MAN-E-PROJ-001 - Manual Projetos MAN-E-PROJ-001 - Manual Projetos_Rev.00 1. Identidade Organizacional 1.1. Propósito do Departamento O Departamento de Engenharia de Projetos existe para transformar insumos técnicos e organizacionais em soluções de engenharia multidisciplinar consolidadas, entregando projetos de alta qualidade, seguros, padronizados e alinhados às normas aplicáveis. Seu propósito é ser o núcleo técnico integrador que garante a viabilidade, a eficiência e a excelência dos empreendimentos do Autvix Group, sempre com foco em qualidade e prazo. 1.2. Missão do Departamento Contribuir para a Autvix Group através da Elaboração, verificação, emissão e Aprovação de projetos multidisciplinares (civil, elétrica, mecânica, automação, estrutural e instrumentação), assegurando que cada entrega esteja: Alinhada às necessidades do cliente interno e externo, Fundamentada nas normas e padrões técnicos vigentes, Integrada ao planejamento e à execução, Orientada para gerar valor sustentável e resultados estratégicos. 1.3. Conexão com os Pilares do SEA O Departamento de Engenharia de Projetos atua como um elo essencial dentro do Sistema de Excelência Autvix (SEA), materializando a estratégia nos seguintes pilares: Pessoas: desenvolver competências técnicas e comportamentais da equipe de engenharia, estimulando colaboração, confiança e evolução contínua; Processos e Inovação: padronizar fluxos de projeto e adotar ferramentas digitais (softwares de engenharia, modelagem 3D, gestão integrada), promovendo eficiência e inovação; Clientes e Mercado: garantir a satisfação de clientes internos (implantação, comercial, automação) e clientes finais, atendendo requisitos de qualidade e prazo; Sociedade: cumprir normas e regulamentações, atuar com segurança e responsabilidade socioambiental em todas as entregas; Resultados Estratégicos: contribuir diretamente para o sucesso dos empreendimentos do grupo, assegurando produtividade, confiabilidade e impacto positivo nos negócios. 1.4. Valor Gerado para Clientes Internos e Externos Para clientes internos (Implantação, Comercial, Automação): fornecimento de projetos técnicos claros, seguros e compatíveis, que reduzem riscos de execução, retrabalho e custos adicionais; Para o cliente final: entrega de projetos de engenharia completos, padronizados e aprovados, garantindo conformidade técnica, segurança, qualidade e atendimento dos prazos contratados. 2. Estrutura Funcional 2.1. Objetivo Definir a estrutura hierárquica do Departamento de Projetos, formalizando cargos, funções e responsabilidades, bem como a integração entre a estrutura vertical (departamental) e a estrutura horizontal (contratos), em alinhamento ao Sistema de Excelência Autvix (SEA). 2.2. Estrutura Vertical - Organograma do Departamento O Departamento de Projetos pertence à Vertical Técnica e está sob coordenação de Marcus Bontia Coordenador de Engenharia de Projetos. A seguir, os cargos do setor, conforme descrição oficial, separados por níveis de atuação (N1–N6): N3 — Liderança Tática (nível corporativo do departamento) Coordenador de Engenharia. N4 — Coordenação/ Supervisão Operacional (responsável por contratos/disciplinas) Coordenador de Projetos; Supervisor de Projetos (quando designado em contratos). N6 — Time Operacional (engenheiros, projetistas, desenhistas, assistentes, estagiários) Engenheiros de Projetos; Projetistas e Desenhistas; Assistentes de Projeto; Estagiários. 2.3. Papéis e Responsabilidades - Estrutura Vertical Cargo Nível Responsabilidades Principais Diretoria Estratégico Definir as diretrizes e políticas da empresa, aprovar investimentos, garantir alinhamento ao SEA e ao Código de Excelência. Atuar na governança, inovação e planejamento estratégico da empresa.  Gerência Estratégico/Tático Traduzir as diretrizes estratégicas em planos de ação, supervisionar coordenadores, aprovar orçamentos e monitorar KPIs. Garantir a integração entre contratos e projetos e interface com clientes-chave. Coordenação Tático/ Operacional Planejar e acompanha metas operacionais, priorizar projetos e recursos, integrar áreas técnicas e administrativas, validar relatórios técnicos e apoia a gerência em decisões táticas. Garantir que os projetos sejam executados dentro dos padrões técnicos, de qualidade e segurança. Validar entregas finais e aprovar documentos oficiais. Liderar integração multidisciplinar entre elétrica, mecânica, civil e automação Líderes Operacional Apoiar a coordenação no acompanhamento diário da execução dos projetos. Monitorar cronogramas e distribuir atividades operacionais. Ser elo entre coordenação e equipes operacionais em contratos específicos. Projetistas Operacional Elaborar e validar projetos em sua disciplina. Supervisionar atividades de campo quando aplicável. Participar de reuniões técnicas com clientes internos e externos. Produzir e revisar desenhos técnicos 2D/3D. Garantir compatibilidade entre disciplinas. Desenhistas Operacional Produzir e revisar desenhos técnicos 2D/3D. Garantir compatibilidade entre disciplinas. Atualizar documentação “as built”. Assistentes de Projetos Operacional Organizar, controlar e registrar documentos de projeto. Apoiar engenheiros e projetistas na revisão de documentos. Estagiários Operacional Apoiar na modelagem, cálculos, desenhos e revisões. Aprender ferramentas de projeto e metodologias aplicadas. Tabela 1 – Papéis e Responsabilidades – Estrutura Vertical Figura 1 – Organograma do Departamento Estrutura Vertical 2.4. Estrutura Horizontal - Organograma do Contrato Na dimensão horizontal, o setor de Projetos participa diretamente da execução dos contratos, assumindo funções específicas: Gestor do Contrato → Responsável pelo escopo, prazo, custo e relacionamento com o cliente; Responsáveis Técnicos (Projetos) → Engenheiros de disciplina designados em cada contrato; Responsável pelo Planejamento → Integra cronogramas físicos e financeiros, assegurando coerência entre projeto e execução; Responsável pela Mobilização → Garante recursos humanos, ferramentas e infraestrutura de projeto para o contrato; Responsável pela Segurança (QSMS) → Aplica normas de segurança e qualidade em todos os entregáveis de projeto; Time Operacional de Projetos → Engenheiros, projetistas, desenhistas, assistentes e estagiários que compõem a equipe multidisciplinar do contrato. Figura 2 – Organograma Contratos Estrutura Social 2.5. Interfaces do Departamento de Projetos O setor mantém interfaces críticas com: Automação (Coord. Rhynner Santos) → integração com projetos elétricos e de controle; Implantação/Obras (Coord. Rafael Silveira) → alinhamento de projetos com execução em campo; Planejamento (Sup. Paulo Caldeira) → integração de cronogramas e indicadores; Comercial (Romeu Benicá / João M. D. Neto) → suporte técnico em propostas e definições de escopo; Qualidade, Segurança e Meio Ambiente (Suhelen Carvalho) → conformidade normativa e padrões de segurança. 2.6. Matriz de Alçadas Decisão/ Atividade Assistentes/ Estagiários (N6) Projetistas/ Desenhistas (N6) Supervisores (N6) Coordenador (N4) Coordenador  (N3) Gerência/ Diretoria (N2/N1) Elaboram de documentos técnicos Apoiam Elaboram Validam Aprovam Aprovam — Revisão interna de documentos Apoiam Revisam Validam Aprovam Aprovam — Emissão oficial para cliente Apoiam Elaboram Validam Aprovam Aprovam — Representação em reuniões técnicas — Participam Participam Participam Representam — Aprovam de softwares, métodos e padrões — Sugestões Recomendações Sugestão Aprovam Validam final Alocação de recursos de projeto — — Sugestão Aprovam Aprovam final Validam final Aprovam de custos até R$ 5.000,00 — — — Sugestão Aprovam — Aprovam de custos acima de R$ 5.000,00 — — — — Sugestão Aprovam final Tabela 2 – Matriz de Alçadas 3. Gestão de Pessoas e Competências Descrição Mais do que serviços de engenharia, o que sustenta o departamento de Projetos da Autvix são as pessoas que o compõem. Por isso, este capítulo deve apresentar como cuidamos do desenvolvimento profissional, estruturamos competências e avaliamos desempenho. Aqui você encontrará: A matriz de competências técnicas, metodológicas, culturais e comportamentais que orientam nossas entregas. A forma como as competências se transforma em Planos de Desenvolvimento Individual (PDIs). Como os PDIs estão conectados à Avaliação de Desempenho, impactando crescimento e a carreira. Os rituais de acompanhamento que garantem feedback contínuo e evolução constante. Este modelo está diretamente ligado ao pilar Pessoas do Sistema de Excelência Autvix Group (SEA). Ao final deste capítulo, você terá clareza sobre quais competências são esperadas dos profissionais de engenharia de projetos da Autvix e como elas serão avaliadas e de que forma podem ser desenvolvidas dentro do setor. Como ler a matriz de competências. A matriz define o nível de proficiência esperado por cargo da Engenharia de Projetos em quatro dimensões: Bloco 1 – Técnicas: Conhecimentos específicos nas disciplinas de projeto em que atua. Bloco 2 – Metodologias, Processos e Ferramentas: métodos de gestão, ferramentas de engenharia e práticas internas. Bloco 3 – Culturais (DNA/Valores Autvix): comportamentos ligados a Segurança, Inovação, Sustentabilidade, Foco no Cliente, Excelência e ao DNA (Respeito, Confiança, Atitude de Dono, Colaboração, Evolução Contínua). Bloco 4 – Comportamentais (Soft Skills): habilidades socioemocionais aplicadas no dia a dia. Para a matriz de competências Técnicas e Metodologias, Cultural e Comportamental adota-se a escalas abaixo: Legenda de Proficiência Técnica e Metodológica (0 a 6) 0 : Não precisa saber; (irrelevante para o cargo); 1 : Diferencial (não exigido, mas agrega); 2 : Conhece o básico; (precisa de suporte para executar); 3 : Atua sozinho em cenários simples; 4 : Atua sozinho em cenários complexos; 5 : Mentor ativo; (referência de boas práticas); 6 : Excelência (referência estratégica e inovação). Legenda de Proficiência Cultural e Comportamental (0 a 6) 0 : N/A (Não se aplica); 1 : Não Atende; 2 : Atende parcialmente; 3 : Atende plenamente; 4 : Mentor ativo (referência de boas práticas); 5 : Excelência (referência estratégica e inovação); 6 : Diferencial (não exigido, mas agrega). Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado. Onde isso se conecta: Cap. 4 – Jornada de Valor e Catálogo de Serviços (o que entregamos); Cap. 5 – Processos Operacionais (como entregamos); Avaliação de Desempenho & PDI (como evoluímos). 3.1. Matriz de Competências Técnicas e Metodológicas As competências técnicas avaliadas para o nível operacional se baseiam não apenas no conhecimento de ferramentas e softwares de Projeto, mas também no entendimento de disciplinas auxiliares que corroboram com a experiência do profissional. Assim sendo, abaixo são exemplificadas as principais competências requeridas: Conceitos principais Categoria Exemplos Sistemas elétricos Leitura e interpretação de desenhos, especificação de equipamentos elétricos, cálculos e dimensionamentos, execução de diagramas e layout de painéis, acionamento de motores. Sistemas de automação Leitura e interpretação de desenhos, especificação de equipamentos de automação, cálculos e dimensionamentos, execução de diagramas e layout de painéis, especificação de CPLs, sensores e instrumentos. Aterramento e SPDA Leitura e interpretação de desenhos, especificação de sistemas de aterramento e SPDA, cálculos, execução de diagramas de malha. Instrumentação Leitura e interpretação de desenhos, especificação de sensores e instrumentos, cálculos, execução de diagramas de malha, fluxogramas de engenharia e de processo, folhas de dados, norma ISA Redes Industriais Modbus, Profibus, Profinet, DeviceNet, ControlNet, OPC, Ethernet Segurança Funcional (Safety) Conhecimento das normas, dispositivos de segurança (CLPs, Relés, Chaves), aplicação prática em SIS e capacidade de análise de risco (SIL / PL). Normas e Regulamentações ISA, IEC 61131-3, IEC 61508, IEC 61511, NR-10, NR-12, NR-13. Estruturas metálicas Leitura e interpretação de desenhos, especificação de materiais, detalhamento para fabricação, detalhamento para montagem, dimensionamento e cálculos estruturais Estruturas de civil Leitura e interpretação de desenhos, especificação de materiais, detalhamento para fabricação, detalhamento para montagem, dimensionamento e cálculos estruturais Máquinas e dispositivos Leitura e interpretação de desenhos, especificação de materiais, detalhamento para fabricação, detalhamento para montagem, dimensionamento e cálculos Outras Competências experiência em obras industriais, montagem de painéis, comissionamento, startup Planejamento e controle de cronograma Capacidade de gerar e monitorar o cronograma com apoio do planejamento, reconhecer o caminho crítico, apresentar o planejamento em uma reunião. Gestão de escopo e EAP (WBS) Quebrar o projeto em entregas menores para cada disciplina numa lista clara. Gestão de entregáveis (MDR/IDR, marcos) Conferir a lista-mestra e avisar quais desenhos vencem esta semana. Gestão de mudanças (DCN/ECN, baseline) Registrar uma mudança de rota de tubulação e informar impacto de prazo. Gestão de riscos e oportunidades Anotar 3 riscos principais e o plano B para cada um. Coordenação multidisciplinar (interfaces) Marcar um ajuste de interferência entre Civil e Elétrica e fechar a decisão. Coordenação BIM (ISO 19650, BEP, clash/federado) Rodar um clash e mandar a lista de conflitos para cada disciplina resolver. Governança da documentação (EDMS/CDE) Garantir que tudo está no CDE com status correto (Para revisão, aprovado etc.). Interface com obra/campo (RFIs, as-built) Abrir uma RFI sobre dúvida de campo e rastrear a resposta. Normas & compliance + Value Engineering Confirmar que um motor atende à norma NBR aplicável e sugerir opção mais econômica. Tabela 3 – Matriz de Competências Técnicas e Metodológicas Dessa forma, a Matriz de Competências Técnicas (Bloco 1) pode ser escalonada por cargo conforme tabelas abaixo: 3.2. Competências Técnicas (Bloco 1) N4 – Supervisão / Coordenação Operacional (Liderança Operacional) Competência técnica Júnior Pleno Sênior Planejamento e controle de cronograma (MSP/Primavera, caminho crítico, lookahead) 2 3 4 EVM / Curva-S (CPI, SPI) 2 3 4 Gestão de escopo e EAP (WBS) 2 3 4 Gestão de entregáveis (MDR/IDR, marcos) 2 3 4 Gestão de mudanças (DCN/ECN, baseline) 2 3 4 Gestão de riscos e oportunidades 2 3 4 Custos e orçamento (CBS, previsões) 2 3 4 Contratos / requisitos / claims 2 2 4 Coordenação multidisciplinar (interfaces) 2 3 4 Coordenação BIM (ISO 19650, BEP, clash/federado) 2 3 4 Revisões técnicas & Design Reviews 2 3 4 Construtibilidade & sequenciamento 2 3 4 Comissionamento & prontidão (FAT/SAT, punchlist) 2 2 3 Qualidade de projeto (Plano, auditorias, NCF) 2 3 4 SSMA/HSE integração (NRs) 2 3 4 Governança da documentação (EDMS/CDE) 2 3 4 Fornecedores (VDR/SDL, submittals) 2 3 4 Interface com obra/campo (RFIs, as-built) 2 3 4 Rituais e decisões (MoM, action/decision log) 2 3 4 KPIs & dashboards (Power BI/Excel) 2 3 4 Ferramentas técnicas (MSP/Primavera, Navis, CDE, BI) 2 3 4 Normas & compliance + Value Engineering 2 3 4 Tabela 4 – N4 – Supervisão / Coordenação Operacional (Liderança Operacional) N6 – Time Operacional (Execução Técnica e Apoio) Competência técnica API APII APIII APIV APV Leitura e Interpretação de desenhos 1 2 3 3 4 Operação de CDE 1 1 2 3 4 Taxonomia/estrutura de pastas e padronização de diretórios 1 1 2 3 4 Controle de revisões e histórico 0 1 2 3 4 Controle de revisão/Aprovam (configuração e monitoramento) 0 1 2 3 4 Emissão e tramitação de documentos (registro e rastreabilidade) 0 1 2 3 4 Controle LD  (criação, manutenção e curadoria) 0 1 2 2 4 Verificação básica CAD/BIM (abrir, medir, etc.) 0 1 1 2 3 Impressão e plotagem 1 2 2 3 4 Conhecimento Relatórios e KPIs 0 1 2 2 3 Interface com fornecedores 1 2 3 3 4 Inglês técnico (leitura, termos contratuais) 0 1 1 2 2 Tabela 5 - N6 – Time Operacional (Execução Técnica e Apoio) N6 – Elétrica – Time Operacional Competência técnica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Leitura e Interpretação desenhos 1 2 3 3 3 4 3 3 3 4 4 Levantamento de campo 0 1 1 2 2 3 3 3 3 4 4 Normas NBR 5410/NR-10 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Norma NBR 5419 SPDA e aterramento 0 0 1 2 3 3 2 3 3 4 4 IEC 60079 (áreas classificadas) 0 0 1 1 2 3 1 2 3 3 4 Cálculos elétricos (curto/coordenação/seletividade) 0 0 0 0 0 0 1 2 2 2 3 Dimensionamento de cabos e componentes 0 0 1 1 2 2 2 3 3 4 4 Especificação painéis (QGBT/CCM) 0 0 0 0 1 1 2 3 3 4 4 Memoriais e especificações técnicas (FDs) 0 0 1 1 2 2 2 3 3 4 4 Projeto de instalações detalhado 0 1 1 2 3 4 2 3 3 4 4 Projeto aterramento/SPDA 0 1 1 2 3 4 2 3 3 4 4 Projeto de iluminação 0 1 1 2 3 4 2 2 3 3 3 Inglês técnico (leitura, termos contratuais) 0 1 1 2 2 3 2 2 3 3 3 Tabela 6 - N6 – Elétrica – Time Operacional N6 - Mecânica - Time Operacional Competência técnica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Leitura e Interpretação desenhos 1 2 3 3 3 4 4 4 4 4 4 Levantamento de campo 0 1 1 2 2 3 3 3 4 4 4 Detalhamento (GD&T) 0 0 1 2 2 3 3 3 3 4 4 Normas ABNT/ISO; ASME Y14 0 0 1 2 2 2 2 3 3 4 4 Dimensionamento (eixos/suportes) 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Seleção de rotativos (bombas/vent.) 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Soldagem/materiais (AWS/ASME IX) 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Cálculos estruturais 0 0 0 0 0 0 2 2 3 3 3 Detalhamento de projeto fabricação 0 0 1 2 2 3 3 3 3 4 4 Memoriais e especificações técnicas (FDs) 0 0 0 0 0 1 3 3 3 3 4 Inglês técnico (leitura, termos contratuais) 0 1 1 2 2 3 2 2 3 3 3 Tabela 7 - N6 - Mecânica - Time Operacional N6 – Civil - Time Operacional Competência técnica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Leitura e Interpretação desenhos 1 2 3 3 3 4 3 3 3 4 4 Levantamento de campo 0 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 Normas NBR 6118/6120/6122/6492, etc. 0 0 1 1 2 2 2 3 3 4 4 Projeto Estrutural 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Detalhamento de projeto 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Lay-out 0 1 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Dimensionamento (concreto/aço) 0 0 0 0 0 0 2 2 3 3 4 Memoriais e especificações 0 0 0 0 0 0 2 2 3 3 4 Inglês técnico (leitura, termos contratuais) 0 1 1 2 2 3 2 2 3 3 3 Tabela 8 - N6 – Civil - Time Operacional N6 – Tubulação - Time Operacional Competência E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Leitura e Interpretação desenhos 1 2 3 3 3 4 3 3 3 4 4 Levantamento de campo 0 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 P&ID 0 0 2 2 3 3 3 3 3 4 4 Isométricos 0 1 2 3 3 3 3 3 3 4 4 Normas ASME B31.3/B31.1 + API/ASTM 0 0 1 1 2 2 2 3 3 4 4 Especificação Classes de materiais 0 0 1 1 2 2 2 3 3 4 4 Detalhamento Suportação de tubulação 0 0 1 2 2 3 2 3 3 4 4 Análise de flexibilidade 0 0 0 0 0 0 1 3 3 4 4 Cálculos de transientes hidráulicos 0 0 0 0 0 0 1 1 2 2 3 Memoriais e especificações técnicas (FDs) 0 0 0 0 0 0 1 2 2 3 3 Dimensionamento (bombas e tubulação) 0 0 0 0 0 0 1 1 2 2 3 Inglês técnico (leitura, termos contratuais) 0 1 1 2 2 3 2 2 3 3 3 Tabela 9 - N6 – Tubulação - Time Operacional 3.3. Competências Metodológicas (Bloco 2) N4 – Supervisão / Coordenação Operacional (Liderança Operacional) Competência Metodológica Júnior Pleno Sênior PEP/BEP (Plano de Execução / BIM Execution Plan) 2 3 4 Gestão por processos & PDCA/A3 2 3 4 Ritos de governança 2 3 4 Matriz RACI/DACI (papéis) 2 3 4 Gestão de interfaces (identificação, resolução, rastreio) 2 3 4 Stage-Gate / FEL (prontidão, gate reviews) 1 3 4 Lean/Kaizen & VSM 1 3 4 AWP / Last Planner 1 2 4 Gestão de riscos (FMEA/Bow-Tie; Monte Carlo) 1 3 4 Change Control (CCB, baseline) 1 3 4 Requisitos & rastreabilidade (RM/RTM) 2 3 4 Value Engineering & trade-offs (LCCA/AHP) 1 2 4 Construtibilidade & sequenciamento (critérios) 1 3 4 Gestão da informação – ISO 19650 (status, CDE, LoI/LoD) 2 3 4 Stakeholders & comunicação (plano, engajamento) 2 3 4 Gestão de entregáveis (processo, aceite) 2 3 4 Qualidade de projeto (Plano, ITP, auditorias, 8D) 2 3 4 Lições aprendidas / AAR (retrospectivas) 2 3 4 Facilitação de workshops (Design Review, HAZID/HAZOP) 1 2 3 KPIs & OKRs do projeto 2 3 4 Priorização de backlog/escopo (MoSCoW/WSJF) 1 2 3 Governança contratual (submissões, variações, claims) 1 3 4 Tabela 10 - N4 – Supervisão / Coordenação Operacional (Liderança Operacional) N6 – Time Operacional (Execução Técnica e Apoio) Competência Metodológica API APII APIII APIV APV Word 2 2 3 3 3 Excel 2 2 3 3 3 Powerpoint 2 2 3 3 3 MSProject 0 0 0 0 0 Power BI 0 0 1 2 3 Nuvem de pontos / scan 3D 1 2 2 2 3 Autodesk Docs 2 2 2 3 3 NavisWorks 0 0 0 0 0 AutoCAD LT 0 0 0 0 0 AutoCAD Electrical 0 0 0 0 0 AutoCAD Plant 3D 0 0 0 0 0 AutoCAD Raster Design 0 0 0 0 0 AutoCAD Mechanical 0 0 0 0 0 AutoCAD Architecture 0 0 0 0 0 AutoCAD Map 3D 0 0 0 0 0 AutoCAD MEP 0 0 0 0 0 Inventor 0 0 0 0 0 ReCap 0 0 0 0 0 Revit 0 0 0 0 0 Robot 0 0 0 0 0 SolidWorks 0 0 0 0 0 Metodologia BIM 0 0 0 0 0 Tabela 11 - N6 – Time Operacional (Execução Técnica e Apoio) N6 – Elétrica - Time Operacional Competência Metodológica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Word 2 2 2 2 3 4 3 3 3 3 4 Excel 2 2 2 3 3 4 3 3 3 3 4 Powerpoint 2 2 2 2 3 4 3 3 3 3 4 MSProject 0 0 0 0 1 2 2 2 3 3 3 Power BI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Nuvem de pontos / scan 3D 0 0 1 2 3 3 2 3 3 4 4 Autodesk Docs 0 0 1 2 3 4 2 3 3 4 4 NavisWorks 0 0 0 1 2 3 2 3 3 3 4 AutoCAD LT 1 3 3 3 3 4 3 3 3 4 4 AutoCAD Electrical 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD Plant 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Raster Design 0 0 1 2 3 3 3 3 3 3 3 AutoCAD Mechanical 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Architecture 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Map 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD MEP 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Inventor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ReCap 0 0 1 2 3 3 2 2 3 3 3 Revit 0 0 1 2 3 3 2 2 3 3 3 Robot 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SolidWorks 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Metodologia BIM 0 1 2 2 2 3 3 3 3 3 4 Tabela 12 - N6 – Elétrica - Time Operacional N6 – Mecânica - Time Operacional Competência Metodológica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Word 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 Excel 2 2 2 3 3 4 2 2 3 3 4 Powerpoint 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 MSProject 0 0 0 0 1 2 2 2 3 3 3 Power BI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Nuvem de pontos / scan 3D 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Autodesk Docs 0 0 1 2 3 4 2 3 3 4 4 NavisWorks 0 0 0 1 2 3 2 2 3 3 4 AutoCAD LT 1 3 3 3 3 4 3 3 3 4 4 AutoCAD Electrical 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Plant 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Raster Design 0 0 1 2 3 4 3 3 3 3 3 AutoCAD Mechanical 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD Architecture 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Map 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD MEP 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Inventor 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 ReCap 0 0 1 2 3 4 1 2 3 3 3 Revit 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Robot 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SolidWorks 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Metodologia BIM 0 1 2 2 3 3 3 3 3 3 4 Tabela 13 - N6 – Mecânica - Time Operacional N6 – Civil - Time Operacional Competência Metodológica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Word 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 Excel 2 2 2 3 3 4 2 2 3 3 4 Powerpoint 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 MSProject 0 0 0 0 1 2 2 2 3 3 3 Power BI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Nuvem de pontos / scan 3D 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Autodesk Docs 0 0 1 2 3 4 2 3 3 4 4 NavisWorks 0 0 0 1 2 3 2 2 3 3 4 AutoCAD LT 1 3 3 3 3 4 3 3 3 4 4 AutoCAD Electrical 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Plant 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Raster Design 0 0 1 2 3 4 3 3 3 3 3 AutoCAD Mechanical 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD Architecture 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD Map 3D 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD MEP 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Inventor 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 ReCap 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Revit 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Robot 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 SolidWorks 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Metodologia BIM 0 1 2 2 3 3 3 3 3 3 4 Tabela 14 - N6 – Civil - Time Operacional N6 –Tubulação – Time Operacional Competência Metodológica E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV Word 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 Excel 2 2 2 3 3 4 2 2 3 3 4 Powerpoint 2 2 2 2 3 4 2 2 3 3 4 MSProject 0 0 0 0 1 2 2 2 3 3 3 Power BI 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Nuvem de pontos / scan 3D 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 Autodesk Docs 0 0 1 2 3 4 2 3 3 4 4 NavisWorks 0 0 0 1 2 3 2 2 3 3 4 AutoCAD LT 1 3 3 3 3 4 3 3 3 4 4 AutoCAD Electrical 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Plant 3D 0 0 1 2 3 4 2 2 3 4 4 AutoCAD Raster Design 0 0 1 2 3 4 3 3 3 3 3 AutoCAD Mechanical 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Architecture 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD Map 3D 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AutoCAD MEP 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Inventor 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ReCap 0 0 1 2 3 4 1 2 3 3 3 Revit 0 0 1 2 3 4 1 2 3 3 3 Robot 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SolidWorks 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Metodologia BIM 0 1 2 2 3 3 3 3 3 3 4 Tabela 15 - N6 –Tubulação – Time Operacional 3.4. Competências Culturais (Bloco 3) e Comportamentais (Bloco 4) Competências Culturais (DNA/Valores SEA) Competência E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV API APII APIII APIV APV C G Segurança 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Inovação 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Sustentabilidade 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Foco no Cliente 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Excelência 2 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Respeito 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Confiança 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Atitude de Dono 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Colaboração 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Evolução Contínua 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Tabela 16 - Competências Culturais (DNA/Valores SEA) Comportamentais (Soft Skills) Competência E DI DII DIII DIV DV PI PII PIII PIV PV API APII APIII APIV APV C G Autoconhecimento 3 3 3 3 3 4 3 3 4 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Assiduidade 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Disponibilidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 4 4 Proatividade 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Adaptabilidade e Resiliência 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 3 3 3 3 4 4 4 Comunicação - Escutatória 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 3 3 3 3 4 4 4 Comunicação - Síntese 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 4 4 4 Comunicação - Posicionamento 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 4 4 4 Pensamento Crítico 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 4 4 4 Pensamento Analítico 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 4 4 4 Planejamento e Organização 2 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 2 3 3 3 4 4 4 Qualidade das Entregas 3 3 3 3 3 4 3 4 4 4 4 3 3 3 3 4 4 4 Empatia Profissional 2 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 3 3 3 3 3 4 4 Relacionamento Técnico com Cliente NA NA NA NA 2 2 3 3 4 4 4 NA NA NA 2 2 4 4 Inteligência Emocional 2 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 2 2 2 2 3 4 4 Resolução de Problemas 2 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 2 2 2 2 3 4 4 Visão Sistêmica 2 2 2 2 2 2 3 3 3 4 4 2 2 2 2 3 4 4 Liderança Situacional NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Delegação NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Negociação e Influência NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Gestão de Pessoas NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Gestão de Conflitos NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Tomada de Decisão Operacional NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Tomada de Decisão Estratégica NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Gestão de Projetos NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Relacionamento Estratégico com Cliente NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Visão Estratégica NA NA NA NA NA NA 3 3 3 4 4 NA NA NA NA NA 4 4 Tabela 17 - Comportamentais (Soft skills) Anexo 1 – Legendas das Competências Culturais Competência Descrição Escala Específica (0–6) Autoconhecimento Reconhece pontos fortes e limitações; busca feedbacks e trabalha em melhorias pessoais. 0 – Não reconhece falhas nem reflete sobre o próprio comportamento; 1 – Demonstra curiosidade inicial sobre autodesenvolvimento; 2 – Apresenta dificuldade em reconhecer seus limites e o impacto de suas ações; 3 – Reconhece parcialmente seus pontos fortes e limitações e busca orientação; 4 – Demonstra clara percepção de seus pontos fortes e oportunidades de melhoria, ajustando-se adequadamente e comprovando evolução sem necessidade de feedbacks reincidentes; 5 – Idem ao 4, além de apoiar colegas no desenvolvimento do autoconhecimento e controle emocional; 6 – Idem ao 5, além de ser exemplo em autoconhecimento, reconhecendo limitações e ajustando comportamentos de forma autônoma, eficaz e estratégica. Assiduidade Demonstra assiduidade, avisa com antecedência sobre imprevistos e mantém comprometimento com as entregas. 0 – Falta ou atrasa frequentemente, sem justificativa; 1 – Demonstra noção de importância da assiduidade, mas sem constância. 2 – Eventualmente apresenta faltas ou atrasos sem justificativa adequada; 3 – Mantém boa frequência e pontualidade, com pequenas exceções; 4 – Cumpre pontualmente horários e compromissos mesmo sob imprevistos, bem como o preenchimento diário do registro de ponto e diários de obra; 5 – Idem ao 4, além de ser exemplo e um agente ativo de orientação à equipe, garantindo o cumprimento da frequência e pontualidade; 6 – É exemplo de excelência em pontualidade e constância, influenciando positivamente a equipe. Disponibilidade Demonstra disponibilidade para horas extras, viagens e demandas adicionais, mantendo postura colaborativa e foco nos resultados da equipe e da organização. 0 – Recusa atividades fora da rotina, não aceitando viagens, turnos ou ajustes de horário, mesmo diante de necessidades da equipe; 1 – Reconhece a importância da flexibilidade e demonstra interesse inicial em colaborar quando solicitado; 2 – Aceita participar em situações pontuais, mas ainda apresenta restrições de disponibilidade — como locais de trabalho, horas extras, viagens e atividades emergenciais; 3 – Colabora quando solicitado, participando ocasionalmente das situações descritas no item 2; 4 – Mantém disponibilidade para as situações do item 2, atuando de forma equilibrada e comprometida com as entregas; 5 – Além de atender plenamente ao item 4, incentiva e apoia a equipe no desenvolvimento do senso de disponibilidade e colaboração; 6 – É exemplo de comprometimento e disponibilidade, apoiando a equipe e os clientes em qualquer cenário, sempre dentro das políticas e limites internos. Proatividade Age com iniciativa, antecipando situações, identificando oportunidades e solucionando problemas antes que ocorram. 0 – Não demonstra iniciativa, aguardando constantemente orientações para agir; 1 – Demonstra curiosidade e interesse em aprender, mas ainda depende de direcionamento para agir; 2 – Apresenta iniciativa pontual ou apenas quando solicitado, com pouca constância; 3 – Executa suas tarefas com autonomia parcial, demonstrando iniciativa em atividades conhecidas; 4 – Atua com autonomia e senso de urgência, identificando e resolvendo problemas antes que se agravem; 5 – Estimula colegas a anteciparem demandas e proporem soluções de forma colaborativa, servindo de exemplo em comportamento proativo; 6 – É referência em iniciativa e antecipação, promovendo inovação, melhoria contínua e mentalidade de dono na equipe. Adaptabilidade e Resiliência Ajusta-se a novas situações, ambientes ou mudanças, demonstrando flexibilidade mental e emocional para lidar com imprevistos, desafios e novas circunstâncias de forma rápida e eficaz. 0 – Reage negativamente a mudanças e contratempos, demonstrando dificuldade em manter a estabilidade; 1 – Reconhece a importância da flexibilidade, mas ainda reage com insegurança diante de imprevistos, demonstrando esforço inicial para melhorar; 2 – Apresenta dificuldade inicial para lidar com mudanças inesperadas, porém esforça-se para se ajustar gradualmente; 3 – Demonstra flexibilidade em situações conhecidas, adaptando-se com orientação e tempo; 4 – Adapta-se bem a novos contextos e recupera-se rapidamente de dificuldades, mantendo foco nos resultados; 5 – Apoia colegas durante momentos de pressão ou transição, contribuindo para o equilíbrio da equipe e servindo como exemplo de estabilidade; 6 – É referência em resiliência e flexibilidade, enfrentando mudanças e desafios com equilíbrio, otimismo e foco construtivo, inspirando confiança e engajamento no time. Comunicação - Escutatória Ouve ativamente, com foco no que é dito, evitando interrupções, distrações ou julgamentos prévios, promovendo uma comunicação eficaz. 0 – Interrompe frequentemente, não presta atenção e demonstra desinteresse pelo que é dito; 1 – Reconhece a importância de ouvir ativamente, mas ainda se distrai ou forma opiniões antes de compreender toda a mensagem; 2 – Esforça-se para ouvir, porém perde o foco e compreende apenas parte das informações; 3 – Ouve com atenção e respeito em situações simples, evitando interrupções desnecessárias; 4 – Mantém foco e postura atenta, demonstrando compreensão e confirmando o entendimento mesmo em contextos complexos, independente do público; 5 – Pratica escuta ativa, faz perguntas relevantes e contribui de forma construtiva para o diálogo, servindo de exemplo em interações complexas; 6 – É referência em escuta ativa e empatia, fortalecendo a comunicação, a confiança e a colaboração dentro da equipe e com demais áreas da organização. Comunicação - Síntese Resume ideias complexas de forma clara e objetiva, transmitindo o essencial sem perder a precisão ou qualidade da informação ou em um canal inadequado (considerando a urgência, formalidade e conteúdo). 0 – Comunica-se de forma confusa, extensa e sem foco, dificultando o entendimento da mensagem; 1 – Reconhece a importância da objetividade, mas ainda detalha em excesso e tem dificuldade em priorizar as informações essenciais; 2 – Consegue resumir parcialmente, mas ainda deixa dúvidas ou pontos sem clareza; 3 – Transmite informações de forma compreensível e organizada em situações simples; 4 – Sintetiza conteúdos com clareza e foco nos postos-chaves, mantendo fluidez, canal correto e senso de urgência, mesmo em contextos complexos; 5 – Resume ideias complexas de forma estruturada, lógica e assertiva, adequando-se ao público e contexto; 6 – É referência em comunicação objetiva e estratégica, garantindo clareza, engajamento e entendimento mútuo em todos os níveis da organização. Comunicação - Posicionamento Expressa opiniões ou pontos de vista de forma clara e assertiva, argumentando logicamente e adaptando o discurso ao público. 0 – Evita se posicionar, mesmo quando a situação exige sua contribuição; 1 – Reconhece a importância de se posicionar, mas ainda demonstra insegurança ou falta de clareza ao expressar suas ideias; 2 – Posiciona-se apenas quando solicitado, demonstrando pouca firmeza ou convicção; 3 – Comunica opiniões com respeito e coerência em situações simples, ainda com certa hesitação; 4 – Expressa ideias com clareza, segurança e respeito, mesmo em contextos complexos; 5 – Defende seus pontos de vista com assertividade e colaboração, promovendo diálogo construtivo e servindo de exemplo para outros; 6 – É referência em comunicação assertiva, influenciando positivamente decisões, discussões e o clima organizacional. Pensamento Crítico Analisa informações reflexivamente e criticamente, formando julgamentos sólidos e questionando suposições a fim de chegar às melhores conclusões para tomada de decisão. 0 – Aceita informações sem questionar ou analisar, reproduzindo ideias sem reflexão; 1 – Reconhece a importância de questionar e refletir, mas ainda o faz de forma limitada e sem profundidade; 2 – Analisa de forma parcial, com dificuldade em sustentar argumentos ou considerar diferentes perspectivas; 3 – Avalia informações com lógica em situações simples, identificando relações básicas de causa e efeito; 4 – Analisa causas, consequências e alternativas antes de decidir, demonstrando visão crítica consistente e fundamentada; 5 – Constrói opiniões embasadas, propõe soluções racionais e contribui para decisões mais assertivas, apoiando outros no desenvolvimento do pensamento crítico; 6 – É referência em análise crítica, influenciando decisões estratégicas por meio de argumentação sólida, visão ampla e capacidade de promover reflexões profundas. Pensamento Analítico Divide problemas em partes menores e utiliza abordagens lógicas para identificar causas raízes e propor soluções. 0 – Não organiza informações nem identifica relações lógicas entre dados ou fatos; 1 – Reconhece a importância de analisar dados e informações, mas ainda não aplica métodos estruturados; 2 – Identifica partes isoladas do problema, mas sem compreender o todo ou suas conexões; 3 – Analisa informações com lógica básica, reconhecendo padrões simples e evidentes; 4 – Estrutura análises com método e clareza, interpretando dados de forma precisa e confiável; 5 – Conecta diferentes variáveis e fontes de informação, produzindo conclusões consistentes e fundamentadas, apoiando colegas na análise e interpretação de dados; 6 – É referência em análise detalhada e visão sistêmica, transformando dados complexos em insights estratégicos e ações de alto impacto organizacional. Planejamento e Organização Mantém ordem e estrutura em processos e recursos, garantindo fluidez e eficiência na execução das tarefas. 0 – Demonstra desorganização e não cumpre prazos; 1 – Cumpre prazos apenas com orientação, apresentando dificuldades de priorização; 2 – Executa tarefas simples, mas com limitação para planejar adequadamente; 3 – Mantém boa organização sob acompanhamento; 4 – Planeja e prioriza atividades de forma autônoma e eficiente; 5 – Atua de forma proativa na organização e melhoria de métodos; 6 – É referência em gestão do tempo e organização, contribuindo para produtividade coletiva. Qualidade das Entregas Prioriza resultados finais de alta qualidade, garantindo que produtos ou serviços atendam a elevados padrões de desempenho e satisfação. 0 – Entrega trabalhos com erros frequentes e sem revisão, comprometendo a qualidade final; 1 – Compreende a importância da qualidade nas entregas, mas ainda apresenta falhas recorrentes e dificuldade em manter padrão; 2 – Entrega resultados com qualidade irregular, demonstrando dificuldade em manter consistência; 3 – Garante entregas corretas na maioria das vezes, exigindo apenas pequenos ajustes ocasionais; 4 – Mantém qualidade consistente e conformidade com padrões técnicos e organizacionais, mesmo em cenários complexos; 5 – Atua com excelência, revisando detalhadamente suas entregas, propondo melhorias contínuas e servindo de exemplo para a equipe; 6 – É referência em qualidade, garantindo alto padrão de execução e disseminando boas práticas que fortalecem a cultura de excelência. Empatia Profissional Demonstra empatia, compreende emoções e estabelece relações positivas alinhadas aos valores institucionais. 0 – Ignora o impacto de suas ações nos outros e demonstra pouca consideração nas interações; 1 – Reconhece a importância de considerar o ponto de vista alheio, mas ainda demonstra dificuldade em aplicá-lo nas interações; 2 – Escuta os outros, mas tende a reagir de maneira defensiva, impaciente ou pouco colaborativa; 3 – Demonstra compreensão básica das necessidades e sentimentos das pessoas ao redor; 4 – Mostra empatia e respeito nas interações cotidianas, mantendo postura colaborativa e equilibrada; 5 – Adapta sua comunicação e comportamento conforme o contexto e as particularidades de cada pessoa, inspirando colaboração e respeito mútuo; 6 – É referência em empatia e inteligência relacional, promovendo um ambiente de confiança, respeito e cooperação que fortalece os relacionamentos e a cultura organizacional. Relacionamento Técnico com Cliente Relaciona-se tecnicamente com clientes para oferecer suporte, soluções e garantir o sucesso na implementação de produtos ou serviços. 0 – Não demonstra postura profissional nem domínio técnico nas interações com o cliente; 1 – Reconhece a importância da comunicação e do relacionamento técnico, mas ainda demonstra dificuldade em manter clareza ou frequência adequada; 2 – Mantém contato limitado, respondendo apenas quando solicitado, sem proatividade; 3 – Cumpre orientações e mantém comunicação respeitosa e objetiva com o cliente; 4 – Constrói relacionamento de confiança por meio da qualidade das entregas, clareza técnica e postura profissional; 5 – Atua como parceiro técnico, antecipando necessidades e propondo soluções adequadas ao contexto do cliente, orientando colegas em boas práticas de relacionamento; 6 – É referência em relacionamento técnico, sendo reconhecido pela confiança, excelência profissional e postura colaborativa que fortalece a parceria entre cliente e empresa. Inteligência Emocional Gerencia as próprias emoções de forma consciente e controlada, mantendo equilíbrio diante de situações adversas. 0 – Reage impulsivamente e demonstra dificuldade em controlar emoções diante de situações adversas; 1 – Reconhece a importância do equilíbrio emocional, mas ainda demonstra instabilidade sob pressão ou conflito; 2 – Consegue recuperar o equilíbrio após conflitos, mas ainda reage de forma defensiva em um primeiro momento; 3 – Mantém estabilidade emocional e postura adequada na maioria das situações cotidianas; 4 – Demonstra autocontrole e empatia em momentos de tensão, contribuindo para um ambiente colaborativo e equilibrado; 5 – Lida com conflitos de forma madura, construtiva e orientada à solução, servindo de exemplo e orientando outros a manter o equilíbrio; 6 – É referência em inteligência emocional, inspirando equilíbrio, harmonia e confiança no ambiente de trabalho e fortalecendo a cultura de respeito e colaboração. Resolução de Problemas Identifica e resolve problemas de forma eficiente e eficaz, utilizando os melhores recursos disponíveis. 0 – Ignora problemas, terceiriza responsabilidades ou busca culpados em vez de soluções; 1 – Reconhece a importância de resolver problemas, mas ainda reage sem método ou análise estruturada; 2 – Resolve problemas simples com apoio constante e pouca autonomia; 3 – Identifica causas e propõe soluções práticas em situações rotineiras, com orientação pontual; 4 – Analisa, planeja e resolve problemas com complexidade considerável, atuando com autonomia e visão sistêmica; 5 – Atua preventivamente, identifica riscos e implementa melhorias duradouras nos processos, orientando outros na aplicação de boas práticas; 6 – É referência em resolução de problemas, conduzindo análises estruturadas e decisões eficazes que fortalecem a excelência operacional e a cultura de melhoria contínua. Visão Sistêmica Analisa interconexões organizacionais, prevenindo problemas e otimizando resultados.  Para gestão acrescer: Analisa a saúde financeira dos contratos e gerencia o fluxo fiscal, garantindo sustentabilidade econômica, conformidade tributária e eficiência nos processos organizacionais. 0 – Age sem considerar o impacto das próprias ações nos processos ou resultados da empresa; 1 – Reconhece a importância de entender a interação entre áreas, mas ainda enxerga apenas sua própria atuação; 2 – Reconhece relações básicas entre áreas, mas demonstra pouca aplicação prática dessa compreensão; 3 – Compreende o funcionamento geral dos processos e suas principais interações, atuando de forma colaborativa em situações simples; 4 – Analisa impactos entre áreas e propõe melhorias integradas para otimizar resultados em contextos complexos; 5 – Atua considerando o sistema organizacional como um todo, avaliando riscos, interfaces e oportunidades de sinergia, e orientando outros a pensar de forma integrada; 6 – É referência em visão sistêmica, conectando processos, pessoas e estratégias para gerar valor e fortalecer a performance organizacional. Liderança Situacional Inspira, motiva e influencia pessoas, promovendo desenvolvimento e transformação de resultados. 0 – Não exerce liderança nem orienta os colegas, demonstrando ausência de iniciativa em situações que exigem direcionamento; 1 – Reconhece a importância de adaptar sua liderança conforme o perfil da equipe, mas ainda não aplica na prática; 2 – Demonstra esforço em liderar, porém utiliza um único estilo de gestão, sem considerar o contexto; 3 – Ajusta parcialmente sua postura e comunicação conforme a situação, obtendo bons resultados em cenários simples, mas com limitações em contextos complexos; 4 – Adapta o estilo de liderança de acordo com o nível de maturidade e autonomia da equipe, garantindo alinhamento e engajamento; 5 – Orienta, motiva e direciona adequadamente cada membro do time, equilibrando apoio, cobrança e desenvolvimento individual; 6 – É referência em liderança situacional, desenvolvendo pessoas com equilíbrio, flexibilidade e foco em resultados sustentáveis e colaborativos. Delegação Delega tarefas com clareza e eficiência, garantindo qualidade e prazos. 0 – Centraliza tarefas e não confia no time, dificultando o desenvolvimento coletivo; 1 – Demonstra noções básicas de delegação, mas ainda não define responsabilidades ou critérios com clareza; 2 – Delegação parcial, sem acompanhamento efetivo ou feedback sobre os resultados; 3 – Distribui tarefas com orientação básica e acompanhamento pontual, garantindo execução das rotinas em cenários simples; 4 – Realiza delegação clara, com definição de metas, responsabilidades e prazos, assegurando entendimento mútuo; 5 – Confia na equipe, acompanha resultados de forma construtiva e estimula o aprendizado contínuo, servindo de exemplo para outros líderes; 6 – É referência em delegação com autonomia e accountability, promovendo engajamento, confiança e desenvolvimento sustentável da equipe. Negociação e Influência Conduz diálogos construtivos, buscando consensos e influenciando decisões positivamente. 0 – Evita negociações ou impõe opiniões, demonstrando falta de abertura ao diálogo; 1 – Reconhece a importância da negociação, mas ainda não aplica técnicas adequadas de diálogo ou influência; 2 – Defende seus pontos de vista com foco apenas nos próprios interesses, sem buscar equilíbrio ou consenso; 3 – Negocia com respeito e escuta ativa, buscando soluções equilibradas e resultados mútuos em situações simples; 4 – Influencia positivamente em negociações complexas, utilizando empatia, argumentos técnicos e credibilidade profissional; 5 – Conduz negociações estratégicas de forma colaborativa e transparente, mantendo relacionamentos de confiança e orientando outros em boas práticas; 6 – É referência em influência e negociação, construindo acordos sustentáveis, éticos e inovadores, que fortalecem parcerias e resultados organizacionais. Gestão de Pessoas Administra processos e equipes, distribuindo responsabilidades, avaliando o desempenho e fornecendo feedbacks para o alcance das metas estabelecidas. 0 – Não acompanha nem orienta a equipe; 1 – Cobra resultados sem oferecer suporte adequado; 2 – Monitora tarefas sem foco em desenvolvimento humano; 3 – Fornece feedbacks básicos e acompanha desempenho; 4 – Desenvolve pessoas com base em metas e feedbacks estruturados; 5 – Engaja e inspira a equipe para alta performance; 6 – É referência em gestão de pessoas e formação de líderes. Gestão de Conflitos Lida com desacordos ou tensões, encontrando soluções que promovam um ambiente de trabalho saudável e produtivo; 0 – Evita conflitos ou agrava situações por falta de diálogo e mediação; 1 – Reconhece a importância de lidar com conflitos, mas ainda evita se posicionar ou agir de forma adequada; 2 – Tenta resolver divergências, mas demonstra dificuldade em manter neutralidade ou imparcialidade; 3 – Media conflitos com respeito e boa intenção, obtendo bons resultados em situações simples ou de baixa complexidade; 4 – Atua de forma equilibrada e busca soluções justas em cenários complexos, preservando o relacionamento entre as partes; 5 – Conduz conflitos com empatia, transparência e foco no resultado coletivo, servindo de exemplo e orientando outros colaboradores; 6 – É referência em gestão de conflitos, transformando divergências em oportunidades de melhoria e fortalecimento da equipe e da cultura organizacional. Tomada de Decisão Operacional Capacidade de analisar informações técnicas e agir com autonomia, precisão e responsabilidade na execução das atividades. 0 – Não toma decisões sem orientação; depende totalmente de supervisão.; 1 – Possui noções básicas sobre critérios de decisão técnica, mas ainda evita aplicá-los na prática; 2 – Toma algumas decisões porém, em vezes, de forma inadequada deixando de avaliar alguns riscos e impactos; 3 – Decide de forma correta em situações simples e rotineiras, seguindo procedimentos estabelecidos; 4 – Analisa dados, riscos e critérios técnicos antes de decidir, mantendo consistência em cenários complexos, comprovando eficiência e eficácia; 5 – Idem ao item 4, além de decidir com autonomia e segurança técnica, servindo de referência perante equipe e clientes, sendo suporte a colegas em decisões similares; 6 – Idem ao item 5, além de ser referência em decisões técnicas assertivas e inovadoras, antecipando impactos e orientando outros colaboradores. Tomada de Decisão Estratégica Capacidade de tomar decisões com base em análise crítica e visão estratégica, avaliando riscos, impactos e alternativas, equilibrando agilidade, coerência e propósito organizacional. Envolve discernimento, responsabilidade e influência positiva sobre pessoas, processos e resultados. 0 – Evita decidir ou posterga indefinidamente, demonstrando insegurança e falta de direcionamento; transfere a responsabilidade para outros; 1 – Demonstra noções básicas sobre o processo decisório, mas ainda evita assumir decisões; observa e aprende com líderes mais experientes; 2 – Toma decisões de forma reativa, com base em percepções pessoais ou pressões momentâneas, sem análise estruturada ou visão de impacto organizacional; 3 – Decide adequadamente em situações rotineiras ou de baixo risco, consultando superiores quando a complexidade aumenta; 4 – Analisa riscos, impactos e alternativas com discernimento; comunica claramente as decisões e garante alinhamento entre equipes e áreas; 5 – Toma decisões ágeis e embasadas, conciliando aspectos humanos, técnicos e estratégicos; assume responsabilidades e orienta outros líderes na condução de decisões importantes; 6 – É referência organizacional em tomada de decisão; antecipa cenários, equilibra riscos e oportunidades e orienta decisões que moldam a estratégia e o futuro do negócio. Gestão de Projetos Gerencia cronogramas, recursos e equipes para garantir entregas bem-sucedidas. 0 – Não compreende as etapas do projeto nem acompanha prazos ou entregas; 1 – Executa tarefas sem planejamento, controle ou visão de cronograma; 2 – Segue planos e orientações, mas apresenta dificuldade em priorizar atividades e monitorar avanços; 3 – Gerencia atividades e cronogramas sob supervisão, garantindo andamento básico das entregas; 4 – Planeja, executa e acompanha projetos de forma estruturada, controlando escopo, prazo e recursos; 5 – Garante entregas com qualidade, prazo e custo controlados, comunicando resultados com clareza; 6 – É referência em gestão de projetos, conduzindo múltiplos escopos com excelência técnica, visão integrada e foco estratégico. Relacionamento Estratégico com Cliente Constrói relações estratégicas com clientes, alinhando objetivos de médio e longo prazo e promovendo parcerias que agreguem valor; 0 – Atua de forma reativa e sem visão de relacionamento, limitando-se a demandas pontuais; 1 – Mantém contato apenas operacional com o cliente, sem envolvimento proativo; 2 – Cumpre demandas e prazos, mas não estabelece vínculo de confiança ou continuidade; 3 – Constrói relacionamento respeitoso e técnico, garantindo comunicação clara e profissional; 4 – Compreende o negócio do cliente e propõe soluções alinhadas às suas necessidades; 5 – Atua como parceiro estratégico, antecipando demandas e contribuindo para a melhoria dos resultados do cliente; 6 – É referência em relacionamento estratégico, gerando valor, fidelização e fortalecendo a imagem institucional da empresa. Visão Estratégica Planeja estrategicamente, definindo metas de longo prazo e posicionando seu setor e consequentemente a organização de forma competitiva; 0 – Age apenas de forma operacional, sem planejamento ou compreensão do impacto de suas ações; 1 – Entende metas imediatas, mas não reconhece o contexto geral nem as conexões estratégicas; 2 – Contribui pontualmente para o planejamento de médio prazo, com foco restrito à sua área de atuação; 3 – Compreende os objetivos estratégicos da empresa e atua de forma alinhada a eles em suas entregas; 4 – Identifica tendências, riscos e oportunidades que impactam o negócio e sugere ações preventivas; 5 – Propõe ações estratégicas, colabora em decisões organizacionais e apoia o desdobramento de metas; 6 – É referência em visão estratégica, orientando o time para o futuro, promovendo integração e foco em resultados sustentáveis. Tabela 18 - Legendas das Competências Culturais Anexo 2 - Legenda das Competências Comportamentais Competência Descrição Escala Específica (0–6) Autoconhecimento Reconhece pontos fortes e limitações; busca feedbacks e trabalha em melhorias pessoais. 0 – Não reconhece falhas nem reflete sobre o próprio comportamento; 1 – Demonstra curiosidade inicial sobre autodesenvolvimento; 2 – Apresenta dificuldade em reconhecer seus limites e o impacto de suas ações; 3 – Reconhece parcialmente seus pontos fortes e limitações e busca orientação; 4 – Demonstra clara percepção de seus pontos fortes e oportunidades de melhoria, ajustando-se adequadamente e comprovando evolução sem necessidade de feedbacks reincidentes; 5 – Idem ao 4, além de apoiar colegas no desenvolvimento do autoconhecimento e controle emocional; 6 – Idem ao 5, além de ser exemplo em autoconhecimento, reconhecendo limitações e ajustando comportamentos de forma autônoma, eficaz e estratégica. Assiduidade Demonstra assiduidade, avisa com antecedência sobre imprevistos e mantém comprometimento com as entregas. 0 – Falta ou atrasa frequentemente, sem justificativa; 1 – Demonstra noção de importância da assiduidade, mas sem constância; 2 – Eventualmente apresenta faltas ou atrasos sem justificativa adequada; 3 – Mantém boa frequência e pontualidade, com pequenas exceções; 4 – Cumpre pontualmente horários e compromissos mesmo sob imprevistos, bem como o preenchimento diário do registro de ponto e diários de obra; 5 – Idem ao 4, além de ser exemplo e um agente ativo de orientação à equipe, garantindo o cumprimento da frequência e pontualidade; 6 – É exemplo de excelência em pontualidade e constância, influenciando positivamente a equipe. Disponibilidade Demonstra disponibilidade para horas extras, viagens e demandas adicionais, mantendo postura colaborativa e foco nos resultados da equipe e da organização. 0 – Recusa atividades fora da rotina, não aceitando viagens, turnos ou ajustes de horário, mesmo diante de necessidades da equipe; 1 – Reconhece a importância da flexibilidade e demonstra interesse inicial em colaborar quando solicitado; 2 – Aceita participar em situações pontuais, mas ainda apresenta restrições de disponibilidade — como locais de trabalho, horas extras, viagens e atividades emergenciais; 3 – Colabora quando solicitado, participando ocasionalmente das situações descritas no item 2; 4 – Mantém disponibilidade para as situações do item 2, atuando de forma equilibrada e comprometida com as entregas; 5 – Além de atender plenamente ao item 4, incentiva e apoia a equipe no desenvolvimento do senso de disponibilidade e colaboração; 6 – É exemplo de comprometimento e disponibilidade, apoiando a equipe e os clientes em qualquer cenário, sempre dentro das políticas e limites internos. Proatividade Age com iniciativa, antecipando situações, identificando oportunidades e solucionando problemas antes que ocorram. 0 – Não demonstra iniciativa, aguardando constantemente orientações para agir; 1 – Demonstra curiosidade e interesse em aprender, mas ainda depende de direcionamento para agir; 2 – Apresenta iniciativa pontual ou apenas quando solicitado, com pouca constância; 3 – Executa suas tarefas com autonomia parcial, demonstrando iniciativa em atividades conhecidas; 4 – Atua com autonomia e senso de urgência, identificando e resolvendo problemas antes que se agravem; 5 – Estimula colegas a anteciparem demandas e proporem soluções de forma colaborativa, servindo de exemplo em comportamento proativo; 6 – É referência em iniciativa e antecipação, promovendo inovação, melhoria contínua e mentalidade de dono na equipe. Adaptabilidade e Resiliência Ajusta-se a novas situações, ambientes ou mudanças, demonstrando flexibilidade mental e emocional para lidar com imprevistos, desafios e novas circunstâncias de forma rápida e eficaz. 0 – Reage negativamente a mudanças e contratempos, demonstrando dificuldade em manter a estabilidade; 1 – Reconhece a importância da flexibilidade, mas ainda reage com insegurança diante de imprevistos, demonstrando esforço inicial para melhorar; 2 – Apresenta dificuldade inicial para lidar com mudanças inesperadas, porém esforça-se para se ajustar gradualmente; 3 – Demonstra flexibilidade em situações conhecidas, adaptando-se com orientação e tempo; 4 – Adapta-se bem a novos contextos e recupera-se rapidamente de dificuldades, mantendo foco nos resultados; 5 – Apoia colegas durante momentos de pressão ou transição, contribuindo para o equilíbrio da equipe e servindo como exemplo de estabilidade; 6 – É referência em resiliência e flexibilidade, enfrentando mudanças e desafios com equilíbrio, otimismo e foco construtivo, inspirando confiança e engajamento no time. Comunicação - Escutatória Ouve ativamente, com foco no que é dito, evitando interrupções, distrações ou julgamentos prévios, promovendo uma comunicação eficaz. 0 – Interrompe frequentemente, não presta atenção e demonstra desinteresse pelo que é dito; 1 – Reconhece a importância de ouvir ativamente, mas ainda se distrai ou forma opiniões antes de compreender toda a mensagem; 2 – Esforça-se para ouvir, porém perde o foco e compreende apenas parte das informações; 3 – Ouve com atenção e respeito em situações simples, evitando interrupções desnecessárias; 4 – Mantém foco e postura atenta, demonstrando compreensão e confirmando o entendimento mesmo em contextos complexos, independente do público; 5 – Pratica escuta ativa, faz perguntas relevantes e contribui de forma construtiva para o diálogo, servindo de exemplo em interações complexas; 6 – É referência em escuta ativa e empatia, fortalecendo a comunicação, a confiança e a colaboração dentro da equipe e com demais áreas da organização. Comunicação - Síntese Resume ideias complexas de forma clara e objetiva, transmitindo o essencial sem perder a precisão ou qualidade da informação ou em um canal inadequado (considerando a urgência, formalidade e conteúdo). 0 – Comunica-se de forma confusa, extensa e sem foco, dificultando o entendimento da mensagem; 1 – Reconhece a importância da objetividade, mas ainda detalha em excesso e tem dificuldade em priorizar as informações essenciais; 2 – Consegue resumir parcialmente, mas ainda deixa dúvidas ou pontos sem clareza; 3 – Transmite informações de forma compreensível e organizada em situações simples; 4 – Sintetiza conteúdos com clareza e foco nos postos-chaves, mantendo fluidez, canal correto e senso de urgência, mesmo em contextos complexos; 5 – Resume ideias complexas de forma estruturada, lógica e assertiva, adequando-se ao público e contexto; 6 – É referência em comunicação objetiva e estratégica, garantindo clareza, engajamento e entendimento mútuo em todos os níveis da organização. Comunicação - Posicionamento Expressa opiniões ou pontos de vista de forma clara e assertiva, argumentando logicamente e adaptando o discurso ao público. 0 – Evita se posicionar, mesmo quando a situação exige sua contribuição; 1 – Reconhece a importância de se posicionar, mas ainda demonstra insegurança ou falta de clareza ao expressar suas ideias; 2 – Posiciona-se apenas quando solicitado, demonstrando pouca firmeza ou convicção. 3 – Comunica opiniões com respeito e coerência em situações simples, ainda com certa hesitação; 4 – Expressa ideias com clareza, segurança e respeito, mesmo em contextos complexos; 5 – Defende seus pontos de vista com assertividade e colaboração, promovendo diálogo construtivo e servindo de exemplo para outros; 6 – É referência em comunicação assertiva, influenciando positivamente decisões, discussões e o clima organizacional. Pensamento Crítico Analisa informações reflexivamente e criticamente, formando julgamentos sólidos e questionando suposições a fim de chegar às melhores conclusões para tomada de decisão. 0 – Aceita informações sem questionar ou analisar, reproduzindo ideias sem reflexão; 1 – Reconhece a importância de questionar e refletir, mas ainda o faz de forma limitada e sem profundidade; 2 – Analisa de forma parcial, com dificuldade em sustentar argumentos ou considerar diferentes perspectivas; 3 – Avalia informações com lógica em situações simples, identificando relações básicas de causa e efeito; 4 – Analisa causas, consequências e alternativas antes de decidir, demonstrando visão crítica consistente e fundamentada; 5 – Constrói opiniões embasadas, propõe soluções racionais e contribui para decisões mais assertivas, apoiando outros no desenvolvimento do pensamento crítico; 6 – É referência em análise crítica, influenciando decisões estratégicas por meio de argumentação sólida, visão ampla e capacidade de promover reflexões profundas. Pensamento Analítico Divide problemas em partes menores e utiliza abordagens lógicas para identificar causas raízes e propor soluções. 0 – Não organiza informações nem identifica relações lógicas entre dados ou fatos; 1 – Reconhece a importância de analisar dados e informações, mas ainda não aplica métodos estruturados; 2 – Identifica partes isoladas do problema, mas sem compreender o todo ou suas conexões; 3 – Analisa informações com lógica básica, reconhecendo padrões simples e evidentes; 4 – Estrutura análises com método e clareza, interpretando dados de forma precisa e confiável; 5 – Conecta diferentes variáveis e fontes de informação, produzindo conclusões consistentes e fundamentadas, apoiando colegas na análise e interpretação de dados; 6 – É referência em análise detalhada e visão sistêmica, transformando dados complexos em insights estratégicos e ações de alto impacto organizacional. Planejamento e Organização Mantém ordem e estrutura em processos e recursos, garantindo fluidez e eficiência na execução das tarefas. 0 – Demonstra desorganização e não cumpre prazos; 1 – Cumpre prazos apenas com orientação, apresentando dificuldades de priorização; 2 – Executa tarefas simples, mas com limitação para planejar adequadamente; 3 – Mantém boa organização sob acompanhamento; 4 – Planeja e prioriza atividades de forma autônoma e eficiente; 5 – Atua de forma proativa na organização e melhoria de métodos; 6 – É referência em gestão do tempo e organização, contribuindo para produtividade coletiva. Qualidade das Entregas Prioriza resultados finais de alta qualidade, garantindo que produtos ou serviços atendam a elevados padrões de desempenho e satisfação. 0 – Entrega trabalhos com erros frequentes e sem revisão, comprometendo a qualidade final; 1 – Compreende a importância da qualidade nas entregas, mas ainda apresenta falhas recorrentes e dificuldade em manter padrão; 2 – Entrega resultados com qualidade irregular, demonstrando dificuldade em manter consistência; 3 – Garante entregas corretas na maioria das vezes, exigindo apenas pequenos ajustes ocasionais; 4 – Mantém qualidade consistente e conformidade com padrões técnicos e organizacionais, mesmo em cenários complexos; 5 – Atua com excelência, revisando detalhadamente suas entregas, propondo melhorias contínuas e servindo de exemplo para a equipe; 6 – É referência em qualidade, garantindo alto padrão de execução e disseminando boas práticas que fortalecem a cultura de excelência. Empatia Profissional Demonstra empatia, compreende emoções e estabelece relações positivas alinhadas aos valores institucionais. 0 – Ignora o impacto de suas ações nos outros e demonstra pouca consideração nas interações; 1 – Reconhece a importância de considerar o ponto de vista alheio, mas ainda demonstra dificuldade em aplicá-lo nas interações; 2 – Escuta os outros, mas tende a reagir de maneira defensiva, impaciente ou pouco colaborativa; 3 – Demonstra compreensão básica das necessidades e sentimentos das pessoas ao redor; 4 – Mostra empatia e respeito nas interações cotidianas, mantendo postura colaborativa e equilibrada; 5 – Adapta sua comunicação e comportamento conforme o contexto e as particularidades de cada pessoa, inspirando colaboração e respeito mútuo; 6 – É referência em empatia e inteligência relacional, promovendo um ambiente de confiança, respeito e cooperação que fortalece os relacionamentos e a cultura organizacional. Relacionamento Técnico com Cliente Relaciona-se tecnicamente com clientes para oferecer suporte, soluções e garantir o sucesso na implementação de produtos ou serviços. 0 – Não demonstra postura profissional nem domínio técnico nas interações com o cliente; 1 – Reconhece a importância da comunicação e do relacionamento técnico, mas ainda demonstra dificuldade em manter clareza ou frequência adequada; 2 – Mantém contato limitado, respondendo apenas quando solicitado, sem proatividade; 3 – Cumpre orientações e mantém comunicação respeitosa e objetiva com o cliente; 4 – Constrói relacionamento de confiança por meio da qualidade das entregas, clareza técnica e postura profissional; 5 – Atua como parceiro técnico, antecipando necessidades e propondo soluções adequadas ao contexto do cliente, orientando colegas em boas práticas de relacionamento; 6 – É referência em relacionamento técnico, sendo reconhecido pela confiança, excelência profissional e postura colaborativa que fortalece a parceria entre cliente e empresa. Inteligência Emocional Gerencia as próprias emoções de forma consciente e controlada, mantendo equilíbrio diante de situações adversas. 0 – Reage impulsivamente e demonstra dificuldade em controlar emoções diante de situações adversas; 1 – Reconhece a importância do equilíbrio emocional, mas ainda demonstra instabilidade sob pressão ou conflito; 2 – Consegue recuperar o equilíbrio após conflitos, mas ainda reage de forma defensiva em um primeiro momento; 3 – Mantém estabilidade emocional e postura adequada na maioria das situações cotidianas; 4 – Demonstra autocontrole e empatia em momentos de tensão, contribuindo para um ambiente colaborativo e equilibrado; 5 – Lida com conflitos de forma madura, construtiva e orientada à solução, servindo de exemplo e orientando outros a manter o equilíbrio; 6 – É referência em inteligência emocional, inspirando equilíbrio, harmonia e confiança no ambiente de trabalho e fortalecendo a cultura de respeito e colaboração. Resolução de Problemas Identifica e resolve problemas de forma eficiente e eficaz, utilizando os melhores recursos disponíveis. 0 – Ignora problemas, terceiriza responsabilidades ou busca culpados em vez de soluções; 1 – Reconhece a importância de resolver problemas, mas ainda reage sem método ou análise estruturada; 2 – Resolve problemas simples com apoio constante e pouca autonomia; 3 – Identifica causas e propõe soluções práticas em situações rotineiras, com orientação pontual; 4 – Analisa, planeja e resolve problemas com complexidade considerável, atuando com autonomia e visão sistêmica; 5 – Atua preventivamente, identifica riscos e implementa melhorias duradouras nos processos, orientando outros na aplicação de boas práticas; 6 – É referência em resolução de problemas, conduzindo análises estruturadas e decisões eficazes que fortalecem a excelência operacional e a cultura de melhoria contínua. Visão Sistêmica Analisa interconexões organizacionais, prevenindo problemas e otimizando resultados.  Para gestão acrescer: Analisa a saúde financeira dos contratos e gerencia o fluxo fiscal, garantindo sustentabilidade econômica, conformidade tributária e eficiência nos processos organizacionais. 0 – Age sem considerar o impacto das próprias ações nos processos ou resultados da empresa; 1 – Reconhece a importância de entender a interação entre áreas, mas ainda enxerga apenas sua própria atuação; 2 – Reconhece relações básicas entre áreas, mas demonstra pouca aplicação prática dessa compreensão; 3 – Compreende o funcionamento geral dos processos e suas principais interações, atuando de forma colaborativa em situações simples; 4 – Analisa impactos entre áreas e propõe melhorias integradas para otimizar resultados em contextos complexos; 5 – Atua considerando o sistema organizacional como um todo, avaliando riscos, interfaces e oportunidades de sinergia, e orientando outros a pensar de forma integrada; 6 – É referência em visão sistêmica, conectando processos, pessoas e estratégias para gerar valor e fortalecer a performance organizacional. Liderança Situacional Inspira, motiva e influencia pessoas, promovendo desenvolvimento e transformação de resultados. 0 – Não exerce liderança nem orienta os colegas, demonstrando ausência de iniciativa em situações que exigem direcionamento; 1 – Reconhece a importância de adaptar sua liderança conforme o perfil da equipe, mas ainda não aplica na prática; 2 – Demonstra esforço em liderar, porém utiliza um único estilo de gestão, sem considerar o contexto; 3 – Ajusta parcialmente sua postura e comunicação conforme a situação, obtendo bons resultados em cenários simples, mas com limitações em contextos complexos; 4 – Adapta o estilo de liderança de acordo com o nível de maturidade e autonomia da equipe, garantindo alinhamento e engajamento; 5 – Orienta, motiva e direciona adequadamente cada membro do time, equilibrando apoio, cobrança e desenvolvimento individual; 6 – É referência em liderança situacional, desenvolvendo pessoas com equilíbrio, flexibilidade e foco em resultados sustentáveis e colaborativos. Delegação Delega tarefas com clareza e eficiência, garantindo qualidade e prazos. 0 – Centraliza tarefas e não confia no time, dificultando o desenvolvimento coletivo; 1 – Demonstra noções básicas de delegação, mas ainda não define responsabilidades ou critérios com clareza; 2 – Delegação parcial, sem acompanhamento efetivo ou feedback sobre os resultados; 3 – Distribui tarefas com orientação básica e acompanhamento pontual, garantindo execução das rotinas em cenários simples; 4 – Realiza delegação clara, com definição de metas, responsabilidades e prazos, assegurando entendimento mútuo; 5 – Confia na equipe, acompanha resultados de forma construtiva e estimula o aprendizado contínuo, servindo de exemplo para outros líderes; 6 – É referência em delegação com autonomia e accountability, promovendo engajamento, confiança e desenvolvimento sustentável da equipe. Negociação e Influência Conduz diálogos construtivos, buscando consensos e influenciando decisões positivamente. 0 – Evita negociações ou impõe opiniões, demonstrando falta de abertura ao diálogo; 1 – Reconhece a importância da negociação, mas ainda não aplica técnicas adequadas de diálogo ou influência; 2 – Defende seus pontos de vista com foco apenas nos próprios interesses, sem buscar equilíbrio ou consenso; 3 – Negocia com respeito e escuta ativa, buscando soluções equilibradas e resultados mútuos em situações simples; 4 – Influencia positivamente em negociações complexas, utilizando empatia, argumentos técnicos e credibilidade profissional; 5 – Conduz negociações estratégicas de forma colaborativa e transparente, mantendo relacionamentos de confiança e orientando outros em boas práticas; 6 – É referência em influência e negociação, construindo acordos sustentáveis, éticos e inovadores, que fortalecem parcerias e resultados organizacionais. Gestão de Pessoas Administra processos e equipes, distribuindo responsabilidades, avaliando o desempenho e fornecendo feedbacks para o alcance das metas estabelecidas. 0 – Não acompanha nem orienta a equipe; 1 – Cobra resultados sem oferecer suporte adequado; 2 – Monitora tarefas sem foco em desenvolvimento humano; 3 – Fornece feedbacks básicos e acompanha desempenho; 4 – Desenvolve pessoas com base em metas e feedbacks estruturados; 5 – Engaja e inspira a equipe para alta performance; 6 – É referência em gestão de pessoas e formação de líderes. Gestão de Conflitos Lida com desacordos ou tensões, encontrando soluções que promovam um ambiente de trabalho saudável e produtivo; 0 – Evita conflitos ou agrava situações por falta de diálogo e mediação; 1 – Reconhece a importância de lidar com conflitos, mas ainda evita se posicionar ou agir de forma adequada; 2 – Tenta resolver divergências, mas demonstra dificuldade em manter neutralidade ou imparcialidade; 3 – Media conflitos com respeito e boa intenção, obtendo bons resultados em situações simples ou de baixa complexidade; 4 – Atua de forma equilibrada e busca soluções justas em cenários complexos, preservando o relacionamento entre as partes; 5 – Conduz conflitos com empatia, transparência e foco no resultado coletivo, servindo de exemplo e orientando outros colaboradores; 6 – É referência em gestão de conflitos, transformando divergências em oportunidades de melhoria e fortalecimento da equipe e da cultura organizacional. Tomada de Decisão Operacional Capacidade de analisar informações técnicas e agir com autonomia, precisão e responsabilidade na execução das atividades. 0 – Não toma decisões sem orientação; depende totalmente de supervisão; 1 – Possui noções básicas sobre critérios de decisão técnica, mas ainda evita aplicá-los na prática; 2 – Toma algumas decisões porém, em vezes, de forma inadequada deixando de avaliar alguns riscos e impactos; 3 – Decide de forma correta em situações simples e rotineiras, seguindo procedimentos estabelecidos; 4 – Analisa dados, riscos e critérios técnicos antes de decidir, mantendo consistência em cenários complexos, comprovando eficiência e eficácia; 5 – Idem ao item 4, além de decidir com autonomia e segurança técnica, servindo de referência perante equipe e clientes, sendo suporte a colegas em decisões similares; 6 – Idem ao item 5, além de ser referência em decisões técnicas assertivas e inovadoras, antecipando impactos e orientando outros colaboradores. Tomada de Decisão Estratégica Capacidade de tomar decisões com base em análise crítica e visão estratégica, avaliando riscos, impactos e alternativas, equilibrando agilidade, coerência e propósito organizacional. Envolve discernimento, responsabilidade e influência positiva sobre pessoas, processos e resultados. 0 – Evita decidir ou posterga indefinidamente, demonstrando insegurança e falta de direcionamento; transfere a responsabilidade para outros; 1 – Demonstra noções básicas sobre o processo decisório, mas ainda evita assumir decisões; observa e aprende com líderes mais experientes; 2 – Toma decisões de forma reativa, com base em percepções pessoais ou pressões momentâneas, sem análise estruturada ou visão de impacto organizacional; 3 – Decide adequadamente em situações rotineiras ou de baixo risco, consultando superiores quando a complexidade aumenta. 4 – Analisa riscos, impactos e alternativas com discernimento; comunica claramente as decisões e garante alinhamento entre equipes e áreas; 5 – Toma decisões ágeis e embasadas, conciliando aspectos humanos, técnicos e estratégicos; assume responsabilidades e orienta outros líderes na condução de decisões importantes; 6 – É referência organizacional em tomada de decisão; antecipa cenários, equilibra riscos e oportunidades e orienta decisões que moldam a estratégia e o futuro do negócio. Gestão de Projetos Gerencia cronogramas, recursos e equipes para garantir entregas bem-sucedidas. 0 – Não compreende as etapas do projeto nem acompanha prazos ou entregas; 1 – Executa tarefas sem planejamento, controle ou visão de cronograma; 2 – Segue planos e orientações, mas apresenta dificuldade em priorizar atividades e monitorar avanços; 3 – Gerencia atividades e cronogramas sob supervisão, garantindo andamento básico das entregas; 4 – Planeja, executa e acompanha projetos de forma estruturada, controlando escopo, prazo e recursos; 5 – Garante entregas com qualidade, prazo e custo controlados, comunicando resultados com clareza; 6 – É referência em gestão de projetos, conduzindo múltiplos escopos com excelência técnica, visão integrada e foco estratégico. Relacionamento Estratégico com Cliente Constrói relações estratégicas com clientes, alinhando objetivos de médio e longo prazo e promovendo parcerias que agreguem valor; 0 – Atua de forma reativa e sem visão de relacionamento, limitando-se a demandas pontuais; 1 – Mantém contato apenas operacional com o cliente, sem envolvimento proativo; 2 – Cumpre demandas e prazos, mas não estabelece vínculo de confiança ou continuidade; 3 – Constrói relacionamento respeitoso e técnico, garantindo comunicação clara e profissional; 4 – Compreende o negócio do cliente e propõe soluções alinhadas às suas necessidades. 5 – Atua como parceiro estratégico, antecipando demandas e contribuindo para a melhoria dos resultados do cliente; 6 – É referência em relacionamento estratégico, gerando valor, fidelização e fortalecendo a imagem institucional da empresa. Visão Estratégica Planeja estrategicamente, definindo metas de longo prazo e posicionando seu setor e consequentemente a organização de forma competitiva; 0 – Age apenas de forma operacional, sem planejamento ou compreensão do impacto de suas ações; 1 – Entende metas imediatas, mas não reconhece o contexto geral nem as conexões estratégicas; 2 – Contribui pontualmente para o planejamento de médio prazo, com foco restrito à sua área de atuação; 3 – Compreende os objetivos estratégicos da empresa e atua de forma alinhada a eles em suas entregas; 4 – Identifica tendências, riscos e oportunidades que impactam o negócio e sugere ações preventivas; 5 – Propõe ações estratégicas, colabora em decisões organizacionais e apoia o desdobramento de metas; 6 – É referência em visão estratégica, orientando o time para o futuro, promovendo integração e foco em resultados sustentáveis. Tabela 19 – Anexo 2 – Legenda das Competências Comportamentais 4. Jornada de Valor e Catálogo de Serviços 4.1. Objetivo A jornada de valor do Departamento de Projetos representa o fluxo de atividades que transforma demanda técnicas em soluções completas para os clientes internos e externos. Este capítulo descreve os principais serviços realizados pela área, desde o levantamento inicial até o encerramento do projeto, assegurando padronização, qualidade e centralidade no cliente.  A jornada segue os princípios do Sistema de Excelência Autvix (SEA), estruturando-se em macroprocessos que garantem clareza sobre as entradas (inputs), atividades, saídas (outputs) e responsáveis em cada etapa. 4.2. Fluxo da Jornada de Valor  4.2.1. Etapa 1 — Abertura do Projeto (Comercial) 4.2.1.1. KOM – Abertura do Projeto Formaliza o início do projeto, alinhando objetivos, escopo contratado, premissas, restrições, marcos e responsáveis iniciais; Saída esperada: ata da KOM (ou registro formal equivalente) e pacote inicial de informações para Gestão. 4.2.2. Etapa 2 — Estruturação e Alinhamento do Escopo (Gestão) 4.2.2.1. Análise do Escopo Avaliar o escopo contratado, requisitos do cliente, entregáveis, interfaces e premissas; Identificar lacunas de informação e pontos críticos. 4.2.2.2. Mapear Riscos e Oportunidades Registrar riscos técnicos, prazos, dependências, acessos a dados, disponibilidade do cliente, restrições operacionais etc; Definir ações preventivas e oportunidades de ganho (padronizações, reaproveitamento de base, digitalização, etc.). 4.2.2.3. Definir Equipes de Engenharia e Planejamento Alocar responsáveis por disciplina (quando aplicável), definir coordenação técnica e responsável de planejamento. 4.2.2.4. Apresentar/Esclarecer Escopo para Equipe de Projeto Reunião interna para nivelar entendimento do escopo, critérios de aceite, entregáveis e forma de controle. 4.2.3. Etapa 3 - Estruturação Técnica e Definição de Base Documental (Engenharia) 4.2.3.1. Análise do Escopo do Projeto pelas Equipes de Trabalho Leitura técnica do escopo por disciplina/equipe; Identificação de informações mínimas necessárias para execução (dados de processo, layouts, normas, premissas, interfacing, etc.). 4.2.3.2. Reunião de Equalização do Escopo (Gestão / Engenharia / Planejamento) Reunião formal de alinhamento entre áreas para consolidar: Escopo final entendido, Entregáveis previstos, Prioridades e sequenciamento, Estratégia de cronograma (marcos, caminho crítico) e Estratégia documental (lista/controle de documentos). 4.2.3.3. Consolidação do Projeto Básico Geração/validação da base técnica mínima necessária para suportar lista de documentos e planejamento; Saídas típicas: premissas, diagramas base, layouts de referência, critérios, listas iniciais e informações “congeladas” para avançar. 4.2.3.4. Desenvolver LD Estruturar a LD com todos os documentos/entregáveis previstos (por disciplina, tipo, revisão, status, datas e responsáveis); A LD passa a ser o “backbone” de controle do projeto e do Arquivo Técnico; Quando aprovada, libera a execução técnica e integra o Planejamento (cronograma e curvas). 4.2.4. Etapa 4 — Planejamento e Controle do Projeto (Planejamento) 1. Gerar Cronograma Elaborar cronograma com marcos e atividades coerentes com a LD, sequenciamento e estratégia definida na equalização. 2. Gerar Curvas de avanço físico/financeiro Construir curvas e critérios de medição (regras de avanço, pesos por entregável, baseline etc.), alinhados ao contrato e ao modelo de gestão. 3. Atualizar Cronograma Manter o cronograma vigente conforme eventos do projeto (desvios, mudanças, priorizações, retorno de documentos). 4. Entrega documentação de planejamento para o cliente Quando aplicável: envio do cronograma, curvas, relatórios e controles em formato acordado. 5. Apresentar relatório de desvios Reporte formal para Gestão e demais envolvidos com análise de variação (prazo/custo/escopo), causas e plano de ação; Observação do fluxograma: existe conexão de retorno para “Atualizar Cronograma” e interface com Gestão para tratativa de desvios. 4.2.5. Etapa 5 - Execução Técnica e Ciclo Documental (Engenharia + Arquivo Técnico) 4.2.5.1. Execução o Projeto (Engenharia) Desenvolvimento das entregas técnicas conforme escopo e LD aprovada; Encaminhar documentos gerados para o fluxo de conferência/emissão/controle; Registro formal da demanda de emissão (pode ser via sistema, e-mail, formulário, workflow); Conferência de conformidade técnica, administrativa e documental. 4.2.6. Emitir a GRD (Arquivo Técnico) Emissão formal do pacote/transmissão do documento (controle de envio ao cliente/parte interessada, conforme procedimento interno); Atualizar status, revisão, data de emissão, responsável e evidências do envio conforme GRD; A LD torna-se o registro oficial de progresso documental; Controle ativo de retornos (comentários do cliente, aprovações, rejeições, pendências). 4.2.7. Etapa 6 - Monitoramento e Tratativa de Desvios (Gestão) 4.2.7.1. Monitorar Projeto (Gestão) Acompanhamento contínuo do avanço do projeto (técnico e documental), integrado com Planejamento e Arquivo Técnico; Ações corretivas e preventivas (replanejamento, reavaliação de prioridades, reforço de recursos, tratativas com cliente, gestão de mudanças); Interface explícita com relatórios de desvios do Planejamento. 4.2.8. Entradas (Inputs) para o Catálogo de Serviços Para o catálogo de serviços do departamento de automação, são consideradas as entradas (inputs) base conforme listado: Proposta Técnica: Contém o escopo do serviço contratado; Cronograma: Contempla os prazos e sequência de entregas contratadas; Histograma: Contém o corpo técnico previsto para o atendimento ao contrato; Planejamento e Controle do Projeto (PCP): Contempla o memorial do contrato; Documentação Modelo: Documentação base controlada pelo Sistema de Gestão Integrada (SGI). A tabela a seguir lista o catálogo de serviços do Departamento de Automação. Jornada de Valor (entrada → execução → saída) Disparo: KOM agendada pelo Comercial após aceite da proposta. Entrada: escopo detalhado, prazos, limites contratuais, equipe (gestor, coordenação, planejamento, mobilização), insumos técnicos. Execução: básico → detalhado → verificação interna → emissão → retorno (APR (aprovado)/APC (aprovado com comentários)/NAP (não aprovado)) → correções → reemissão → IFC (Issued for Construction) → as-built (quando aplicável). Saídas: pacotes por disciplina (desenhos, memoriais, especificações, listas, modelos, relatórios), conforme LD. Clientes: interno (implantação, planejamento, suprimentos, automação) e cliente final (aprova). Figura 3 – Fluxo de Análise do Projeto Figura 4 – Fluxo de Desenvolvimento do Projeto Figura 5 – Fluxo de Controle do Projeto 4.3. Catálogos de Serviços (Exemplos) Serviço Quem Solicita Inputs Outputs SLA (padrão) Responsável Projeto Básico Gestão de Contrato / Cliente Contrato/KOM, dados de base Conj. de documentos LOD 200 Conforme LD Coord./ Projetistas Projeto Detalhado Gestão de Contrato / Cliente Básico aprovado/base Conj. de documentos LOD 400 + compatibilização Conforme LD Coord./ Projetistas Nuvem de pontos Coordenação Modelos disciplinares Relatório de interferências + matriz de ação Pré-emissão Coord./ BIM As-Built Gestão de Contrato / Montagens Redlines/ redmarks de obra Documentos finais as-built Conforme LD Coord./ Projetistas Apoio a Planejamento Planejamento Dados de avanço Atualização de LD e status Semanal/ Mensal Coord./ Planej. Tabela 20 – Catálogo de Serviços (Exemplos) 4.4. BU 1 - Engenharia de Projetos Industriais Posicionamento: Engenharia técnica de alto valor agregado Serviços: Projetos multidisciplinares; BIM, escaneamento 3D e compatibilização; Engenharia básica, detalhada e as built. 4.5. BU 2 - Conformidade, NR-10 & NR-12 (Core Estratégico) Posicionamento: Especialista em conformidade legal industrial Serviços: Auditorias e inventários; Diagnósticos e planos de ação; Projetos de adequação; Laudos, RTI, dossiês e certificações. 4.6. BU 3 - Engenharia Recorrente (Contrato Guarda-Chuva) Posicionamento: Engenharia contínua para plantas industriais. Serviços: Atualização contínua de documentação técnica; Auditorias periódicas NR-10 / NR-12; Suporte técnico sob demanda; Pequenos projetos e análises rápidas. 4.7. BU 4 - Treinamentos e Capacitação Posicionamento: Complemento estratégico de compliance, fidelização de clientes. Serviços: Treinamentos NR-10 e NR-12; Capacitações customizadas. 5. Processos Operacionais (Macrofluxo "Stage-Gate") 5.1. G0 - KOM e Mobilização de Projeto Comercial agenda a KOM após aceite; na KOM definem-se escopo, prazos, limites contratuais e papéis (Gestor, Coord., Planejamento, Mobilização); Após a KOM: análise preliminar (Gestor+Coord.) e definição da equipe executante por disciplina; Check de Entrada: conduzido pela equipe definida logo após a KOM; Registros/PR/IT: Ata de KOM {FM-PROJ-KOM}, Lista de Insumos {FM-G-PROJ-DoR}. 5.2. G1 - Análise do Projeto Básico (Se Houver Básico) Análise do escopo, premissas, critérios, arranjos, listas preliminares e memoriais iniciais; Verificações internas por disciplina (checklist mínimo comum + anexo do cliente); Gate: Aprovam interna para seguir ao detalhado. 5.3. G2 - Projeto Detalhado (LOD 400 Quando 3D) Detalhamentos, listas de materiais, especificações finais, diagramas e modelos; Compatibilização interdisciplinar e clash detection obrigatório (projetos 3D multidisciplinares); Correções até eliminação de interferências de alta/média severidade; Gate: liberação para emissão ao cliente. 5.4. G3 - Emissão, Retorno do Cliente e Reemissão Emissão oficial: Arquivo Técnico centraliza envio ao cliente (único destinatário oficial) por e-mail/portal; registra distribuição e versões; Status de retorno: APR (aprovado) (aprovado), APC (aprovado com comentários) (aprovado com comentários), NAP (não aprovado) (não aprovado); Ciclos de correção: APC (aprovado com comentários)/NAP (não aprovado) retornam ao projetista para tratamento e nova emissão; APR (aprovado) segue para IFC (para construção) quando aplicável. 5.5. G4 - As-Built (Quando Contratado) Baseado em redlines/redmarks de obra fornecidos pelo montador (interno/externo do cliente ou mesmo levantamento em campo); Validam interna (Coord.) e emissão final (Arquivo Técnico). 6. Gestão de Interfaces e Relacionamento 6.1. Stakeholders Internos Gestão de Contratos / Direção, Planejamento, Mobilização, Suprimentos, Montagens, Automação, QSMS/SSEG (para acessos/documentos). 6.2. Stakeholders Externos Cliente final (Aprovam), consultores e prestadores homologados (levantamentos, sondagens, etc.). 6.3. Política de Atendimento e Canais Comunicação técnica formal e registro em sistemas corporativos (SharePoint/CDE); Arquivo Técnico como ponto único de emissão ao cliente; Conformidade com Política de Governança, Ética e Relacionamento (confidencialidade, integridade, conflito de interesses, LGPD). 7. Governança, Controles e Gestão de Riscos 7.1. Matriz de Alçadas (Exemplo) Mudança de escopo: Gestor do Contrato (aprova após negociar com cliente; com/sem custo adicional); Liberação para emissão: Coordenação; Emissão oficial: Arquivo Técnico; Contratação de terceiros técnicos: Engenharia/Compras conforme critérios internos. 7.2. Estruturas de Controle (SGI) PR-PROJ-Verificação {PR-PROJ-001}: checklists por disciplina + anexo do cliente; IT-PROJ-Numeração/Carimbo {IT-PROJ-002}: segue padrão do cliente; PR-PROJ-Emissão/Retorno {PR-PROJ-003}: controle de versões e distribuição; FM-PROJ-LD {FM-PROJ-004}: Lista de Documentos (LD) com prazos e status; REG-PROJ-Emissões/Retornos {REG-PROJ-005}. 7.3. Matriz de Riscos Operacionais (Exemplo) Atraso de insumos de base → alto impacto/prob. média → mitigação: DoR rígido + plano de contingência de prazos; Incompatibilidades entre disciplinas → impacto alto → mitigação: rotina de clash detection e revisão cruzada; Retrabalho por padrão de cliente → impacto médio → mitigação: anexo de cliente nos checklists; revisão de carimbos/códigos; Mudança de escopo tardia → alto → mitigação: Change Control formal (Gestor), registro e replanejamento (LD); Vazamento de informação confidencial → alto → mitigação: controle de acesso, CDE/SharePoint, termos de confidencialidade. 8. Rituais de Gestão Diário/Semanal (tático): follow-up de LD, bloqueios e riscos; atualização de quadro A1eq e horas; Mensal (gerencial): leitura de KPIs (OTD, horas/A1eq, % retrabalho, variações); análise crítica; lições aprendidas; Design Review (quando aplicável): Validam técnica com cliente (VR/BIM) antes de marcos críticos. 9. Melhoria Contínua e Inovação Backlog de melhorias do setor (owner, status, prazo); Lições aprendidas por projeto (registro padrão SGI); Incorporação de tecnologias (BIM, VR, automações). 10. Gestão de Desempenho (KPIs e OKRs) 10.1. Definições Operacionais A1eq (unidade de produção): formato ABNT (NBR 16752); equivalências: A0=2,00; A1=1,00; A2=0,50; A3=0,25; A4=0,125; Documentos textuais também convertem para A1eq (páginas × fator); Horas/A1eq = horas totais de engenharia ÷ A1eq emitidos (desenhos e documentos textuais); % Retrabalho = (APC (aprovado com comentários) + NAP (não aprovado)) / (APR (aprovado) + APC (aprovado com comentários) + NAP (não aprovado)) × 100, segregando causa: erro interno × mudança de escopo do cliente; OTD por LD: entregas dentro do prazo por documento e por fase; Produtividade por disciplina: A1eq e horas/A1eq por disciplina e por projeto. 10.2. KPIs Mínimos A1eq emitidos (previsto × realizado); Horas/A1eq (por disciplina/projeto); % Retrabalho; OTD (On-Time Delivery) por LD; % APR (aprovado) na primeira emissão. 10.3. OKRs (Exemplos Anuais) O: Elevar a previsibilidade de entregas de projetos; KR1: OTD ≥ 90% no trimestre; (cumprimento dos prazos de entrega); KR2: % retrabalho ≤ 8%; KR3: ≥ 70% de APR (aprovado) na 1ª emissão. 11. Controle de Documentos 11.1. Estrutura Atual O projeto deverá ser desenvolvido conforme estrutura de pastas do servidor descritas abaixo: Subpastas poderão ser criadas no quarto nível, ex.: Diagrama Funcional; Rota de cabos; Lista de materiais; Etc. Cadernos de desenhos deverão estar em pastas com o número do documento; Pastas VERIFICAÇÃO e À EMITIR devem estar vazias, após a conclusão da tarefa; O executante deverá mover para a pasta VERIFICAÇÃO e gerar uma cópia na pasta BACKUP; Informar NO GRUPO do projeto documento para verificação; Documento deve ser verificado pelo coordenador ou outro projetista e movido para a pasta À EMITIDO se aprovado ou para pasta DESENVOLVIMENTO se houver comentários; Responsável pelo controle de documentos deverá gerar GRD e enviar via e-mail ao cliente, Atualizar a LD e mover a GRD para pasta EMITIDO e colocar cópia na pasta DESENVOLVIMENTO. Figura 6 - Estrutura Básica de Diretórios do Projeto Figura 7 – Fluxo de Controle do Sistema Atual 11.2. Estrutura Sistema GED Após a implantação do Sistema GED, o projeto somente poderá iniciar após a criação e cadastro da LD no sistema, salvo exceções pré-acordadas com a Gestão de Contratos. Figura 8 – Fluxo de Controle de Documentos 12. Glossário Sigla Termo (PT/EN) Definição e contexto na Autvix A1, A2, A3, A4, A5 Formatos ABNT Tamanhos de pranchas conforme ABNT NBR 16752. “Textuais em A1”: documentos textuais emitidos em prancha A1 (equivalente). A1eq A1 equivalente Conversão de formatos (p.ex., 2×A2 = 1 A1eq) para medir produtividade e esforço (KPIs). APR Aprovado Status de retorno do cliente: documento aprovado. Neste manual “APR” ≠ “Análise Preliminar de Riscos”. APRC Aprovado com Comentários Status de retorno do cliente: aprovado, exige incorporar comentários e reemitir quando necessário. NAP Não Aprovado Status de retorno do cliente: documento reprovado, deve ser corrigido e reemitido. BEP BIM Execution Plan Plano de Execução BIM (quando houver 3D): nomeclatura, estrutura de pastas, responsabilidades, LoIs/LoDs, integração com CDE. BIM Building Information Modeling Processo e tecnologia para modelos 3D, coordenação entre disciplinas, extração de dados e clash detection. BOM Bill of Materials Lista de materiais (mecânica/produto), base para MTO, compras e planejamento. CDE Common Data Environment Repositório oficial do projeto. Na Autvix: Autodesk Docs (“só vale o que está no Docs”). Emissão/retornos/transmittals ficam no CDE. CCM Centro de Controle de Motores Painéis elétricos para acionamento/proteção de motores; aparece em especificações/projetos elétricos. ClickUp — Plataforma de tarefas/colaboração (quadros, SLAs, links para o item oficial no Docs). Curva-S — Curva de progresso planejado vs. realizado (planejamento/controle). Docs Autodesk Docs CDE oficial (emissão, versões, controle e rastro de documentos). DoD Definition of Done Critérios de “pronto” por tipo de entrega (desenho, memorial, lista etc.): carimbo e código do cliente, revisão, compatibilização, normas, verificação por par, checagem LD/CDE. DoR Definition of Ready Checklist de “pronto para começar” (pós-KOM): escopo, prazos, limites contratuais, equipe, insumos e restrições. ETAP / Neplan / Simaris — Softwares de cálculo e estudo de sistemas elétricos (curto-circuito, coordenação, seletividade etc.). FEA Finite Element Analysis Análise por Elementos Finitos (estruturas/componentes mecânicos). GED Gestão Eletrônica de Documentos Sistema interno (em desenvolvimento) para metadados/histórico; o oficial é o publicado no Docs. G0–G4 Stage-gates Marcos do processo: G0 (KOM/DoR) • G1 (Básico/LOD 200) • G2 (Detalhado/LOD 400 + clash) • G3 (Emissão/retorno APR/APRC/NAP) • G4 (As-Built). HAZID Hazard Identification Oficina de identificação preliminar de perigos (opcional por contrato) antes/entre gates . IFC Issued For Construction Emissão para construção (quando aplicável após aprovação). ISO 19650 — Norma de gestão da informação em BIM; referência para BEP/CDE. KOM Kick-Off Meeting Reunião de arranque com cliente (após aceite) — define insumos, escopo e equipe (gestor, coordenação, planejamento, mobilização). KPI Key Performance Indicator Indicadores: A1eq, Horas/A1eq, RFT (APR 1ª emissão), %Retrabalho (APRC+NAP/total; split erro interno × mudança de escopo) e OTD. LD Lista de Documentos Baseline de entregas e prazos; referência para emissão, controle e OTD; integrada ao planejamento. LOD 200 / 400 Level of Development Nível de desenvolvimento BIM: 200 (Básico) • 400 (Detalhado). Lookahead — Planejamento de curto prazo (ex.: quinzenal) por disciplina, derivado do cronograma mestre. MTO Material Take-Off Levantamento de materiais (tubulação/estruturas etc.). MS Project (MSP) — Ferramenta padrão de planejamento (baseline, Curva-S, status por documento/LD). NBR / ABNT Normas Brasileiras Normas técnicas (ex.: NBR 5410, 5419, 6118 etc.). NR Normas Regulamentadoras Requisitos legais de SST (ex.: NR-10). OTD On-Time Delivery KPI: % de entregas no prazo acordado (LD). P&ID Piping & Instrumentation Diagram Diagrama de processo e instrumentação (base para listas, isométricos, MTO). PDI Plano de Desenvolvimento Individual Plano de evolução técnica/comportamental por pessoa (matriz de competências → metas). PR / IT / FM / REG Procedimento / Instrução de Trabalho / Formulário / Registro Classes de documentos do SGI/SEA. QGBT Quadro Geral de Baixa Tensão Painel de distribuição de BT (especificações e diagramas elétricos). RACI Responsible, Accountable, Consulted, Informed Matriz de papéis por gate (quem faz, quem aprova, quem consulta, quem informa). REG Registro Documento/registro formal (ex.: de emissão, retorno, lições aprendidas). RFI Request For Information Consulta técnica formal (dúvidas, pedidos de informação ao cliente/fornecedor). RFT Right-First-Time KPI: APR na 1ª emissão (qualidade “de primeira”). SEA Sistema de Excelência Autvix Princípios, cultura e padrão de gestão da Autvix. SGI Sistema de Gestão Integrado Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Ética/Compliance (políticas obrigatórias). SLA Service Level Agreement Prazo de serviço; referência de aprovação do cliente: 7 dias úteis (salvo negociar). SPDA Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas Projeto/aterramento conforme NBR 5419. Transmittal — Envio formal de documentos ao cliente pelo CDE (controle de versão, data, lista). VR Virtual Reality Uso de realidade virtual em design reviews e apresentações. Scan 3D / Nuvem de pontos — Levantamento 3D para apoio a projeto/as-built, integração com BIM/Plant 3D. Change Control — Processo formal de mudança de escopo (solicitação → análise → aprovação do Gestor → atualização LD/Docs). Arquivo Técnico — Função responsável por emissão oficial, controle de versões, transmittals e retorno no CDE (Docs). E Cargo Estagiário API Cargo Assistente de Projeto I APII Cargo Assistente de Projeto II APIII Cargo Assistente de Projeto III APIV Cargo Assistente de Projeto IV APV Cargo Assistente de Projeto V DI Cargo Desenhista I DII Cargo Desenhista II DIII Cargo Desenhista III DIV Cargo Desenhista VI DV Cargo Desenhista V PI Cargo Projetista I PII Cargo Projetista II PIII Cargo Projetista III PVI Cargo Projetista VI PV Cargo Projetista V C Cargo Coordenador G Cargo Gerente Tabela 21 - Glossário