Manuais - Engenharia de Automação
MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação
MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação_Rev.00
1. Identidade Organizacional
1.1 Objetivo
Estabelecer a identidade organizacional do Departamento de Automação, definindo seu propósito e missão, sua conexão com a Visão e os Pilares do Sistema de Excelência Autvix (SEA) e o valor gerado aos clientes internos e externos, de forma a orientar a atuação do departamento, suas prioridades e sua tomada de decisão.
1.2 Propósito do Departamento
O Departamento de Automação existe para garantir a excelência técnica na concepção, desenvolvimento e entrega de soluções de automação industrial, assegurando que cada projeto esteja alinhado às melhores práticas, normas e padrões de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente.
Seu propósito é transformar requisitos técnicos em soluções seguras, eficientes e sustentáveis, agregando valor ao cliente interno e externo e fortalecendo a posição da Autvix como referência em engenharia.
1.3 Missão
Contribuir para o Autvix Group por meio do desenvolvimento, integração e implantação de sistemas de automação que:
- Aumentem a produtividade e a segurança operacional dos clientes;
- Otimizem processos industriais, garantindo eficiência e confiabilidade;
- Atuem com responsabilidade, sempre alinhados ao DNA Autvix (Respeito, Confiança, Atitude de Dono, Colaboração e Evolução Contínua).
1.4. Conexão com a Visão e os Pilares do SEA
O Departamento de Automação está diretamente conectado aos 5 pilares do SEA – Sistema de Excelência Autvix Group:
- Pessoas → desenvolvendo talentos técnicos e disseminando o DNA Autvix;
- Processos e Inovação → aplicando metodologias de gestão (SIPOCs, BPMN, SGI) e promovendo digitalização e padronização;
- Clientes e Mercado → entregando soluções de automação que garantem CX (Experiência) e CS (Sucesso) do cliente;
- Sociedade → atuando com sustentabilidade, segurança e conformidade legal;
- Resultados Estratégicos → contribuindo com KPIs e OKRs departamentais que refletem em produtividade, qualidade e inovação.
1.5. Valor Gerado para Clientes Internos/Externos
- Clientes Internos (Comercial, Projetos, Planejamento, Qualidade, TI, Mobilização, Financeiro): Recebem suporte técnico, padronização de soluções, documentação clara e confiável para garantir alinhamento entre escopo, execução e resultados;
- Clientes Externos (empresas contratantes, parceiros comerciais, integradores): Recebem soluções de automação confiáveis e auditáveis, que asseguram conformidade com normas, reduzem riscos operacionais e ampliam desempenho produtivo.
Garantia de segurança, rastreabilidade e inovação, fortalecendo relações de confiança e perenidade com a Autvix Group.
2. Estrutura Funcional
2.1 Objetivo
Formalizar a estrutura funcional do Departamento de Automação, definindo sua organização hierárquica, os cargos, funções, responsabilidades e interfaces internas, de modo a garantir clareza na governança, na distribuição de responsabilidades e na integração com outras áreas da organização.
2.2. Organograma do Departamento
A estrutura do Departamento de Automação está organizada em 6 níveis hierárquicos, seguindo o modelo matricial (vertical + horizontal).
2.2.1. Estrutura Vertical (Departamento);
- Nível 1: Diretoria;
- Nível 2: Gerência;
- Nível 3: Coordenação;
- Nível 4: Supervisão;
- Nível 5: Liderança;
- Nível 6: Time Operacional (Engenheiros, Especialistas, Analistas, Técnicos, Assistentes, Estagiários).
Abaixo é ilustrado o organograma atualizado do Departamento de Automação (estrutura vertical);
2.2.2. Estrutura Horizontal (Contratos):
Dentro do contexto de contratos, cada centro de custo possui um organograma exclusivo e temporário.
Exemplo de Estrutura Horizontal:
- Gestor de Contrato
- Responsáveis Técnicos (Automação, Elétrica, Mecânica);
- Responsáveis de Apoio (Planejamento, Mobilização, Segurança);
- Time Operacional.
2.2.3. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Vertical
Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Vertical:
Cargo | Nível | Responsabilidades Principais |
Diretoria | Estratégico | Define diretrizes e políticas de automação, aprova investimentos, garante alinhamento ao SEA e ao Código de Excelência. Atua na governança, inovação e planejamento estratégico da área. |
Gerência | Estratégico/Tático | Traduz diretrizes estratégicas em planos de ação, supervisiona coordenadores, aprova orçamentos e monitora KPIs. Garante a integração entre contratos e projetos e mantém interface com clientes-chave. |
Coordenação | Tático | Planeja e acompanha metas operacionais, prioriza projetos e recursos, integra áreas técnicas e administrativas, válida relatórios técnicos e apoia a gerência em decisões táticas. |
Supervisão | Operacional | Distribui atividades, acompanha execução em campo, garante prazos, qualidade e segurança. Valida registros/relatórios técnicos e fornece feedback contínuo à equipe. |
Líderes | Operacional | Orientam tecnicamente a equipe, distribuem tarefas, garantem a conformidade das entregas, validam resultados intermediários e atuam como elo entre equipe operacional e supervisão. |
Engenheiros | Operacional | Desenvolvem projetos de automação (CLPs, SCADA, SDCD, redes, instrumentação), integram hardware/software, elaboram e validam soluções técnicas. Participam de FAT/SAT e comissionamentos, podendo assumir ART e Responsabilidade Técnica quando designados. |
Especialistas | Operacional | Referências técnicas em projetos complexos, definem padrões e metodologias, validam arquiteturas críticas e apoiam inovação. Podem atuar como responsáveis técnicos em suas áreas de especialização. |
Analistas | Operacional | Configuram CLPs/SCADA, desenvolvem rotinas, executam testes em bancada e em campo, participam de FAT/SAT e comissionamentos, além de apoiar na documentação técnica. |
Técnicos | Operacional | Executam instalação, manutenção e calibração de instrumentos, participam de FAT/SAT e comissionamentos, apoiando engenheiros e analistas nas atividades de campo. |
Assistentes | Operacional | Prestam apoio administrativo e operacional, realizam cadastros em sistemas, organizam evidências, consolidam documentação e auxiliam em testes simples sob supervisão. |
Estagiários | Operacional | Apoiam em cadastros, organização de documentação e execução de testes básicos sob supervisão, atuando em caráter de aprendizado e desenvolvimento acadêmico-prático. |
Tabela 1: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Vertical da Automação.
2.2.4. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Horizontal
Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Horizontal:
Cargo | Responsabilidades | Autoridade | Interações |
Gestor de Contrato | Responsável pela gestão administrativa e financeira do contrato; acompanha indicadores (prazo, custo, qualidade, segurança), garante conformidade com cláusulas contratuais e alinhamento com o cliente. | Autoridade para aprovar recursos, alocar equipe, negociar prazos e condições com o cliente.
| Diretoria, Coordenação, Cliente, Responsável(is) Técnico(s), Responsáveis de Apoio.
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Responsáveis Técnicos (Automação, Elétrica, Mecânica, Civil) | Garante a conformidade técnica das entregas do contrato; válida documentos e relatórios; assume a responsabilidade formal junto ao CREA/cliente; apoia tecnicamente o Gestor de Contrato em decisões críticas.
| Autoridade técnica sobre documentos, projetos e ARTs; pode reprovar entregas que não estejam em conformidade.
| Gestor de Contrato, Time Operacional, Cliente.
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Responsáveis de Apoio (Mobilização, Planejamento, Segurança) | Dá suporte ao contrato nas frentes de mobilização, planejamento e segurança; garante que o time de automação cumpra requisitos do cliente e da empresa antes e durante a execução das atividades. | Autoridade para validar ou restringir mobilização e atividades que não atendam aos requisitos mínimos definidos.
| Gestor de Contrato, Responsável(is) Técnico(s), Time Operacional, Cliente.
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Time Operacional | Executa as atividades planejadas (desenvolvimento, testes, instalação, comissionamento, manutenção e suporte técnico). Presta contas ao RT e ao Gestor de Contrato através de relatórios e evidências. | Autoridade restrita à execução de suas atribuições técnicas.
| Responsável(is) Técnico(s), Supervisão/Liderança, Cliente em atividades de campo.
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Tabela 2: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Horizontal da Automação
2.3 Descrição de Cargos
A estrutura vertical do Departamento de Automação organiza os cargos de forma hierárquica, da Diretoria ao Estágio, descrevendo as funções, autoridades, competências e requisitos.
2.3.1. Cargos de Carreira Técnica
Cargo | Missão | Responsabilidade | Autoridade |
Estagiário de Automação | Apoiar atividades internas de engenharia de automação e áreas correlatas, sob supervisão, visando aprendizado prático e desenvolvimento técnico-profissional. | Consolidação: apoia o levantamento de dados e atualização de planilhas no PCP, garantindo organização e rastreabilidade das informações. Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, sob supervisão direta. Desenvolvimento: apoia na configuração e desenvolvimento de softwares, bem como na preparação de materiais e relatórios de apoio para testes internos e revisões. Treinamento: apoia a elaboração e atualização de materiais didáticos e relatórios de presença. Atua sempre sob acompanhamento de profissional habilitado e não realiza atividades de campo. | Atua sempre sob supervisão de profissional habilitado.
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Assistente de Automação I | Executar atividades básicas de apoio técnico e administrativo em engenharia de automação e áreas correlatas, em ambiente interno e de campo supervisionado, contribuindo para a organização e suporte às etapas da jornada de automação. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações iniciais simples ou simulações sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora no desenvolvimento, formatação e controle de materiais didáticos e listas de presença. Atua em escritório e campo, sob acompanhamento técnico direto. | - Atua sob supervisão técnica direta, sem autonomia decisória. - Pode representar o departamento em atividades de campo de apoio. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Assistente de Automação II | Executar atividades básicas | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF e TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências | - Atua sob supervisão técnica, com autonomia parcial em tarefas de execução e verificação. - Não valida documentação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente |
Assistente de Automação III | Executar atividades básicas de apoio técnico e administrativo em engenharia de automação e áreas correlatas, em ambiente interno e de campo com maior autonomia parcial supervisionada, garantindo padronização e qualidade nas entregas. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em planilhas e ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF e TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. | - Atua sob supervisão técnica, com autonomia parcial em tarefas de execução e verificação. - Não valida documentação - Direito de recusa em atividades de risco |
Técnico de Automação JR I | Executar atividades técnicas de automação simples, sob supervisão direta. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. | - Atua sob supervisão direta e sem autonomia técnica. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Técnico de Automação JR II | Executar atividades técnicas de automação simples, sob supervisão. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. | - Atua sob supervisão com autonomia parcial em tarefas técnicas. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Técnico de Automação JR III | Executar atividades técnicas de automação, com início de autonomia supervisionada. |
Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na montagem e interligação de painéis, cabos e instrumentação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes, verificações de sinais e medições simples, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia a aplicação de treinamentos práticos e o registro de evidências. | - Atua sob supervisão com autonomia parcial em tarefas técnicas. - Pode validar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Técnico de Automação PL I | Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, sob supervisão indireta. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: elabora e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada sob supervisão indireta. Testes: executa com autonomia parcial a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão indireta. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, sob supervisão indireta, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas sob supervisão indireta. - Pode revisar medições e registros de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Técnico de Automação PL II | Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, com autonomia parcial. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada sob supervisão indireta. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas, sob supervisão indireta. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas de média complexidade. - Pode revisar e validar medições e registros técnicos de campo sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. |
Técnico de Automação PL III | Executar atividades técnicas de automação de média complexidade, com autonomia. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: executa testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas de média complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Técnico de Automação SR I | Executar e supervisionar atividades técnicas complexas de automação, com autonomia. | Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas de alta complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Técnico de Automação SR II | Executar e supervisionar atividades técnicas complexas de automação, apoiando líderes em decisões. | Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas de alta complexidade. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Técnico de Automação SR III | Executar e supervisionar atividades técnicas críticas de automação, apoiando líderes em decisões e atuando como referência técnica. | Consolidação: supervisiona levantamentos e medições de campo, registra informações em ferramentas de controle (PCP), identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: revisa, valida e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada. Testes: conduz e supervisiona a realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: supervisiona a montagem, ligação e interligação de painéis, cabos, instrumentação e demais equipamentos de automação, bem como na implantação de sistemas. Comissionamento e Startup: supervisiona testes, verificações de sinais e medições, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: acompanha realizando registros e relatórios. Treinamento: apoia e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas de complexidade crítica. - Pode revisar e validar medições, registros técnicos de campo e certificados de testes. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Analista de Automação JR I | Executar análises e desenvolvimento de automação, sob supervisão. | Consolidação: apoia o levantamento de dados de campo e registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão. Comissionamento e Startup: apoia testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. | - Atua sob supervisão direta e sem autonomia técnica. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Analista de Automação JR II | Executar análises e desenvolvimento simples de automação, sob supervisão. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações simples, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: auxilia na implantação de sistemas, sob supervisão indireta Comissionamento e Startup: apoia testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. | - Atua sob supervisão em tarefas técnicas e analíticas de baixa complexidade. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Analista de Automação JR III | Executar análises e desenvolvimento de automação com início de autonomia supervisionada. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e apoia o registro das informações em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações intermediárias, simulações e testes de bancada sob orientação técnica. Testes: apoia a preparação, execução e documentação de testes internos, registrando evidências. Participa da execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF), sob supervisão. Implantação: realiza implantação de sistemas, sob supervisão indireta Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, sob supervisão, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: apoia sob supervisão, realizando registros e relatórios. Treinamento: colabora na preparação de materiais de treinamentos e registro de evidências. | - Atua sob supervisão com maior autonomia em tarefas técnicas e analíticas de baixa complexidade. - Pode revisar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Analista de Automação PL I | Executar análises e desenvolvimento de automação de média complexidade, sob supervisão indireta. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e consolida informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Documentos de Engenharia: elabora e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia parcial. Testes: executa com autonomia parcial a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia parcial. Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, sob supervisão indireta, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua sob supervisão indireta com maior autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e apoiar a validação de relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. |
Analista de Automação PL II | Executar análises e desenvolvimento de automação de média complexidade, com autonomia parcial. | Consolidação: executa o levantamento de dados de campo e consolida informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e organiza documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e apoiar a validação de relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. |
Analista de Automação PL III |
Executar análises e desenvolvimento em automação de média complexidade, com autonomia.
| Consolidação: realiza e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de média complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de média complexidade. - Pode revisar e validar relatórios sob conferência do superior. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Analista de Automação SR I | Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação complexos, com autonomia. | Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de alta complexidade. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Analista de Automação SR II | Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação complexos, apoiando líderes em decisões. | Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de alta complexidade. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Analista de Automação SR III | Executar e supervisionar análises e desenvolvimento de automação críticas, apoiando líderes em decisões e atuando como referência técnica. | Consolidação: realiza, supervisiona e valida o levantamento de dados de campo, consolidando informações de múltiplas disciplinas mantendo registro em ferramentas de controle (PCP). Identifica e propõe melhorias junto a liderança. Documentos de Engenharia: elabora, revisa e valida documentos técnicos e relatórios, garantindo conformidade com padrões internos e consistência entre disciplinas. Desenvolvimento: realiza configurações de alta complexidade, simulações e testes de bancada com autonomia. Testes: executa com autonomia a preparação, realização e documentação dos testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF). Implantação: realiza implantação de sistemas com autonomia Comissionamento e Startup: lidera* e realiza testes de comunicação e controle, realizando registros e relatórios. Operação Assistida: executa realizando registros e relatórios. Treinamento: elabora e realiza (quando delegado) a aplicação de treinamentos teóricos e práticos com registro de evidências. | - Atua com autonomia em tarefas técnicas e analíticas de complexidade crítica. - Pode revisar e validar relatórios e certificados. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. - Não tem autorização para emissão de documentos técnicos oficiais. - Pode interagir com clientes em assuntos de definição técnica sob diretriz do gestor do contrato. - Pode representar (quando designado) o departamento tecnicamente junto ao cliente, em alinhamento com o responsável técnico. |
Especialista de Automação I | Atuar como referência técnica em automação, executando e validando atividades de alta complexidade, com foco em análise, inovação e suporte técnico avançado. | Consolidação: realiza análises técnicas avançadas em projetos de automação, identificando riscos, oportunidades de melhoria e otimizações. Documentos de Engenharia: elabora e revisa documentos técnicos críticos (planos de teste, relatórios de validação, documentos de integração de sistemas). Desenvolvimento: implementa e valida soluções complexas de controle, integração e comunicação entre sistemas multivendor. Testes: conduz FATs, TAFs e SATs críticos, validando desempenho técnico e conformidade de integração. Implantação: apoia líderes e engenheiros em atividades de campo, fornecendo suporte técnico especializado. Comissionamento e Startup: acompanha e valida testes críticos, assegurando estabilidade e rastreabilidade das entregas. Operação Assistida: propõe melhorias de desempenho e confiabilidade para sistemas em operação. Treinamento: atua como multiplicador técnico e orienta equipes sobre melhores práticas e novas tecnologias. | - Atua com autonomia técnica plena em sua especialidade. - Valida resultados técnicos, parâmetros e metodologias dentro do seu domínio. - Apoia tecnicamente líderes e engenheiros em decisões de alto impacto técnico. - Não exerce autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Especialista de Automação II | Atuar como referência técnica em uma ou mais tecnologias de automação, desenvolvendo soluções inovadoras e assegurando conformidade técnica, metodológica e de performance nos projetos sob sua atuação. | Consolidação: realiza auditorias técnicas e diagnósticos avançados em sistemas de automação, propondo soluções de alta performance. Documentos de Engenharia: valida documentos técnicos e define padrões para parametrização, testes e integração. Desenvolvimento: desenvolve e integra soluções complexas entre sistemas distintos (SCADA, SDCD, CLPs, bancos de dados e redes). Testes: conduz FATs e TAFs multissistema, validando desempenho, segurança e interoperabilidade. Implantação: apoia líderes e engenheiros em projetos de alta complexidade, garantindo confiabilidade técnica das entregas. Comissionamento e Startup: participa das fases críticas de comissionamento, atuando na resolução de falhas e ajustes em tempo real. Operação Assistida: propõe melhorias e automações complementares para ganhos de eficiência operacional. Treinamento: ministra treinamentos técnicos avançados e atua como consultor interno em sua especialidade. | - Atua com autonomia técnica total em sua área de especialização. - Valida metodologias, soluções e resultados técnicos de alta complexidade. - Apoia a padronização de soluções e práticas técnicas no departamento. - Não possui autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Especialista de Automação III | Atuar como autoridade técnica em múltiplas tecnologias ou arquiteturas de automação, responsável pela padronização tecnológica, inovação, suporte técnico de alto nível. | Consolidação: realiza análises estratégicas de tecnologias, propondo melhorias contínuas e direcionamentos técnicos para o departamento. Documentos de Engenharia: define padrões técnicos e metodológicos de documentação, testes e integração. Desenvolvimento: lidera o desenvolvimento de soluções inovadoras e customizadas para clientes estratégicos e projetos corporativos. Testes: valida metodologias e práticas de teste e aceitação para sistemas complexos e multivendor. Implantação: fornece suporte técnico e consultoria especializada a líderes e engenheiros em projetos estratégicos. Comissionamento e Startup: supervisiona as fases críticas de integração e validação técnica final. Operação Assistida: atua em diagnósticos e otimizações em sistemas críticos, garantindo disponibilidade e confiabilidade. Treinamento: conduz programas internos de capacitação técnica e representa a empresa em eventos técnicos e fóruns de engenharia. | - Atua com autoridade técnica total em suas especialidades. - Pode aprovar metodologias, práticas e padrões técnicos do departamento. - Atua como consultor interno e interface técnica com clientes estratégicos. - Não possui autoridade hierárquica sobre pessoas. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Engenheiro de Automação I | Executar atividades de engenharia de automação, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. | Consolidação: participa de levantamentos técnicos e inspeções de campo, validando requisitos e premissas de projeto. Documentos de Engenharia: elabora e revisa documentos técnicos (listas de sinais, diagramas, planos de teste, especificações de instrumentos). Desenvolvimento: desenvolve e valida lógicas de controle, telas de operação e parametrizações de equipamentos, garantindo aderência às normas e práticas internas. Testes: conduz FATs e TAFs de média complexidade, analisando resultados e registrando evidências. Implantação: acompanha e valida integração de sistemas, garantindo conformidade técnica e segurança. Comissionamento e Startup: apoia os líderes e técnicos na execução dos testes de campo, validando ajustes e verificando a funcionalidade global do sistema. Operação Assistida: acompanha o desempenho do sistema e propõe melhorias pósstartup. Treinamento: elabora e aplica treinamentos técnicos para a equipe e clientes. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) ou Gestor de Contrato. | - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Engenheiro de Automação II | Executar atividades de engenharia de automação complexas, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. | Consolidação: coordena levantamentos técnicos e consolida informações de projeto, garantindo padronização e rastreabilidade. Documentos de Engenharia: revisa e aprova documentos de engenharia, garantindo conformidade com normas técnicas e diretrizes corporativas. Desenvolvimento: projeta e valida soluções de automação, integra sistemas multivendor e desenvolve aplicações de controle avançado. Testes: conduz e aprova FATs, TAFs e SATs, garantindo rastreabilidade e performance técnica. Implantação: supervisiona a instalação, integração e validação final de sistemas complexos. Comissionamento e Startup: lidera tecnicamente a equipe de automação na execução de comissionamentos e start-ups, reportando resultados à Coordenação. Operação Assistida: propõe ajustes de performance e atua na análise de confiabilidade e disponibilidade de sistemas. Treinamento: ministra treinamentos técnicos internos e externos, difundindo melhores práticas. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) ou Gestor de Contrato. | - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia complexas. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Engenheiro de Automação III | Executar atividades de engenharia de automação críticas, com foco no desenvolvimento, validação e integração de soluções de controle e sistemas industriais, assegurando qualidade técnica e aderência aos padrões do departamento. | Consolidação: coordena e valida levantamentos técnicos estratégicos, propondo melhorias e inovações de engenharia. Documentos de Engenharia: define e aprova padrões de documentação, integração e rastreabilidade técnica. Desenvolvimento: projeta, valida e implementa soluções complexas de automação e digitalização industrial (IIoT, Edge Computing, Indústria 4.0). Testes: supervisiona e valida FATs, TAFs e SATs críticos, assegurando aderência às normas e requisitos contratuais. Implantação: supervisiona a integração de sistemas complexos e garante uniformidade técnica entre frentes e contratos. Comissionamento e Startup: atua como autoridade técnica máxima nos comissionamentos, garantindo qualidade e segurança operacional. Operação Assistida: realiza auditorias técnicas e propõe ações estratégicas de melhoria e confiabilidade. Treinamento: atua como mentor técnico e disseminador de boas práticas e inovações em engenharia. Quando designado, pode atuar na estrutura horizontal como Responsável Técnico (ART) e/ou Gestor de Contrato, especialmente em contratos estratégicos ou de alta complexidade. | - Atua com autonomia técnica em atividades de engenharia críticas. - Pode revisar e validar documentos de engenharia. - Tem autorização para emissão e assinatura como RT de documentos técnicos oficiais. - Pode representar o departamento em reuniões técnicas sob supervisão da Coordenação. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Tabela 3: Descrição de Cargos de Carreira Técnica no Departamento de Automação.
Observações:
- Responsável Técnico – conforme Política de Designação de Responsáveis Técnicos em Contratos;
- Gestor de Contrato – conforme Política de Designação de Gestores de Contratos.
2.3.2. Cargos de Carreira Gerencial
Cargo | Missão | Responsabilidade | Autoridade |
Líder de Engenharia I | Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. | Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos, consultorias e estimativas. | Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente |
Líder de Engenharia II | Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. | Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. | Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Líder de Engenharia III | Liderar técnica e operacionalmente a célula de automação designada, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da célula e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. | Desenvolvimento da célula: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a célula designada, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Executa atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. | Responsável pelo desempenho e desenvolvimento da célula operacional designada. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a célula designada. - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Supervisor de Automação | Supervisionar o departamento de automação, garantindo a execução eficiente das atividades, o desenvolvimento da equipe e a conformidade com os padrões técnicos, de qualidade e de segurança. | Desenvolvimento da equipe: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a equipe, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs de equipe com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Serviços do Departamento de Automação: Supervisiona as atividades de consolidação, documentação de engenharia, desenvolvimento, testes, implantação, comissionamento & startup, operação assistida, treinamentos e consultorias. | Responsável pelo desempenho e desenvolvimento dos líderes. - Possui autoridade técnica e operacional sobre a equipe, sendo o elo entre o operacional a coordenação (tático). - Pode validar documentos, priorizar demandas, supervisionar execuções e revisar entregas. - Pode representar o departamento tecnicamente junto ao cliente, sob alinhamento com a coordenação. - Quando designado, exerce autoridade delegada como Responsável Técnico ou Gestor de Contrato. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Coordenador de Automação | Coordenar o departamento de automação, garantindo resultados técnicos, administrativos e estratégicos. | Desenvolvimento da equipe: Realiza feedbacks informais, avaliações de desempenho e PDI com a equipe, com registro de evidência. Monitoramento e controle: Realiza pitchs com equipe e gerência com registro de evidências, bem como acompanhamento e tratativa dos planos de ação. Coordenação de equipe: líderes, especialistas, engenheiros e supervisores. Gestão de performance: responsável pelos resultados táticos da estrutura vertical do departamento. Gestão organizacional: responsável pela estruturação e melhoria contínua do departamento via PDCA e planos de ação baseado em indicadores, KPIs e OKRs. Representa o departamento junto à diretoria e clientes. Apoia gestão horizontal (quando designado). | - Coordena o desempenho técnico e estratégico de todas as células e supervisões da automação. - Define e aprova os planos de ação, indicadores e metas do departamento. - Valida documentos, planos e relatórios técnicos estratégicos. - Tem autoridade sobre alocação de recursos humanos e materiais do departamento. - Representa a Engenharia de Automação perante Diretoria, clientes e órgãos externos. - Direito de recusa em atividades de risco grave ou iminente. |
Tabela 4: Descrição de Cargos de Carreira Gerencial no Departamento de Automação.
Observações:
- Responsável Técnico – conforme Política de Designação de Responsáveis Técnicos em Contratos;
- Gestor de Contrato – conforme Política de Designação de Gestores de Contratos.
3. Gestão de Pessoas e Competências
3.1. Objetivo
Mais do que sistemas, equipamentos ou tecnologias, o que sustenta o departamento de Automação da Autvix são as pessoas que o compõem. Por isso, este capítulo apresenta como cuidamos do desenvolvimento profissional, estruturamos competências e avaliamos desempenho.
Aqui você encontrará:
- A matriz de competências técnicas e comportamentais que orientam nossas entregas;
- A forma como as competências se transforma em Planos de Desenvolvimento Individual (PDI);
- Como os PDIs são conectados à Avaliação de Desempenho, impactando crescimento e carreira;
- Os rituais de acompanhamento que garantem feedback contínuo e evolução constante.
Este modelo está diretamente ligado ao pilar Pessoas do Sistema de Excelência Autvix Group (SEA).
3.2. Como Ler a Matriz de Competências;
A matriz define o nível de proficiência esperado por cargo da Engenharia de Automação em quatro dimensões:
- Bloco 1 – Técnicas: tecnologias e conhecimentos específicos de automação;
- Bloco 2 – Metodologias, Processos e Ferramentas: métodos de gestão, ferramentas de engenharia e práticas internas;
- Bloco 3 – Culturais (DNA/Valores Autvix): comportamentos ligados a Segurança, Inovação, Sustentabilidade, Foco no Cliente, Excelência e ao DNA Autvix (Respeito, Confiança, Atitude de Dono, Colaboração, Evolução Contínua);
- Bloco 4 – Comportamentais (Soft Skills): habilidades socioemocionais aplicadas no dia a dia.
3.2.1 Legenda de Proficiência Técnica e Metodológica
Para a interpretação numérica da matriz,
N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento;
0 – Não conhece;
1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação);
2 – Conhece o básico, precisa de suporte e/ou supervisão;
3 – Atua sozinho em cenários simples;
4 – Atua sozinho em cenários complexos;
5 – Mentor ativo, referência de boas práticas;
6 – Excelência, referência estratégica e inovação.
Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado.
3.2.2. Legenda de Proficiência Cultural e Comportamental
Para a interpretação numérica da matriz,
N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento;
0 – Não atende;
1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação);
2 – Atende parcialmente;
3 – Atende plenamente em cenários simples;
4 – Atende plenamente em cenários complexos;
5 – Mentor ativo, referência de boas práticas;
6 – Excelência, referência estratégica e inovação;
Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado.
Onde isso se conecta:
- Cap. 4 – Jornada de Valor e Catálogo de Serviços (o que entregamos);
- Cap. 5 – Processos Operacionais (como entregamos);
- Avaliação de Desempenho e PDI (como evoluímos).
3.3. Matriz de Competências Técnicas
As competências técnicas avaliadas para o nível operacional se baseiam não apenas no conhecimento de ferramentas e softwares de automação, mas também no entendimento de disciplinas auxiliares que corroboram com a experiência do profissional.
Assim sendo, abaixo são exemplificadas as principais tecnologias utilizadas pelo departamento, bem como as disciplinas auxiliares:
Conceitos e Tecnologias Principais:
Categoria | Exemplos |
CLPs | Rockwell (RSLogix, Studio 5000), Siemens (Step7, TIA Portal), Schneider (Unity Pro, Control Expert), GE Fanuc |
Supervisórios e IHMs | Rockwell (FTView ME/SE), Siemens (WinCC), Schneider (Vijeo e EcoStruxure) e Intouch.
|
Acionamentos | Rockwell (PowerFlex), Siemens (Simocode, Sinamics, Micromaster), Schneider (Altivar, SoMove) |
SCADA | GE iFIX, Aveva System Platform (Wonderware). |
SDCD | ABB 800xA / 450, Emerson DeltaV, Foxboro Invensys, Rockwell PlantPAX, Siemens PCS7, Yokogawa CENTUM. |
Instrumentação – Leitura e Interpretação | Leitura de diagramas de malha (Loop Diagrams), P&IDs, listas de instrumentos (ISA-20), fichas técnicas e |
Instrumentação – Configuração | Parametrização e calibração de transmissores, posicionadores e válvulas (HART, Fieldbus, Profibus-PA, |
Instrumentação – Cálculos e Compensações | Cálculos de vazão, pressão, nível e temperatura; compensações térmicas, densidade e correções de range |
Redes industriais comuns | Modbus-TCP/RTU, Ethernet/IP, Profibus DP, Profinet, OPC DA. |
Redes industriais especiais | Fieldbus Foundation, Profibus PA, DeviceNet, ControlNet, CANOpen, EtherCAT, IEC 61850, OPC UA/AE |
Segurança Funcional (Safety) | Conhecimento das normas, dispositivos de segurança (CLPs, Relés, Chaves, Sensores), aplicação prática em |
Linguagens de programação médio nível | C, C++, C#, aplicadas a ferramentas de engenharia, integração e sistemas embarcados. |
Linguagens de programação alto nível | Python, Java, JavaScript, Perl, Ruby — aplicadas em automação de dados e integração de sistemas de |
Montagem e manutenção de computadores | Montagem, manutenção, instalação, configuração de sistemas operacionais e softwares, bem como o |
Idioma inglês | Habilidades linguísticas: compreensão auditiva (listening), fala (speaking), leitura (reading) e escrita (writing). |
IA aplicada a automação | Machine Learning, Deep Learning, LLMs, Visão Computacional, Análise Preditiva, NLP, GANs, IA generativa. |
Máquinas Virtuais | Utilização de software de ambiente virtual (VMware / Hyper-V) para desenvolvimento, testes, simulações e |
Excel | Fórmulas avançadas, gráficos, filtros, tabelas dinâmicas, Power Query, VBA / Macros, dashboards técnicos. |
Desenho Técnico | Conceitos de desenho técnico (vistas, cotas, representações 2D). |
Normas e regulamentações | ISA 5.1, ISA 84, IEC 61131-3, IEC 61508, IEC 61511, IEC 62443, NR-10, NR-12, NR-13, NBR 5410. |
Outras competências | Integração TI/TA, IoT Industrial, Edge Computing, virtualização de sistemas, digital twins e Indústria 4.0 |
Tabela 5: Conceitos e Tecnologias Principais da Automação.
Dessa forma, a Matriz de Competências Técnicas (Bloco 1) pode ser escalonada por cargo conforme tabela abaixo:
Competência | EST | A1 | A2 | A3 | J1 | J2 | J3 | P1 | P2 | P3 | S1 | S2 | S3 |
CLP | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Supervisório/IHM | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Acionamentos | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
SCADA | 0 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
SDCD | 0 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Instrumentação (Leitura de Documentos) | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Instrumentação (Sensores e Atuadores) | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Instrumentação (Cálculos e Compensações) | 0 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Redes industriais comuns | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Redes industriais especiais | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Segurança Funcional (Safety) | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
Linguagens de Médio Nível | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Linguagens de Alto Nível | 0 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 3 | 3 | 3 |
Montagem e Manutenção de PC | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Idioma Inglês | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
IA aplicada a automação | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 |
Máquinas Virtuais | 0 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Excel | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Desenho Técnico | 0 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
MS Project | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 1 | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 |
Power BI | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 2 | 2 | 2 |
Tabela 6: Matriz de Competências Técnicas.
3.4. Matriz de Competências Metodológicas
Competência | EST | A1 | A2 | A3 | J1 | J2 | J3 | P1 | P2 | P3 | S1 | S2 | S3 |
Normas Técnicas de Automação e Elétrica (NBR5410, IEC 61131 Linguagens de Programação CLP) | 1 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Normas técnicas de Instrumentação e Controle (ISA 20, 75, 84, 95 / IEC 60079 – Áreas Classificadas / EX) | 0 | 2 | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
Normas Técnicas de Redes em Substações (IEC 61850) | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
Normas Técnicas de TI e Cybersegurança (IEC 61784, IEC 62443) | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
Normas Técnicas de Segurança Funcional (IEC 61508 / 61511) | 0 | 1 | 1 | 1 | 1 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Normas de Qualidade e Gestão (ISO / SEA) | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 | 5 |
Gestão de Documentos (SharePoint / Onedrive) | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 | 5 |
SGI – Procedimentos, Instruções e Formulários | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 | 5 |
Modelagem de Processos (BPMN) | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 1 | 2 | 2 | 3 |
PDCA / 5W2H | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 1 | 2 | 2 | 3 | 4 | 4 |
Tabela 7: Matriz de Competências Metodológicas.
3.5. Matriz de Competências Culturais
Competência | EST | A1 | A2 | A3 | J1 | J2 | J3 | P1 | P2 | P3 | S1 | S2 | S3 |
Segurança | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Inovação | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Sustentabilidade | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Foco no cliente | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Excelência | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Respeito | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Confiança | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Atitude de Dono | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Colaboração | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Evolução Contínua | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Tabela 8: Matriz de Competências Culturais.
3.6. Matriz de Competências Comportamentais
Competência | EST | A1 | A2 | A3 | J1 | J2 | J3 | P1 | P2 | P3 | S1 | S2 | S3 |
Autoconhecimento | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Assiduidade | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Disponibilidade | 1 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 | 5 | 5 |
Proatividade | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Adaptabilidade e Resiliência | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Comunicação – Escutatória | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Comunicação – Síntese | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Comunicação – Posicionamento | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Pensamento Crítico | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Pensamento Analítico | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Planejamento e Organização | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Qualidade das Entregas | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Empatia Profissional | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Relacionamento Técnico com o cliente | NA | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Inteligência Emocional | 2 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Resolução de Problemas | 2 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Visão Sistêmica | 1 | 2 | 2 | 2 | 3 | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Liderança Situacional | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 3 | 3 | 3 | 4 |
Delegação | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 4 | 5 | 5 | 5 |
Negociação e Influência | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Gestão de Pessoas | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 2 | 3 | 3 | 3 |
Gestão de Conflitos | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 4 | 4 | 4 | 4 |
Tomada de Decisão Operacional | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 3 | 4 | 4 | 4 |
Tomada de Decisão Estratégica | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 4 | 4 | 4 |
Gestão de Projetos | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA |
Relacionamento Estratégico com o cliente | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA |
Visão Estratégica | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | NA | 3 | 3 | 3 |
Tabela 9: Matriz de Competências Comportamentais.
3.7. Trilhas de Carreira
- Estagiário;
- Assistente de Automação;
- Técnico ou Analista de Automação.
A partir deste ponto, o profissional pode seguir dois caminhos distintos (carreira em Y):
- Carreira Especialista: Especialista → Engenheiro → Consultor;
- Carreira Gerencial: Lider → Supervisor → Coordenador
Independentemente da trilha, profissionais Pleno ou Sênior podem assumir a função de Responsável Técnico em projetos específicos.
3.8. Procedimento de Onboarding
O início da jornada do novo colaborador dentro do departamento da automação é denominado “onboarding”. Este termo define de forma clara e objetiva o processo de embarque do profissional dentro da trila de cultura da empresa, bem como pela trilha de capacitação técnica. Essas trilhas são chamadas Onboarding Institucional e Onboarding Técnico, respectivamente.
3.8.1. Onboarding institucional
O Onboarding Institucional é a primeira imersão do colaborador na cultura da Autvix, Ele acontece logo após a admissão e tem como objetivo alinha identidade, valores e normas que orientam a conduta de todos.
3.8.1.1. Objetivos do Onboarding Institucional
- Apresentar a cultura da Autvix, com base no Código de Excelência Autvix Group (SEA);
- Formalizar compromissos éticos, de segurança, meio ambiente e confidencialidade;
- Cumprir os treinamentos normativos obrigatórios (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança, LGPD, Segurança da Informação);
- Garantir que todos os colaboradores conheçam seus direitos, benefícios e responsabilidades.
3.8.1.2. Conteúdo do Onboarding Institucional
- Cultura Autvix: Valores, DNA e Pilares do SEA;
- Políticas e normas;
- Condutas esperadas e não permitidas;
- Treinamentos obrigatórios: Segurança do Trabalho, EPIs, NRs aplicáveis, PGR, PCMSO;
- Benefícios e direitos: planos, vales, seguro, entre outros.
3.8.2. Onboarding Técnico (Automação)
O Onboarding Técnico é uma etapa posterior ao onboarding institucional, em que o colaborador passa a atuar dentro da Automação. Aqui ele conhece os processos, rotinas e serviços específicos da área, acelerando a curva de aprendizado e reduzindo erros no início da atuação.
3.8.3. Objetivos do Onboarding Técnico
- Introduzir os processos, serviços e normas técnicas da Automação;
- Capacitar o colaborador para executar suas funções com segurança e eficiência;
- Acelerar a curva de aprendizado técnico, garantindo qualidade nas entregas.
3.8.4. Estrutura do Onboarding Técnico
Primeiro Dia
- Apresentação do Organograma da Automação;
- Conferência dos Equipamentos de trabalho, bem como revisão de EPIs, uniforme e crachá (quando funcionário);
- Checagem da Configuração de acessos (Outlook, Teams, SharePoint, OneDrive, Servidor de Dados, Servidor de VMs, Academia Autvix), bem como RHvix (quando funcionário);
- Apresentação dos diretórios sobre os Processos Operacionais (SIPOCs e fluxos BPMN), Procedimentos e Formulários;
- Apresentação do diretório sobre o Manual do Departamento de Automação.
Primeira Semana
- Sanar possíveis dúvidas do novo colaborador quanto ao Manual do Departamento de Automação junto à liderança;
- Sanar possíveis dúvidas do novo colaborador quanto aos Processos Operacionais junto à liderança;
- Realizar treinamento técnico direcionado pela liderança;
- Registro de atividades conforme a Política de Gestão de Tarefas;
- Participação no Diálogo Semanal de Segurança (DSS).
Primeiro Mês
- Execução supervisionada das atividades. Tarefas de complexidade simples e em ambiente controlado;
- Monitoramento comportamental, cultural, técnico e metodológico do novo colaborador, com feedback informal e registro.
Segundo Mês
- Execução supervisionada das atividades;
- Monitoramento comportamental, cultural, técnico e metodológico do novo colaborador, com feedback informal e registro;
- Entregas validades por indicadores de qualidade e prazo.
Terceiro Mês
- Execução supervisionada das atividades;
- Feedback formal estruturado com base no desempenho do trimestre;
- Definição e acompanhamento do PDI inicial.
3.8.5. Condutas esperadas
- Cumprir rigorosamente os fluxos e padrões de documentação;
- Utilizar ferramentas padrão do setor (SharePoint, Outlook, Teams, dentre outros softwares da automação);
- Demonstrar organização, proatividade e zelo com equipamentos e informações.
3.8.6. Marcos de Avaliação
- 30 dias: avaliação e feedback informal com registro de desempenho e adaptação;
- 60 dias: avaliação e feedback informal com registro de desempenho e adaptação;
- 90 dias: avaliação e feedback formal com registro do desempenho e adaptação nos pilares (técnica + metodológica + cultural + comportamental), consolidando o período de experiência.
4. Jornada de Valor e Catálogo de Serviços
4.1. Objetivo
A jornada de valor do Departamento de Automação representa o fluxo de atividades que transforma demanda técnicas em soluções completas para os clientes internos e externos.
Este capítulo descreve os principais serviços realizados pela área, desde o levantamento inicial até o encerramento do projeto, assegurando padronização, qualidade e centralidade no cliente.
A jornada segue os princípios do Sistema de Excelência Autvix (SEA), estruturando-se em macroprocessos que garantem clareza sobre entradas (inputs), atividades, saídas (outputs) e responsáveis em cada etapa.
4.2. Diagrama da Jornada
4.2.1. Fluxo da Jornada da Automação
- Consolidação: Levantamento de requisitos e consolidação técnica;
- Documentos de Engenharia: Elaboração, revisão e validação de documentos técnicos (fluxogramas, listas de sinais, arquiteturas de rede, diagramas lógicos, etc.);
- Desenvolvimento: Programação de CLP, SDCD, IHM, SCADA e sistemas supervisórios; configuração de acionamentos, instrumentação e redes industriais;
- Testes: Execução de testes internos e de aceitação (Pré-TAF, TAF e Joint-TAF);
- Implantação: Carregamento de software/hardware, configuração, parametrização e integração do sistema desenvolvido; certificação de equipamentos e redes em campo;
- Comissionamento & Startup: Testes a frio (ponto a ponto, intertravamento, sequência, malha, redundância), testes a quente e testes de operacionalidade para validação do sistema e aceite inicial do cliente;
- Operação Assistida: Acompanhamento pós-startup, ajustes e monitoramento;
- Treinamento: Capacitação de operadores e equipe técnica para uso/manutenção;
- Encerramento: Entrega de databook, documentação final “as built”, aceite formal e registro de lições aprendidas.
4.2.2. Entradas (Inputs) para o Catálogo de Serviços
Para o catálogo de serviços do departamento de automação, são consideradas as entradas (inputs) base conforme listado:
- Proposta Técnica: Contém o escopo do serviço contratado;
- Cronograma: Contempla os prazos e sequência de entregas contratadas;
- Histograma: Contém o corpo técnico previsto para o atendimento ao contrato;
- Planejamento e Controle do Projeto (PCP): Contempla o memorial do contrato;
- Documentação Modelo: Documentação base controlada pelo Sistema de Gestão Integrada (SGI).
A tabela a seguir lista o catálogo de serviços do Departamento de Automação.
4.3. Catálogo de Serviços
Nome do serviço | Descrição | Aprovador da execução | Inputs | Outputs | Prazo (SLA) |
Consolidação Técnica | Estudo da documentação técnica e resolução de possíveis dúvidas e/ou desvios. Pode ser necessário levantamento de campo para consolidações adicionais. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, além dos documentos internos ou do cliente. | Relatório de Consolidação | Conforme Cronograma do Contrato |
Documentos de Engenharia | Elaboração, revisão e emissão de documentos técnicos. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, normas e modelo de documento do cliente (caso aplicável) | Documentação validada | Conforme Cronograma do Contrato |
Desenvolvimento | Programação de sistemas de controle, supervisão, acionamentos, instrumentação e redes industriais. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, além das Especificações, Descritivos e demais documentações técnicas. | Backup dos sistemas desenvolvido e versões | Conforme Cronograma do Contrato |
Testes | Execução de testes internos, Pré-TAF, TAF e Joint-TAF. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, além dos softwares, hardwares e plano de testes (CTS). | Certificados assinados e backups dos softwares validados. | Conforme Cronograma do Contrato |
Implantação | Carregamento, configuração, parametrização, integração e certificação de equipamentos e redes. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, além do CI (aba plano de trabalho). |
Sistema integrado, Backups dos Softwares e CI (aba implantação) assinado. | Conforme
|
Comissionamento & Startup |
Validação final em campo, liberação do sistema e aceite do startup. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, além do CI (aba plano de trabalho). | CI (aba comissionamento) assinado, bem como o RTE | Conforme Cronograma do Contrato |
Operação Assistida | Acompanhamento do sistema em operação, ajustes e registros. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação base, com certificados assinados (CTS e CI), bem como as Especificações e Relatórios válidos da última revisão. | RDOs, RTEs e backups | Conforme Cronograma do Contrato |
Treinamento | Capacitação de operadores e técnicos. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato
| Documentação base, além de slides e manuais, e demais recursos de software ou hardware necessários. | Certificados e lista de presença. | Conforme Cronograma do Contrato |
Encerramento | Finalização formal, entrega de databook e relatório de lições aprendidas. | Gestor ou Coordenador Autvix do Contrato | Documentação gerada, backups finais, ART (caso necessário) e PCP final. | Termo de Encerramento assinado e Databook. | Conforme Cronograma do Contrato. |
Tabela 10: Catálogo de Serviços da Automação.
5. Processos Operacionais
5.1. Objetivo
Os processos operacionais da Automação foram estruturados para garantir padronização, rastreabilidade e qualidade em todas as entregas.
Eles traduzem a jornada de valor em etapas claras, apoiadas por ferramentas de gestão (SIPOC, BPMN, Procedimentos e Instruções de Trabalho), assegurando conformidade com normas técnicas, requisitos de clientes e o Sistema de Excelência Autvix (SEA).
Este capítulo estabelece os processos principais do departamento, sua forma de apuração, os impactos da estrutura vertical e horizontal na gestão, além de regras para registros internos e interface com stakeholders externos.
5.2. Mapa Geral dos Processos
Os processos da Automação são estruturados através de Procedimentos, conforme abaixo:
- PR-E-AUT-001 – Testes;
- PR-E-AUT-002 – Implantação;
- PR-E-AUT-003 – Consolidação;
- PR-E-AUT-00X – Documentação;
- PR-E-AUT-00X – Desenvolvimento;
- PR-E-AUT-00X – Treinamento e Consultoria;
- PR-E-AUT-00X – Encerramento.
Os documentos podem ser encontrados no diretório:
Z:\07.SGQ\01. ENGENHARIA\0.AUT\01.Procedimento
6. Gestão de Interfaces e Relacionamento
6.1. Objetivo
O Departamento de Automação interage constantemente com áreas internas, clientes e parceiros externos. Essa interação garante que os processos mapeados nos SIPOCs sejam executados de forma integrada, com insumos entregues na qualidade correta, no prazo e dentro dos requisitos contratuais.
O objetivo deste capítulo é descrever como se dá essa gestão de interfaces, destacando os principais stakeholders internos e externos, a natureza da interação e a gestão das comunicações durante os projetos.
6.2. Mapa de Stakeholders Internos
Stakeholder Interno | Papel / Interface | Forma de Relacionamento |
Gerência | Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas. | Sob demanda |
Coordenação | Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica. | Sob demanda |
Liderança | Avaliação de desempenho, PDI, acompanhamento, abertura de chamados internos, assistência técnica, requisições de folgas, férias e treinamentos. | Sob demanda |
Time Operacional | Suporte técnico e solicitações. | Diária |
Departamento Comercial | Fornecimento de documentações iniciais (proposta técnica, documentos do cliente). Solicitações de estimativa de serviços. | Sob demanda |
Departamento da Qualidade | Disponibilização de documentos internos (RDO, RCT, RTE, RT, etc.) nas últimas revisões. | Sob demanda |
Departamento Administrativo (mobilização e segurança) | Controle de documentação administrativa, fornecimento de crachás, uniforme, EPIs com CA válido, treinamentos de segurança, liberações de acesso, registro de ocorrência, PEL. | Sob demanda |
Departamento de Recursos Humanos | Controle de documentação de RH | Sob demanda |
TI | Fornecimento de recursos materiais (notebook, monitor, etc.) e suporte de infraestrutura digital. | Sob demanda |
Gestão | Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas. | Conforme contrato |
Responsáveis Técnicos | Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica. | Conforme contrato |
Setores de Apoio | Departamentos que prestam apoio ao contrato (ex: planejamento, administrativo, etc.). | Conforme contrato |
Time Operacional | Suporte técnico e solicitações | Conforme contrato |
Tabela 11: Mapa de Stakeholders Internos.
6.3. Mapa de Stakeholders Externos
Stakeholder Externo | Papel / Interface | Forma de Relacionamento |
Autvix CODE | Suporte e apoio em demandas (internas ou externas) de inovação tecnológica. | Sob demanda |
Advix | Fornecimento de produtos e serviços nos segmentos de energia crítica, instrumentação, IoT, CFTV, etc. Solicitações de estimativa de serviços. | Sob demanda |
Parceiros Comerciais | Fornecimento de hardwares e softwares | Sob demanda |
Cliente Direto/Final | Fornecimento de recursos (materiais e/ou humanos), disponibilização de responsável para acompanhamento de validação técnica. Aprovações de certificados, relatórios e termos de aceitação. | Conforme contrato |
Tabela 12: Mapa de Stakeholders Externos.
6.4. Política de Atendimento (Princípios de Conduta)
O Departamento de Automação adota princípios de clareza, agilidade, segurança e rastreabilidade em todas as suas interações com stakeholders internos e externos.
Abaixo são listados os canais de atendimento:
- O canal oficial de comunicação interna é via plataforma Microsoft Teams;
- O canal oficial de formalização é via plataforma Microsoft Outlook (e-mail corporativo).
O atendimento na Estrutura Horizontal (contratos) possuo especificidades conforme abaixo:
- O canal de comunicação com cliente pode ser realizado via plataforma Microsoft Teams ou via Grupo de Whatsapp. Esta definição é realizada pelo Planejador do Contrato, informada previamente no TAP;
- Toda as definições e entregas com clientes devem ser registradas formalmente (E-mail corporativo e PCP);
- Documentos técnicos, relatórios e certificados devem ser emitidos sempre em sua última revisão validade pelo SGI;
- Prazos de atendimento seguem os SLAs acordados em contrato e devem ser comunicados aos clientes internos e externos;
- Em atividades de testes, implantação, comissionamento, startup e operação assistida, é obrigatória a coleta das assinaturas nos RDOs;
- Em atividades de treinamento e/ou consultoria, é obrigatória a coleta das listas de presença;
- As interações com clientes devem priorizar transparência e rastreabilidade, assegurando alinhamento das expectativas e conformidade contratual.
6.5. Canais de Comunicação
A comunicação no Departamento de Automação deve garantir alinhamento entre a estrutura vertical (departamento) e a estrutura horizontal (contratos).
6.5.1. Comunicação Interna
- Reuniões de alinhamento diárias, semanais e mensais conforme rituais de gestão;
- Uso de canais internos (ClickUp, SharePoint, Teams, E-mail) para atualização de status e registros.
6.5.2. Comunicação Externa
- Reuniões periódicas com clientes e parceiros para acompanhamento de projetos;
- Registro formal de FAT, TAF, treinamentos e encerramento de projetos;
- Emissão de relatórios técnicos (RTE, RDO, certificados) como evidência de execução;
- Uso de canais externos (Teams, E-mail) para formalizações, atualizações e registros.
6.5.3. Comunicação Documental
- Toda informação relevante deve ser formalizada em documentos oficiais (RTE, RDO, PCP atualizado, backups);
- As versões de documentos devem ser controladas pelo SGI e disponibilizadas em repositórios oficias.
6.5.4. Fluxo de Comunicação Formal
- Informações estratégicas fluem entre Diretoria, Gerência e Coordenação;
- Informações operacionais fluem entre Supervisão, Líderes de Engenharia e equipe técnica;
- O Gestor de Contrato atua como elo principal com o cliente, garantindo centralidade no cliente (CS e CX).
7. Governança, Controles e Gestão de Riscos
7.1. Objetivo
A governança do Departamento de Automação assegura que os processos sejam conduzidos de forma transparente, padronizada e em conformidade com o Sistema de Excelência Autvix (SEA).
Este capítulo apresenta os mecanismos de governança e controle aplicáveis à área, bem como a forma de identificar, monitorar e tratar riscos que possam impactar a operação, os contratos ou a satisfação dos clientes.
7.2. Governança e Controles
A governança da Automação garante que as decisões e ações sejam tomadas de forma controlada, com clareza sobre quem pode fazer o quê, e que os riscos operacionais sejam monitorados e mitigados.
O equilíbrio entre agilidade e controle permite a delegação de autoridade de forma segura, evitando falhas e reforçando a confiabilidade dos serviços.
7.3. Matriz de Alçadas do Departamento
A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura vertical (organização):
Processo / Atividade | Analista SGI | Coordenador SGI | Gerente SGI / Diretor Técnico | Diretoria Executiva |
Definição de Políticas | Não | Contribui | Propõe Ajustes | Homologa |
Melhoria de Processos | Sugere | Participa | Valida com SGI | Homologa |
Aquisição de recursos materiais | Sugere | Valida | Aprova | N.A. |
Avaliação de Desempenho e PDI | Participa | Valida com Coordenação | Homologa | N.A. |
Movimentação de Pessoal | Não | Sugere | Valida com Gerência | Decide |
Contratação de serviços terceirizados | Não | Sugere | Recomenda | Decide |
Tabela 13: Matriz de Alçadas do Departamento.
A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura horizontal (contratos):
Processo / Atividade | Analista SGI | Gerente SGI / Diretor Técnico | Gestor de Contrato |
Aquisição de recursos materiais | Sugere | Valida | Aprova |
Aprovação de Home Office | Sugere | Valida com Gestor do Contrato | Aprova |
Aprovação de Folgas | Sugere | Valida com Gestor do Contrato | Aprova |
Contratação de serviços terceirizado | Não | Sugere | Aprova |
Controles Internos | Apoia | Valida tecnicamente | Aprova |
Desempenho contratual | N.A. | Valida com Gestor do Contrato | Reporta desempenho à Gerência e Diretoria |
Tabela 14: Matriz de Alçada da Vertical da Automação.
7.4. Gestão de Riscos
O objetivo da gestão de riscos é reduzir impactos negativos, garantir a integridade das entregas e aproveitar oportunidades de melhoria contínua e inovação.
Os riscos são classificados em Estratégicos, Operacionais, Financeiros e de Conformidade, sendo monitorados por controles preventivos e planos de contingência.
7.4.1. Matriz de Riscos Operacionais
Risco | Impacto | Probabilidade | Mitigação | Responsável |
Falha no servidor de VMs | Paralisação de operações | Média | Plano de recuperação de desastres (DRP) | Coordenação de Automação / TI |
Erro de programação de sistemas | Má funcionalidade / Falhas de processo | Média | Plano de rollback de software | Responsável Técnico |
Retrabalho por falha em documentação | Atrasos e aumento de custo | Média | Alocação de equipe de correção | Responsável Técnico |
Falhas de integração entre sistemas | Perda de confiabilidade do sistema | Média | Acionamento de equipe sênior para correção | Responsável Técnico |
Uso inadequado de EPIs | Acidentes e afastamentos | Baixa | Acionamento de SESMT, plano de substituição | Responsável Apoio (segurança) / SESMT |
Perda de dados técnicos | Reprogramação, atrasos | Baixa | Recuperação via cópias locais | Responsável Técnico |
Falta de assinatura em RDOs | Não reconhecimento de atividades | Média | Revalidação junto ao cliente | Responsável Apoio (planejamento) |
Tabela 15: Matriz de Riscos Operacionais da Automação.
7.4.2. Matriz de Riscos Estratégicos
Risco | Impacto | Probabilidade | Mitigação | Responsável |
Perda de mercado por defasagem tecnológica | Redução de competitividade e perda de contratos | Média | Parcerias com fornecedores para atualização | Coordenação de Automação |
Dependência de poucos clientes | Risco financeiro e de instabilidade comercial | Média | Expansão comercial | Gerência / Diretoria |
Mudanças tecnológicas disruptivas | Obsolescência de soluções | Média | Criação de squads de inovação | Coordenação de Automação |
Escassez de mão de obra especializada | Atraso em projetos, aumento de custos de pessoal | Alta | Contratação emergencial de mercado | Coordenação de Automação / RH |
Falha de reputação em contratos estratégicos | Perda de credibilidade e novos negócios | Baixa | Plano de comunicação em crise | Diretoria / Gerência |
Tabela 16: Matriz de Riscos Estratégicos da Automação.
7.4.3. Matriz de Riscos Financeiros
Risco | Impacto | Probabilidade | Mitigação | Responsável |
Estouro de orçamento | Redução da margem contratual | Média | Negociação de aditivos contratuais | Gestor de Contrato |
Divergência de horas apontadas x contratadas | Conflitos com cliente, prejuízo financeiro | Média | Ajuste em relatórios com cliente | Responsável Apoio (planejamento) / Gestor de Contrato |
Custos adicionais de mobilização | Aumento inesperado de despesas | Baixa | Fundo de contingência | Gestor de Contrato |
Penalidades por atraso contratual | Multas e desgaste de relação | Média | Negociação de prazos com cliente | Gestor de Contrato |
Flutuação cambial em hardware importado | Aumento no custo de insumos | Média | Hedge ou renegociação de preço | Financeiro / Diretoria |
Inadimplência de clientes | Perdas de receita | Baixa | Renegociação ou acionamento jurídico | Financeiro / Diretoria |
Tabela 17: Matriz de Riscos Financeiros da Automação.
7.4.4. Matriz de Riscos de Conformidade
Risco | Impacto | Probabilidade | Mitigação | Responsável |
Descumprimento de normas ISA/IEC | Não conformidade técnica de auditorias | Baixa | Ação corretiva imediata | Responsável Técnico |
Descumprimento NR-10/NR-12 | Acidentes, penalidades legais | Baixa | Paralisação imediata até regularização | Responsável de Apoio (Segurança) / SESMT |
Falha em requisitos ambientais | Multas e embargos ambientais | Baixa | Plano de adequação ambiental | Responsável de Apoio (Administrativo) |
Não atendimento à LGPD | Multas e ações judiciais | Baixa | Notificação à ANPD e plano de resposta | Jurídico / TI |
Uso de softwares sem licença | Penalidades em auditorias externas | Baixa | Aquisição imediata de licenças | Coordenação de Automação / TI |
Falta de evidência documental (RTE, RDO, etc.) | Glosas contratuais, perda de certificações | Média | Reconciliação documental com cliente | Gestor de Contrato |
Exposição cibernética | Interrupção de operações, vazamento de dados | Média | Ativação do plano de resposta a incidentes | TI / Segurança da Informação |
Tabela 18: Matriz de Riscos de Conformidade da Automação.
7.5. Estruturas de Controle
Tem como objetivo estabelecer os mecanismos de controle utilizados pelo Departamento de Automação para assegurar a conformidade com requisitos legais, normativos, contratuais e internos, bem como a mitigação dos riscos identificados, a rastreabilidade das atividades e a eficácia da gestão.
7.5.1. Estruturas de Controle Adotadas
O Departamento de Automação adota as seguintes estruturas de controle:
a) Controle documental: Gestão de documentos técnicos, contratuais e operacionais por meio de controle de versões, padronização de templates, registros de aprovação e armazenamento em repositório oficial, garantindo rastreabilidade, integridade e disponibilidade das informações;
b) Checklists operacionais e técnicos: Utilização de checklists padronizados para verificação de conformidade técnica, segurança, qualidade e atendimento a requisitos contratuais, aplicáveis às etapas de planejamento, execução, testes e encerramento das atividades;
c) Auditorias internas e revisões técnicas: Realização de auditorias internas, revisões técnicas e validações cruzadas dos entregáveis, com foco na identificação de não conformidades, oportunidades de melhoria e verificação da aderência às normas aplicáveis e aos procedimentos internos;
d) Indicadores de desempenho e conformidade: Monitoramento de indicadores operacionais, financeiros, de qualidade, segurança e satisfação do cliente, utilizados como instrumentos de controle e suporte à tomada de decisão gerencial;
e) Rituais de gestão: Acompanhamento sistemático das atividades por meio de reuniões de gestão, fóruns de acompanhamento de contratos e análises periódicas de desempenho, riscos e desvios, assegurando ações corretivas e preventivas tempestivas;
f) Gestão de riscos: Manutenção e atualização periódica das matrizes de riscos operacionais, estratégicos, financeiros e de conformidade, com definição clara de responsáveis, ações de mitigação e acompanhamento da eficácia dos controles adotados;
g) Gestão de mudanças: Avaliação e aprovação formal de alterações de escopo, prazos, custos ou requisitos técnicos, conforme matriz de alçadas definida, garantindo controle sobre impactos e decisões.
7.5.2. Avaliação da Eficácia dos Controles
A eficácia das estruturas de controle é avaliada periodicamente por meio de auditorias internas, análises de indicadores, revisões de processos e rituais de gestão, sendo os resultados utilizados para ajustes, ações corretivas e melhoria contínua.
8. Rituais de Gestão
8.1. Objetivo
Os rituais de gestão asseguram a execução consistente da estratégia, promovendo alinhamento, acompanhamento de resultados e comunicação eficaz.
Eles conectam o trabalho diário da equipe às metas estratégicas descritas no SEA – Sistema de Excelência Autvix, garantindo disciplina, transparência e foco na melhoria contínua.
8.2. Rituais Operacionais
Rituais diretamente ligados à execução de atividades, acompanhamento de contratos, projetos, indicadores operacionais e entregas ao cliente.
Ritual de Gestão | Objetivo | Frequência | Duração Média | Participantes | Outputs / Resultados Esperados |
Acompanhamento Diário | Coletar status das atividades e ajustar prioridades | Diária | 10 a 15 minutos | Time Operacional, Responsáveis Técnicos | Ajuste de prioridades |
Reunião Semanal de Projetos | Acompanhar cronograma, recursos e desvios. | Semanal | 60 minutos | Time Operacional, Responsáveis Técnicos, Planejador, Gestor de Contrato | Plano de ação + Ata de Reunião |
Reunião Semanal de Faturamento | Acompanhar status de medições e faturamentos. | Semanal | 30 a 45 minutos | Planejador + Gestor de Contrato | Plano de ação + Atualização ClickUp |
Pitch de Contratos | Acompanhamento periódico dos contratos. | Quinzenal | 50 minutos | Coordenador e Líderes de Engenharia | Plano de ação |
Monitoramento de Satisfação do Cliente* | Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto | Mensal | 15 minutos | Gestor de Contrato | Plano de ação |
Reunião Mensal de Indicadores e Performance | Avaliar KPIs e desvios contratuais. | Mensal | 60 a 90 minutos | Gestor de Contrato + Diretoria | Relatório mensal consolidado |
Pesquisa de Satisfação do Cliente* | Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto | Ao final de cada Projeto | 30 minutos | Gestor de Contrato | Plano de ação |
Reunião de Lições Aprendidas | Avaliar sucessos, falhas e melhorias. | Ao final de cada grande entrega | 60 minutos | Todos do organograma contratual | Documentação das Lições Aprendidas, ações e retroalimentação de processos. |
Tabela 19: Rituais Operacionais da Automação.
8.3. Rituais Não Operacionais
Rituais voltados à gestão de pessoas, cultura, segurança, desenvolvimento, alinhamento estratégico e clima organizacional, sem impacto direto imediato na execução contratual.
Ritual de Gestão | Objetivo | Frequência | Duração Média | Participantes | Outputs / Resultados Esperados |
Diálogo Semanal de Segurança (DSS) | Fortalecer a cultura de segurança dentro do departamento. | Semanal | 10 a 15 minutos | Todos | Lista de Presença assinada |
Feedback Informal | Acompanhamento do colaborador, alinhando objetivos e expectativas. | Sob demanda | 30 minutos | Líder e Liderado | Monitoramento, alinhamento e registros. |
Pitch de Equipe | Acompanhamento periódico das células operacionais. | Quinzenal | 50 minutos | Coordenador e Líderes de Engenharia | Plano de ação |
Pitch de Melhorias | Acompanhamento periódico das melhorias de processo | Quinzenal | 50 minutos | Coordenador e Líderes de Engenharia | Plano de ação |
Café com Gestor | Alinhamento cultural e proximidade | Mensal | 60 minutos | Coordenação e equipe convidada | Cultura e expectativas alinhadas |
Reunião de Indicadores Táticos | Acompanhamento dos indicadores | Mensal | 60 minutos | Coordenação e Gerência | Plano de ação |
Reunião de Melhorias de Processo | Avaliação de viabilidade, priorização e execução. | Mensal | 60 minutos | Coordenação e Gerência | Plano de ação |
Confraternização do Departamento | Fortalecimento de relações, integração e clima. Celebração de conquistas do departamento. | Quadrimestral* | 3 a 4 horas | Todos | Bem-estar e engajamento |
Avaliação de Desempenho | Dar e receber feedbacks aos colaboradores, alinhando objetivos e expectativas. | Semestral | 60 minutos | Colaborador e Líderes de Engenharia | Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) |
Tabela 20: Rituais Não Operacionais da Automação.
8.4.Tabela de Rituais de Gestão
Observação*: conforme PR-G-QMA-006 – Monitoramento e avaliação da satisfação do cliente_Rev.00*.
8.5. Avaliação da Efetividade dos Rituais
A efetividade dos rituais será revisada anualmente, considerando:
- Nível de engajamento e presença dos participantes;
- Resultados alcançados nos indicadores de performance;
- Feedback dos colaboradores e gestores.
Quando necessário, a Coordenação de Automação ajustará frequência, formato ou outputs para manter os rituais alinhados ao propósito do departamento e às diretrizes do SEA – Sistema de Excelência Autvix.
9. Melhoria Contínua e Inovação
9.1. Objetivo
A melhoria contínua e a inovação do Departamento de Automação são sustentadas por processos formais que incentivam a participação da equipe, asseguram a captura do conhecimento e promovem a implementação estruturada de ideias.
Essas práticas reforçam a Atitude de Dono e o pilar Processos & Inovação do SEA – Sistema de Excelência Autvix, alinhando esforços individuais às estratégias corporativas.
9.2. Procedimentos de Sugestões
Objetivo: Capturar, avaliar e implementar ideias de melhoria ou inovação apresentadas por membros da equipe.
Fluxo do Processo:
- Registro da Sugestão – A ideia é formalizada no HelpVix (categoria “Melhoria/Ideia”);
- Avaliação Preliminar – Coordenação verifica a viabilidade técnica e alinhamento estratégico;
- Análise de Impacto – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios;
- Priorização – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios;
- Implementação – Aprovadas são integradas ao backlog de projetos ou melhorias;
- Monitoramento – Resultados acompanhados nos rituais de gestão;
- Feedback ao Proponente – Comunicação sobre decisão e andamento.
9.3. Processo de Lições Aprendidas
Objetivo: Documentar e compartilhar aprendizados, erros e acertos para evitar repetição e potencializar eficiência.
Fluxo do Processo:
- Identificação do Evento – Incidente, projeto ou atividade relevante que gerou aprendizado;
- Registro da Lição Aprendida – Formulário padronizado com contexto, causa, solução e recomendações;
- Validação – Revisão pela liderança;
- Armazenamento – Inserção no repositório interno (WikiVix – seção “Lições Aprendidas”);
- Disseminação – Compartilhamento nos rituais de gestão e treinamentos;
- Aplicações – Inclusão dos aprendizados em procedimentos, políticas ou guias técnicos.
9.4. Ferramentas de Apoio
- HelpVIX – Registro e acompanhamento de sugestões;
- WikiVix – Repositório oficial de documentação e lições aprendidas;
- Microsoft 365 (Teams/SharePoint) – Colaboração e acompanhamento de melhorias;
- Relatórios de SLAs e KPIs – Base para identificação de oportunidades e melhoria.
9.5. Backlog de Melhorias do Departamento
Oportunidade | Responsável | Status | Prazo |
Revisão e atualização dos Formulários dos processos operacionais | Coordenação de Automação | Planejado | 03/2026 |
Revisão e atualização dos Procedimentos dos processos operacionais | Coordenação de Automação | Planejado | 04/2026 |
Revisão e atualização dos fluxos BPMN dos processos operacionais | Coordenação de Automação | Planejado | 05/2026 |
Criação de checklist padrão para início de contratos de automação | Coordenação de Automação | Planejado | 03/2026 |
Implantação de rotina de lições aprendidas ao final de contratos | Coordenação de Automação | Em andamento | 03/2026 |
Melhoria do controle de versões e evidências documentais | Líderes de Engenharia | Planejado | 03/2026 |
Tabela 21: Backlog de Melhorias do Departamento.
10. Gestão de Desempenho
10.1. Objetivo
A gestão de desempenho no Departamento de Engenharia de Automação é organizada em dois níveis:
- KPIs Operacionais: asseguram a execução de processos diários com qualidade, prazo e conformidade;
- OKRs Estratégicos: traduzem os objetivos de longo prazo em resultados-chave mensuráveis, alinhando a área à estratégia corporativa.
10.2. KPIS de Rotina (Operacionais)
Indicador | Meta | Fórmula de Cálculo | Responsável pelo Monitoramento |
Produtividade | >95% | Supervisores (ou Lideres) | |
Previsto x Realizado | >1 | Supervisores (ou Lideres) | |
% de Retrabalho | <5% | Supervisores (ou Lideres) | |
% de Ociosidade | <5% | Supervisores (ou Lideres) | |
% de Atividades não liberadas | <5% | Supervisores (ou Lideres) | |
Freq_NPS (Frequência de Monitoramento da Satisfação dos Clientes) | >75% | Supervisores (ou Lideres) | |
NPS (Satisfação do Cliente) | >90% | Conforme Procedimento | Supervisores (ou Lideres) |
Tabela 22: KPIs Operacionais.
10.3. KPIS Táticos
Indicador | Meta | Fórmula de Cálculo | Responsável pelo Monitoramento |
% de não conformidades em Teste Interno | <10% | Coordenador | |
% de não conformidades em Pré-TAF | 0% | Coordenador | |
% de não conformidades em TAF | 0% | Coordenador | |
% de não conformidades em Joint-TAF | 0% | Coordenador | |
% de não conformidades em Implantação | 0% | Coordenador | |
% de colaboradores com conhecimento técnico | >30% | Coordenador |
Tabela 23: KPIs Táticos.
10.4. OKRS Estratégicos
Objetivo (O) | Resultado-chave (KR) | Prazo | Responsável |
O1: Mapear 100% dos processos do departamento de automação | KR1: Criar SIPOC dos processos e documentar junto ao SGI | 2025/2 | Coordenação |
KR2: Criar BPMN dos processos e documentar junto ao SGI. | 2025/2 | Coordenação | |
KR3: Criar procedimento dos processos e documentar junto ao SGI. | 2025/2 | Coordenação | |
KR4: Criar formulário dos processos e documentar junto ao SGI. | 2025/2 | Coordenação | |
KR5: Criar instrução dos processos e documentar junto ao SGI | 2025/2 | Coordenação | |
KR6: Criar manual do departamento e documentar junto ao SGI. | 2025/2 | Coordenação | |
O2: Reduzir em 20% a taxa de retrabalho em projetos | KR1: Criar indicador de % de Retrabalho | 2026/1 | Coordenação |
KR2: Integrar indicador no RHvix para acompanhamento e redução do retrabalho. | 2026 | Coordenação | |
O3: Aumentar 10% de colaboradores com conhecimento técnico (tecnologias críticas) | KR1: Mapear capacitação dos colaboradores. | 2026/1 | Coordenação |
KR2: Criar calendário de capacitação nas tecnologias críticas. | 2026/1 | Coordenação | |
KR3: Treinar e medir capacitação efetiva. | 2026/1 | Coordenação |
Tabela 24: OKRs Estratégicos.
10.5. Ciclo de Planejamento Estratégico
Etapa | Descrição | Frequência | Responsável |
Análise de Cenário (SWOT) | Identificação de forças, fraquezas, oportunidade e ameaças | Anual | Diretoria / Gerência |
Definição de Metas | Estabelecimento dos objetivos estratégicos | Anual | Diretoria / Coordenação |
Plano de Ações | Transformação de metas em projetos estratégicos | Anual | Coordenação / Supervisão |
Monitoramento e Controle | Acompanhamento dos KPIs e OKRs em rituais de gestão | Mensal | Coordenação / SGQ |
Feedback e Evolução | Revisão dos resultados e lições aprendidas, ajustes para o próximo ciclo | Anual | Diretoria / Gerência |
Tabela 25: Ciclo de Planejamento Estratégico.
11. Controle de Documento
11.1. Objetivo
O Coordenador é o responsável formal pela atualização deste manual, podendo delegar a tarefa às lideranças operacionais mediante autorização formal.
Toda alteração deve seguir o processo de revisão documentada, mantendo registro das versões anteriores, com data, responsável pela elaboração, verificação, aprovação e observações pertinentes.
11.2. Controle de Versões
Versão | Data | Responsável | Mudanças |
A | 22/12/2025 | RHRSS | Emissão inicial |
Tabela 26: Controle de Versões.
12. Glossário de Termos Técnicos e Siglas
12.1. Objetivo
Esclarecimento da terminologia usada no documento, dando ao leitor um recurso de aprendizado para melhor entendimento do conteúdo apresentado.
Termo / Sigla | Definição |
ADM | Departamento de Administração |
ART | Anotação de Responsabilidade Técnica |
BPMN | Business Process Model and Notation |
CI | Certificado de Implantação |
CLP | Controlador Lógico Programável |
CS | Customer Success (Sucesso do Cliente) |
CTS | Certificado de Teste de Software |
CX | Customer Experience (Experiência do Cliente) |
DF | Descritivo Funcional |
DSS | Diálogo Semanal de Segurança |
FAT | Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica) |
IoT | Internet of Things |
Joint-TAF | Teste de Aceitação de Fábrica conjunto com cliente |
KPI | Key Performance Indicator (Indicador-chave de Desempenho) |
MD | Memorial Descritivo |
NR-10 | Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações Elétricas |
NR-12 | Norma Regulamentadora de Segurança em Máquinas e Equipamentos |
NR-13 | Norma Regulamentadora de Caldeiras e Vasos de Pressão |
OPC | Open Platform Communications |
PEL | Plano de Emergência Local |
PCP | Planejamento e Controle de Projeto |
PDI | Plano de Desenvolvimento Individual |
PL | Performance Level |
RCT | Relatório de Consolidação Técnica |
RDO | Relatório Diário de Obra |
RTE | Relatório Técnico de Evidências |
SAT | Site Acceptance Test (Teste de Aceitação em Campo) |
SCADA | Supervisory Control and Data Acquisition |
SEA | Sistema de Excelência Autvix |
SDCD | Sistema Digital de Controle Distribuído |
SGI | Sistema de Gestão Integrado |
SGQ | Sistema de Gestão da Qualidade |
SIL | Safety Integrity Level |
SIPOC | Supplier – Input – Process – Output – Customer |
SLA | Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço) |
TAF | Teste de Aceitação de Fábrica |
TA | Tecnologia de Automação |
TA/IT | Integração Tecnológica da Automação e Tecnologia da Informação |
TI | Tecnologia da Informação |
Tabela 27: Glossário de Termos Técnicos e Siglas.
13. Anexos
13.1. Anexo 1 - Legenda das Competências Culturais
Competência | Descrição | Escala Específica (0-6) |
Segurança | Atua com responsabilidade e zelo pela
| 0 – Ignora normas e orientações de segurança, realizando |
Inovação | Propõe novas ideias, soluções e melhorias,
| 0 – Rejeita novas ideias, mantém práticas ultrapassadas e resiste
|
Sustentabilidade | Adota práticas conscientes que minimizam
| 0 – Desperdiça recursos e ignora impactos ambientais ou
|
Foco no Cliente | Compreende e antecipa as necessidades dos | 0 – Demonstra descuido com solicitações do cliente e falha em
|
Excelência | Busca continuamente o aprimoramento | 0 – Entrega tarefas com falhas recorrentes e sem atenção à
|
Respeito | Age com postura ética, empatia, educação e | 0 – Usa linguagem inadequada, ignora hierarquias ou
|
Confiança | Atua de forma transparente e coerente,
| 0 – Falha em cumprir compromissos e transmite informações
|
Atitude de Dono | Demonstra senso de pertencimento,
| 0 – Limita-se às próprias tarefas, ignora problemas e espera
|
Colaboração | Atua de forma cooperativa com as equipes, valorizando o trabalho em equipe, compartilhando informações e contribuindo para o sucesso coletivo.
| 0 – Isola-se, evita trocas e demonstra comportamento competitivo ou negativo.
|
Evolução Contínua | Busca constantemente aprimorar processos,
| 0 – Demonstra desinteresse por aprendizado e evita feedbacks.
|
Tabela 28 - Legenda das Competências Culturais
13.2. Anexo 2 - Legenda das Competências Comportamentais
Competência | Descrição | Escala Específica (0-6) |
Autoconhecimento | Reconhece pontos fortes e limitações; busca feedbacks e trabalha
| 0 – Não reconhece falhas nem reflete sobre o próprio comportamento. |
Assiduidade | Demonstra assiduidade, avisa com antecedência sobre
| 0 – Falta ou atrasa frequentemente, sem
|
Disponibilidade | Demonstra disponibilidade para horas extras, viagens e
| 0 – Recusa atividades fora da rotina, não
|
Proatividade | Age com iniciativa, antecipando situações, identificando
| 0 – Não demonstra iniciativa, aguardando |
Adaptabilidade e Resiliência | Ajusta-se a novas situações, ambientes ou mudanças,
| 0 – Reage negativamente a mudanças e
|
Comunicação – Escutatória | Ouve ativamente, com foco no que é dito, evitando interrupções,
| 0 – Interrompe frequentemente, não |
Comunicação – Síntese | Resume ideias complexas de forma clara e objetiva, transmitindo
| 0 – Comunica-se de forma confusa,
|
Comunicação – Posicionamento | Expressa opiniões ou pontos de vista de forma clara e assertiva, | 0 – Evita se posicionar, mesmo quando a
|
Pensamento Crítico | Analisa informações reflexivamente e criticamente, formando
| 0 – Aceita informações sem questionar ou
|
Pensamento Analítico | Divide problemas em partes menores e utiliza abordagens
| 0 – Não organiza informações nem
|
Planejamento e Organização | Mantém ordem e estrutura em processos e recursos, garantindo
| 0 – Demonstra desorganização e não
|
Qualidade das Entregas | Prioriza resultados finais de alta qualidade, garantindo que
| 0 – Entrega trabalhos com erros
|
Empatia Profissional | Demonstra empatia, compreende emoções e estabelece relações
| 0 – Ignora o impacto de suas ações nos
|
Relacionamento Técnico com Cliente | Relaciona-se tecnicamente com clientes para oferecer suporte,
| 0 – Não demonstra postura profissional
|
Inteligência Emocional | Gerencia as próprias emoções de forma consciente e controlada,
| 0 – Reage impulsivamente e demonstra
|
Resolução de Problemas | Identifica e resolve problemas de forma eficiente e eficaz,
| 0 – Ignora problemas, terceiriza
|
Visão Sistêmica | Analisa interconexões organizacionais, prevenindo problemas e | 0 – Age sem considerar o impacto das
|
Liderança Situacional | Inspira, motiva e influencia pessoas, promovendo | 0 – Não exerce liderança nem orienta os
|
Delegação | Delega tarefas com clareza e eficiência, garantindo qualidade e
| 0 – Centraliza tarefas e não confia no
|
Negociação e Influência | Conduz diálogos construtivos, buscando consensos e
| 0 – Evita negociações ou impõe opiniões,
|
Gestão de Pessoas | Administra processos e equipes, distribuindo responsabilidades,
| 0 – Não acompanha nem orienta a
|
Gestão de Conflitos | Lida com desacordos ou tensões, encontrando soluções que | 0 – Evita conflitos ou agrava situações por
|
Tomada de Decisão Operacional | Capacidade de analisar informações técnicas e agir com
| 0 – Não toma decisões sem orientação;
|
Tomada de Decisão Estratégica | Capacidade de tomar decisões com base em análise crítica e | 0 – Evita decidir ou posterga
|
Gestão de Projetos | Gerencia cronogramas, recursos e equipes para garantir entregas
| 0 – Não compreende as etapas do
|
Relacionamento Estratégico com Cliente | Constrói relações estratégicas com clientes, alinhando objetivos | 0 – Atua de forma reativa e sem visão de |
Visão Estratégica | Planeja estrategicamente, definindo metas de longo prazo e | 0 – Age apenas de forma operacional,
|
Tabela 29 - Legenda das Competências Comportamentais
13.3. Anexo 3 - Legenda das Competências Técnicas
Competência | Descrição | Escala Específica (0-6) |
CLP | Conhecimento e domínio na programação, configuração
| 0 – Não conhece CLPs nem seus princípios
|
Supervisório / IHM | Desenvolvimento, configuração e manutenção de interfaces | 0 – Não conhece ferramentas de supervisão
|
Acionamentos | Conhecimento e parametrização de inversores de
| 0 – Não conhece equipamentos de
|
SCADA | Implementação e manutenção de sistemas SCADA de médio e
|
0 – Não conhece sistemas SCADA.
|
SDCD | Operação, configuração e manutenção de sistemas SDCD, com
| 0 – Não conhece o conceito de SDCD. |
Instrumentação (Leitura de Documentos) | Capacidade de interpretar diagramas de malha, listas
| 0 – Não entende documentação de
|
Instrumentação (Sensores e Atuadores) | Conhecimento técnico sobre seleção, instalação e manutenção
| 0 – Não conhece instrumentos de campo.
|
Instrumentação (Cálculos e Compensações) | Domínio de cálculos e compensações necessários
| 0 – Não conhece cálculos de instrumentação.
|
Redes Industriais Comuns | Conhecimento de redes como Ethernet/IP, Modbus,
| 0 – Não conhece redes industriais.
|
Redes Industriais Especiais | Domínio de protocolos e redes específicos (IEC 61850,
| 0 – Não conhece redes especiais.
|
Segurança Funcional (Safety) | Conhecimento e aplicação de princípios e normas de segurança
| 0 – Não conhece o conceito de segurança
|
Linguagens de Médio Nível (C, C++, C#) | Programação em linguagens estruturadas e orientadas
| 0 – Não conhece linguagens de médio nível.
|
Linguagens de Alto Nível (Python, Java, JS, Perl, Ruby) | Desenvolvimento de aplicações de alto nível voltadas
| 0 – Não conhece linguagens de alto nível.
|
Montagem e Manutenção de PC | Habilidade para montar, configurar e realizar
| 0 – Não conhece hardware ou manutenção de
|
Idioma Inglês | Capacidade de compreender, comunicar e
| 0 – Não compreende textos em inglês técnico.
|
IA Aplicada a Automação | Conhecimento e aplicação de conceitos de inteligência artificial
| 0 – Não conhece IA aplicada à automação.
|
Máquinas Virtuais (VMware / Hyper-V) | Domínio de ambientes virtuais e configuração de
| 0 – Não conhece o conceito de máquina
|
Excel | Utilização avançada do Microsoft Excel para controle de dados,
| 0 – Não utiliza Excel. |
Desenho Técnico | Interpretação, elaboração e edição de desenhos
| 0 – Não conhece Desenho Técnico ou
|
MS Project | Planejamento, acompanhamento e controle de cronogramas de | 0 – Não conhece o MS Project.
|
Power BI | Desenvolvimento de dashboards e relatórios interativos
| 0 – Não conhece Power BI.
|
Tabela 30 - Legenda das Competências Técnicas
13.4. Anexo 4 - Legenda das Competências
Competência | Descrição | Escala Específica (0-6) |
Normas Técnicas de | Conhecimento e aplicação de normas técnicas que
| 0 – Não conhece as normas aplicáveis
|
Normas Técnicas de
| Domínio das normas que regem a especificação, instalação
| 0 – Não conhece as normas aplicáveis
|
Normas Técnicas de Redes
| Conhecimento sobre arquitetura de
| 0 – Não conhece a norma IEC 61850.
|
Normas Técnicas de TI e
| Aplicação de normas que garantem a segurança de
| 0 – Não conhece as normas de TI ou
|
Normas Técnicas de
| Conhecimento das normas que regem
| 0 – Não conhece as normas de
|
Normas de Qualidade e
| Conhecimento e aplicação das normas e diretrizes
| 0 – Não conhece as normas de
|
Gestão de documentos
| Organização, controle e versionamento de documentos | 0 – Não conhece as ferramentas de
|
SGI - Procedimentos,
| Conhecimento e aplicação dos procedimentos e
| 0 – Não conhece os procedimentos
|
Modelagem de Processos
| Capacidade de mapear e representar graficamente
| 0 – Não conhece a notação BPMN.
|
PDCA / 5W2H
| Aplicação prática de metodologias de gestão e
| 0 – Não conhece as metodologias |
Tabela 31 - Legenda das Competências