Manuais - Engenharia de Automação MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação_Rev.00 1. Identidade Organizacional 1.1 Objetivo Estabelecer a identidade organizacional do Departamento de Automação, definindo seu propósito e missão, sua conexão com a Visão e os Pilares do Sistema de Excelência Autvix (SEA) e o valor gerado aos clientes internos e externos, de forma a orientar a atuação do departamento, suas prioridades e sua tomada de decisão. 1.2 Propósito do Departamento O Departamento de Automação existe para garantir a excelência técnica na concepção, desenvolvimento e entrega de soluções de automação industrial, assegurando que cada projeto esteja alinhado às melhores práticas, normas e padrões de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente. Seu propósito é transformar requisitos técnicos em soluções seguras, eficientes e sustentáveis, agregando valor ao cliente interno e externo e fortalecendo a posição da Autvix como referência em engenharia. 1.3 Missão Contribuir para o Autvix Group por meio do desenvolvimento, integração e implantação de sistemas de automação que: Aumentem a produtividade e a segurança operacional dos clientes; Otimizem processos industriais , garantindo eficiência e confiabilidade; Atuem com responsabilidade, sempre alinhados ao DNA Autvix (Respeito, Confiança, Atitude de Dono, Colaboração e Evolução Contínua). 1.4. Conexão com a Visão e os Pilares do SEA O Departamento de Automação está diretamente conectado aos 5 pilares do SEA – Sistema de Excelência Autvix Group : Pessoas → desenvolvendo talentos técnicos e disseminando o DNA Autvix; Processos e Inovação → aplicando metodologias de gestão (SIPOCs, BPMN, SGI) e promovendo digitalização e padronização; Clientes e Mercado → entregando soluções de automação que garantem CX (Experiência) e CS (Sucesso) do cliente; Sociedade → atuando com sustentabilidade, segurança e conformidade legal; Resultados Estratégicos → contribuindo com KPIs e OKRs departamentais que refletem em produtividade, qualidade e inovação. 1.5. Valor Gerado para Clientes Internos/Externos Clientes Internos (Comercial, Projetos, Planejamento, Qualidade, TI, Mobilização, Financeiro): Recebem suporte técnico, padronização de soluções, documentação clara e confiável para garantir alinhamento entre escopo, execução e resultados; Clientes Externos (empresas contratantes, parceiros comerciais, integradores): Recebem soluções de automação confiáveis e auditáveis, que asseguram conformidade com normas, reduzem riscos operacionais e ampliam desempenho produtivo. Garantia de segurança, rastreabilidade e inovação, fortalecendo relações de confiança e perenidade com a Autvix Group. 2. Estrutura Funcional 2.1 Objetivo Formalizar a estrutura funcional do Departamento de Automação, definindo sua organização hierárquica, os cargos, funções, responsabilidades e interfaces internas, de modo a garantir clareza na governança, na distribuição de responsabilidades e na integração com outras áreas da organização. 2.2. Organograma do Departamento A estrutura do Departamento de Automação está organizada em 6 níveis hierárquicos, seguindo o modelo matricial (vertical + horizontal). 2.2.1. Estrutura Vertical (Departamento); Nível 1: Diretoria; Nível 2: Gerência; Nível 3: Coordenação; Nível 4: Supervisão; Nível 5: Liderança; Nível 6: Time Operacional (Engenheiros, Especialistas, Analistas, Técnicos, Assistentes, Estagiários). Abaixo é ilustrado o organograma atualizado do Departamento de Automação (estrutura vertical); 2.2.2. Estrutura Horizontal (Contratos): Dentro do contexto de contratos, cada centro de custo possui um organograma exclusivo e temporário. Exemplo de Estrutura Horizontal: Gestor de Contrato Responsáveis Técnicos (Automação, Elétrica, Mecânica); Responsáveis de Apoio (Planejamento, Mobilização, Segurança); Time Operacional. 2.2.3. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Vertical Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Vertical : Cargo Nível Responsabilidades Principais Diretoria Estratégico Define diretrizes e políticas de automação, aprova investimentos, garante alinhamento ao SEA e ao Código de Excelência. Atua na governança, inovação e planejamento estratégico da área. Gerência Estratégico/Tático Traduz diretrizes estratégicas em planos de ação, supervisiona coordenadores, aprova orçamentos e monitora KPIs. Garante a integração entre contratos e projetos e mantém interface com clientes-chave. Coordenação Tático Planeja e acompanha metas operacionais, prioriza projetos e recursos, integra áreas técnicas e administrativas, válida relatórios técnicos e apoia a gerência em decisões táticas. Supervisão Operacional Distribui atividades, acompanha execução em campo, garante prazos, qualidade e segurança. Valida registros/relatórios técnicos e fornece feedback contínuo à equipe. Líderes Operacional Orientam tecnicamente a equipe, distribuem tarefas, garantem a conformidade das entregas, validam resultados intermediários e atuam como elo entre equipe operacional e supervisão. Engenheiros Operacional Desenvolvem projetos de automação (CLPs, SCADA, SDCD, redes, instrumentação), integram hardware/software, elaboram e validam soluções técnicas. Participam de FAT/SAT e comissionamentos, podendo assumir ART e Responsabilidade Técnica quando designados. Especialistas Operacional Referências técnicas em projetos complexos, definem padrões e metodologias, validam arquiteturas críticas e apoiam inovação. Podem atuar como responsáveis técnicos em suas áreas de especialização. Analistas Operacional Configuram CLPs/SCADA, desenvolvem rotinas, executam testes em bancada e em campo, participam de FAT/SAT e comissionamentos, além de apoiar na documentação técnica. Técnicos Operacional Executam instalação, manutenção e calibração de instrumentos, participam de FAT/SAT e comissionamentos, apoiando engenheiros e analistas nas atividades de campo. Assistentes Operacional Prestam apoio administrativo e operacional, realizam cadastros em sistemas, organizam evidências, consolidam documentação e auxiliam em testes simples sob supervisão. Estagiários Operacional Apoiam em cadastros, organização de documentação e execução de testes básicos sob supervisão, atuando em caráter de aprendizado e desenvolvimento acadêmico-prático. Tabela 1: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Vertical da Automação. 2.2.4. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Horizontal Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Horizontal : Cargo Responsabilidades Autoridade Interações Gestor de Contrato Responsável pela gestão administrativa e financeira do contrato; acompanha indicadores (prazo, custo, qualidade, segurança), garante conformidade com cláusulas contratuais e alinhamento com o cliente. Autoridade para aprovar recursos, alocar equipe, negociar prazos e condições com o cliente.   Diretoria, Coordenação, Cliente, Responsável(is) Técnico(s), Responsáveis de Apoio.   Responsáveis Técnicos (Automação, Elétrica, Mecânica, Civil) Garante a conformidade técnica das entregas do contrato; válida documentos e relatórios; assume a responsabilidade formal junto ao CREA/cliente; apoia tecnicamente o Gestor de Contrato em decisões críticas.   Autoridade técnica sobre documentos, projetos e ARTs; pode reprovar entregas que não estejam em conformidade.   Gestor de Contrato, Time Operacional, Cliente.   Responsáveis de Apoio (Mobilização, Planejamento, Segurança) Dá suporte ao contrato nas frentes de mobilização, planejamento e segurança; garante que o time de automação cumpra requisitos do cliente e da empresa antes e durante a execução das atividades. Autoridade para validar ou restringir mobilização e atividades que não atendam aos requisitos mínimos definidos.   Gestor de Contrato, Responsável(is) Técnico(s), Time Operacional, Cliente.   Time Operacional Executa as atividades planejadas (desenvolvimento, testes, instalação, comissionamento, manutenção e suporte técnico). Presta contas ao RT e ao Gestor de Contrato através de relatórios e evidências. Autoridade restrita à execução de suas atribuições técnicas.   Responsável(is) Técnico(s), Supervisão/Liderança, Cliente em atividades de campo.   Tabela 2: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Horizontal da Automação 2.3 Descrição de Cargos A estrutura vertical do Departamento de Automação organiza os cargos de forma hierárquica, da Diretoria ao Estágio, descrevendo as funções, autoridades, competências e requisitos. 2.3.1. Cargos de Carreira Técnica Cargo Missão Responsabilidade Autoridade Estagiário de Automação Apoiar atividades internas de engenharia de automação e áreas correlatas, sob supervisão, visando aprendizado prático e desenvolvimento técnico-profissional. Consolidação: apoia o levantamento de dados e atualização de planilhas no PCP, garantindo organização e rastreabilidade das informações. Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, sob supervisão direta. Desenvolvimento: apoia na configuração e desenvolvimento de softwares, bem como na preparação de materiais e relatórios de apoio para testes internos e revisões. Treinamento: apoia a elaboração e atualização de materiais didáticos e relatórios de presença. Atua sempre sob acompanhamento de profissional habilitado e não realiza atividades de campo. Atua sempre sob supervisão de profissional habilitado. - Sem autonomia técnica ou decisória. - Direito de recusa em atividades de risco grave e iminente.   Assistente de Automação I Executar atividades básicas de apoio técnico e administrativo em engenharia de automação e áreas correlatas, em ambiente interno e de campo supervisionado, contribuindo para a organização e suporte às etapas da jornada de automação. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações iniciais simples ou simulações sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora no desenvolvimento, formatação e controle de materiais didáticos e listas de presença. Atua em escritório e campo, sob acompanhamento técnico direto. - Atua sob supervisão técnica direta, sem autonomia decisória. - Pode representar o departamento em atividades de campo de apoio. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Assistente de Automação II Executar atividades básicas de apoio técnico e administrativo em engenharia de automação e áreas correlatas, em ambiente interno e de campo com maior autonomia parcial supervisionada, garantindo padronização e qualidade nas entregas. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF e TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências - Atua sob supervisão técnica, com autonomia parcial em tarefas de execução e verificação. - Não valida documentação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente Assistente de Automação III Executar atividades básicas de apoio técnico e administrativo em engenharia de automação e áreas correlatas, em ambiente interno e de campo com maior autonomia parcial supervisionada, garantindo padronização e qualidade nas entregas. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF e TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. - Atua sob supervisão técnica, com autonomia parcial em tarefas de execução e verificação. - Não valida documentação - Direito de recusa em atividades de risco Técnico de Automação JR I Executar atividades técnicas de automação simples, sob supervisão direta. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. - Atua sob supervisão direta e sem autonomia técnica. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Técnico de Automação JR II Executar atividades técnicas de automação simples, sob supervisão. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. - Atua sob supervisão com autonomia parcial em tarefas técnicas. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Técnico de Automação JR III Executar atividades técnicas de automação, com início de autonomia supervisionada.   Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. - Atua sob supervisão com autonomia parcial em tarefas técnicas. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Técnico de Automação PL I Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, sob supervisão indireta. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: elabora e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada sob supervisão indireta. Testes: executa com autonomia parcial a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão indireta. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, sob supervisão indireta, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas sob supervisão indireta. - Pode revisar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Técnico de Automação PL II Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, com autonomia parcial. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada sob supervisão indireta. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão indireta. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas de média complexidade. - Pode revisar e validar medições e registros técnicos de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. Técnico de Automação PL III Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, com autonomia. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas de média complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Técnico de Automação SR I Executar e supervisionar atividades técnicas complexas de automação, com autonomia. Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas de alta complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Técnico de Automação SR II Executar e supervisionar atividades técnicas complexas de automação, apoiando líderes em decisões. Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas de alta complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Técnico de Automação SR III Executar e supervisionar atividades técnicas críticas de automação, apoiando líderes em decisões e atuando como referência técnica. Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas de complexidade crítica. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Analista de Automação JR I Executar análises e desenvolvimento de automação, sob supervisão. Consolidação: apoia o levantamento de dados de campo e registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. - Atua sob supervisão direta e sem autonomia técnica. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Analista de Automação JR II Executar análises e desenvolvimento simples de automação, sob supervisão. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão indireta Comissionamento e Startup: apoia testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. - Atua sob supervisão em tarefas técnicas e analíticas de baixa complexidade. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Analista de Automação JR III Executar análises e desenvolvimento de automação com início de autonomia supervisionada. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações intermediárias, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: realiza implantação de sistemas, sob supervisão indireta Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. - Atua sob supervisão com maior autonomia em tarefas técnicas e analíticas de baixa complexidade. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Analista de Automação PL I Executar análises e desenvolvimento de automação de média complexidade, sob supervisão indireta. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e consolida informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: elabora e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia parcial. Testes: executa com autonomia parcial a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia parcial. Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, sob supervisão indireta, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua sob supervisão indireta com maior autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e apoiar a validação de relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. Analista de Automação PL II Executar análises e desenvolvimento de automação de média complexidade, com autonomia parcial. Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e consolida informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e apoiar a validação de relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. Analista de Automação PL III   Executar análises e desenvolvimento em automação de média complexidade, com autonomia.   Consolidação: realiza e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e validar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Analista de Automação SR I Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação complexos, com autonomia. Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de alta complexidade. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Analista de Automação SR II Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação complexos, apoiando líderes em decisões. Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de alta complexidade. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Analista de Automação SR III Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação críticas, apoiando líderes em decisões e atuando como referência técnica. Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: lidera* e realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de complexidade crítica. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. Especialista de Automação I Atuar como referência técnica em automação, executando e validando atividades de alta complexidade, com foco em análise, inovação e suporte técnico avançado. Consolidação: realiza análises técnicas avançadas em projetos de automação, identificando riscos, oportunidades de melhoria e otimizações. Documentos de Engenharia: elabora e revisa documentos técnicos críticos (planos de teste, relatórios de validação, documentos de integração de sistemas). Desenvolvimento: implementa e valida soluções complexas de controle, integração e comunicação entre sistemas multivendor. Testes: conduz FATs, TAFs e SATs críticos, validando desempenho técnico e conformidade de integração. Implantação: apoia líderes e engenheiros em atividades de campo, fornecendo suporte técnico especializado. Comissionamento e Startup: acompanha e valida testes críticos, assegurando estabilidade e rastreabilidade das entregas. Operação Assistida: propõe melhorias de desempenho e confiabilidade para sistemas em operação. Treinamento: atua como multiplicador técnico e orienta equipes sobre melhores práticas e novas tecnologias. - Atua com autonomia técnica plena em sua especialidade. - Valida resultados técnicos, parâmetros e metodologias dentro do seu domínio. - Apoia tecnicamente líderes e engenheiros em decisões de alto impacto técnico. - Não exerce autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Especialista de Automação II Atuar como referência técnica em uma ou mais tecnologias de automação, desenvolvendo soluções inovadoras e assegurando conformidade técnica, metodológica e de performance nos projetos sob sua atuação. Consolidação: realiza auditorias técnicas e diagnósticos avançados em sistemas de automação, propondo soluções de alta performance. Documentos de Engenharia: valida documentos técnicos e define padrões para parametrização, testes e integração. Desenvolvimento: desenvolve e integra soluções complexas entre sistemas distintos (SCADA, SDCD, CLPs, bancos de dados e redes). Testes: conduz FATs e TAFs multissistema, validando desempenho, segurança e interoperabilidade. Implantação: apoia líderes e engenheiros em projetos de alta complexidade, garantindo confiabilidade técnica das entregas. Comissionamento e Startup: participa das fases críticas de comissionamento, atuando na resolução de falhas e ajustes em tempo real. Operação Assistida: propõe melhorias e automações complementares para ganhos de eficiência operacional. Treinamento: ministra treinamentos técnicos avançados e atua como consultor interno em sua especialidade. - Atua com autonomia técnica total em sua área de especialização. - Valida metodologias, soluções e resultados técnicos de alta complexidade. - Apoia a padronização de soluções e práticas técnicas no departamento. - Não possui autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Especialista de Automação III Atuar como autoridade técnica em múltiplas tecnologias ou arquiteturas de automação, responsável pela padronização tecnológica, inovação, suporte técnico de alto nível. Consolidação: realiza análises estratégicas de tecnologias, propondo melhorias contínuas e direcionamentos técnicos para o departamento. Documentos de Engenharia: define padrões técnicos e metodológicos de documentação, testes e integração. Desenvolvimento: lidera o desenvolvimento de soluções inovadoras e customizadas para clientes estratégicos e projetos corporativos. Testes: valida metodologias e práticas de teste e aceitação para sistemas complexos e multivendor. Implantação: fornece suporte técnico e consultoria especializada a líderes e engenheiros em projetos estratégicos. Comissionamento e Startup: supervisiona as fases críticas de integração e validação técnica final. Operação Assistida: atua em diagnósticos e otimizações em sistemas críticos, garantindo disponibilidade e confiabilidade. Treinamento: conduz programas internos de capacitação técnica e representa a empresa em eventos técnicos e fóruns de engenharia. - Atua com autoridade técnica total em suas especialidades. - Pode aprovar metodologias, práticas e padrões técnicos do departamento. - Atua como consultor interno e interface técnica com clientes estratégicos. - Não possui autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Engenheiro de Automação I Executar atividades de engenharia de automação, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. Consolidação: participa de levantamentos técnicos e inspeções de campo, validando requisitos e premissas de projeto. Documentos de Engenharia: elabora e revisa documentos técnicos (listas de sinais, diagramas, planos de teste, especificações de instrumentos). Desenvolvimento: desenvolve e valida lógicas de controle, telas de operação e parametrizações de equipamentos, garantindo aderência às normas e práticas internas. Testes: conduz FATs e TAFs de média complexidade, analisando resultados e registrando evidências. Implantação: acompanha e valida integração de sistemas, garantindo conformidade técnica e segurança. Comissionamento e Startup: apoia os líderes e técnicos na execução dos testes de campo, validando ajustes e verificando a funcionalidade global do sistema. Operação Assistida: acompanha o desempenho do sistema e propõe melhorias pósstartup. Treinamento: elabora e aplica treinamentos técnicos para a equipe e clientes. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) ou Gestor de Contrato. - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Engenheiro de Automação II Executar atividades de engenharia de automação complexas, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. Consolidação: coordena levantamentos técnicos e consolida informações de projeto, garantindo padronização e rastreabilidade. Documentos de Engenharia: revisa e aprova documentos de engenharia, garantindo conformidade com normas técnicas e diretrizes corporativas. Desenvolvimento: projeta e valida soluções de automação, integra sistemas multivendor e desenvolve aplicações de controle avançado. Testes: conduz e aprova FATs, TAFs e SATs, garantindo rastreabilidade e performance técnica. Implantação: supervisiona a instalação, integração e validação final de sistemas complexos. Comissionamento e Startup: lidera tecnicamente a equipe de automação na execução de comissionamentos e start-ups, reportando resultados à Coordenação. Operação Assistida: propõe ajustes de performance e atua na análise de confiabilidade e disponibilidade de sistemas. Treinamento: ministra treinamentos técnicos internos e externos, difundindo melhores práticas. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) ou Gestor de Contrato. - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia complexas. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Engenheiro de Automação III Executar atividades de engenharia de automação críticas, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. Consolidação: coordena e valida levantamentos técnicos estratégicos, propondo melhorias e inovações de engenharia. Documentos de Engenharia: define e aprova padrões de documentação, integração e rastreabilidade técnica. Desenvolvimento: projeta, valida e implementa soluções complexas de automação e digitalização industrial (IIoT, Edge Computing, Indústria 4.0). Testes: supervisiona e valida FATs, TAFs e SATs críticos, assegurando aderência às normas e requisitos contratuais. Implantação: supervisiona a integração de sistemas complexos e garante uniformidade técnica entre frentes e contratos. Comissionamento e Startup: atua como autoridade técnica máxima nos comissionamentos, garantindo qualidade e segurança operacional. Operação Assistida: realiza auditorias técnicas e propõe ações estratégicas de melhoria e confiabilidade. Treinamento: atua como mentor técnico e disseminador de boas práticas e inovações em engenharia. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) e/ou Gestor de Contrato, especialmente em contratos estratégicos ou de alta complexidade. - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia críticas. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Tabela 3: Descrição de Cargos de Carreira Técnica no Departamento de Automação. Observações : Responsável Técnico – conforme Política de Designação de Responsáveis Técnicos em Contratos; Gestor de Contrato – conforme Política de Designação de Gestores de Contratos. 2.3.2. Cargos de Carreira Gerencial Cargo Missão Responsabilidade Autoridade Líder de Engenharia I Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos, consultorias e estimativas. Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente Líder de Engenharia II Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Líder de Engenharia III Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Supervisor de Automação Supervisionar o departamento de automação, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da equipe e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. Desenvolvimento da equipe: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a equipe, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Supervisiona as atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. Responsável pelo desempenho e desenvolvimento dos líderes. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a equipe, sendo o elo entre o operacional a coordenação (tático). - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Coordenador de Automação Coordenar o departamento de automação, garantindo resultados técnicos, administrativos e estratégicos. Desenvolvimento da equipe: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a equipe, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs com equipe e gerência com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Coordenação de equipe: líderes, especialistas, engenheiros e supervisores. Gestão de performance: responsável pelos resultados táticos da estrutura vertical do departamento. Gestão organizacional: responsável pela estruturação e melhoria contínua do departamento via PDCA e planos de ação baseado em indicadores, KPIs e OKRs. Representa o departamento junto à diretoria e clientes. Apoia gestão horizontal (quando designado). - Coordena o desempenho técnico e estratégico de todas as células e supervisões da automação. - Define e aprova os planos de ação, indicadores e metas do departamento. - Valida documentos, planos e relatórios técnicos estratégicos. - Tem autoridade sobre alocação de recursos humanos e materiais do departamento. - Representa a Engenharia de Automação perante Diretoria, clientes e órgãos externos. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. Tabela 4: Descrição de Cargos de Carreira Gerencial no Departamento de Automação. Observações : Responsável Técnico – conforme Política de Designação de Responsáveis Técnicos em Contratos; Gestor de Contrato – conforme Política de Designação de Gestores de Contratos. 3. Gestão de Pessoas e Competências 3.1. Objetivo Mais do que sistemas, equipamentos ou tecnologias, o que sustenta o departamento de Automação da Autvix são as pessoas que o compõem. Por isso, este capítulo apresenta como cuidamos do desenvolvimento profissional, estruturamos competências e avaliamos desempenho. Aqui você encontrará: A matriz de competências técnicas e comportamentais que orientam nossas entregas; A forma como as competências se transforma em Planos de Desenvolvimento Individual (PDI); Como os PDIs são conectados à Avaliação de Desempenho , impactando crescimento e carreira; Os rituais de acompanhamento que garantem feedback contínuo e evolução constante. Este modelo está diretamente ligado ao pilar Pessoas do Sistema de Excelência Autvix Group (SEA). 3.2. Como Ler a Matriz de Competências; A matriz define o nível de proficiência esperado por cargo da Engenharia de Automação em quatro dimensões: Bloco 1 – Técnicas: tecnologias e conhecimentos específicos de automação; Bloco 2 – Metodologias, Processos e Ferramentas: métodos de gestão, ferramentas de engenharia e práticas internas; Bloco 3 – Culturais (DNA/Valores Autvix): comportamentos ligados a Segurança, Inovação, Sustentabilidade, Foco no Cliente, Excelência e ao DNA Autvix (Respeito, Confiança, Atitude de Dono, Colaboração, Evolução Contínua); Bloco 4 – Comportamentais (Soft Skills): habilidades socioemocionais aplicadas no dia a dia. 3.2.1 Legenda de Proficiência Técnica e Metodológica Para a interpretação numérica da matriz, N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento; 0 – Não conhece; 1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação); 2 – Conhece o básico, precisa de suporte e/ou supervisão; 3 – Atua sozinho em cenários simples; 4 – Atua sozinho em cenários complexos; 5 – Mentor ativo, referência de boas práticas; 6 – Excelência, referência estratégica e inovação. Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado. 3.2.2. Legenda de Proficiência Cultural e Comportamental Para a interpretação numérica da matriz, N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento; 0 – Não atende; 1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação); 2 – Atende parcialmente; 3 – Atende plenamente em cenários simples; 4 – Atende plenamente em cenários complexos; 5 – Mentor ativo, referência de boas práticas; 6 – Excelência, referência estratégica e inovação; Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado. Onde isso se conecta: Cap. 4 – Jornada de Valor e Catálogo de Serviços (o que entregamos); Cap. 5 – Processos Operacionais (como entregamos); Avaliação de Desempenho e PDI (como evoluímos). 3.3. Matriz de Competências Técnicas As competências técnicas avaliadas para o nível operacional se baseiam não apenas no conhecimento de ferramentas e softwares de automação, mas também no entendimento de disciplinas auxiliares que corroboram com a experiência do profissional. Assim sendo, abaixo são exemplificadas as principais tecnologias utilizadas pelo departamento, bem como as disciplinas auxiliares: Conceitos e Tecnologias Principais: Categoria Exemplos CLPs Rockwell (RSLogix, Studio 5000), Siemens (Step7, TIA Portal), Schneider (Unity Pro, Control Expert), GE Fanuc (Proficy Machine), além do conhecimento das 5 linguagens IEC 61131-3 (Ladder, FBD, ST, SFC, IL). Supervisórios e IHMs Rockwell (FTView ME/SE), Siemens (WinCC), Schneider (Vijeo e EcoStruxure) e Intouch.   Acionamentos Rockwell (PowerFlex), Siemens (Simocode, Sinamics, Micromaster), Schneider (Altivar, SoMove) SCADA GE iFIX, Aveva System Platform (Wonderware). SDCD ABB 800xA / 450, Emerson DeltaV, Foxboro Invensys, Rockwell PlantPAX, Siemens PCS7, Yokogawa CENTUM. Instrumentação – Leitura e Interpretação Leitura de diagramas de malha (Loop Diagrams), P&IDs, listas de instrumentos (ISA-20), fichas técnicas e folhas de dados. Instrumentação – Configuração Parametrização e calibração de transmissores, posicionadores e válvulas (HART, Fieldbus, Profibus-PA, Foundation FF). Instrumentação – Cálculos e Compensações Cálculos de vazão, pressão, nível e temperatura; compensações térmicas, densidade e correções de range Redes industriais comuns Modbus-TCP/RTU, Ethernet/IP, Profibus DP, Profinet, OPC DA. Redes industriais especiais Fieldbus Foundation, Profibus PA, DeviceNet, ControlNet, CANOpen, EtherCAT, IEC 61850, OPC UA/AE Segurança Funcional (Safety) Conhecimento das normas, dispositivos de segurança (CLPs, Relés, Chaves, Sensores), aplicação prática em SIS e capacidade de análise de risco (SIL / PL). Linguagens de programação médio nível C, C++, C#, aplicadas a ferramentas de engenharia, integração e sistemas embarcados. Linguagens de programação alto nível Python, Java, JavaScript, Perl, Ruby — aplicadas em automação de dados e integração de sistemas de automação. Montagem e manutenção de computadores Montagem, manutenção, instalação, configuração de sistemas operacionais e softwares, bem como o diagnóstico de falhas. Idioma inglês Habilidades linguísticas: compreensão auditiva (listening), fala (speaking), leitura (reading) e escrita (writing). IA aplicada a automação Machine Learning, Deep Learning, LLMs, Visão Computacional, Análise Preditiva, NLP, GANs, IA generativa. Máquinas Virtuais Utilização de software de ambiente virtual (VMware / Hyper-V) para desenvolvimento, testes, simulações e ambientes redundantes. Excel Fórmulas avançadas, gráficos, filtros, tabelas dinâmicas, Power Query, VBA / Macros, dashboards técnicos. Desenho Técnico Conceitos de desenho técnico (vistas, cotas, representações 2D). Normas e regulamentações ISA 5.1, ISA 84, IEC 61131-3, IEC 61508, IEC 61511, IEC 62443, NR-10, NR-12, NR-13, NBR 5410. Outras competências Integração TI/TA, IoT Industrial, Edge Computing, virtualização de sistemas, digital twins e Indústria 4.0 Tabela 5: Conceitos e Tecnologias Principais da Automação. Dessa forma, a Matriz de Competências Técnicas (Bloco 1) pode ser escalonada por cargo conforme tabela abaixo: Competência EST A1 A2 A3 J1 J2 J3 P1 P2 P3 S1 S2 S3 CLP 1 2 2 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 Supervisório/IHM 1 2 2 2 2 2 2 3 4 4 4 4 4 Acionamentos 1 2 2 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 SCADA 0 2 2 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 SDCD 0 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Instrumentação (Leitura de Documentos) 1 2 2 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Instrumentação (Sensores e Atuadores) 1 1 1 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Instrumentação (Cálculos e Compensações) 0 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Redes industriais comuns 1 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Redes industriais especiais 0 1 1 1 1 1 2 2 3 4 4 4 4 Segurança Funcional (Safety) 0 0 0 0 1 1 2 2 3 3 4 4 4 Linguagens de Médio Nível 1 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Linguagens de Alto Nível 0 0 0 0 1 1 1 1 1 2 3 3 3 Montagem e Manutenção de PC 2 2 2 2 2 2 3 3 3 4 4 4 4 Idioma Inglês 2 2 2 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 IA aplicada a automação 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 Máquinas Virtuais 0 1 1 1 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Excel 2 2 2 2 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Desenho Técnico 0 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 4 MS Project NA NA NA NA NA NA NA 1 2 3 3 3 3 Power BI NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA 2 2 2 Tabela 6: Matriz de Competências Técnicas. 3.4. Matriz de Competências Metodológicas Competência EST A1 A2 A3 J1 J2 J3 P1 P2 P3 S1 S2 S3 Normas Técnicas de Automação e Elétrica (NBR5410, IEC 61131 Linguagens de Programação CLP) 1 2 2 2 2 2 2 3 3 4 4 4 4 Normas técnicas de Instrumentação e Controle (ISA 20, 75, 84, 95 / IEC 60079 – Áreas Classificadas / EX) 0 2 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 4 Normas Técnicas de Redes em Substações (IEC 61850) 0 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4 4 Normas Técnicas de TI e Cybersegurança (IEC 61784, IEC 62443) 0 1 1 1 1 2 2 3 3 3 4 4 4 Normas Técnicas de Segurança Funcional (IEC 61508 / 61511) 0 1 1 1 1 2 2 3 3 4 4 4 4 Normas de Qualidade e Gestão (ISO / SEA) 1 2 2 2 3 3 3 4 4 5 5 5 5 Gestão de Documentos (SharePoint / Onedrive) 1 2 2 2 3 3 3 4 4 5 5 5 5 SGI – Procedimentos, Instruções e Formulários 1 2 2 2 3 3 3 4 4 5 5 5 5 Modelagem de Processos (BPMN) NA NA NA NA NA NA NA NA NA 1 2 2 3 PDCA / 5W2H NA NA NA NA NA NA NA 1 2 2 3 4 4 Tabela 7: Matriz de Competências Metodológicas. 3.5. Matriz de Competências Culturais Competência EST A1 A2 A3 J1 J2 J3 P1 P2 P3 S1 S2 S3 Segurança 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Inovação 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Sustentabilidade 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Foco no cliente 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Excelência 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Respeito 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Confiança 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Atitude de Dono 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Colaboração 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Evolução Contínua 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Tabela 8: Matriz de Competências Culturais. 3.6. Matriz de Competências Comportamentais Competência EST A1 A2 A3 J1 J2 J3 P1 P2 P3 S1 S2 S3 Autoconhecimento 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Assiduidade 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 Disponibilidade 1 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 Proatividade 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Adaptabilidade e Resiliência 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Comunicação – Escutatória 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Comunicação – Síntese 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Comunicação – Posicionamento 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Pensamento Crítico 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Pensamento Analítico 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Planejamento e Organização 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Qualidade das Entregas 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Empatia Profissional 2 3 3 3 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Relacionamento Técnico com o cliente NA 2 2 2 2 3 3 4 4 4 5 5 5 Inteligência Emocional 2 3 3 3 3 3 3 3 4 4 5 5 5 Resolução de Problemas 2 2 2 2 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Visão Sistêmica 1 2 2 2 3 3 3 4 4 4 5 5 5 Liderança Situacional NA NA NA NA NA NA NA NA 3 3 3 3 4 Delegação NA NA NA NA NA NA NA NA 3 4 5 5 5 Negociação e Influência NA NA NA NA NA NA NA NA 3 4 4 4 4 Gestão de Pessoas NA NA NA NA NA NA NA NA NA 2 3 3 3 Gestão de Conflitos NA NA NA NA NA NA NA NA 3 4 4 4 4 Tomada de Decisão Operacional NA NA NA NA NA NA NA NA 3 3 4 4 4 Tomada de Decisão Estratégica NA NA NA NA NA NA NA NA NA 3 4 4 4 Gestão de Projetos NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA Relacionamento Estratégico com o cliente NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA Visão Estratégica NA NA NA NA NA NA NA NA NA NA 3 3 3 Tabela 9: Matriz de Competências Comportamentais. 3.7. Trilhas de Carreira Estagiário; Assistente de Automação; Técnico ou Analista de Automação. A partir deste ponto, o profissional pode seguir dois caminhos distintos ( carreira em Y): Carreira Especialista: Especialista → Engenheiro → Consultor; Carreira Gerencial: Lider → Supervisor → Coordenador Independentemente da trilha, profissionais Pleno ou Sênior podem assumir a função de Responsável Técnico em projetos específicos. 3.8. Procedimento de Onboarding O início da jornada do novo colaborador dentro do departamento da automação é denominado “ onboarding ”. Este termo define de forma clara e objetiva o processo de embarque do profissional dentro da trila de cultura da empresa, bem como pela trilha de capacitação técnica. Essas trilhas são chamadas Onboarding Institucional e Onboarding Técnico, respectivamente. 3.8.1. Onboarding institucional O Onboarding Institucional é a primeira imersão do colaborador na cultura da Autvix, Ele acontece logo após a admissão e tem como objetivo alinha identidade, valores e normas que orientam a conduta de todos. 3.8.1.1. Objetivos do Onboarding Institucional Apresentar a cultura da Autvix, com base no Código de Excelência Autvix Group (SEA); Formalizar compromissos éticos, de segurança , meio ambiente e confidencialidade; Cumprir os treinamentos normativos obrigatórios (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, LGPD, Segurança da Informação); Garantir que todos os colaboradores conheçam seus direitos , benefícios e responsabilidades. 3.8.1.2. Conteúdo do Onboarding Institucional Cultura Autvix: Valores, DNA e Pilares do SEA; Políticas e normas; Condutas esperadas e não permitidas; Treinamentos obrigatórios: Segurança do Trabalho, EPIs, NRs aplicáveis, PGR, PCMSO; Benefícios e direitos: planos, vales, seguro, entre outros. 3.8.2. Onboarding Técnico (Automação) O Onboarding Técnico é uma etapa posterior ao onboarding institucional, em que o colaborador passa a atuar dentro da Automação. Aqui ele conhece os processos , rotinas e serviços específicos da área, acelerando a curva de aprendizado e reduzindo erros no início da atuação. 3.8.3. Objetivos do Onboarding Técnico Introduzir os processos, serviços e normas técnicas da Automação; Capacitar o colaborador para executar suas funções com segurança e eficiência; Acelerar a curva de aprendizado técnico, garantindo qualidade nas entregas. 3.8.4. Estrutura do Onboarding Técnico Primeiro Dia Apresentação do Organograma da Automação; Conferência dos Equipamentos de trabalho, bem como revisão de EPIs, uniforme e crachá (quando funcionário); Checagem da Configuração de acessos (Outlook, Teams, SharePoint, OneDrive, Servidor de Dados, Servidor de VMs, Academia Autvix), bem como RHvix (quando funcionário); Apresentação dos diretórios sobre os Processos Operacionais (SIPOCs e fluxos BPMN), Procedimentos e Formulários; Apresentação do diretório sobre o Manual do Departamento de Automação. Primeira Semana Sanar possíveis dúvidas do novo colaborador quanto ao Manual do Departamento de Automação junto à liderança; Sanar possíveis dúvidas do novo colaborador quanto aos Processos Operacionais junto à liderança; Realizar treinamento técnico direcionado pela liderança; Registro de atividades conforme a Política de Gestão de Tarefas; Participação no Diálogo Semanal de Segurança (DSS). Primeiro Mês Execução supervisionada das atividades. Tarefas de complexidade simples e em ambiente controlado; Monitoramento comportamental, cultural, técnico e metodológico do novo colaborador, com feedback informal e registro. Segundo Mês Execução supervisionada das atividades; Monitoramento comportamental, cultural, técnico e metodológico do novo colaborador, com feedback informal e registro; Entregas validades por indicadores de qualidade e prazo. Terceiro Mês Execução supervisionada das atividades; Feedback formal estruturado com base no desempenho do trimestre; Definição e acompanhamento do PDI inicial. 3.8.5. Condutas esperadas Cumprir rigorosamente os fluxos e padrões de documentação; Utilizar ferramentas padrão do setor (SharePoint, Outlook, Teams, dentre outros softwares da automação); Demonstrar organização, proatividade e zelo com equipamentos e informações. 3.8.6. Marcos de Avaliação 30 dias: avaliação e feedback informal com registro de desempenho e adaptação; 60 dias:   avaliação e feedback informal com registro de desempenho e adaptação; 90 dias: avaliação e feedback formal com registro do desempenho e adaptação nos pilares (técnica + metodológica + cultural + comportamental), consolidando o período de experiência. 4. Jornada de Valor e Catálogo de Serviços 4.1. Objetivo A jornada de valor do Departamento de Automação representa o fluxo de atividades que transforma demanda técnicas em soluções completas para os clientes internos e externos. Este capítulo descreve os principais serviços realizados pela área, desde o levantamento inicial até o encerramento do projeto, assegurando padronização , qualidade e centralidade no cliente. A jornada segue os princípios do Sistema de Excelência Autvix (SEA) , estruturando-se em macroprocessos que garantem clareza sobre entradas (inputs) , atividades , saídas (outputs) e responsáveis em cada etapa. 4.2. Diagrama da Jornada 4.2.1. Fluxo da Jornada da Automação Consolidação: Levantamento de requisitos e consolidação técnica; Documentos de Engenharia: Elaboração, revisão e validação de documentos técnicos (fluxogramas, listas de sinais, arquiteturas de rede, diagramas lógicos, etc.); Desenvolvimento: Programação de CLP, SDCD, IHM, SCADA e sistemas supervisórios; configuração de acionamentos, instrumentação e redes industriais; Testes: Execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF); Implantação: Carregamento de software/hardware, configuração, parametrização e integração do sistema desenvolvido; certificação de equipamentos e redes em campo; Comissionamento & Startup: Testes a frio (ponto a ponto, intertravamento, sequência, malha, redundância), testes a quente e testes de operacionalidade para validação do sistema e aceite inicial do cliente; Operação Assistida: Acompanhamento pós-startup, ajustes e monitoramento; Treinamento: Capacitação de operadores e equipe técnica para uso/manutenção; Encerramento: Entrega de databook, documentação final “as built”, aceite formal e registro de lições aprendidas. 4.2.2. Entradas (Inputs) para o Catálogo de Serviços Para o catálogo de serviços do departamento de automação, são consideradas as entradas (inputs) base conforme listado: Proposta Técnica: Contém o escopo do serviço contratado; Cronograma: Contempla os prazos e sequência de entregas contratadas; Histograma: Contém o corpo técnico previsto para o atendimento ao contrato; Planejamento e Controle do Projeto (PCP): Contempla o memorial do contrato; Documentação Modelo: Documentação base controlada pelo Sistema de Gestão Integrada (SGI). A tabela a seguir lista o catálogo de serviços do Departamento de Automação. 4.3. Catálogo de Serviços Nome do serviço Descrição Aprovador da execução Inputs Outputs Prazo (SLA) Consolidação Técnica Estudo da documentação técnica e resolução de possíveis dúvidas e/ou desvios. Pode ser necessário levantamento de campo para consolidações adicionais. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, além dos documentos internos ou do cliente. Relatório de Consolidação Conforme Cronograma do Contrato Documentos de Engenharia Elaboração, revisão e emissão de documentos técnicos. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, normas e modelo de documento do cliente (caso aplicável) Documentação validada Conforme Cronograma do Contrato Desenvolvimento Programação de sistemas de controle, supervisão, acionamentos, instrumentação e redes industriais. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, além das Especificações, Descritivos e demais documentações técnicas. Backup dos sistemas desenvolvido e versões Conforme Cronograma do Contrato Testes Execução de testes internos, Pré-TAF, TAF e Joint-TAF. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, além dos softwares, hardwares e plano de testes (CTS). Certificados assinados e backups dos softwares validados. Conforme Cronograma do Contrato Implantação Carregamento, configuração, parametrização, integração e certificação de equipamentos e redes. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, além do CI (aba plano de trabalho).   Sistema integrado, Backups dos Softwares e CI (aba implantação) assinado. Conforme Cronograma do Contrato   Comissionamento & Startup   Validação final em campo, liberação do sistema e aceite do startup. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, além do CI (aba plano de trabalho). CI (aba comissionamento) assinado, bem como o RTE Conforme Cronograma do Contrato Operação Assistida Acompanhamento do sistema em operação, ajustes e registros. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação base, com certificados assinados (CTS e CI), bem como as Especificações e Relatórios válidos da última revisão. RDOs, RTEs e backups Conforme Cronograma do Contrato Treinamento Capacitação de operadores e técnicos. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato   Documentação base, além de slides e manuais, e demais recursos de software ou hardware necessários. Certificados e lista de presença. Conforme Cronograma do Contrato Encerramento Finalização formal, entrega de databook e relatório de lições aprendidas. Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato Documentação gerada, backups finais, ART (caso necessário) e PCP final. Termo de Encerramento assinado e Databook. Conforme Cronograma do Contrato. Tabela 10: Catálogo de Serviços da Automação. 5. Processos Operacionais 5.1. Objetivo Os processos operacionais da Automação foram estruturados para garantir padronização , rastreabilidade e qualidade em todas as entregas . Eles traduzem a jornada de valor em etapas claras, apoiadas por ferramentas de gestão ( SIPOC, BPMN, Procedimentos e Instruções de Trabalho ), assegurando conformidade com normas técnicas, requisitos de clientes e o Sistema de Excelência Autvix (SEA). Este capítulo estabelece os processos principais do departamento, sua forma de apuração, os impactos da estrutura vertical e horizontal na gestão, além de regras para registros internos e interface com stakeholders externos. 5.2. Mapa Geral dos Processos Os processos da Automação são estruturados através de Procedimentos, conforme abaixo: PR-E-AUT-001 – Testes; PR-E-AUT-002 – Implantação; PR-E-AUT-003 – Consolidação; PR-E-AUT-00X – Documentação; PR-E-AUT-00X – Desenvolvimento; PR-E-AUT-00X – Treinamento e Consultoria; PR-E-AUT-00X – Encerramento. Os documentos podem ser encontrados no diretório: Z:\07.SGQ\01. ENGENHARIA\0.AUT\01.Procedimento 6. Gestão de Interfaces e Relacionamento 6.1. Objetivo O Departamento de Automação interage constantemente com áreas internas, clientes e parceiros externos. Essa interação garante que os processos mapeados nos SIPOCs sejam executados de forma integrada, com insumos entregues na qualidade correta, no prazo e dentro dos requisitos contratuais. O objetivo deste capítulo é descrever como se dá essa gestão de interfaces, destacando os principais stakeholders internos e externos, a natureza da interação e a gestão das comunicações durante os projetos. 6.2. Mapa de Stakeholders Internos Stakeholder Interno Papel / Interface Forma de Relacionamento Gerência Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas. Sob demanda Coordenação Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica. Sob demanda Liderança Avaliação de desempenho, PDI, acompanhamento, abertura de chamados internos, assistência técnica, requisições de folgas, férias e treinamentos. Sob demanda Time Operacional Suporte técnico e solicitações. Diária Departamento Comercial Fornecimento de documentações iniciais (proposta técnica, documentos do cliente). Solicitações de estimativa de serviços. Sob demanda Departamento da Qualidade Disponibilização de documentos internos (RDO, RCT, RTE, RT, etc.) nas últimas revisões. Sob demanda Departamento Administrativo (mobilização e segurança) Controle de documentação administrativa, fornecimento de crachás, uniforme, EPIs com CA válido, treinamentos de segurança, liberações de acesso, registro de ocorrência, PEL. Sob demanda Departamento de Recursos Humanos Controle de documentação de RH Sob demanda TI Fornecimento de recursos materiais (notebook, monitor, etc.) e suporte de infraestrutura digital. Sob demanda Gestão Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas. Conforme contrato Responsáveis Técnicos Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica. Conforme contrato Setores de Apoio Departamentos que prestam apoio ao contrato (ex: planejamento, administrativo, etc.). Conforme contrato Time Operacional Suporte técnico e solicitações Conforme contrato Tabela 11: Mapa de Stakeholders Internos. 6.3. Mapa de Stakeholders Externos Stakeholder Externo Papel / Interface Forma de Relacionamento Autvix CODE Suporte e apoio em demandas (internas ou externas) de inovação tecnológica. Sob demanda Advix Fornecimento de produtos e serviços nos segmentos de energia crítica, instrumentação, IoT, CFTV, etc. Solicitações de estimativa de serviços. Sob demanda Parceiros Comerciais Fornecimento de hardwares e softwares Sob demanda Cliente Direto/Final Fornecimento de recursos (materiais e/ou humanos), disponibilização de responsável para acompanhamento de validação técnica. Aprovações de certificados, relatórios e termos de aceitação. Conforme contrato Tabela 12: Mapa de Stakeholders Externos. 6.4. Política de Atendimento (Princípios de Conduta) O Departamento de Automação adota princípios de clareza , agilidade , segurança e rastreabilidade em todas as suas interações com stakeholders internos e externos. Abaixo são listados os canais de atendimento: O canal oficial de comunicação interna é via plataforma Microsoft Teams; O canal oficial de formalização é via plataforma Microsoft Outlook (e-mail corporativo). O atendimento na Estrutura Horizontal (contratos) possuo especificidades conforme abaixo: O canal de comunicação com cliente pode ser realizado via plataforma Microsoft Teams ou via Grupo de Whatsapp. Esta definição é realizada pelo Planejador do Contrato, informada previamente no TAP; Toda as definições e entregas com clientes devem ser registradas formalmente ( E-mail corporativo e PCP ); Documentos técnicos, relatórios e certificados devem ser emitidos sempre em sua última revisão validade pelo SGI; Prazos de atendimento seguem os SLAs acordados em contrato e devem ser comunicados aos clientes internos e externos; Em atividades de testes, implantação, comissionamento, startup e operação assistida , é obrigatória a coleta das assinaturas nos RDOs; Em atividades de treinamento e/ou consultoria , é obrigatória a coleta das listas de presença; As interações com clientes devem priorizar transparência e rastreabilidade , assegurando alinhamento das expectativas e conformidade contratual. 6.5. Canais de Comunicação A comunicação no Departamento de Automação deve garantir alinhamento entre a estrutura vertical (departamento) e a estrutura horizontal (contratos). 6.5.1. Comunicação Interna Reuniões de alinhamento diárias, semanais e mensais conforme rituais de gestão; Uso de canais internos ( ClickUp, SharePoint, Teams, E-mail ) para atualização de status e registros. 6.5.2. Comunicação Externa Reuniões periódicas com clientes e parceiros para acompanhamento de projetos; Registro formal de FAT, TAF, treinamentos e encerramento de projetos; Emissão de relatórios técnicos (RTE, RDO, certificados) como evidência de execução; Uso de canais externos (Teams, E-mail) para formalizações, atualizações e registros. 6.5.3. Comunicação Documental Toda informação relevante deve ser formalizada em documentos oficiais ( RTE, RDO, PCP atualizado, backups ) ; As versões de documentos devem ser controladas pelo SGI e disponibilizadas em repositórios oficias. 6.5.4. Fluxo de Comunicação Formal Informações estratégicas fluem entre Diretoria, Gerência e Coordenação; Informações operacionais fluem entre Supervisão, Líderes de Engenharia e equipe técnica; O Gestor de Contrato atua como elo principal com o cliente , garantindo centralidade no cliente (CS e CX). 7. Governança, Controles e Gestão de Riscos 7.1. Objetivo A governança do Departamento de Automação assegura que os processos sejam conduzidos de forma transparente , padronizada e em conformidade com o Sistema de Excelência Autvix (SEA) . Este capítulo apresenta os mecanismos de governança e controle aplicáveis à área, bem como a forma de identificar, monitorar e tratar riscos que possam impactar a operação, os contratos ou a satisfação dos clientes. 7.2. Governança e Controles A governança da Automação garante que as decisões e ações sejam tomadas de forma controlada, com clareza sobre quem pode fazer o quê , e que os riscos operacionais sejam monitorados e mitigados. O equilíbrio entre agilidade e controle permite a delegação de autoridade de forma segura, evitando falhas e reforçando a confiabilidade dos serviços. 7.3. Matriz de Alçadas do Departamento A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura vertical (organização): Processo / Atividade Analista SGI Coordenador SGI Gerente SGI / Diretor Técnico Diretoria Executiva Definição de Políticas Não Contribui Propõe Ajustes Homologa Melhoria de Processos Sugere Participa Valida com SGI Homologa Aquisição de recursos materiais Sugere Valida Aprova N.A. Avaliação de Desempenho e PDI Participa Valida com Coordenação Homologa N.A. Movimentação de Pessoal Não Sugere Valida com Gerência Decide Contratação de serviços terceirizados Não Sugere Recomenda Decide Tabela 13: Matriz de Alçadas do Departamento. A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura horizontal (contratos): Processo / Atividade Analista SGI Gerente SGI / Diretor Técnico Gestor de Contrato Aquisição de recursos materiais Sugere Valida Aprova Aprovação de Home Office Sugere Valida com Gestor do Contrato Aprova Aprovação de Folgas Sugere Valida com Gestor do Contrato Aprova Contratação de serviços terceirizado Não Sugere Aprova Controles Internos Apoia Valida tecnicamente Aprova Desempenho contratual N.A. Valida com Gestor do Contrato Reporta desempenho à Gerência e Diretoria Tabela 14: Matriz de Alçada da Vertical da Automação. 7.4. Gestão de Riscos O objetivo da gestão de riscos é reduzir impactos negativos , garantir a integridade das entregas e aproveitar oportunidades de melhoria contínua e inovação. Os riscos são classificados em Estratégicos , Operacionais , Financeiros e de Conformidade , sendo monitorados por controles preventivos e planos de contingência. 7.4.1. Matriz de Riscos Operacionais Risco Impacto Probabilidade Mitigação Responsável Falha no servidor de VMs Paralisação de operações Média Plano de recuperação de desastres (DRP) Coordenação de Automação / TI Erro de programação de sistemas Má funcionalidade / Falhas de processo Média Plano de rollback de software Responsável Técnico Retrabalho por falha em documentação Atrasos e aumento de custo Média Alocação de equipe de correção Responsável Técnico Falhas de integração entre sistemas Perda de confiabilidade do sistema Média Acionamento de equipe sênior para correção Responsável Técnico Uso inadequado de EPIs Acidentes e afastamentos Baixa Acionamento de SESMT, plano de substituição Responsável Apoio (segurança) / SESMT Perda de dados técnicos Reprogramação, atrasos Baixa Recuperação via cópias locais Responsável Técnico Falta de assinatura em RDOs Não reconhecimento de atividades Média Revalidação junto ao cliente Responsável Apoio (planejamento) Tabela 15: Matriz de Riscos Operacionais da Automação. 7.4.2. Matriz de Riscos Estratégicos Risco Impacto Probabilidade Mitigação Responsável Perda de mercado por defasagem tecnológica Redução de competitividade e perda de contratos Média Parcerias com fornecedores para atualização Coordenação de Automação Dependência de poucos clientes Risco financeiro e de instabilidade comercial Média Expansão comercial Gerência / Diretoria Mudanças tecnológicas disruptivas Obsolescência de soluções Média Criação de squads de inovação Coordenação de Automação Escassez de mão de obra especializada Atraso em projetos, aumento de custos de pessoal Alta Contratação emergencial de mercado Coordenação de Automação / RH Falha de reputação em contratos estratégicos Perda de credibilidade e novos negócios Baixa Plano de comunicação em crise Diretoria / Gerência Tabela 16: Matriz de Riscos Estratégicos da Automação. 7.4.3. Matriz de Riscos Financeiros Risco Impacto Probabilidade Mitigação Responsável Estouro de orçamento Redução da margem contratual Média Negociação de aditivos contratuais Gestor de Contrato Divergência de horas apontadas x contratadas Conflitos com cliente, prejuízo financeiro Média Ajuste em relatórios com cliente Responsável Apoio (planejamento) / Gestor de Contrato Custos adicionais de mobilização Aumento inesperado de despesas Baixa Fundo de contingência Gestor de Contrato Penalidades por atraso contratual Multas e desgaste de relação Média Negociação de prazos com cliente Gestor de Contrato Flutuação cambial em hardware importado Aumento no custo de insumos Média Hedge ou renegociação de preço Financeiro / Diretoria Inadimplência de clientes Perdas de receita Baixa Renegociação ou acionamento jurídico Financeiro / Diretoria Tabela 17: Matriz de Riscos Financeiros da Automação. 7.4.4. Matriz de Riscos de Conformidade Risco Impacto Probabilidade Mitigação Responsável Descumprimento de normas ISA/IEC Não conformidade técnica de auditorias Baixa Ação corretiva imediata Responsável Técnico Descumprimento NR-10/NR-12 Acidentes, penalidades legais Baixa Paralisação imediata até regularização Responsável de Apoio (Segurança) / SESMT Falha em requisitos ambientais Multas e embargos ambientais Baixa Plano de adequação ambiental Responsável de Apoio (Administrativo) Não atendimento à LGPD Multas e ações judiciais Baixa Notificação à ANPD e plano de resposta Jurídico / TI Uso de softwares sem licença Penalidades em auditorias externas Baixa Aquisição imediata de licenças Coordenação de Automação / TI Falta de evidência documental (RTE, RDO, etc.) Glosas contratuais, perda de certificações Média Reconciliação documental com cliente Gestor de Contrato Exposição cibernética Interrupção de operações, vazamento de dados Média Ativação do plano de resposta a incidentes TI / Segurança da Informação Tabela 18: Matriz de Riscos de Conformidade da Automação. 7.5. Estruturas de Controle Tem como objetivo estabelecer os mecanismos de controle utilizados pelo Departamento de Automação para assegurar a conformidade com requisitos legais, normativos, contratuais e internos, bem como a mitigação dos riscos identificados, a rastreabilidade das atividades e a eficácia da gestão. 7.5.1. Estruturas de Controle Adotadas O Departamento de Automação adota as seguintes estruturas de controle: a) Controle documental : Gestão de documentos técnicos, contratuais e operacionais por meio de controle de versões, padronização de templates, registros de aprovação e armazenamento em repositório oficial, garantindo rastreabilidade, integridade e disponibilidade das informações; b) Checklists operacionais e técnicos : Utilização de checklists padronizados para verificação de conformidade técnica, segurança, qualidade e atendimento a requisitos contratuais, aplicáveis às etapas de planejamento, execução, testes e encerramento das atividades; c) Auditorias internas e revisões técnicas : Realização de auditorias internas, revisões técnicas e validações cruzadas dos entregáveis, com foco na identificação de não conformidades, oportunidades de melhoria e verificação da aderência às normas aplicáveis e aos procedimentos internos; d) Indicadores de desempenho e conformidade : Monitoramento de indicadores operacionais, financeiros, de qualidade, segurança e satisfação do cliente, utilizados como instrumentos de controle e suporte à tomada de decisão gerencial; e) Rituais de gestão : Acompanhamento sistemático das atividades por meio de reuniões de gestão, fóruns de acompanhamento de contratos e análises periódicas de desempenho, riscos e desvios, assegurando ações corretivas e preventivas tempestivas; f) Gestão de riscos : Manutenção e atualização periódica das matrizes de riscos operacionais, estratégicos, financeiros e de conformidade, com definição clara de responsáveis, ações de mitigação e acompanhamento da eficácia dos controles adotados; g) Gestão de mudanças : Avaliação e aprovação formal de alterações de escopo, prazos, custos ou requisitos técnicos, conforme matriz de alçadas definida, garantindo controle sobre impactos e decisões.  7.5.2. Avaliação da Eficácia dos Controles A eficácia das estruturas de controle é avaliada periodicamente por meio de auditorias internas, análises de indicadores, revisões de processos e rituais de gestão, sendo os resultados utilizados para ajustes, ações corretivas e melhoria contínua. 8. Rituais de Gestão 8.1. Objetivo Os rituais de gestão asseguram a execução consistente da estratégia, promovendo alinhamento, acompanhamento de resultados e comunicação eficaz. Eles conectam o trabalho diário da equipe às metas estratégicas descritas no SEA – Sistema de Excelência Autvix , garantindo disciplina, transparência e foco na melhoria contínua. 8.2. Rituais Operacionais Rituais diretamente ligados à execução de atividades, acompanhamento de contratos, projetos, indicadores operacionais e entregas ao cliente. Ritual de Gestão Objetivo Frequência Duração Média Participantes Outputs / Resultados Esperados Acompanhamento Diário Coletar status das atividades e ajustar prioridades Diária 10 a 15 minutos Time Operacional, Responsáveis Técnicos Ajuste de prioridades Reunião Semanal de Projetos Acompanhar cronograma, recursos e desvios. Semanal 60 minutos Time Operacional, Responsáveis Técnicos, Planejador, Gestor de Contrato Plano de ação + Ata de Reunião Reunião Semanal de Faturamento Acompanhar status de medições e faturamentos. Semanal 30 a 45 minutos Planejador + Gestor de Contrato Plano de ação + Atualização ClickUp Pitch de Contratos Acompanhamento periódico dos contratos. Quinzenal 50 minutos Coordenador e Líderes de Engenharia Plano de ação Monitoramento de Satisfação do Cliente* Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto Mensal 15 minutos Gestor de Contrato Plano de ação Reunião Mensal de Indicadores e Performance Avaliar KPIs e desvios contratuais. Mensal 60 a 90 minutos Gestor de Contrato + Diretoria Relatório mensal consolidado Pesquisa de Satisfação do Cliente* Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto Ao final de cada Projeto 30 minutos Gestor de Contrato Plano de ação Reunião de Lições Aprendidas Avaliar sucessos, falhas e melhorias. Ao final de cada grande entrega 60 minutos Todos do organograma contratual Documentação das Lições Aprendidas, ações e retroalimentação de processos. Tabela 19: Rituais Operacionais da Automação. 8.3. Rituais Não Operacionais Rituais voltados à gestão de pessoas, cultura, segurança, desenvolvimento, alinhamento estratégico e clima organizacional , sem impacto direto imediato na execução contratual. Ritual de Gestão Objetivo Frequência Duração Média Participantes Outputs / Resultados Esperados Diálogo Semanal de Segurança (DSS) Fortalecer a cultura de segurança dentro do departamento. Semanal 10 a 15 minutos Todos Lista de Presença assinada Feedback Informal Acompanhamento do colaborador, alinhando objetivos e expectativas. Sob demanda 30 minutos Líder e Liderado Monitoramento, alinhamento e registros. Pitch de Equipe Acompanhamento periódico das células operacionais. Quinzenal 50 minutos Coordenador e Líderes de Engenharia Plano de ação Pitch de Melhorias Acompanhamento periódico das melhorias de processo Quinzenal 50 minutos Coordenador e Líderes de Engenharia Plano de ação Café com Gestor Alinhamento cultural e proximidade Mensal 60 minutos Coordenação e equipe convidada Cultura e expectativas alinhadas Reunião de Indicadores Táticos Acompanhamento dos indicadores Mensal 60 minutos Coordenação e Gerência Plano de ação Reunião de Melhorias de Processo Avaliação de viabilidade, priorização e execução. Mensal 60 minutos Coordenação e Gerência Plano de ação Confraternização do Departamento Fortalecimento de relações, integração e clima. Celebração de conquistas do departamento. Quadrimestral* 3 a 4 horas Todos Bem-estar e engajamento Avaliação de Desempenho Dar e receber feedbacks aos colaboradores, alinhando objetivos e expectativas. Semestral 60 minutos Colaborador e Líderes de Engenharia Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) Tabela 20: Rituais Não Operacionais da Automação. 8.4.Tabela de Rituais de Gestão Observação*: conforme PR-G-QMA-006 – Monitoramento e avaliação da satisfação do cliente_Rev.00*. 8.5. Avaliação da Efetividade dos Rituais A efetividade dos rituais será revisada anualmente , considerando: Nível de engajamento e presença dos participantes; Resultados alcançados nos indicadores de performance; Feedback dos colaboradores e gestores. Quando necessário, a Coordenação de Automação ajustará frequência, formato ou outputs para manter os rituais alinhados ao propósito do departamento e às diretrizes do SEA – Sistema de Excelência Autvix. 9. Melhoria Contínua e Inovação 9.1. Objetivo A melhoria contínua e a inovação do Departamento de Automação são sustentadas por processos formais que incentivam a participação da equipe, asseguram a captura do conhecimento e promovem a implementação estruturada de ideias. Essas práticas reforçam a Atitude de Dono e o pilar Processos & Inovação do SEA – Sistema de Excelência Autvix , alinhando esforços individuais às estratégias corporativas. 9.2. Procedimentos de Sugestões Objetivo: Capturar, avaliar e implementar ideias de melhoria ou inovação apresentadas por membros da equipe. Fluxo do Processo: Registro da Sugestão – A ideia é formalizada no HelpVix (categoria “Melhoria/Ideia”); Avaliação Preliminar – Coordenação verifica a viabilidade técnica e alinhamento estratégico; Análise de Impacto – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios; Priorização – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios; Implementação – Aprovadas são integradas ao backlog de projetos ou melhorias; Monitoramento – Resultados acompanhados nos rituais de gestão; Feedback ao Proponente – Comunicação sobre decisão e andamento. 9.3. Processo de Lições Aprendidas Objetivo: Documentar e compartilhar aprendizados, erros e acertos para evitar repetição e potencializar eficiência. Fluxo do Processo: Identificação do Evento – Incidente, projeto ou atividade relevante que gerou aprendizado; Registro da Lição Aprendida – Formulário padronizado com contexto, causa, solução e recomendações; Validação – Revisão pela liderança; Armazenamento – Inserção no repositório interno (WikiVix – seção “Lições Aprendidas”); Disseminação – Compartilhamento nos rituais de gestão e treinamentos; Aplicações – Inclusão dos aprendizados em procedimentos, políticas ou guias técnicos. 9.4. Ferramentas de Apoio HelpVIX – Registro e acompanhamento de sugestões; WikiVix – Repositório oficial de documentação e lições aprendidas; Microsoft 365 (Teams/SharePoint) – Colaboração e acompanhamento de melhorias; Relatórios de SLAs e KPIs – Base para identificação de oportunidades e melhoria. 9.5. Backlog de Melhorias do Departamento Oportunidade Responsável Status Prazo Revisão e atualização dos Formulários dos processos operacionais Coordenação de Automação Planejado 03/2026 Revisão e atualização dos Procedimentos dos processos operacionais Coordenação de Automação Planejado 04/2026 Revisão e atualização dos fluxos BPMN dos processos operacionais Coordenação de Automação Planejado 05/2026 Criação de checklist padrão para início de contratos de automação Coordenação de Automação Planejado 03/2026 Implantação de rotina de lições aprendidas ao final de contratos Coordenação de Automação Em andamento 03/2026 Melhoria do controle de versões e evidências documentais Líderes de Engenharia Planejado 03/2026 Tabela 21: Backlog de Melhorias do Departamento. 10. Gestão de Desempenho 10.1. Objetivo A gestão de desempenho no Departamento de Engenharia de Automação é organizada em dois níveis: KPIs Operacionais: asseguram a execução de processos diários com qualidade, prazo e conformidade; OKRs Estratégicos: traduzem os objetivos de longo prazo em resultados-chave mensuráveis, alinhando a área à estratégia corporativa. 10.2. KPIS de Rotina (Operacionais) Indicador Meta Fórmula de Cálculo Responsável pelo Monitoramento Produtividade >95% Supervisores (ou Lideres) Previsto x Realizado >1 Supervisores (ou Lideres) % de Retrabalho <5% Supervisores (ou Lideres) % de Ociosidade <5% Supervisores (ou Lideres) % de Atividades não liberadas <5% Supervisores (ou Lideres) Freq_NPS (Frequência de Monitoramento da Satisfação dos Clientes) >75% Supervisores (ou Lideres) NPS (Satisfação do Cliente) >90% Conforme Procedimento Supervisores (ou Lideres) Tabela 22: KPIs Operacionais. 10.3. KPIS Táticos Indicador Meta Fórmula de Cálculo Responsável pelo Monitoramento % de não conformidades em Teste Interno <10% Coordenador % de não conformidades em Pré-TAF 0% Coordenador % de não conformidades em TAF 0% Coordenador % de não conformidades em Joint-TAF 0% Coordenador % de não conformidades em Implantação 0% Coordenador % de colaboradores com conhecimento técnico >30% Coordenador Tabela 23: KPIs Táticos. 10.4. OKRS Estratégicos Objetivo (O) Resultado-chave (KR) Prazo Responsável O1: Mapear 100% dos processos do departamento de automação KR1: Criar SIPOC dos processos e documentar junto ao SGI 2025/2 Coordenação KR2: Criar BPMN dos processos e documentar junto ao SGI. 2025/2 Coordenação KR3: Criar procedimento dos processos e documentar junto ao SGI. 2025/2 Coordenação KR4: Criar formulário dos processos e documentar junto ao SGI. 2025/2 Coordenação KR5: Criar instrução dos processos e documentar junto ao SGI 2025/2 Coordenação KR6: Criar manual do departamento e documentar junto ao SGI. 2025/2 Coordenação O2: Reduzir em 20% a taxa de retrabalho em projetos KR1: Criar indicador de % de Retrabalho 2026/1 Coordenação KR2: Integrar indicador no RHvix para acompanhamento e redução do retrabalho. 2026 Coordenação O3: Aumentar 10% de colaboradores com conhecimento técnico (tecnologias críticas) KR1: Mapear capacitação dos colaboradores. 2026/1 Coordenação KR2: Criar calendário de capacitação nas tecnologias críticas. 2026/1 Coordenação KR3: Treinar e medir capacitação efetiva. 2026/1 Coordenação Tabela 24: OKRs Estratégicos. 10.5. Ciclo de Planejamento Estratégico Etapa Descrição Frequência Responsável Análise de Cenário (SWOT) Identificação de forças, fraquezas, oportunidade e ameaças Anual Diretoria / Gerência Definição de Metas Estabelecimento dos objetivos estratégicos Anual Diretoria / Coordenação Plano de Ações Transformação de metas em projetos estratégicos Anual Coordenação / Supervisão Monitoramento e Controle Acompanhamento dos KPIs e OKRs em rituais de gestão Mensal Coordenação / SGQ Feedback e Evolução Revisão dos resultados e lições aprendidas, ajustes para o próximo ciclo Anual Diretoria / Gerência Tabela 25: Ciclo de Planejamento Estratégico. 11. Controle de Documento 11.1. Objetivo O Coordenador é o responsável formal pela atualização deste manual, podendo delegar a tarefa às lideranças operacionais mediante autorização formal. Toda alteração deve seguir o processo de revisão documentada, mantendo registro das versões anteriores, com data, responsável pela elaboração, verificação, aprovação e observações pertinentes. 11.2. Controle de Versões Versão Data Responsável Mudanças A 22/12/2025 RHRSS Emissão inicial Tabela 26: Controle de Versões. 12. Glossário de Termos Técnicos e Siglas 12.1. Objetivo Esclarecimento da terminologia usada no documento, dando ao leitor um recurso de aprendizado para melhor entendimento do conteúdo apresentado. Termo / Sigla Definição ADM Departamento de Administração ART Anotação de Responsabilidade Técnica BPMN Business Process Model and Notation CI Certificado de Implantação CLP Controlador Lógico Programável CS Customer Success (Sucesso do Cliente) CTS Certificado de Teste de Software CX Customer Experience (Experiência do Cliente) DF Descritivo Funcional DSS Diálogo Semanal de Segurança FAT Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica) IoT Internet of Things Joint-TAF Teste de Aceitação de Fábrica conjunto com cliente KPI Key Performance Indicator (Indicador-chave de Desempenho) MD Memorial Descritivo NR-10 Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações Elétricas NR-12 Norma Regulamentadora de Segurança em Máquinas e Equipamentos NR-13 Norma Regulamentadora de Caldeiras e Vasos de Pressão OPC Open Platform Communications PEL Plano de Emergência Local PCP Planejamento e Controle de Projeto PDI Plano de Desenvolvimento Individual PL Performance Level RCT Relatório de Consolidação Técnica RDO Relatório Diário de Obra RTE Relatório Técnico de Evidências SAT Site Acceptance Test (Teste de Aceitação em Campo) SCADA Supervisory Control and Data Acquisition SEA Sistema de Excelência Autvix SDCD Sistema Digital de Controle Distribuído SGI Sistema de Gestão Integrado SGQ Sistema de Gestão da Qualidade SIL Safety Integrity Level SIPOC Supplier – Input – Process – Output – Customer SLA Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço) TAF Teste de Aceitação de Fábrica TA Tecnologia de Automação TA/IT Integração Tecnológica da Automação e Tecnologia da Informação TI Tecnologia da Informação Tabela 27: Glossário de Termos Técnicos e Siglas. 13. Anexos 13.1. Anexo 1 - Legenda das Competências Culturais Competência Descrição Escala Específica (0-6) Segurança Atua com responsabilidade e zelo pela integridade física, emocional e patrimonial, seguindo normas de segurança e promovendo o cuidado coletivo.   0 – Ignora normas e orientações de segurança, realizando atividades sem análise de risco. 1 – Possui noções básicas sobre segurança, mas depende de supervisão constante para aplicá-las. 2 – Cumpre parcialmente as normas, reagindo a incidentes em vez de preveni-los. 3 – Cumpre e incentiva o cumprimento das normas; interrompe atividades inseguras quando necessário. 4 – Identifica riscos antecipadamente, utilizando corretamente as ferramentas de segurança (exemplo: EPIs, APRs, etc) praticando cuidado ativo e influenciando colegas em condutas seguras. 5 – Atua como referência e orienta outros sobre práticas seguras, participando de treinamentos e auditorias. 6 – Lidera programas e iniciativas de segurança, promovendo cultura preventiva em toda a equipe. Inovação Propõe novas ideias, soluções e melhorias, promovendo a evolução contínua dos processos e resultados da organização.   0 – Rejeita novas ideias, mantém práticas ultrapassadas e resiste a mudanças. 1 – Demonstra curiosidade por novas abordagens, mas ainda não aplica na prática. 2 – Testa pequenas melhorias sem planejamento ou mensuração de resultados. 3 – Propõe melhorias práticas na rotina, compartilha aprendizados e aplica pequenas melhorias em atividades conhecidas. 4 – Idem ao item 3, porém compartilha e registra os aprendizados de forma estruturada (exemplo: Academia Autvix), se preocupando com o histórico das soluções encontradas, liçoes aprendidas e aplicação das melhorias. 5 – Idem ao item 4, além de ser um agente referência no tema, estimulando o comportamento com a equipe de forma eficaz. 6 – Lidera projetos de inovação com impacto organizacional e resultados mensuráveis.   Sustentabilidade Adota práticas conscientes que minimizam impactos ambientais, sociais e econômicos, alinhadas à responsabilidade corporativa.   0 – Desperdiça recursos e ignora impactos ambientais ou sociais em suas ações. 1 – Reconhece a importância da sustentabilidade, mas ainda não aplica práticas consistentes. 2 – Cumpre parcialmente políticas ambientais ou sociais; aplica ações pontuais. 3 – Atua com responsabilidade no uso de recursos e combate desperdícios. 4 – Idem ao item 3, porém influenciando a equipe positivamente no comportamento sustentável. 5 – Lidera ações sustentáveis no setor, propondo melhorias estruturadas e validadas pelo SGI, integrando boas práticas ambientais e sociais. 6 – Integra sustentabilidade à estratégia do negócio, gerando impacto positivo mensurável.   Foco no Cliente Compreende e antecipa as necessidades dos clientes, entregando valor, qualidade e soluções adequadas. 0 – Demonstra descuido com solicitações do cliente e falha em cumprir compromissos. 1 – Reconhece a importância de atender bem, mas ainda não age de forma consistente. 2 – Cumpre solicitações básicas, porém sem empatia ou clareza na comunicação. 3 – Atende com cordialidade, cumpre prazos e entrega restritamente o que foi combinado. 4 – Idem ao item 3, porém na medida do possível, busca antecipar as necessidades do cliente propondo soluções para a liderança interna, mantendo uma comunicação clara e proativa. 5 – Idem ao item 4, além de ser reconhecido pelo cliente pela qualidade do atendimento e do conceito de "cliente no centro", orientando colegas sobre as boas práticas. 6 – É excelente no quesito, sendo um agente de relacionamentos estratégicos e de longo prazo, promovendo melhorias estruturais, difundindo o conceito para toda a equipe direta/indireta, gerando resultado positivo.   Excelência Busca continuamente o aprimoramento técnico, operacional e comportamental, garantindo resultados de alta qualidade. 0 – Entrega tarefas com falhas recorrentes e sem atenção à qualidade. 1 – Demonstra interesse em melhorar, mas ainda não mantém consistência nas entregas. 2 – Cumpre parte dos padrões esperados, necessitando revisões frequentes. 3 – Entrega com qualidade e confiabilidade, atendendo aos padrões estabelecidos. 4 – Busca constantemente aprimorar suas entregas, pondo em prática as lições aprendidas. 5 – É referência de excelência perante equipe e clientes, influenciando Influencia o comportamento de excelência junto a equipe, revisa e orienta colegas para garantir excelência técnica. 6 – Implementa práticas de melhoria contínua e eleva os padrões de desempenho da área.   Respeito Age com postura ética, empatia, educação e consideração com colegas, clientes e parceiros, reconhecendo a diversidade e valorizando o outro. 0 – Usa linguagem inadequada, ignora hierarquias ou desrespeita diferenças. 1 – Demonstra noções básicas de respeito, mas reage mal a divergências. 2 – Age com respeito na maioria das situações, podendo falhar sob pressão. 3 – Trata todos com cortesia, escuta opiniões, respeita o espaço do colega de trabalho e respeita hierarquia. 4 – Idem ao item 3, além de demonstrar a competência mesmo em conflitos e ambientes de tensão. 5 – Idem ao item 4, além de ser referência de boas práticas, intervindo, quando necessário, para manter o respeito mútuo e orientação dos colegas sobre conduta adequada. 6 – Idem ao item 5, além de constantemente demonstrar a busca pela excelência na competência, sendo exemplo de comportamento ético e relacional, promovendo ambiente inclusivo e respeitoso.   Confiança Atua de forma transparente e coerente, inspirando credibilidade e segurança nas relações profissionais.   0 – Falha em cumprir compromissos e transmite informações incorretas. 1 – Entende a importância da confiança, mas ainda demonstra inconsistências. 2 – Cumpre o que promete, mas falha ocasionalmente na comunicação. 3 – É confiável e coerente, cumpre compromissos e compartilha informações com transparência. 4 – Mesmo em situações difíceis, independente do relacionamento (equipe, cliente interno e externo), mantem coerência e transparência defendendo a cultura da confiança. 5 – É referência em credibilidade e fortalece o clima de confiança no time. 6 – Cria e mantém cultura de confiança institucional, liderando com transparência e coerência.   Atitude de Dono Demonstra senso de pertencimento, responsabilidade e foco em resultados, agindo como dono do negócio e buscando continuamente o melhor para a empresa.   0 – Limita-se às próprias tarefas, ignora problemas e espera ordens para agir. 1 – Demonstra vontade de contribuir além da tarefa, mas sem consistência. 2 – Resolve pequenas demandas, mas ainda depende de direcionamento constante. 3 – Cuida dos recursos diretos e indiretos (EPIs, equipamentos de trabalho, veículos, marca, etc) demonstrando sentimento de dono. 4 – Idem ao item 3, além de adotar atitude responsável até a entrega, agindo proativamente de forma a antecipar riscos, propondo soluções para o todo. 5 – Idem ao item 4, inspirando senso de dono e influenciando a equipe, dando apoio em decisões que beneficiam a empresa. 6 – Atua com visão sistêmica e estratégica, garantindo sustentabilidade e resultados de longo prazo.   Colaboração Atua de forma cooperativa com as equipes, valorizando o trabalho em equipe, compartilhando informações e contribuindo para o sucesso coletivo.   0 – Isola-se, evita trocas e demonstra comportamento competitivo ou negativo. 1 – Participa de interações pontuais, mas ainda atua de forma individualista. 2 – Coopera quando solicitado, mas sem constância e/ou eficácia. 3 – Trabalha bem em equipe, respeitando opiniões, papéis e com comprometimento no resultado. 4 – Idem ao item 3, adotando atitude de sinergia entre equipes com o entendimento e aplicação de que o resultado coletivo é tão importante quanto o individual. 5 – Idem ao item 4, além de colaborar de forma integrada entre áreas, sendo um mentor ativo do espírito colaborativo, engajando a equipe e comprovando resultados. 6 – É excelente no quesito, criando redes de colaboração e sinergia entre áreas, fortalecendo a cultura corporativa.   Evolução Contínua Busca constantemente aprimorar processos, comportamentos e resultados, aplicando lições aprendidas.   0 – Demonstra desinteresse por aprendizado e evita feedbacks. 1 – Aceita aprender quando solicitado, mas sem iniciativa própria. 2 – Busca melhorar pontualmente, sem plano estruturado de desenvolvimento. 3 – Busca aprendizado e aplica novos conhecimentos na prática. 4 – Idem ao item 3, além de buscar constantemente desenvolver soft e hardskills, participando dos treinamentos direcionados pela liderança, cumprindo o PDI, e comprovando a evolução. 5 – Idem ao item 4, além de atuar como multiplicador de conhecimento, apoiando o crescimento da equipe. 6 – É excelente no quesito, criando ambiente de aprendizado contínuo e liderando melhorias sustentáveis.   Tabela 28 - Legenda das Competências Culturais 13.2. Anexo 2 - Legenda das Competências Comportamentais Competência Descrição Escala Específica (0-6) Autoconhecimento Reconhece pontos fortes e limitações; busca feedbacks e trabalha em melhorias pessoais.   0 – Não reconhece falhas nem reflete sobre o próprio comportamento. 1 – Demonstra curiosidade inicial sobre autodesenvolvimento. 2 – Apresenta dificuldade em reconhecer seus limites e o impacto de suas ações. 3 – Reconhece parcialmente seus pontos fortes e limitações e busca orientação. 4 – Demonstra clara percepção de seus pontos fortes e oportunidades de melhoria, ajustando-se adequadamente e comprovando evolução sem necessidade de feedbacks reincidentes. 5 – Idem ao 4, além de apoiar colegas no desenvolvimento do autoconhecimento e controle emocional. 6 – Idem ao 5, além de ser exemplo em autoconhecimento, reconhecendo limitações e ajustando comportamentos de forma autônoma, eficaz e estratégica. Assiduidade Demonstra assiduidade, avisa com antecedência sobre imprevistos e mantém comprometimento com as entregas.   0 – Falta ou atrasa frequentemente, sem justificativa. 1 – Demonstra noção de importância da assiduidade, mas sem constância. 2 – Eventualmente apresenta faltas ou atrasos sem justificativa adequada. 3 – Mantém boa frequência e pontualidade, com pequenas exceções. 4 – Cumpre pontualmente horários e compromissos mesmo sob imprevistos, bem como o preenchimento diário do registro de ponto e diários de obra. 5 – Idem ao 4, além de ser exemplo e um agente ativo de orientação à equipe, garantindo o cumprimento da frequência e pontualidade. 6 – É exemplo de excelência em pontualidade e constância, influenciando positivamente a equipe.   Disponibilidade Demonstra disponibilidade para horas extras, viagens e demandas adicionais, mantendo postura colaborativa e foco nos resultados da equipe e da organização.   0 – Recusa atividades fora da rotina, não aceitando viagens, turnos ou ajustes de horário, mesmo diante de necessidades da equipe. 1 – Reconhece a importância da flexibilidade e demonstra interesse inicial em colaborar quando solicitado. 2 – Aceita participar em situações pontuais, mas ainda apresenta restrições de disponibilidade — como locais de trabalho, horas extras, viagens e atividades emergenciais. 3 – Colabora quando solicitado, participando ocasionalmente das situações descritas no ítem 2. 4 – Mantém disponibilidade para as situações do ítem 2, atuando de forma equilibrada e comprometida com as entregas. 5 – Além de atender plenamente ao item 4, incentiva e apoia a equipe no desenvolvimento do senso de disponibilidade e colaboração. 6 – É exemplo de comprometimento e disponibilidade, apoiando a equipe e os clientes em qualquer cenário, sempre dentro das políticas e limites internos.   Proatividade Age com iniciativa, antecipando situações, identificando oportunidades e solucionando problemas antes que ocorram.   0 – Não demonstra iniciativa, aguardando constantemente orientações para agir. 1 – Demonstra curiosidade e interesse em aprender, mas ainda depende de direcionamento para agir. 2 – Apresenta iniciativa pontual ou apenas quando solicitado, com pouca constância. 3 – Executa suas tarefas com autonomia parcial, demonstrando iniciativa em atividades conhecidas. 4 – Atua com autonomia e senso de urgência, identificando e resolvendo problemas antes que se agravem. 5 – Estimula colegas a anteciparem demandas e proporem soluções de forma colaborativa, servindo de exemplo em comportamento proativo. 6 – É referência em iniciativa e antecipação, promovendo inovação, melhoria contínua e mentalidade de dono na equipe. Adaptabilidade e Resiliência Ajusta-se a novas situações, ambientes ou mudanças, demonstrando flexibilidade mental e emocional para lidar com imprevistos, desafios e novas circunstâncias de forma rápida e eficaz.   0 – Reage negativamente a mudanças e contratempos, demonstrando dificuldade em manter a estabilidade. 1 – Reconhece a importância da flexibilidade, mas ainda reage com insegurança diante de imprevistos, demonstrando esforço inicial para melhorar. 2 – Apresenta dificuldade inicial para lidar com mudanças inesperadas, porém esforça-se para se ajustar gradualmente. 3 – Demonstra flexibilidade em situações conhecidas, adaptando-se com orientação e tempo. 4 – Adapta-se bem a novos contextos e recupera-se rapidamente de dificuldades, mantendo foco nos resultados. 5 – Apoia colegas durante momentos de pressão ou transição, contribuindo para o equilíbrio da equipe e servindo como exemplo de estabilidade. 6 – É referência em resiliência e flexibilidade, enfrentando mudanças e desafios com equilíbrio, otimismo e foco construtivo, inspirando confiança e engajamento no time.   Comunicação – Escutatória Ouve ativamente, com foco no que é dito, evitando interrupções, distrações ou julgamentos prévios, promovendo uma comunicação eficaz.   0 – Interrompe frequentemente, não presta atenção e demonstra desinteresse pelo que é dito. 1 – Reconhece a importância de ouvir ativamente, mas ainda se distrai ou forma opiniões antes de compreender toda a mensagem. 2 – Esforça-se para ouvir, porém perde o foco e compreende apenas parte das informações. 3 – Ouve com atenção e respeito em situações simples, evitando interrupções desnecessárias. 4 – Mantém foco e postura atenta, demonstrando compreensão e confirmando o entendimento mesmo em contextos complexos, independente do público. 5 – Pratica escuta ativa, faz perguntas relevantes e contribui de forma construtiva para o diálogo, servindo de exemplo em interações complexas. 6 – É referência em escuta ativa e empatia, fortalecendo a comunicação, a confiança e a colaboração dentro da equipe e com demais áreas da organização. Comunicação – Síntese Resume ideias complexas de forma clara e objetiva, transmitindo o essencial sem perder a precisão ou qualidade da informação ou em um canal inadequado (considerando a urgência, formalidade e conteúdo).   0 – Comunica-se de forma confusa, extensa e sem foco, dificultando o entendimento da mensagem. 1 – Reconhece a importância da objetividade, mas ainda detalha em excesso e tem dificuldade em priorizar as informações essenciais. 2 – Consegue resumir parcialmente, mas ainda deixa dúvidas ou pontos sem clareza. 3 – Transmite informações de forma compreensível e organizada em situações simples. 4 – Sintetiza conteúdos com clareza e foco nos pontos-chave, mantendo fluidez, canal correto e senso de urgência, mesmo em contextos complexos. 5 – Resume ideias complexas de forma estruturada, lógica e assertiva, adequando-se ao público e contexto. 6 – É referência em comunicação objetiva e estratégica, garantindo clareza, engajamento e entendimento mútuo em todos os níveis da organização.   Comunicação – Posicionamento Expressa opiniões ou pontos de vista de forma clara e assertiva, argumentando logicamente e adaptando o discurso ao público. 0 – Evita se posicionar, mesmo quando a situação exige sua contribuição. 1 – Reconhece a importância de se posicionar, mas ainda demonstra insegurança ou falta de clareza ao expressar suas ideias. 2 – Posiciona-se apenas quando solicitado, demonstrando pouca firmeza ou convicção. 3 – Comunica opiniões com respeito e coerência em situações simples, ainda com certa hesitação. 4 – Expressa ideias com clareza, segurança e respeito, mesmo em contextos complexos. 5 – Defende seus pontos de vista com assertividade e colaboração, promovendo diálogo construtivo e servindo de exemplo para outros. 6 – É referência em comunicação assertiva, influenciando positivamente decisões, discussões e o clima organizacional.   Pensamento Crítico Analisa informações reflexivamente e criticamente, formando julgamentos sólidos e questionando suposições a fim de chegar às melhores conclusões para tomada de decisão.   0 – Aceita informações sem questionar ou analisar, reproduzindo ideias sem reflexão. 1 – Reconhece a importância de questionar e refletir, mas ainda o faz de forma limitada e sem profundidade. 2 – Analisa de forma parcial, com dificuldade em sustentar argumentos ou considerar diferentes perspectivas. 3 – Avalia informações com lógica em situações simples, identificando relações básicas de causa e efeito. 4 – Analisa causas, consequências e alternativas antes de decidir, demonstrando visão crítica consistente e fundamentada. 5 – Constrói opiniões embasadas, propõe soluções racionais e contribui para decisões mais assertivas, apoiando outros no desenvolvimento do pensamento crítico. 6 – É referência em análise crítica, influenciando decisões estratégicas por meio de argumentação sólida, visão ampla e capacidade de promover reflexões profundas.   Pensamento Analítico Divide problemas em partes menores e utiliza abordagens lógicas para identificar causas raízes e propor soluções.   0 – Não organiza informações nem identifica relações lógicas entre dados ou fatos. 1 – Reconhece a importância de analisar dados e informações, mas ainda não aplica métodos estruturados. 2 – Identifica partes isoladas do problema, mas sem compreender o todo ou suas conexões. 3 – Analisa informações com lógica básica, reconhecendo padrões simples e evidentes. 4 – Estrutura análises com método e clareza, interpretando dados de forma precisa e confiável. 5 – Conecta diferentes variáveis e fontes de informação, produzindo conclusões consistentes e fundamentadas, apoiando colegas na análise e interpretação de dados. 6 – É referência em análise detalhada e visão sistêmica, transformando dados complexos em insights estratégicos e ações de alto impacto organizacional.   Planejamento e Organização Mantém ordem e estrutura em processos e recursos, garantindo fluidez e eficiência na execução das tarefas.   0 – Demonstra desorganização e não cumpre prazos. 1 – Cumpre prazos apenas com orientação, apresentando dificuldades de priorização. 2 – Executa tarefas simples, mas com limitação para planejar adequadamente. 3 – Mantém boa organização sob acompanhamento. 4 – Planeja e prioriza atividades de forma autônoma e eficiente. 5 – Atua de forma proativa na organização e melhoria de métodos. 6 – É referência em gestão do tempo e organização, contribuindo para produtividade coletiva.   Qualidade das Entregas Prioriza resultados finais de alta qualidade, garantindo que produtos ou serviços atendam a elevados padrões de desempenho e satisfação.   0 – Entrega trabalhos com erros frequentes e sem revisão, comprometendo a qualidade final. 1 – Compreende a importância da qualidade nas entregas, mas ainda apresenta falhas recorrentes e dificuldade em manter padrão. 2 – Entrega resultados com qualidade irregular, demonstrando dificuldade em manter consistência. 3 – Garante entregas corretas na maioria das vezes, exigindo apenas pequenos ajustes ocasionais. 4 – Mantém qualidade consistente e conformidade com padrões técnicos e organizacionais, mesmo em cenários complexos. 5 – Atua com excelência, revisando detalhadamente suas entregas, propondo melhorias contínuas e servindo de exemplo para a equipe. 6 – É referência em qualidade, garantindo alto padrão de execução e disseminando boas práticas que fortalecem a cultura de excelência.   Empatia Profissional Demonstra empatia, compreende emoções e estabelece relações positivas alinhadas aos valores institucionais.   0 – Ignora o impacto de suas ações nos outros e demonstra pouca consideração nas interações. 1 – Reconhece a importância de considerar o ponto de vista alheio, mas ainda demonstra dificuldade em aplicá-lo nas interações. 2 – Escuta os outros, mas tende a reagir de maneira defensiva, impaciente ou pouco colaborativa. 3 – Demonstra compreensão básica das necessidades e sentimentos das pessoas ao redor. 4 – Mostra empatia e respeito nas interações cotidianas, mantendo postura colaborativa e equilibrada. 5 – Adapta sua comunicação e comportamento conforme o contexto e as particularidades de cada pessoa, inspirando colaboração e respeito mútuo. 6 – É referência em empatia e inteligência relacional, promovendo um ambiente de confiança, respeito e cooperação que fortalece os relacionamentos e a cultura organizacional.   Relacionamento Técnico com Cliente Relaciona-se tecnicamente com clientes para oferecer suporte, soluções e garantir o sucesso na implementação de produtos ou serviços.   0 – Não demonstra postura profissional nem domínio técnico nas interações com o cliente. 1 – Reconhece a importância da comunicação e do relacionamento técnico, mas ainda demonstra dificuldade em manter clareza ou frequência adequada. 2 – Mantém contato limitado, respondendo apenas quando solicitado, sem proatividade. 3 – Cumpre orientações e mantém comunicação respeitosa e objetiva com o cliente. 4 – Constrói relacionamento de confiança por meio da qualidade das entregas, clareza técnica e postura profissional. 5 – Atua como parceiro técnico, antecipando necessidades e propondo soluções adequadas ao contexto do cliente, orientando colegas em boas práticas de relacionamento. 6 – É referência em relacionamento técnico, sendo reconhecido pela confiança, excelência profissional e postura colaborativa que fortalece a parceria entre cliente e empresa.   Inteligência Emocional Gerencia as próprias emoções de forma consciente e controlada, mantendo equilíbrio diante de situações adversas.   0 – Reage impulsivamente e demonstra dificuldade em controlar emoções diante de situações adversas. 1 – Reconhece a importância do equilíbrio emocional, mas ainda demonstra instabilidade sob pressão ou conflito. 2 – Consegue recuperar o equilíbrio após conflitos, mas ainda reage de forma defensiva em um primeiro momento. 3 – Mantém estabilidade emocional e postura adequada na maioria das situações cotidianas. 4 – Demonstra autocontrole e empatia em momentos de tensão, contribuindo para um ambiente colaborativo e equilibrado. 5 – Lida com conflitos de forma madura, construtiva e orientada à solução, servindo de exemplo e orientando outros a manter o equilíbrio. 6 – É referência em inteligência emocional, inspirando equilíbrio, harmonia e confiança no ambiente de trabalho e fortalecendo a cultura de respeito e colaboração.   Resolução de Problemas Identifica e resolve problemas de forma eficiente e eficaz, utilizando os melhores recursos disponíveis.   0 – Ignora problemas, terceiriza responsabilidades ou busca culpados em vez de soluções. 1 – Reconhece a importância de resolver problemas, mas ainda reage sem método ou análise estruturada. 2 – Resolve problemas simples com apoio constante e pouca autonomia. 3 – Identifica causas e propõe soluções práticas em situações rotineiras, com orientação pontual. 4 – Analisa, planeja e resolve problemas com complexidade considerável, atuando com autonomia e visão sistêmica. 5 – Atua preventivamente, identifica riscos e implementa melhorias duradouras nos processos, orientando outros na aplicação de boas práticas. 6 – É referência em resolução de problemas, conduzindo análises estruturadas e decisões eficazes que fortalecem a excelência operacional e a cultura de melhoria contínua.   Visão Sistêmica Analisa interconexões organizacionais, prevenindo problemas e otimizando resultados. Para gestão acrescer: Analisa a saúde financeira dos contratos e gerencia o fluxo fiscal, garantindo sustentabilidade econômica, conformidade tributária e eficiência nos processos organizacionais. 0 – Age sem considerar o impacto das próprias ações nos processos ou resultados da empresa. 1 – Reconhece a importância de entender a interação entre áreas, mas ainda enxerga apenas sua própria atuação. 2 – Reconhece relações básicas entre áreas, mas demonstra pouca aplicação prática dessa compreensão. 3 – Compreende o funcionamento geral dos processos e suas principais interações, atuando de forma colaborativa em situações simples. 4 – Analisa impactos entre áreas e propõe melhorias integradas para otimizar resultados em contextos complexos. 5 – Atua considerando o sistema organizacional como um todo, avaliando riscos, interfaces e oportunidades de sinergia, e orientando outros a pensar de forma integrada. 6 – É referência em visão sistêmica, conectando processos, pessoas e estratégias para gerar valor e fortalecer a performance organizacional.   Liderança Situacional Inspira, motiva e influencia pessoas, promovendo desenvolvimento e transformação de resultados. 0 – Não exerce liderança nem orienta os colegas, demonstrando ausência de iniciativa em situações que exigem direcionamento. 1 – Reconhece a importância de adaptar sua liderança conforme o perfil da equipe, mas ainda não aplica na prática. 2 – Demonstra esforço em liderar, porém utiliza um único estilo de gestão, sem considerar o contexto. 3 – Ajusta parcialmente sua postura e comunicação conforme a situação, obtendo bons resultados em cenários simples, mas com limitações em contextos complexos. 4 – Adapta o estilo de liderança de acordo com o nível de maturidade e autonomia da equipe, garantindo alinhamento e engajamento. 5 – Orienta, motiva e direciona adequadamente cada membro do time, equilibrando apoio, cobrança e desenvolvimento individual. 6 – É referência em liderança situacional, desenvolvendo pessoas com equilíbrio, flexibilidade e foco em resultados sustentáveis e colaborativos.   Delegação Delega tarefas com clareza e eficiência, garantindo qualidade e prazos.   0 – Centraliza tarefas e não confia no time, dificultando o desenvolvimento coletivo. 1 – Demonstra noções básicas de delegação, mas ainda não define responsabilidades ou critérios com clareza. 2 – Delegação parcial, sem acompanhamento efetivo ou feedback sobre os resultados. 3 – Distribui tarefas com orientação básica e acompanhamento pontual, garantindo execução das rotinas em cenários simples. 4 – Realiza delegação clara, com definição de metas, responsabilidades e prazos, assegurando entendimento mútuo. 5 – Confia na equipe, acompanha resultados de forma construtiva e estimula o aprendizado contínuo, servindo de exemplo para outros líderes. 6 – É referência em delegação com autonomia e accountability, promovendo engajamento, confiança e desenvolvimento sustentável da equipe.   Negociação e Influência Conduz diálogos construtivos, buscando consensos e influenciando decisões positivamente.   0 – Evita negociações ou impõe opiniões, demonstrando falta de abertura ao diálogo. 1 – Reconhece a importância da negociação, mas ainda não aplica técnicas adequadas de diálogo ou influência. 2 – Defende seus pontos de vista com foco apenas nos próprios interesses, sem buscar equilíbrio ou consenso. 3 – Negocia com respeito e escuta ativa, buscando soluções equilibradas e resultados mútuos em situações simples. 4 – Influencia positivamente em negociações complexas, utilizando empatia, argumentos técnicos e credibilidade profissional. 5 – Conduz negociações estratégicas de forma colaborativa e transparente, mantendo relacionamentos de confiança e orientando outros em boas práticas. 6 – É referência em influência e negociação, construindo acordos sustentáveis, éticos e inovadores, que fortalecem parcerias e resultados organizacionais.   Gestão de Pessoas Administra processos e equipes, distribuindo responsabilidades, avaliando o desempenho e fornecendo feedbacks para o alcance das metas estabelecidas.   0 – Não acompanha nem orienta a equipe. 1 – Cobra resultados sem oferecer suporte adequado. 2 – Monitora tarefas sem foco em desenvolvimento humano. 3 – Fornece feedbacks básicos e acompanha desempenho. 4 – Desenvolve pessoas com base em metas e feedbacks estruturados. 5 – Engaja e inspira a equipe para alta performance. 6 – É referência em gestão de pessoas e formação de líderes.   Gestão de Conflitos Lida com desacordos ou tensões, encontrando soluções que promovam um ambiente de trabalho saudável e produtivo. 0 – Evita conflitos ou agrava situações por falta de diálogo e mediação. 1 – Reconhece a importância de lidar com conflitos, mas ainda evita se posicionar ou agir de forma adequada. 2 – Tenta resolver divergências, mas demonstra dificuldade em manter neutralidade ou imparcialidade. 3 – Media conflitos com respeito e boa intenção, obtendo bons resultados em situações simples ou de baixa complexidade. 4 – Atua de forma equilibrada e busca soluções justas em cenários complexos, preservando o relacionamento entre as partes. 5 – Conduz conflitos com empatia, transparência e foco no resultado coletivo, servindo de exemplo e orientando outros colaboradores. 6 – É referência em gestão de conflitos, transformando divergências em oportunidades de melhoria e fortalecimento da equipe e da cultura organizacional.   Tomada de Decisão Operacional Capacidade de analisar informações técnicas e agir com autonomia, precisão e responsabilidade na execução das atividades.   0 – Não toma decisões sem orientação; depende totalmente de supervisão. 1 – Possui noções básicas sobre critérios de decisão técnica, mas ainda evita aplicá-los na prática. 2 – Toma algumas decisões porém, em vezes, de forma inadequada deixando de avaliar alguns riscos e impactos. 3 – Decide de forma correta em situações simples e rotineiras, seguindo procedimentos estabelecidos. 4 – Analisa dados, riscos e critérios técnicos antes de decidir, mantendo consistência em cenários complexos, comprovando eficiência e eficácia. 5 – Idem ao item 4, além de decidir com autonomia e segurança técnica, servindo de referência perante equipe e clientes, sendo suporte a colegas em decisões similares. 6 – Idem ao item 5, além de ser referência em decisões técnicas assertivas e inovadoras, antecipando impactos e orientando outros colaboradores.   Tomada de Decisão Estratégica Capacidade de tomar decisões com base em análise crítica e visão estratégica, avaliando riscos, impactos e alternativas, equilibrando agilidade, coerência e propósito organizacional. Envolve discernimento, responsabilidade e influência positiva sobre pessoas, processos e resultados. 0 – Evita decidir ou posterga indefinidamente, demonstrando insegurança e falta de direcionamento; transfere a responsabilidade para outros. 1 – Demonstra noções básicas sobre o processo decisório, mas ainda evita assumir decisões; observa e aprende com líderes mais experientes. 2 – Toma decisões de forma reativa, com base em percepções pessoais ou pressões momentâneas, sem análise estruturada ou visão de impacto organizacional. 3 – Decide adequadamente em situações rotineiras ou de baixo risco, consultando superiores quando a complexidade aumenta. 4 – Analisa riscos, impactos e alternativas com discernimento; comunica claramente as decisões e garante alinhamento entre equipes e áreas. 5 – Toma decisões ágeis e embasadas, conciliando aspectos humanos, técnicos e estratégicos; assume responsabilidades e orienta outros líderes na condução de decisões importantes. 6 – É referência organizacional em tomada de decisão; antecipa cenários, equilibra riscos e oportunidades e orienta decisões que moldam a estratégia e o futuro do negócio.   Gestão de Projetos Gerencia cronogramas, recursos e equipes para garantir entregas bem-sucedidas.   0 – Não compreende as etapas do projeto nem acompanha prazos ou entregas. 1 – Executa tarefas sem planejamento, controle ou visão de cronograma. 2 – Segue planos e orientações, mas apresenta dificuldade em priorizar atividades e monitorar avanços. 3 – Gerencia atividades e cronogramas sob supervisão, garantindo andamento básico das entregas. 4 – Planeja, executa e acompanha projetos de forma estruturada, controlando escopo, prazo e recursos. 5 – Garante entregas com qualidade, prazo e custo controlados, comunicando resultados com clareza. 6 – É referência em gestão de projetos, conduzindo múltiplos escopos com excelência técnica, visão integrada e foco estratégico.   Relacionamento Estratégico com Cliente Constrói relações estratégicas com clientes, alinhando objetivos de médio e longo prazo e promovendo parcerias que agreguem valor. 0 – Atua de forma reativa e sem visão de relacionamento, limitando-se a demandas pontuais. 1 – Mantém contato apenas operacional com o cliente, sem envolvimento proativo. 2 – Cumpre demandas e prazos, mas não estabelece vínculo de confiança ou continuidade. 3 – Constrói relacionamento respeitoso e técnico, garantindo comunicação clara e profissional. 4 – Compreende o negócio do cliente e propõe soluções alinhadas às suas necessidades. 5 – Atua como parceiro estratégico, antecipando demandas e contribuindo para a melhoria dos resultados do cliente. 6 – É referência em relacionamento estratégico, gerando valor, fidelização e fortalecendo a imagem institucional da empresa. Visão Estratégica Planeja estrategicamente, definindo metas de longo prazo e posicionando seu setor e consequentemente a organização de forma competitiva. 0 – Age apenas de forma operacional, sem planejamento ou compreensão do impacto de suas ações. 1 – Entende metas imediatas, mas não reconhece o contexto geral nem as conexões estratégicas. 2 – Contribui pontualmente para o planejamento de médio prazo, com foco restrito à sua área de atuação. 3 – Compreende os objetivos estratégicos da empresa e atua de forma alinhada a eles em suas entregas. 4 – Identifica tendências, riscos e oportunidades que impactam o negócio e sugere ações preventivas. 5 – Propõe ações estratégicas, colabora em decisões organizacionais e apoia o desdobramento de metas. 6 – É referência em visão estratégica, orientando o time para o futuro, promovendo integração e foco em resultados sustentáveis.   Tabela 29 - Legenda das Competências Comportamentais 13.3. Anexo 3 - Legenda das Competências Técnicas Competência Descrição Escala Específica (0-6) CLP Conhecimento e domínio na programação, configuração e diagnóstico de CLPs conforme normas IEC 61131, garantindo confiabilidade e desempenho em sistemas automatizados.   0 – Não conhece CLPs nem seus princípios básicos. 1 – Possui noção geral sobre o que é um CLP, mas sem prática. 2 – Entende conceitos de lógica e faz pequenas alterações com supervisão. 3 – Programa, testa e comissiona CLPs em aplicações simples. 4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e integrações com outros sistemas. 5 – É mentor técnico, revisa programas e orienta boas práticas de padronização. 6 – É referência estratégica em arquitetura, padronização e otimização de sistemas de controle.   Supervisório / IHM Desenvolvimento, configuração e manutenção de interfaces gráficas (IHM/SCADA), garantindo usabilidade, confiabilidade e rastreabilidade das informações de processo. 0 – Não conhece ferramentas de supervisão ou IHM. 1 – Tem noção básica do conceito de interface homem-máquina. 2 – Cria telas simples sob supervisão. 3 – Desenvolve aplicações completas em supervisórios e IHMs de pequeno porte. 4 – Atua sozinho em sistemas complexos, com comunicação entre múltiplos controladores. 5 – É referência técnica e orienta boas práticas de design, performance e padronização. 6 – Lidera padronização de supervisórios corporativos e define arquitetura de sistemas SCADA/IHM.   Acionamentos Conhecimento e parametrização de inversores de frequência, soft-starters e controladores de motor, assegurando desempenho e proteção do sistema elétrico.   0 – Não conhece equipamentos de acionamento. 1 – Tem noção básica sobre funcionamento de inversores e softstarters. 2 – Realiza parametrizações simples com suporte. 3 – Configura e comissiona acionamentos em aplicações padrão. 4 – Atua sozinho em partidas complexas e integração com CLP/SCADA. 5 – É referência em diagnósticos e otimização de acionamentos. 6 – Define padrões de configuração e integra acionamentos em arquiteturas corporativas.   SCADA Implementação e manutenção de sistemas SCADA de médio e grande porte, com foco em arquitetura, performance e integração multi-plataforma.             0 – Não conhece sistemas SCADA. 1 – Tem noção do conceito de supervisão e coleta de dados. 2 – Atua em pequenas configurações sob supervisão. 3 – Desenvolve e mantém sistemas SCADA de pequeno porte. 4 – Atua sozinho em projetos complexos com múltiplos servidores e redundância. 5 – É referência técnica em SCADA corporativo, suporte e boas práticas. 6 – É referência estratégica, define padrões de arquitetura e integração corporativa.   SDCD Operação, configuração e manutenção de sistemas SDCD, com domínio de blocos funcionais, controle contínuo e integração com outras plataformas.   0 – Não conhece o conceito de SDCD. 1 – Tem noção básica sobre estrutura de sistemas distribuídos. 2 – Atua em ajustes e manutenção simples sob orientação. 3 – Realiza configuração, integração, testes lógicos e de malhas em SDCDs padrão. 4 – Atua sozinho em integrações complexas, configuração de sequências, malhas de controle e diagnósticos de performance. 5 – É mentor em boas práticas, otimização e estruturação de blocos e estratégias de controle. 6 – É referência estratégica, define padrões e conduz migrações de sistemas SDCD corporativos. Instrumentação (Leitura de Documentos) Capacidade de interpretar diagramas de malha, listas de instrumentos, P&IDs e especificações técnicas para execução e comissionamento de sistemas.   0 – Não entende documentação de instrumentação. 1 – Reconhece símbolos e informações básicas. 2 – Lê e compreende documentos simples com apoio. 3 – Interpreta e utiliza corretamente documentos em rotinas de trabalho. 4 – Atua sozinho na leitura, verificação e revisão de documentos multidisciplinares. 5 – É referência em revisão e conferência documental multidisciplinar. 6 – É referência estratégica em documentação técnica da área.   Instrumentação (Sensores e Atuadores) Conhecimento técnico sobre seleção, instalação e manutenção de sensores, transmissores, válvulas e atuadores, garantindo confiabilidade das medições e controle de processo.   0 – Não conhece instrumentos de campo. 1 – Reconhece tipos básicos de sensores e atuadores. 2 – Realiza medições e testes simples com supervisão. 3 – Configura, parametriza e integra instrumentos em aplicações padrão. 4 – Atua sozinho em configurações, parametrizações e diagnósticos complexos. 5 – É referência técnica em especificação, configuração, parametrização, diagnóstico e comissionamento. 6 – Define padrões e participa de especificações estratégicas.   Instrumentação (Cálculos e Compensações) Domínio de cálculos e compensações necessários à instrumentação industrial (pressão, vazão, temperatura, densidade, etc.).   0 – Não conhece cálculos de instrumentação. 1 – Tem noção básica dos princípios físicos envolvidos. 2 – Realiza cálculos simples com suporte. 3 – Executa cálculos e compensações de forma correta em cenários padrão. 4 – Atua sozinho em medições complexas, cálculos e compensações multivariáveis. 5 – É referência técnica em cálculos e dimensionamento de instrumentos. 6 – É referência estratégica na definição de metodologias e validações de engenharia de medição.   Redes Industriais Comuns Conhecimento de redes como Ethernet/IP, Modbus, Profibus, DeviceNet e Profinet, com foco em integração e diagnóstico de comunicação.   0 – Não conhece redes industriais. 1 – Tem noção de protocolos básicos, sem prática. 2 – Realiza conexões e diagnósticos simples sob supervisão. 3 – Configura e integra redes padrão com autonomia. 4 – Atua sozinho em redes complexas, com múltiplos protocolos e diagnósticos avançados. 5 – É referência técnica em redes industriais e suporte de campo. 6 – Define arquiteturas de rede corporativas e políticas de comunicação padronizadas.   Redes Industriais Especiais Domínio de protocolos e redes específicos (IEC 61850, DNP3, OPC UA, Foundation Fieldbus, AS-i, CANOpen etc.), voltados à automação de alta complexidade.   0 – Não conhece redes especiais. 1 – Tem noção da existência desses protocolos. 2 – Executa leituras básicas e diagnósticos com suporte. 3 – Integra redes especiais em pequenos sistemas. 4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e integrações multiplataforma. 5 – É referência técnica em protocolos avançados e comunicação entre sistemas. 6 – É referência estratégica, define padrões de rede e conduz migrações corporativas.   Segurança Funcional (Safety) Conhecimento e aplicação de princípios e normas de segurança funcional (IEC 61508/61511), desenvolvendo e validando sistemas de segurança instrumentada.   0 – Não conhece o conceito de segurança funcional. 1 – Tem noção geral do que é um sistema Safety. 2 – Participa de análises simples com orientação. 3 – Aplica configurações básicas e realiza testes em sistemas Safety. 4 – Atua sozinho em configurações complexas e validação de SIL. 5 – É referência em análise de risco e revisão de aplicações. 6 – Lidera projetos de segurança funcional e define padrões corporativos.   Linguagens de Médio Nível (C, C++, C#) Programação em linguagens estruturadas e orientadas a objetos para aplicações de controle, ferramentas de engenharia e integração de sistemas.   0 – Não conhece linguagens de médio nível. 1 – Tem noção de lógica de programação. 2 – Escreve pequenos scripts com suporte. 3 – Desenvolve programas básicos a intermediários, depura erros comuns e realiza integrações entre sistemas. 4 – Atua sozinho em projetos complexos, integrando módulos e APIs. 5 – É referência técnica em desenvolvimento e boas práticas de código. 6 – Lidera arquitetura de software e define padrões de desenvolvimento.   Linguagens de Alto Nível (Python, Java, JS, Perl, Ruby) Desenvolvimento de aplicações de alto nível voltadas a automação, integração de sistemas, análise de dados e ferramentas internas.   0 – Não conhece linguagens de alto nível. 1 – Possui noção básica, sem experiência prática. 2 – Escreve scripts simples com auxílio. 3 – Cria aplicações básicas para automação e relatórios. 4 – Atua sozinho em aplicações complexas e integra com APIs externas. 5 – É referência em boas práticas de código e integração. 6 – Lidera desenvolvimento estratégico e automação corporativa por software.   Montagem e Manutenção de PC Habilidade para montar, configurar e realizar manutenção preventiva e corretiva em computadores utilizados em sistemas de automação.   0 – Não conhece hardware ou manutenção de PCs. 1 – Tem noção geral dos componentes de um computador. 2 – Realiza tarefas simples com suporte (instalação de software, limpeza). 3 – Executa manutenção, configurações de sistema operacional e formatação de PCs com autonomia. 4 – Atua sozinho em diagnósticos complexos, reconfiguração de hardware e configurações avançadas para sistemas de automação. 5 – É referência técnica no suporte a hardware e sistemas de automação. 6 – Define padrões de hardware e políticas de manutenção corporativa.   Idioma Inglês Capacidade de compreender, comunicar e produzir informações técnicas em inglês, especialmente documentação, manuais e treinamentos.   0 – Não compreende textos em inglês técnico. 1 – Reconhece termos básicos e instruções simples. 2 – Lê e entende parcialmente manuais técnicos com auxílio. 3 – Lê e comunica-se adequadamente em inglês técnico. 4 – Atua com fluência técnica, comunicando de forma clara e eficaz em reuniões, fóruns e atividades. 5 – É referência na comunicação bilíngue e auxilia colegas. 6 – É referência na comunicação bilíngue, conduzindo atividades e auxiliando colegas.   IA Aplicada a Automação Conhecimento e aplicação de conceitos de inteligência artificial e aprendizado de máquina voltados à análise de dados e otimização de processos industriais.   0 – Não conhece IA aplicada à automação. 1 – Tem noção teórica sobre IA e machine learning. 2 – Realiza análises simples com ferramentas guiadas. 3 – Aplica modelos básicos de análise de dados e otimização. 4 – Atua sozinho no desenvolvimento de aplicações práticas de IA. 5 – É referência técnica e apoia projetos de inovação. 6 – É referência estratégica, lidera iniciativas corporativas de IA industrial.   Máquinas Virtuais (VMware / Hyper-V) Domínio de ambientes virtuais e configuração de máquinas virtuais para testes, desenvolvimento e execução de sistemas industriais.   0 – Não conhece o conceito de máquina virtual. 1 – Tem noção básica sobre virtualização. 2 – Cria VMs simples com suporte. 3 – Configura e administra VMs para aplicações locais. 4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e ambientes redundantes. 5 – É referência técnica em ambientes virtuais corporativos. 6 – Define padrões e estratégias de virtualização para toda a organização.   Excel Utilização avançada do Microsoft Excel para controle de dados, automação de planilhas e análise de indicadores.   0 – Não utiliza Excel. 1 – Conhece funções básicas e realiza edições simples. 2 – Cria planilhas funcionais com apoio. 3 – Utiliza fórmulas, tabelas dinâmicas e gráficos com autonomia. 4 – Desenvolve automações e dashboards complexos. 5 – É referência técnica em planilhas corporativas e macros. 6 – Define padrões e treina equipes na utilização avançada de Excel. Desenho Técnico Interpretação, elaboração e edição de desenhos técnicos elétricos, de instrumentação e automação em plataforma CAD, conforme padrões da empresa e normas.   0 – Não conhece Desenho Técnico ou ferramentas relacionadas. 1 – Tem noção básica sobre Desenho Técnico ou AutoCAD. 2 – Entende sobre vistas e cotas, dependendo de supervisão. 3 – Conhece vistas, cotas e representações comuns, criando desenhos e diagramas simples conforme padrões definidos. 4 – Conhece vistas, cotas e representações complexas, atuando sozinho na documentação multidisciplinar de automação. 5 – É referência em boas práticas de desenho técnico e CAD. 6 – Mentora equipe, especifica, define padrões em projetos.   MS Project Planejamento, acompanhamento e controle de cronogramas de engenharia e execução utilizando o Microsoft Project. 0 – Não conhece o MS Project. 1 – Tem noção sobre planejamento, mas sem uso prático. 2 – Cria cronogramas básicos com suporte. 3 – Elabora e controla cronogramas de projetos simples. 4 – Atua sozinho em cronogramas complexos com múltiplos recursos e dependências. 5 – É referência técnica em planejamento e gestão de prazos. 6 – Define metodologias de planejamento e treina equipes no uso do Project.   Power BI Desenvolvimento de dashboards e relatórios interativos para acompanhamento de indicadores, integrando dados de diferentes fontes.   0 – Não conhece Power BI. 1 – Tem noção básica sobre dashboards. 2 – Cria relatórios simples com auxílio. 3 – Desenvolve dashboards e relatórios com autonomia. 4 – Atua sozinho em integrações complexas e modelagem de dados. 5 – É referência técnica em relatórios e visualização de indicadores. 6 – É referência estratégica, define padrões de BI corporativo e integração com sistemas.   Tabela 30 - Legenda das Competências Técnicas 13.4. Anexo 4 - Legenda das Competências Competência Descrição Escala Específica (0-6) Normas Técnicas de Automação e Elétrica (NBR 5410, IEC 61131 - Linguagens de Programação CLP) Conhecimento e aplicação de normas técnicas que regem instalações elétricas e sistemas de automação, garantindo conformidade, segurança e padronização nos projetos e programações de CLPs.   0 – Não conhece as normas aplicáveis de automação e elétrica. 1 – Possui noções básicas sobre as normas, mas não as aplica na prática. 2 – Conhece conceitos principais e consulta as normas com apoio de supervisão. 3 – Aplica as normas corretamente em atividades simples e rotineiras. 4 – Atua de forma autônoma em cenários complexos, garantindo conformidade técnica. 5 – É referência em boas práticas, orientando colegas sobre aplicação correta das normas. 6 – É referência estratégica, contribuindo para padronizações e revisões de procedimentos corporativos.   Normas Técnicas de Instrumentação e Controle (ISA 20, 75, 84, 95 / IEC 60079 - Áreas Classificadas / Ex)   Domínio das normas que regem a especificação, instalação e segurança de instrumentos, atuadores e sistemas de controle, incluindo ambientes com risco de explosão (áreas classificadas)   0 – Não conhece as normas aplicáveis de instrumentação e controle. 1 – Possui noções básicas, mas sem entendimento técnico aprofundado. 2 – Conhece fundamentos básicos e aplica sob orientação. 3 – Aplica corretamente em projetos e atividades simples. 4 – Atua de forma autônoma em cenários complexos, incluindo especificações em áreas classificadas. 5 – É mentor em boas práticas, garantindo conformidade normativa e técnica da equipe. 6 – Atua estrategicamente na padronização, revisão e auditoria de conformidade de instrumentação e controle.   Normas Técnicas de Redes em Subestações (IEC 61850)   Conhecimento sobre arquitetura de comunicação, mapeamento de sinais e interoperabilidade de sistemas elétricos segundo a norma IEC 61850, aplicada em subestações e automação elétrica.   0 – Não conhece a norma IEC 61850. 1 – Tem noção de que a norma existe, mas não compreende sua aplicação. 2 – Entende conceitos básicos de nós lógicos, GOOSE e estrutura de comunicação, necessitando suporte. 3 – Aplica a norma em configurações simples (mapeamento básico e IEDs padrão). 4 – Atua sozinho em cenários complexos, integrando equipamentos e protocolos diversos. 5 – É referência técnica e apoia a equipe na implementação e troubleshooting. 6 – É referência estratégica, conduzindo projetos de automação elétrica baseados em IEC 61850 e orientando padrões corporativos.   Normas Técnicas de TI e Cybersegurança (IEC 61784, IEC 62443)   Aplicação de normas que garantem a segurança de redes industriais e infraestrutura de automação, protegendo sistemas contra vulnerabilidades e riscos cibernéticos.   0 – Não conhece as normas de TI ou Cybersegurança aplicadas à automação. 1 – Tem noção básica sobre segurança de redes, sem aplicar conceitos normativos. 2 – Conhece fundamentos básicos da IEC 62443 e aplica sob orientação. 3 – Aplica boas práticas de segmentação e segurança básica em redes simples. 4 – Atua sozinho em projetos com políticas de segurança e integração segura de sistemas industriais. 5 – É referência em boas práticas de segurança cibernética industrial, apoiando o time e auditorias. 6 – É referência estratégica, define políticas e atua na gestão de riscos e conformidade digital da organização.   Normas Técnicas de Segurança Funcional (IEC 61508 / 61511)   Conhecimento das normas que regem sistemas instrumentados de segurança (SIS), garantindo que os processos industriais atendam aos níveis adequados de integridade e confiabilidade (SIL).   0 – Não conhece as normas de segurança funcional. 1 – Possui noção geral, sem domínio técnico sobre SIL ou aplicação. 2 – Conhece os conceitos básicos de segurança funcional, atuando com ncessidade de suporte e supervisão. 3 – Aplica as normas em projetos simples, atendendo a requisitos básicos de SIL. 4 – Atua sozinho em análises complexas, validações e configurações de sistemas SIS. 5 – É mentor técnico na aplicação das normas, revisando projetos e orientando a equipe. 6 – É referência estratégica, conduz análises de risco e define padrões de segurança funcional corporativa.   Normas de Qualidade e Gestão (ISO / SEA)   Conhecimento e aplicação das normas e diretrizes de qualidade (como ISO 9001) e do Sistema de Excelência Autvix (SEA), assegurando padronização e melhoria contínua dos processos.   0 – Não conhece as normas de qualidade ou o SEA. 1 – Reconhece a importância da qualidade, mas não aplica práticas padronizadas. 2 – Conhece processos básicos e aplica sob supervisão. 3 – Aplica rotinas padronizadas em conformidade com o SEA e normas ISO. 4 – Atua de forma autônoma na gestão da qualidade, propondo melhorias e assegurando conformidade. 5 – É referência em boas práticas, orientando e treinando outros colaboradores. 6 – É referência estratégica, lidera melhorias sistêmicas e evoluções no SEA ou sistema de gestão da qualidade.   Gestão de documentos (SharePoint / OneDrive)   Organização, controle e versionamento de documentos técnicos e administrativos utilizando plataformas corporativas, garantindo rastreabilidade e integridade das informações. 0 – Não conhece as ferramentas de gestão documental. 1 – Possui noção básica, mas não utiliza corretamente os recursos disponíveis. 2 – Conhece o básico das plataformas, mas possui necessidade de orientação. 3 – Gerencia documentos de forma organizada e segue padrões de versionamento. 4 – Atua de forma autônoma, garantindo padronização, rastreabilidade e controle de acesso. 5 – É referência em boas práticas documentais e apoia a equipe na estruturação de bibliotecas. 6 – É referência estratégica, estrutura padrões de gestão documental corporativa e treinamentos.   SGI - Procedimentos, Instruções e Formulários   Conhecimento e aplicação dos procedimentos e instruções do Sistema de Gestão Integrado, garantindo conformidade com normas internas e externas (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança)   0 – Não conhece os procedimentos do SGI. 1 – Possui noção básica, mas não aplica de forma consistente. 2 – Conhece procedimentos aplicáveis e segue sob supervisão. 3 – Aplica corretamente procedimentos e formulários nas atividades rotineiras. 4 – Atua com autonomia, garantindo aderência aos padrões e instruções em cenários complexos. 5 – É referência em boas práticas, revisa e orienta outros sobre uso correto do SGI. 6 – Atua estrategicamente, propondo melhorias e revisões estruturais no SGI corporativo.   Modelagem de Processos (BPMN)   Capacidade de mapear e representar graficamente processos por meio da notação BPMN, garantindo clareza, eficiência e padronização operacional.   0 – Não conhece a notação BPMN. 1 – Tem noção de fluxos de processo, mas não domina a modelagem formal. 2 – Consegue interpretar modelos BPMN com auxílio de supervisão. 3 – Modela processos simples conforme o padrão BPMN. 4 – Atua de forma autônoma em modelagens complexas e integra melhorias de processo. 5 – É referência em boas práticas de modelagem e treinamento da equipe. 6 – É referência estratégica, conduz revisões de macroprocessos e padronizações corporativas.   PDCA / 5W2H   Aplicação prática de metodologias de gestão e melhoria contínua, estruturando planos de ação, análises de causa e acompanhamento de resultados.   0 – Não conhece as metodologias PDCA ou 5W2H. 1 – Possui noção teórica, mas não aplica na rotina. 2 – Aplica parcialmente com orientação em tarefas simples. 3 – Aplica de forma estruturada planos de ação e ciclos de melhoria em atividades básicas. 4 – Atua sozinho em análises complexas, estruturando planos eficazes de correção e prevenção. 5 – É mentor na aplicação das metodologias, apoiando a equipe em diagnósticos e revisões. 6 – É referência estratégica, promove cultura de melhoria contínua e gestão de resultados em toda a área. Tabela 31 - Legenda das Competências