018.

O procedimento visa assegurar a eliminação ou redução dos riscos ocupacionais, o atendimento aos requisitos legais e outros requisitos aplicáveis, a definição de ações eficazes e a melhoria contínua do desempenho do Sistema de Gestão de SST.

1.1. Objetivo Específico

·       Identificação de Perigos: Estabelecer um processo estruturado para identificação de perigos;

·       Gestão de Riscos: Estabelecer um processo estruturado para identificação, análise e mitigação de riscos em operações;

·       Segurança Operacional: Garantir uma gestão proativa da segurança, assegurando planejamento, monitoramento e execução eficazes;

·       Conformidade Regulatória: Garantir a conformidade com as Normas Regulamentadoras (NRs), procedimentos internos e as melhores práticas de gestão de riscos, assegurando a segurança operacional e o cumprimento dos requisitos legais e organizacionais;

·       Melhoria Contínua: Promover a melhoria contínua na gestão de riscos operacionais.

2. Modelo de Fluxo

Figura 1 – Fluxo de Aprovação

3. Abrangência

Aplica-se a todas as atividades, ambientes, colaboradores próprios, terceiros e visitantes.

4. Definições

5. Princípios do Procedimento

6. Responsabilidades

7. Identificação de Perigos e Análise de Riscos

7.1. Identificação

Os perigos devem ser identificados de forma contínua e sistemática, considerando, no mínimo:

7.2. Avaliação de Riscos

Os riscos identificados devem ser avaliados considerando:

7.3. Riscos e Oportunidades do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST)

Além dos riscos de SST decorrentes dos perigos identificados nas atividades, a organização deve identificar, avaliar e tratar os riscos e oportunidades associados ao Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, considerando, no mínimo:

Os riscos e oportunidades do SGSST devem ser registrados, tratados por meio de planos de ação, com definição de responsáveis e prazos, e monitorados quanto à sua eficácia, integrando-se aos processos de gestão, monitoramento e melhoria contínua do sistema.

8. Determinação de Controles

Para riscos identificados no processo de avaliação, devem ser definidos controles seguindo a hierarquia:

  1. Eliminação;
  2. Substituição;
  3. Controles de engenharia;
  4. Controles administrativos;
  5. EPI.

8.1. Atendimento a Requisitos Legais e Outros

A análise de riscos deve:

9.   interface com outros procedimentos do sgsst

A comunicação, investigação e tratamento de incidentes, quase acidentes e não conformidades decorrentes das atividades operacionais são tratadas em procedimento específico do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST), conforme diretrizes internas aplicáveis.

10.       definição e implementação de ações

A partir dos riscos identificados e avaliados, devem ser definidas e implementadas ações tratar dos riscos nas atividades, priorizando a hierarquia de controles prevista no PGR.

11.       Verificação de eficácia

Após a implementação das medidas de controle definidas na Análise de Risco, deve ser realizada a verificação de eficácia, a fim de confirmar que os riscos foram eliminados ou reduzidos a níveis aceitáveis.

A verificação poderá ser realizada por meio de:

·       Inspeções de segurança;

·       Auditorias internas;

·       Observações das atividades em campo;

·       Análise de incidentes e ocorrências;

·       Revisão da Análise de Risco.

Caso seja verificado que as medidas de controle não foram eficazes, a Análise de Risco deverá ser revisada e novas ações deverão ser definidas.

12.       revisão do pgr, apr e controles operacionais

A avaliação dos riscos e demais controles operacionais devem ser revisados e atualizados sempre que houver:

·       Mudança de processo, equipamento ou layout;

·       Acidente, incidente ou quase acidente;

·       Alteração legal;

·       Retorno de afastamento prolongado;

·       Resultado de auditorias ou investigações.

13.       retenção de informações documentadas

Todos os registros gerados em decorrência deste procedimento devem ser mantidos conforme a política de gestão documental da organização, assegurando rastreabilidade, integridade e atendimento aos requisitos legais e normativos aplicáveis.

14.       Cláusula de Não retaliação

 A organização garante que nenhum trabalhador sofrerá retaliação por identificar perigos, relatar desvios ou contribuir com informações no âmbito deste procedimento.

15.       melhoria contínua

As informações geradas por este procedimento devem ser analisadas criticamente pela gestão, de forma a subsidiar decisões estratégicas, priorização de ações preventivas e o aprimoramento contínuo do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho.

16.       documentos de referência

ÁREA

DOCUMENTO

SSEG

FM-G-SSEG-014-Relatório de Reconhecimento de Riscos_Rev.00

Tabela 1 – Documentos de Referência

17.       matriz de responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades

Colaboradores

Lideranças

Gestão

SESMT

Identificação da Atividade

I

R

I

I

Planejamento da Atividade

S/I

R

S

S

Identificação de Perigos

E

E

S

C/E

Identificação e Análise de Riscos

E

R

S

E

Implementação das Medidas de Controle e Liberação

E/R/I

R

S

R

Monitoramento, Avaliação

I

R

S

V/R

Atualização/Revisão

E

R

S

C/E

Arquivamento e Registros

S

S

S

A/R

Tabela 2 -Matriz de Responsabilidade

17.1.         legenda

·       A (Aprova): Tem a autoridade para revisar e aprovar o trabalho realizado, garantindo que os critérios e padrões estão sendo atendidos;

·       C (Consulta): Deve ser consultado durante o processo para fornecer informações ou suporte especializado, mas não é o responsável direto;

·       E (Executa): Pessoa ou equipe que executa tarefas práticas, mas sem responsabilidade decisória ou autoridade para aprovar;

·       I (Informado): Deve ser informado sobre o andamento ou conclusão da tarefa, pois pode ser impactado pelo resultado, mas não participa diretamente do processo;

·       R (Responsável): Responsável pela tarefa ou processo. É a pessoa ou equipe que realiza a ação;

·       S (Suporte): Auxilia na execução das tarefas, fornecendo recursos ou assistência, mas sem responsabilidade ou autoridade decisória;

·       V (Verifica): Responsável por revisar a conformidade do processo ou tarefa antes da aprovação, assegurando que os requisitos foram atendidos.

18.       sistema de gestão integrado

18.1.         inventário de perigos, riscos, controles e oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição

Trânsito de veículos

Atropelamento, colisão

Melhoria da percepção de risco durante a condução de veículos; Melhoria do comportamento seguro

Respeitar a sinalização existente; Reduzir velocidade no estacionamento; Manter atenção ao entorno e aos pedestres

N°de ocorrências

Trânsito de pessoas

Atropelamento; Colisão com veículos ou máquinas; Queda ao desviar de áreas de manobra

Melhoria da percepção de risco na circulação; Fortalecimento do comportamento seguro de pedestres

Utilizar colete refletivo, quando aplicável; Manter atenção ao entorno; Evitar circulação em áreas de manobra

N°de ocorrências

Trânsito de equipamentos

Colisão com pessoas ou estruturas; Atropelamento; Tombamento de equipamentos

 

Melhoria da percepção de risco na movimentação de equipamentos; Melhoria da condução segura de equipamentos móveis

 

Operar somente por trabalhadores autorizados; Manter atenção ao entorno durante manobras; Utilizar sinalização sonora/luminosa quando aplicável

 

N°de ocorrências

Superfícies irregulares ou escorregadias

Quedas ao mesmo nível, torções e escorregões

Melhoria da percepção de risco durante a circulação em áreas internas

Caminhar com atenção, utilizar corrimãos quando disponíveis, evitar áreas molhadas ou instáveis e sinalizar condições inseguras quando identificadas.

Número de ocorrências e registros de inspeções de segurança

Exposição a ruído

Desconforto auditivo; Perda auditiva temporária; Perda auditiva permanente.

Melhoria da percepção de risco quanto à exposição ao ruído e melhoria da adesão ao uso de EPI auditivo.

Utilizar protetor auditivo quando aplicável; Respeitar orientações e sinalização de áreas ruidosas; Limitar o tempo de exposição ao ruído quando possível.

Número de ocorrências relacionadas ao ruído; Resultados de exames audiométricos periódicos.

Partículas em suspensão

Irritação ocular e das vias respiratórias

Melhoria da adesão ao uso correto de EPI respiratório e ocular

Utilizar óculos de segurança e máscara PFF2 durante atividades com geração de partículas em suspensão

Número de ocorrências relacionadas à exposição a partículas e resultados de exames periódicos

Equipamentos em funcionamento

Aprisionamento; Esmagamento; Cortes e lacerações; Impacto por partes móveis

Melhoria da percepção de risco durante a operação de equipamentos

Operar equipamentos somente por trabalhadores autorizados e treinados; Não remover ou burlar proteções de segurança; Manter atenção durante a operação; Utilizar EPIs aplicáveis à atividade

Número de ocorrências relacionadas à operação de equipamentos

Identificação inadequada de riscos

Riscos não tratados adequadamente; Exposição de colaboradores a condições inseguras; Falhas na implementação de controles

Fortalecimento da cultura de gestão de riscos; Melhor comunicação e troca de informações sobre riscos entre os setores da empresa.

Solicitar parecer técnico da Segurança do Trabalho quando identificadas situações de risco que necessitem de avaliação adicional.; Registrar os riscos identificados através da APR (Análise Preliminar de Risco).

Comunicar os riscos identificados às áreas envolvidas, podendo ocorrer por meio de orientações em campo, DDS ou comunicação formal quando necessário.

Verificação da realização de APR nas atividades; Registros de inspeções de segurança realizadas pela equipe de Segurança do Trabalho; Solicitações de parecer técnico registradas quando necessário; Treinamento

Procedimento desatualizado na pasta

Execução de atividades com informações incorretas.; Falhas no processo operacional.; Não conformidade em auditorias.

 

Fortalecimento do controle documental.; Padronização das revisões de documentos.; Melhoria da confiabilidade das informações.

 

Implementar controle de revisão e atualização de documentos.; Garantir que apenas versões vigentes estejam disponíveis.

 

 

Controle de revisão e atualização de documentos.; Registro de não conformidades relacionadas à gestão documental.; Monitoramento da periodicidade de atualização dos procedimentos.

 

Processos não padronizados ou mal definidos.

 

Retrabalho.; Falhas na execução das atividades.; Perda de eficiência operacional.

 

Otimização de processos e redução de custos.; Aumento da produtividade.; Melhoria da eficiência operacional.

 

Padronizar processos e fluxos de trabalho.; Implantar lições aprendidas ao final dos projetos.

 

Ocorrências de não conformidades internas.

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

19.       Aspectos e impactos ambientais

Aspectos

Impactos

Meios de controles

Consumo de energia elétrica

Consumo de recursos naturais

·       Implantar práticas de uso racional de energia;

·       Utilizar lâmpadas e sistemas eficientes, conscientização dos colaboradores.

Consumo de água

Consumo de recursos naturais

·       Planejar o uso racional da água;

·       Monitorar o consumo mensal;

·       Capacitar colaboradores sobre boas práticas de economia de água;

·       Reutilizar água sempre que possível.

Geração de resíduos recicláveis

(papel, plástico, vidro, metal)

 

Consumo de recursos naturais e Contaminação do solo e da água.

·       Implantar coleta seletiva;

·       Reduzir consumo de materiais;

·       Capacitar colaboradores quanto à segregação correta.

Consumo de energia elétrica

Consumo de recursos naturais

·       Implantar práticas de uso racional de energia;

·       Utilizar lâmpadas e sistemas eficientes, conscientização dos colaboradores.

Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

20.       período de avaliação

Este procedimento deve ser revisado sempre que necessário, considerando alterações em processos, requisitos legais, resultados de auditorias, ocorrências de segurança ou sempre que identificada a necessidade de melhoria.

PR-G-SSEG-009 - Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

PR-G-SSEG-009 - Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)

PR-G-SSEG-009 - Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP)_Rev.00

1. Objetivo

Estabelecer diretrizes para a elaboração, atualização, controle e disponibilização do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) em formato eletrônico, garantindo o atendimento à legislação previdenciária vigente e a integridade das informações relacionadas ao histórico laboral dos empregados.

1.1. Objetivo Especíofico

Garantir a correta alimentação das informações de segurança e saúde do trabalhador no sistema eSocial;

2. Modelo de Fluxo

image.png

Figura 1 – Fluxo de Aprovação

3. Conteúdo

O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um documento histórico-laboral do trabalhador que reúne informações administrativas, registros ambientais e resultados de monitoramento biológico durante todo o período de vínculo empregatício.

Com a implantação do PPP Eletrônico, as informações passaram a ser enviadas por meio do eSocial, utilizando principalmente os eventos relacionados à Saúde e Segurança do Trabalho (SST).

As informações que compõem o PPP são provenientes de documentos como:

A atualização do PPP deverá ocorrer sempre que houver alteração das condições ambientais, mudança de função, alteração de riscos ocupacionais ou atualização dos documentos legais que servem de base para sua composição.

A emissão do PPP deverá ser realizada quando solicitado pelo empregado, por ocasião do desligamento ou em situações previstas pela legislação previdenciária.

3.1. Sistema PETA

A emissão do Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é realizada por meio do Sistema PETA, ferramenta utilizada pela empresa para gestão das informações de Saúde e Segurança do Trabalho (SST).

As informações disponibilizadas no PPP são geradas automaticamente pelo sistema, com base nos dados previamente cadastrados e atualizados, considerando os registros administrativos, funcionais e os eventos de SST vinculados ao trabalhador.

Para garantir a correta emissão do documento, o Sistema PETA utiliza como referência as informações provenientes dos programas, laudos e registros legais aplicáveis, bem como os eventos enviados ao eSocial.

3.2. Instrução de Trabalho para Emissão do PPP

O detalhamento das atividades, responsabilidades e etapas para emissão do PPP no Sistema PETA encontra-se estabelecido na Instrução de Trabalho "Emissão de PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)", de responsabilidade do SSEG.

A instrução descreve o procedimento para consulta das informações, conferência dos dados, geração, emissão e disponibilização do documento, garantindo a padronização do processo e a conformidade com os requisitos legais e previdenciários aplicáveis.

4. Conclusão

O correto gerenciamento do PPP Eletrônico assegura conformidade legal, confiabilidade das informações ocupacionais e transparência na relação entre empresa, trabalhador e órgãos previdenciários, contribuindo para a adequada gestão de saúde e segurança do trabalho.

5. Documentos de Referência

ÁREA

DOCUMENTO

EXT

Constituição Federal de 1988

EXT

Lei nº 8.213/1991

EXT

Decreto nº 3.048/1999

EXT

Portaria MTP nº 313/2021

EXT

Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho

EXT

Manual de Orientação do eSocial

EXT

Sistema Peta

SSEG

IT-G-SSEG-006 - Emissão PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário)

SSEG

LTCAT

SSEG

PGR

SSEG

PCMSO

Tabela 1 – Documentos de Referência

6. Parte Interessada

SSEG

7. Matriz de Responsabilidade

Processos

Matriz de funções e responsabilidades

Colaborador

RH

SSEG

Solicitação do PPP pelo colaborador

R

I

I

Comunicação de desligamento para emissão do PPP

I

R

I

Recebimento e análise da solicitação

I

I

R

Levantamento do histórico de exposição ocupacional

I

I

R

Análise e validação dos riscos ocupacionais

I

I

R

Atualização de dados cadastrais

I

R

I

Fornecimento de informações complementares

R

R

I

Elaboração do PPP

I

I

R

Revisão e validação do PPP

I

I

R

Emissão do PPP

I

I

R

Entrega do PPP ao colaborador

I

I

R

Arquivamento e controle documental

I

I

R

Tabela 2 – Matriz de Responsabilidade

7.1. Legenda

8. Sistema de Gestão Integrado

8.1. Perigos, Riscos e Oportunidades

Perigos

Riscos

Oportunidades

Pontos de ações

Monitoramento e medição

Segurança e Qualidade

Informações inconsistentes entre PPP, LTCAT, PGR e demais documentos de SST

Emissão incorreta do PPP, passivos trabalhistas e previdenciários

Melhorar a integração e confiabilidade das informações de SST

Realizar conferência documental antes da emissão do PPP

Auditorias periódicas; quantidade de correções realizadas

Atraso no atendimento das solicitações de PPP

Descumprimento de prazos legais e insatisfação do trabalhador

Otimizar o fluxo de atendimento e emissão

Definir responsáveis e prazos para cada etapa do processo

Indicador de prazo médio de emissão e atendimento

Falha no registro do histórico de exposição ocupacional

Informações incompletas ou incorretas no PPP

Fortalecer a rastreabilidade das exposições ocupacionais

Revisar cadastros e manter registros atualizados

Taxa de inconsistências identificadas em auditorias

Falta de atualização após alterações de função, setor ou riscos ocupacionais

PPP desatualizado e não aderente à realidade laboral

Garantir conformidade contínua das informações

Integrar alterações de RH e SST ao processo de revisão do PPP

Número de PPPs revisados após movimentações internas

Falha na comunicação entre RH, SST e gestores

Retrabalho, atrasos e divergências nas informações

Melhorar a integração entre áreas

Padronizar fluxo de comunicação e responsabilidades

Registro de não conformidades e retrabalhos

Perda ou armazenamento inadequado de documentos

Dificuldade na comprovação de informações e atendimento a fiscalizações

Digitalizar e organizar o acervo documental

Implementar controle eletrônico de documentos

Percentual de documentos digitalizados e disponíveis

Desconhecimento dos requisitos legais relacionados ao PPP

Não conformidade legal e possíveis autuações

Capacitação contínua da equipe responsável

Realizar treinamentos periódicos sobre legislação previdenciária

Registros de treinamentos e avaliações de conhecimento

Erros de preenchimento do PPP eletrônico

Necessidade de retificação e possíveis questionamentos legais

Padronizar critérios de preenchimento

Criar checklist de conferência antes da emissão

Quantidade de PPPs retificados ou corrigidos

Sobrecarga de trabalho, pressão por prazos, atividades repetitivas e elevada demanda cognitiva

Estresse ocupacional, fadiga mental, redução da concentração, erros operacionais, adoecimento psicossocial e impactos ergonômicos

Promover o bem-estar, melhorar a produtividade e fortalecer a saúde mental dos colaboradores

Avaliar fatores ergonômicos e psicossociais, distribuir adequadamente as demandas, realizar ações de conscientização e acompanhamento dos trabalhadores

Resultados de avaliações ergonômicas; indicadores de absenteísmo; registros de queixas relacionadas à saúde mental; acompanhamento de ações preventivas

Postura Inadequada / Esforço Repetitivo

Dores musculares, desconforto ergonômico, fadiga e possíveis lesões por esforço repetitivo durante o uso de computador/notebook.

Adequação às exigências legais e normativas (NR-01 e NR-17)

Realizar avaliação ergonômica dos postos de trabalho administrativos, disponibilizar apoio ergonômico.

Acompanhamento do número de queixas ergonômicas registradas, Verificação periódica da adequação dos postos de trabalho, Registro de treinamentos e orientações ergonômicas realizadas.

Tabela 3 – Perigos, Riscos e Oportunidades

8.2. Aspectos e Impactos Ambientais

Aspectos

Impactos

Meios de controles

Uso de papel

Consumo de recursos naturais (árvores);
 Geração de resíduos sólidos (papel descartado);
Emissão de CO₂ na produção e transporte do papel

·       Redução e uso consciente de papel;

·       Impressão frente e verso;

·       Uso de papel reciclado;

·       Digitalização de documentos

Uso de energia elétrica

Consumo excessivo de energia;
Contribuição para o aquecimento global (dependendo da matriz energética);
Emissões indiretas de CO₂

·       Uso de equipamentos eficientes com selo de qualidade;

·       Desligar luzes e aparelhos quando não usados;

·       Instalação de sensores de presença;

·       Uso de fontes de energia renovável

Tabela 4 – Aspectos e Impactos Ambientais

9. Período de Avaliação

A verificação periódica deste procedimento é essencial para garantir a conformidade e a atualização dos processos organizacionais. A revisão poderá ocorrer de acordo com alterações no processo, legislação aplicável e atualizações pertinentes, ou quando necessário, em resposta a mudanças operacionais, auditorias ou oportunidades de melhoria.