Manuais - Engenharia de Automação


MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação


MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação

MAN-E-AUT-001 - Manual de Departamento Automação_Rev.00

1. Identidade Organizacional

1.1 Objetivo

Estabelecer a identidade organizacional do Departamento de Automação, definindo seu propósito e missão, sua conexão com a Visão e os Pilares do Sistema de Excelência Autvix (SEA) e o valor gerado aos clientes internos e externos, de forma a orientar a atuação do departamento, suas prioridades e sua tomada de decisão.

1.2 Propósito do Departamento

O Departamento de Automação existe para garantir a excelência técnica na concepção, desenvolvimento e entrega de soluções de automação industrial, assegurando que cada projeto esteja alinhado às melhores práticas, normas e padrões de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente.

Seu propósito é transformar requisitos técnicos em soluções seguras, eficientes e sustentáveis, agregando valor ao cliente interno e externo e fortalecendo a posição da Autvix como referência em engenharia.

1.3 Missão

Contribuir para o Autvix Group por meio do desenvolvimento, integração e implantação de sistemas de automação que:

1.4. Conexão com a Visão e os Pilares do SEA

O Departamento de Automação está diretamente conectado aos 5 pilares do SEA – Sistema de Excelência Autvix Group:

1.5. Valor Gerado para Clientes Internos/Externos

Garantia de segurança, rastreabilidade e inovação, fortalecendo relações de confiança e perenidade com a Autvix Group.

2. Estrutura Funcional

2.1 Objetivo

Formalizar a estrutura funcional do Departamento de Automação, definindo sua organização hierárquica, os cargos, funções, responsabilidades e interfaces internas, de modo a garantir clareza na governança, na distribuição de responsabilidades e na integração com outras áreas da organização.

2.2. Organograma do Departamento

A estrutura do Departamento de Automação está organizada em 6 níveis hierárquicos, seguindo o modelo matricial (vertical + horizontal).

2.2.1. Estrutura Vertical (Departamento);

Abaixo é ilustrado o organograma atualizado do Departamento de Automação (estrutura vertical);

fgdg.png

2.2.2. Estrutura Horizontal (Contratos):

Dentro do contexto de contratos, cada centro de custo possui um organograma exclusivo e temporário.

Exemplo de Estrutura Horizontal:

2.2.3. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Vertical

Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Vertical:

Cargo

Nível

Responsabilidades Principais

Diretoria

Estratégico

Define diretrizes e políticas de automação, aprova investimentos, garante alinhamento ao SEA e ao Código de Excelência. Atua na governança, inovação e planejamento estratégico da área.

Gerência

Estratégico/Tático

Traduz diretrizes estratégicas em planos de ação, supervisiona coordenadores, aprova orçamentos e monitora KPIs. Garante a integração entre contratos e projetos e mantém interface com clientes-chave.

Coordenação

Tático

Planeja e acompanha metas operacionais, prioriza projetos e recursos, integra áreas técnicas e administrativas, válida relatórios técnicos e apoia a gerência em decisões táticas.

Supervisão

Operacional

Distribui atividades, acompanha execução em campo, garante prazos, qualidade e segurança. Valida registros/relatórios técnicos e fornece feedback contínuo à equipe.

Líderes

Operacional

Orientam tecnicamente a equipe, distribuem tarefas, garantem a conformidade das entregas, validam resultados intermediários e atuam como elo entre equipe operacional e supervisão.

Engenheiros

Operacional

Desenvolvem projetos de automação (CLPs, SCADA, SDCD, redes, instrumentação), integram hardware/software, elaboram e validam soluções técnicas. Participam de FAT/SAT e comissionamentos, podendo assumir ART e Responsabilidade Técnica quando designados.

Especialistas

Operacional

Referências técnicas em projetos complexos, definem padrões e metodologias, validam arquiteturas críticas e apoiam inovação. Podem atuar como responsáveis técnicos em suas áreas de especialização.

Analistas

Operacional

Configuram CLPs/SCADA, desenvolvem rotinas, executam testes em bancada e em campo, participam de FAT/SAT e comissionamentos, além de apoiar na documentação técnica.

Técnicos

Operacional

Executam instalação, manutenção e calibração de instrumentos, participam de FAT/SAT e comissionamentos, apoiando engenheiros e analistas nas atividades de campo.

Assistentes

Operacional

Prestam apoio administrativo e operacional, realizam cadastros em sistemas, organizam evidências, consolidam documentação e auxiliam em testes simples sob supervisão.

Estagiários

Operacional

Apoiam em cadastros, organização de documentação e execução de testes básicos sob supervisão, atuando em caráter de aprendizado e desenvolvimento acadêmico-prático.

Tabela 1: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Vertical da Automação.

2.2.4. Papéis e Responsabilidades – Estrutura Horizontal

Abaixo são apresentados de forma resumida, os papéis e responsabilidades da Estrutura Horizontal:

Cargo

Responsabilidades

Autoridade

Interações

Gestor de Contrato

Responsável pela gestão administrativa e financeira do contrato; acompanha indicadores (prazo, custo, qualidade, segurança), garante conformidade com cláusulas contratuais e alinhamento com o cliente.

Autoridade para aprovar recursos, alocar equipe, negociar prazos e condições com o cliente.

 

Diretoria, Coordenação, Cliente, Responsável(is) Técnico(s), Responsáveis de Apoio.

 

Responsáveis Técnicos (Automação, Elétrica, Mecânica, Civil)

Garante a conformidade técnica das entregas do contrato; válida documentos e relatórios; assume a responsabilidade formal junto ao CREA/cliente; apoia tecnicamente o Gestor de Contrato em decisões críticas.

 

Autoridade técnica sobre documentos, projetos e ARTs; pode reprovar entregas que não estejam em conformidade.

 

Gestor de Contrato, Time Operacional, Cliente.

 

Responsáveis de Apoio (Mobilização, Planejamento, Segurança)

Dá suporte ao contrato nas frentes de mobilização, planejamento e segurança; garante que o time de automação cumpra requisitos do cliente e da empresa antes e durante a execução das atividades.

Autoridade para validar ou restringir mobilização e atividades que não atendam aos requisitos mínimos definidos.

 

Gestor de Contrato, Responsável(is) Técnico(s), Time Operacional, Cliente.

 

Time Operacional

Executa as atividades planejadas (desenvolvimento, testes, instalação, comissionamento, manutenção e suporte técnico). Presta contas ao RT e ao Gestor de Contrato através de relatórios e evidências.

Autoridade restrita à execução de suas atribuições técnicas.

 

Responsável(is) Técnico(s), Supervisão/Liderança, Cliente em atividades de campo.

 

Tabela 2: Papéis e Responsabilidades da Estrutura Horizontal da Automação

2.3 Descrição de Cargos

A estrutura vertical do Departamento de Automação organiza os cargos de forma hierárquica, da Diretoria ao Estágio, descrevendo as funções, autoridades, competências e requisitos.

2.3.1. Cargos de Carreira Técnica

Cargo

Missão

Responsabilidade

Autoridade

Estagiário de Automação

Apoiar atividades internas de engenharia de automação e áreas correlatas, sob supervisão, visando aprendizado prático e desenvolvimento técnico-profissional.

Consolidação: apoia o levantamento de dados e atualização de planilhas no PCP, garantindo organização e rastreabilidade das informações.

Documentos de Engenharia: apoia na confecção e auxilia na revisão e organização de documentos técnicos e relatórios, sob supervisão direta.

Desenvolvimento: apoia na configuração e desenvolvimento de softwares, bem como na preparação de materiais e relatórios de apoio para testes internos e revisões.

Treinamento: apoia a elaboração e atualização de materiais didáticos e relatórios de presença.

Atua sempre sob acompanhamento de profissional habilitado e não realiza atividades de campo.

Atua sempre sob supervisão de profissional habilitado.
- Sem autonomia técnica ou decisória.
- Direito de recusa em atividades de risco grave e iminente.

 

Assistente de Automação I

Executar atividades básicas de apoio técnico e

administrativo em

engenharia de automação

e áreas correlatas, em

ambiente interno e de

campo supervisionado,

contribuindo para a

organização e suporte às

etapas da jornada de

automação.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em planilhas e

ferramentas de controle

(PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações iniciais

simples ou simulações

sob orientação técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências.

Implantação: auxilia na

implantação de sistemas,

sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: colabora no

desenvolvimento,

formatação e controle de

materiais didáticos e listas

de presença.

Atua em escritório e

campo, sob

acompanhamento técnico

direto.

- Atua sob

supervisão

técnica direta,

sem

autonomia

decisória.

- Pode

representar o

departamento

em atividades

de campo de

apoio.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Assistente

de

Automação

II

Executar atividades básicas
de apoio técnico e
administrativo em
engenharia de automação
e áreas correlatas, em
ambiente interno e de
campo com maior
autonomia parcial
supervisionada, garantindo
padronização e qualidade
nas entregas.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em planilhas e

ferramentas de controle

(PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF e TAF), sob

supervisão.

Implantação: auxilia na

implantação de sistemas,

sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia a

aplicação de treinamentos

práticos e o registro de

evidências

- Atua sob

supervisão

técnica, com

autonomia

parcial em

tarefas de

execução e

verificação.

- Não valida

documentação.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente

Assistente

de

Automação

III

Executar atividades básicas

de apoio técnico e

administrativo em

engenharia de automação

e áreas correlatas, em

ambiente interno e de

campo com maior

autonomia parcial

supervisionada, garantindo

padronização e qualidade

nas entregas.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em planilhas e

ferramentas de controle

(PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF e TAF), sob

supervisão.

Implantação: auxilia na

implantação de sistemas,

sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia a

aplicação de treinamentos

práticos e o registro de

evidências.

- Atua sob

supervisão

técnica, com

autonomia

parcial em

tarefas de

execução e

verificação.

- Não valida

documentação

- Direito de

recusa em

atividades de

risco

Técnico de

Automação

JR I

Executar atividades

técnicas de automação

simples, sob supervisão

direta.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em ferramentas de

controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: auxilia na

montagem e interligação

de painéis, cabos e

instrumentação, bem

como na implantação de

sistemas, sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes,

verificações de sinais e

medições simples, sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia a

aplicação de treinamentos

práticos e o registro de

evidências.

- Atua sob

supervisão

direta e sem

autonomia

técnica.

- Pode validar

medições e

registros de

campo sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Técnico de

Automação

JR II

Executar atividades

técnicas de automação

simples, sob supervisão.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em ferramentas de

controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: auxilia na

montagem e interligação

de painéis, cabos e

instrumentação, bem

como na implantação de

sistemas, sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes,

verificações de sinais e

medições simples, sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia a

aplicação de treinamentos

práticos e o registro de

evidências.

- Atua sob

supervisão

com

autonomia

parcial em

tarefas

técnicas.

- Pode validar

medições e

registros de

campo sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Técnico de

Automação

JR III

Executar atividades

técnicas de automação,

com início de autonomia

supervisionada.

 

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em ferramentas de

controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: auxilia na

montagem e interligação

de painéis, cabos e

instrumentação, bem

como na implantação de

sistemas, sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes,

verificações de sinais e

medições simples, sob

supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia a

aplicação de treinamentos

práticos e o registro de

evidências.

- Atua sob

supervisão

com

autonomia

parcial em

tarefas

técnicas.

- Pode validar

medições e

registros de

campo sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Técnico de

Automação

PL I

Executar atividades

técnicas de automação de

média complexidade, sob

supervisão indireta.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo, registra

informações em

ferramentas de controle

(PCP).

Documentos de

Engenharia: elabora e

auxilia na revisão e

organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada sob

supervisão indireta.

Testes: executa com

autonomia parcial a

preparação, realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas,

sob supervisão indireta.

Comissionamento e

Startup: executa testes,

verificações de sinais e

medições, sob supervisão

indireta, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

sob supervisão

indireta.

- Pode revisar

medições e

registros de

campo sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Técnico de

Automação

PL II

Executar atividades

técnicas de automação de

média complexidade, com

autonomia parcial.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo, registra

informações em

ferramentas de controle

(PCP), identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e organiza

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada sob

supervisão indireta.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas,

sob supervisão indireta.

Comissionamento e

Startup: executa testes,

verificações de sinais e

medições, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

de média

complexidade.

- Pode revisar

e validar

medições e

registros

técnicos de

campo sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

Técnico de

Automação

PL III

Executar atividades

técnicas de automação de

média complexidade, com

autonomia.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo, registra

informações em

ferramentas de controle

(PCP), identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa, valida e organiza

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza a

montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas.

Comissionamento e

Startup: executa testes,

verificações de sinais e

medições, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

de média

complexidade.

- Pode revisar

e validar

medições,

registros

técnicos de

campo e

certificados de

testes.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Técnico de

Automação

SR I

Executar e supervisionar

atividades técnicas

complexas de automação,

com autonomia.

Consolidação:

supervisiona

levantamentos e

medições de campo,

registra informações em

ferramentas de controle

(PCP), identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: revisa, valida

e organiza documentos

técnicos e relatórios,

garantindo conformidade

com padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada.

Testes: conduz e

supervisiona a realização

e documentação dos

testes internos e de

aceitação (Pré-TAF, TAF e

Joint-TAF).

Implantação: supervisiona

a montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas.

Comissionamento e

Startup: supervisiona

testes, verificações de

sinais e medições,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

acompanha realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

de alta

complexidade.

- Pode revisar

e validar

medições,

registros

técnicos de

campo e

certificados de

testes.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Técnico de

Automação

SR II

Executar e supervisionar

atividades técnicas

complexas de automação,

apoiando líderes em

decisões.

Consolidação:

supervisiona

levantamentos e

medições de campo,

registra informações em

ferramentas de controle

(PCP), identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: revisa, valida

e organiza documentos

técnicos e relatórios,

garantindo conformidade

com padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada.

Testes: conduz e

supervisiona a realização

e documentação dos

testes internos e de

aceitação (Pré-TAF, TAF e

Joint-TAF).

Implantação: supervisiona

a montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas.

Comissionamento e

Startup: supervisiona

testes, verificações de

sinais e medições,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

acompanha realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

de alta

complexidade.

- Pode revisar

e validar

medições,

registros

técnicos de

campo e

certificados de

testes.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Técnico de

Automação

SR III

Executar e supervisionar

atividades técnicas críticas

de automação, apoiando

líderes em decisões e

atuando como referência

técnica.

Consolidação:

supervisiona

levantamentos e

medições de campo,

registra informações em

ferramentas de controle

(PCP), identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: revisa, valida

e organiza documentos

técnicos e relatórios,

garantindo conformidade

com padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada.

Testes: conduz e

supervisiona a realização

e documentação dos

testes internos e de

aceitação (Pré-TAF, TAF e

Joint-TAF).

Implantação: supervisiona

a montagem, ligação e

interligação de painéis,

cabos, instrumentação e

demais equipamentos de

automação, bem como na

implantação de sistemas.

Comissionamento e

Startup: supervisiona

testes, verificações de

sinais e medições,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

acompanha realizando

registros e relatórios.

Treinamento: apoia e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

de

complexidade

crítica.

- Pode revisar

e validar

medições,

registros

técnicos de

campo e

certificados de

testes.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Analista de

Automação

JR I

Executar análises e

desenvolvimento de

automação, sob

supervisão.

Consolidação: apoia o

levantamento de dados

de campo e registro das

informações em

ferramentas de controle

(PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e organização

de documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: auxilia na

implantação de sistemas,

sob supervisão.

Comissionamento e

Startup: apoia testes de

comunicação e controle,

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: colabora na

preparação de materiais

de treinamentos e

registro de evidências.

- Atua sob

supervisão

direta e sem

autonomia

técnica.

- Pode revisar

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Analista de

Automação

JR II

Executar análises e

desenvolvimento simples

de automação, sob

supervisão.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em ferramentas de

controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações simples,

simulações e testes de

bancada sob orientação

técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: auxilia na

implantação de sistemas,

sob supervisão indireta

Comissionamento e

Startup: apoia testes de

comunicação e controle,

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: colabora na

preparação de materiais

de treinamentos e

registro de evidências.

- Atua sob

supervisão em

tarefas técnicas

e analíticas de

baixa

complexidade.

- Pode revisar

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Analista de

Automação

JR III

Executar análises e

desenvolvimento de

automação com início de

autonomia supervisionada.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e apoia o

registro das informações

em ferramentas de

controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: apoia na

confecção e auxilia na

revisão e organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações

intermediárias, simulações

e testes de bancada sob

orientação técnica.

Testes: apoia a

preparação, execução e

documentação de testes

internos, registrando

evidências. Participa da

execução de testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF),

sob supervisão.

Implantação: realiza

implantação de sistemas,

sob supervisão indireta

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida: apoia

sob supervisão, realizando

registros e relatórios.

Treinamento: colabora na

preparação de materiais

de treinamentos e

registro de evidências.

- Atua sob

supervisão

com maior

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

baixa

complexidade.

- Pode revisar

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Analista de

Automação

PL I

Executar análises e

desenvolvimento de

automação de média

complexidade, sob

supervisão indireta.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e consolida

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Documentos de

Engenharia: elabora e

auxilia na revisão e

organização de

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia parcial.

Testes: executa com

autonomia parcial a

preparação, realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia parcial.

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

sob supervisão indireta,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua sob

supervisão

indireta com

maior

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

média

complexidade.

- Pode revisar

e apoiar a

validação de

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

Analista de

Automação

PL II

Executar análises e

desenvolvimento de

automação de média

complexidade, com

autonomia parcial.

Consolidação: executa o

levantamento de dados

de campo e consolida

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e organiza

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

média

complexidade.

- Pode revisar

e apoiar a

validação de

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

Analista de

Automação

PL III

 

Executar análises e

desenvolvimento em

automação de média

complexidade, com

autonomia.

 

Consolidação: realiza e

valida o levantamento de

dados de campo,

consolidando

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e valida

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de média

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

média

complexidade.

- Pode revisar

e validar

relatórios sob

conferência do

superior.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Analista de

Automação

SR I

Executar e supervisionar

análises e desenvolvimento

de automação complexos,

com autonomia.

Consolidação: realiza,

supervisiona e valida o

levantamento de dados

de campo, consolidando

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e valida

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

alta

complexidade.

- Pode revisar

e validar

relatórios e

certificados.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Analista de

Automação

SR II

Executar e supervisionar

análises e desenvolvimento

de automação complexos,

apoiando líderes em

decisões.

Consolidação: realiza,

supervisiona e valida o

levantamento de dados

de campo, consolidando

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e valida

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia

Comissionamento e

Startup: realiza testes de

comunicação e controle,

realizando registros e

relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

alta

complexidade.

- Pode revisar

e validar

relatórios e

certificados.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Analista de

Automação

SR III

Executar e supervisionar

análises e desenvolvimento

de automação críticas,

apoiando líderes em

decisões e atuando como

referência técnica.

Consolidação: realiza,

supervisiona e valida o

levantamento de dados

de campo, consolidando

informações de múltiplas

disciplinas mantendo

registro em ferramentas

de controle (PCP).

Identifica e propõe

melhorias junto a

liderança.

Documentos de

Engenharia: elabora,

revisa e valida

documentos técnicos e

relatórios, garantindo

conformidade com

padrões internos e

consistência entre

disciplinas.

Desenvolvimento: realiza

configurações de alta

complexidade, simulações

e testes de bancada com

autonomia.

Testes: executa com

autonomia a preparação,

realização e

documentação dos testes

internos e de aceitação

(Pré-TAF, TAF e Joint-TAF).

Implantação: realiza

implantação de sistemas

com autonomia

Comissionamento e

Startup: lidera* e realiza

testes de comunicação e

controle, realizando

registros e relatórios.

Operação Assistida:

executa realizando

registros e relatórios.

Treinamento: elabora e

realiza (quando delegado)

a aplicação de

treinamentos teóricos e

práticos com registro de

evidências.

- Atua com

autonomia em

tarefas técnicas

e analíticas de

complexidade

crítica.

- Pode revisar

e validar

relatórios e

certificados.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

- Não tem

autorização

para emissão

de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

interagir com

clientes em

assuntos de

definição

técnica sob

diretriz do

gestor do

contrato.

- Pode

representar

(quando

designado) o

departamento

tecnicamente

junto ao

cliente, em

alinhamento

com o

responsável

técnico.

Especialista

de

Automação

I

Atuar como referência

técnica em automação,

executando e validando

atividades de alta

complexidade, com foco

em análise, inovação e

suporte técnico avançado.

Consolidação: realiza

análises técnicas

avançadas em projetos de

automação, identificando

riscos, oportunidades de

melhoria e otimizações.

Documentos de

Engenharia: elabora e

revisa documentos

técnicos críticos (planos

de teste, relatórios de

validação, documentos de

integração de sistemas).

Desenvolvimento:

implementa e valida

soluções complexas de

controle, integração e

comunicação entre

sistemas multivendor.

Testes: conduz FATs, TAFs

e SATs críticos, validando

desempenho técnico e

conformidade de

integração.

Implantação: apoia líderes

e engenheiros em

atividades de campo,

fornecendo suporte

técnico especializado.

Comissionamento e

Startup: acompanha e

valida testes críticos,

assegurando estabilidade

e rastreabilidade das

entregas.

Operação Assistida:

propõe melhorias de

desempenho e

confiabilidade para

sistemas em operação.

Treinamento: atua como

multiplicador técnico e

orienta equipes sobre

melhores práticas e novas

tecnologias.

- Atua com

autonomia

técnica plena

em sua

especialidade.

- Valida

resultados

técnicos,

parâmetros e

metodologias

dentro do seu

domínio.

- Apoia

tecnicamente

líderes e

engenheiros

em decisões

de alto

impacto

técnico.

- Não exerce

autoridade

hierárquica

sobre pessoas.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Especialista

de

Automação

II

Atuar como referência

técnica em uma ou mais

tecnologias de automação,

desenvolvendo soluções

inovadoras e assegurando

conformidade técnica,

metodológica e de

performance nos projetos

sob sua atuação.

Consolidação: realiza

auditorias técnicas e

diagnósticos avançados

em sistemas de

automação, propondo

soluções de alta

performance.

Documentos de

Engenharia: valida

documentos técnicos e

define padrões para

parametrização, testes e

integração.

Desenvolvimento:

desenvolve e integra

soluções complexas entre

sistemas distintos

(SCADA, SDCD, CLPs,

bancos de dados e redes).

Testes: conduz FATs e TAFs

multissistema, validando

desempenho, segurança e

interoperabilidade.

Implantação: apoia líderes

e engenheiros em

projetos de alta

complexidade, garantindo

confiabilidade técnica das

entregas.

Comissionamento e

Startup: participa das

fases críticas de

comissionamento,

atuando na resolução de

falhas e ajustes em tempo

real.

Operação Assistida:

propõe melhorias e

automações

complementares para

ganhos de eficiência

operacional.

Treinamento: ministra

treinamentos técnicos

avançados e atua como

consultor interno em sua

especialidade.

- Atua com

autonomia

técnica total

em sua área de

especialização.

- Valida

metodologias,

soluções e

resultados

técnicos de

alta

complexidade.

- Apoia a

padronização

de soluções e

práticas

técnicas no

departamento.

- Não possui

autoridade

hierárquica

sobre pessoas.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Especialista

de

Automação

III

Atuar como autoridade

técnica em múltiplas

tecnologias ou arquiteturas

de automação, responsável

pela padronização

tecnológica, inovação,

suporte técnico de alto

nível.

Consolidação: realiza

análises estratégicas de

tecnologias, propondo

melhorias contínuas e

direcionamentos técnicos

para o departamento.

Documentos de

Engenharia: define

padrões técnicos e

metodológicos de

documentação, testes e

integração.

Desenvolvimento: lidera o

desenvolvimento de

soluções inovadoras e

customizadas para

clientes estratégicos e

projetos corporativos.

Testes: valida

metodologias e práticas

de teste e aceitação para

sistemas complexos e

multivendor.

Implantação: fornece

suporte técnico e

consultoria especializada

a líderes e engenheiros

em projetos estratégicos.

Comissionamento e

Startup: supervisiona as

fases críticas de

integração e validação

técnica final.

Operação Assistida: atua

em diagnósticos e

otimizações em sistemas

críticos, garantindo

disponibilidade e

confiabilidade.

Treinamento: conduz

programas internos de

capacitação técnica e

representa a empresa em

eventos técnicos e fóruns

de engenharia.

- Atua com

autoridade

técnica total

em suas

especialidades.

- Pode aprovar

metodologias,

práticas e

padrões

técnicos do

departamento.

- Atua como

consultor

interno e

interface

técnica com

clientes

estratégicos.

- Não possui

autoridade

hierárquica

sobre pessoas.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Engenheiro

de

Automação

I

Executar atividades de

engenharia de automação,

com foco no

desenvolvimento,

validação e integração de

soluções de controle e

sistemas industriais,

assegurando qualidade

técnica e aderência aos

padrões do departamento.

Consolidação: participa de

levantamentos técnicos e

inspeções de campo,

validando requisitos e

premissas de projeto.

Documentos de

Engenharia: elabora e

revisa documentos

técnicos (listas de sinais,

diagramas, planos de

teste, especificações de

instrumentos).

Desenvolvimento:

desenvolve e valida

lógicas de controle, telas

de operação e

parametrizações de

equipamentos,

garantindo aderência às

normas e práticas

internas.

Testes: conduz FATs e TAFs

de média complexidade,

analisando resultados e

registrando evidências.

Implantação: acompanha

e valida integração de

sistemas, garantindo

conformidade técnica e

segurança.

Comissionamento e

Startup: apoia os líderes e

técnicos na execução dos

testes de campo,

validando ajustes e

verificando a

funcionalidade global do

sistema.

Operação Assistida:

acompanha o

desempenho do sistema e

propõe melhorias pósstartup.

Treinamento: elabora e

aplica treinamentos

técnicos para a equipe e

clientes.

Quando designado, pode

atuar na estrutura

horizontal como

Responsável Técnico (ART)

ou Gestor de Contrato.

- Atua com

autonomia

técnica em

atividades de

engenharia.

- Pode revisar

e validar

documentos

de engenharia.

- Tem

autorização

para emissão e

assinatura

como RT de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

representar o

departamento

em reuniões

técnicas sob

supervisão da

Coordenação.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Engenheiro

de

Automação

II

Executar atividades de

engenharia de automação

complexas, com foco no

desenvolvimento,

validação e integração de

soluções de controle e

sistemas industriais,

assegurando qualidade

técnica e aderência aos

padrões do departamento.

Consolidação: coordena

levantamentos técnicos e

consolida informações de

projeto, garantindo

padronização e

rastreabilidade.

Documentos de

Engenharia: revisa e

aprova documentos de

engenharia, garantindo

conformidade com

normas técnicas e

diretrizes corporativas.

Desenvolvimento: projeta

e valida soluções de

automação, integra

sistemas multivendor e

desenvolve aplicações de

controle avançado.

Testes: conduz e aprova

FATs, TAFs e SATs,

garantindo

rastreabilidade e

performance técnica.

Implantação: supervisiona

a instalação, integração e

validação final de

sistemas complexos.

Comissionamento e

Startup: lidera

tecnicamente a equipe de

automação na execução

de comissionamentos e

start-ups, reportando

resultados à

Coordenação.

Operação Assistida:

propõe ajustes de

performance e atua na

análise de confiabilidade

e disponibilidade de

sistemas.

Treinamento: ministra

treinamentos técnicos

internos e externos,

difundindo melhores

práticas.

Quando designado, pode

atuar na estrutura

horizontal como

Responsável Técnico (ART)

ou Gestor de Contrato.

- Atua com

autonomia

técnica em

atividades de

engenharia

complexas.

- Pode revisar

e validar

documentos

de engenharia.

- Tem

autorização

para emissão e

assinatura

como RT de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

representar o

departamento

em reuniões

técnicas sob

supervisão da

Coordenação.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Engenheiro

de

Automação

III

Executar atividades de

engenharia de automação

críticas, com foco no

desenvolvimento,

validação e integração de

soluções de controle e

sistemas industriais,

assegurando qualidade

técnica e aderência aos

padrões do departamento.

Consolidação: coordena e

valida levantamentos

técnicos estratégicos,

propondo melhorias e

inovações de engenharia.

Documentos de

Engenharia: define e

aprova padrões de

documentação,

integração e

rastreabilidade técnica.

Desenvolvimento: projeta,

valida e implementa

soluções complexas de

automação e digitalização

industrial (IIoT, Edge

Computing, Indústria 4.0).

Testes: supervisiona e

valida FATs, TAFs e SATs

críticos, assegurando

aderência às normas e

requisitos contratuais.

Implantação: supervisiona

a integração de sistemas

complexos e garante

uniformidade técnica

entre frentes e contratos.

Comissionamento e

Startup: atua como

autoridade técnica

máxima nos

comissionamentos,

garantindo qualidade e

segurança operacional.

Operação Assistida:

realiza auditorias técnicas

e propõe ações

estratégicas de melhoria e

confiabilidade.

Treinamento: atua como

mentor técnico e

disseminador de boas

práticas e inovações em

engenharia.

Quando designado, pode

atuar na estrutura

horizontal como

Responsável Técnico (ART)

e/ou Gestor de Contrato,

especialmente em

contratos estratégicos ou

de alta complexidade.

- Atua com

autonomia

técnica em

atividades de

engenharia

críticas.

- Pode revisar

e validar

documentos

de engenharia.

- Tem

autorização

para emissão e

assinatura

como RT de

documentos

técnicos

oficiais.

- Pode

representar o

departamento

em reuniões

técnicas sob

supervisão da

Coordenação.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Tabela 3: Descrição de Cargos de Carreira Técnica no Departamento de Automação.

Observações:

2.3.2. Cargos de Carreira Gerencial

Cargo

Missão

Responsabilidade

Autoridade

Líder de

Engenharia I

Liderar técnica e

operacionalmente a

célula de automação

designada, garantindo a

execução eficiente das

atividades, o

desenvolvimento da

célula e a conformidade

com os padrões técnicos,

de qualidade e de

segurança.

Desenvolvimento da

célula: Realiza feedbacks

informais, avaliações de

desempenho e PDI com a

célula designada, com

registro de evidência.

Monitoramento e

controle: Realiza pitchs

de equipe com registro

de evidências, bem como

acompanhamento e

tratativa dos planos de

ação.

Serviços do

Departamento de

Automação: Executa

atividades de

consolidação,

documentação de

engenharia,

desenvolvimento, testes,

implantação,

comissionamento &

startup, operação

assistida, treinamentos,

consultorias e

estimativas.

Responsável

pelo

desempenho e

desenvolvimento

da célula

operacional

designada.

- Possui

autoridade

técnica e

operacional

sobre a célula

designada.

- Pode validar

documentos,

priorizar

demandas,

supervisionar

execuções e

revisar entregas.

- Pode

representar o

departamento

tecnicamente

junto ao cliente,

sob alinhamento

com a

coordenação.

- Quando

designado,

exerce

autoridade

delegada como

Responsável

Técnico ou

Gestor de

Contrato.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente

Líder de

Engenharia II

Liderar técnica e

operacionalmente a célula

de automação designada,

garantindo a execução

eficiente das atividades, o

desenvolvimento da

célula e a conformidade

com os padrões técnicos,

de qualidade e de

segurança.

Desenvolvimento da

célula: Realiza feedbacks

informais, avaliações de

desempenho e PDI com a

célula designada, com

registro de evidência.

Monitoramento e

controle: Realiza pitchs de

equipe com registro de

evidências, bem como

acompanhamento e

tratativa dos planos de

ação.

Serviços do

Departamento de

Automação: Executa

atividades de

consolidação,

documentação de

engenharia,

desenvolvimento, testes,

implantação,

comissionamento &

startup, operação

assistida, treinamentos e

consultorias.

Responsável pelo

desempenho e

desenvolvimento

da célula

operacional

designada.

- Possui

autoridade

técnica e

operacional

sobre a célula

designada.

- Pode validar

documentos,

priorizar

demandas,

supervisionar

execuções e

revisar entregas.

- Pode

representar o

departamento

tecnicamente

junto ao cliente,

sob alinhamento

com a

coordenação.

- Quando

designado,

exerce

autoridade

delegada como

Responsável

Técnico ou

Gestor de

Contrato.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Líder de

Engenharia

III

Liderar técnica e

operacionalmente a célula

de automação designada,

garantindo a execução

eficiente das atividades, o

desenvolvimento da

célula e a conformidade

com os padrões técnicos,

de qualidade e de

segurança.

Desenvolvimento da

célula: Realiza feedbacks

informais, avaliações de

desempenho e PDI com a

célula designada, com

registro de evidência.

Monitoramento e

controle: Realiza pitchs de

equipe com registro de

evidências, bem como

acompanhamento e

tratativa dos planos de

ação.

Serviços do

Departamento de

Automação: Executa

atividades de

consolidação,

documentação de

engenharia,

desenvolvimento, testes,

implantação,

comissionamento &

startup, operação

assistida, treinamentos e

consultorias.

Responsável pelo

desempenho e

desenvolvimento

da célula

operacional

designada.

- Possui

autoridade

técnica e

operacional

sobre a célula

designada.

- Pode validar

documentos,

priorizar

demandas,

supervisionar

execuções e

revisar entregas.

- Pode

representar o

departamento

tecnicamente

junto ao cliente,

sob alinhamento

com a

coordenação.

- Quando

designado,

exerce

autoridade

delegada como

Responsável

Técnico ou

Gestor de

Contrato.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Supervisor

de

Automação

Supervisionar o

departamento de

automação, garantindo a

execução eficiente das

atividades, o

desenvolvimento da

equipe e a conformidade

com os padrões técnicos,

de qualidade e de

segurança.

Desenvolvimento da

equipe: Realiza feedbacks

informais, avaliações de

desempenho e PDI com a

equipe, com registro de

evidência.

Monitoramento e

controle: Realiza pitchs de

equipe com registro de

evidências, bem como

acompanhamento e

tratativa dos planos de

ação.

Serviços do

Departamento de

Automação: Supervisiona

as atividades de

consolidação,

documentação de

engenharia,

desenvolvimento, testes,

implantação,

comissionamento &

startup, operação

assistida, treinamentos e

consultorias.

Responsável pelo

desempenho e

desenvolvimento

dos líderes.

- Possui

autoridade

técnica e

operacional

sobre a equipe,

sendo o elo entre

o operacional a

coordenação

(tático).

- Pode validar

documentos,

priorizar

demandas,

supervisionar

execuções e

revisar entregas.

- Pode

representar o

departamento

tecnicamente

junto ao cliente,

sob alinhamento

com a

coordenação.

- Quando

designado,

exerce

autoridade

delegada como

Responsável

Técnico ou

Gestor de

Contrato.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Coordenador

de

Automação

Coordenar o

departamento de

automação, garantindo

resultados técnicos,

administrativos e

estratégicos.

Desenvolvimento da

equipe: Realiza feedbacks

informais, avaliações de

desempenho e PDI com a

equipe, com registro de

evidência.

Monitoramento e

controle: Realiza pitchs

com equipe e gerência

com registro de

evidências, bem como

acompanhamento e

tratativa dos planos de

ação.

Coordenação de equipe:

líderes, especialistas,

engenheiros e

supervisores.

Gestão de performance:

responsável pelos

resultados táticos da

estrutura vertical do

departamento.

Gestão organizacional:

responsável pela

estruturação e melhoria

contínua do

departamento via PDCA e

planos de ação baseado

em indicadores, KPIs e

OKRs.

Representa o

departamento junto à

diretoria e clientes.

Apoia gestão horizontal

(quando designado).

- Coordena o

desempenho

técnico e

estratégico de

todas as células e

supervisões da

automação.

- Define e aprova

os planos de

ação, indicadores

e metas do

departamento.

- Valida

documentos,

planos e

relatórios

técnicos

estratégicos.

- Tem autoridade

sobre alocação

de recursos

humanos e

materiais do

departamento.

- Representa a

Engenharia de

Automação

perante Diretoria,

clientes e órgãos

externos.

- Direito de

recusa em

atividades de

risco grave ou

iminente.

Tabela 4: Descrição de Cargos de Carreira Gerencial no Departamento de Automação.

Observações:


3. Gestão de Pessoas e Competências

3.1. Objetivo

Mais do que sistemas, equipamentos ou tecnologias, o que sustenta o departamento de Automação da Autvix são as pessoas que o compõem. Por isso, este capítulo apresenta como cuidamos do desenvolvimento profissional, estruturamos competências e avaliamos desempenho.

Aqui você encontrará:

Este modelo está diretamente ligado ao pilar Pessoas do Sistema de Excelência Autvix Group (SEA).

3.2. Como Ler a Matriz de Competências;

A matriz define o nível de proficiência esperado por cargo da Engenharia de Automação em quatro dimensões:

3.2.1 Legenda de Proficiência Técnica e Metodológica

Para a interpretação numérica da matriz,

N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento;

0 – Não conhece;

1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação);

2 – Conhece o básico, precisa de suporte e/ou supervisão;

3 – Atua sozinho em cenários simples;

4 – Atua sozinho em cenários complexos;

5 – Mentor ativo, referência de boas práticas;

6 – Excelência, referência estratégica e inovação.

Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado.

3.2.2. Legenda de Proficiência Cultural e Comportamental

Para a interpretação numérica da matriz,

N/A – Não se aplica, ou não exigido no momento;

0 – Não atende;

1 – Diferencial (Noção, mas sem aplicação);

2 – Atende parcialmente;

3 – Atende plenamente em cenários simples;

4 – Atende plenamente em cenários complexos;

5 – Mentor ativo, referência de boas práticas;

6 – Excelência, referência estratégica e inovação;

Cada linha é uma competência; cada coluna, um cargo. O número indica o nível esperado.

Onde isso se conecta:

3.3. Matriz de Competências Técnicas

As competências técnicas avaliadas para o nível operacional se baseiam não apenas no conhecimento de ferramentas e softwares de automação, mas também no entendimento de disciplinas auxiliares que corroboram com a experiência do profissional.

Assim sendo, abaixo são exemplificadas as principais tecnologias utilizadas pelo departamento, bem como as disciplinas auxiliares:

Conceitos e Tecnologias Principais:

Categoria

Exemplos

CLPs

Rockwell (RSLogix, Studio 5000), Siemens (Step7, TIA Portal), Schneider (Unity Pro, Control Expert), GE Fanuc
(Proficy Machine), além do conhecimento das 5 linguagens IEC 61131-3 (Ladder, FBD, ST, SFC, IL).

Supervisórios e IHMs

Rockwell (FTView ME/SE), Siemens (WinCC), Schneider (Vijeo e EcoStruxure) e Intouch.

 

Acionamentos

Rockwell (PowerFlex), Siemens (Simocode, Sinamics, Micromaster), Schneider (Altivar, SoMove)

SCADA

GE iFIX, Aveva System Platform (Wonderware).

SDCD

ABB 800xA / 450, Emerson DeltaV, Foxboro Invensys, Rockwell PlantPAX, Siemens PCS7, Yokogawa CENTUM.

Instrumentação – Leitura e Interpretação

Leitura de diagramas de malha (Loop Diagrams), P&IDs, listas de instrumentos (ISA-20), fichas técnicas e
folhas de dados.

Instrumentação – Configuração

Parametrização e calibração de transmissores, posicionadores e válvulas (HART, Fieldbus, Profibus-PA,
Foundation FF).

Instrumentação – Cálculos e Compensações

Cálculos de vazão, pressão, nível e temperatura; compensações térmicas, densidade e correções de range

Redes industriais comuns

Modbus-TCP/RTU, Ethernet/IP, Profibus DP, Profinet, OPC DA.

Redes industriais especiais

Fieldbus Foundation, Profibus PA, DeviceNet, ControlNet, CANOpen, EtherCAT, IEC 61850, OPC UA/AE

Segurança Funcional (Safety)

Conhecimento das normas, dispositivos de segurança (CLPs, Relés, Chaves, Sensores), aplicação prática em
SIS e capacidade de análise de risco (SIL / PL).

Linguagens de programação médio nível

C, C++, C#, aplicadas a ferramentas de engenharia, integração e sistemas embarcados.

Linguagens de programação alto nível

Python, Java, JavaScript, Perl, Ruby — aplicadas em automação de dados e integração de sistemas de
automação.

Montagem e manutenção de computadores

Montagem, manutenção, instalação, configuração de sistemas operacionais e softwares, bem como o
diagnóstico de falhas.

Idioma inglês

Habilidades linguísticas: compreensão auditiva (listening), fala (speaking), leitura (reading) e escrita (writing).

IA aplicada a automação

Machine Learning, Deep Learning, LLMs, Visão Computacional, Análise Preditiva, NLP, GANs, IA generativa.

Máquinas Virtuais

Utilização de software de ambiente virtual (VMware / Hyper-V) para desenvolvimento, testes, simulações e
ambientes redundantes.

Excel

Fórmulas avançadas, gráficos, filtros, tabelas dinâmicas, Power Query, VBA / Macros, dashboards técnicos.

Desenho Técnico

Conceitos de desenho técnico (vistas, cotas, representações 2D).

Normas e regulamentações

ISA 5.1, ISA 84, IEC 61131-3, IEC 61508, IEC 61511, IEC 62443, NR-10, NR-12, NR-13, NBR 5410.

Outras competências

Integração TI/TA, IoT Industrial, Edge Computing, virtualização de sistemas, digital twins e Indústria 4.0

Tabela 5: Conceitos e Tecnologias Principais da Automação.

Dessa forma, a Matriz de Competências Técnicas (Bloco 1) pode ser escalonada por cargo conforme tabela abaixo:

Competência

EST

A1

A2

A3

J1

J2

J3

P1

P2

P3

S1

S2

S3

CLP

1

2

2

2

2

2

2

3

4

4

4

4

4

Supervisório/IHM

1

2

2

2

2

2

2

3

4

4

4

4

4

Acionamentos

1

2

2

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

SCADA

0

2

2

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

SDCD

0

1

1

1

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Instrumentação (Leitura de Documentos)

1

2

2

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Instrumentação (Sensores e Atuadores)

1

1

1

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Instrumentação (Cálculos e Compensações)

0

1

1

1

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Redes industriais comuns

1

1

1

1

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Redes industriais especiais

0

1

1

1

1

1

2

2

3

4

4

4

4

Segurança Funcional (Safety)

0

0

0

0

1

1

2

2

3

3

4

4

4

Linguagens de Médio Nível

1

1

1

1

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Linguagens de Alto Nível

0

0

0

0

1

1

1

1

1

2

3

3

3

Montagem e Manutenção de PC

2

2

2

2

2

2

3

3

3

4

4

4

4

Idioma Inglês

2

2

2

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

IA aplicada a automação

1

1

1

1

2

2

2

2

2

3

3

3

3

Máquinas Virtuais

0

1

1

1

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Excel

2

2

2

2

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Desenho Técnico

0

1

1

1

2

2

2

3

3

3

4

4

4

MS Project

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

1

2

3

3

3

3

Power BI

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

2

2

2

Tabela 6: Matriz de Competências Técnicas.

3.4. Matriz de Competências Metodológicas

Competência

EST

A1

A2

A3

J1

J2

J3

P1

P2

P3

S1

S2

S3

Normas Técnicas de Automação e Elétrica (NBR5410, IEC 61131 Linguagens de Programação CLP)

1

2

2

2

2

2

2

3

3

4

4

4

4

Normas técnicas de Instrumentação e Controle (ISA 20, 75, 84, 95 / IEC 60079 – Áreas Classificadas / EX)

0

2

2

2

2

2

3

3

3

3

4

4

4

Normas Técnicas de Redes em Substações (IEC 61850)

0

1

1

1

1

2

2

3

3

3

4

4

4

Normas Técnicas de TI e Cybersegurança (IEC 61784, IEC 62443)

0

1

1

1

1

2

2

3

3

3

4

4

4

Normas Técnicas de Segurança Funcional (IEC 61508 / 61511)

0

1

1

1

1

2

2

3

3

4

4

4

4

Normas de Qualidade e Gestão (ISO / SEA)

1

2

2

2

3

3

3

4

4

5

5

5

5

Gestão de Documentos (SharePoint / Onedrive)

1

2

2

2

3

3

3

4

4

5

5

5

5

SGI – Procedimentos, Instruções e Formulários

1

2

2

2

3

3

3

4

4

5

5

5

5

Modelagem de Processos (BPMN)

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

1

2

2

3

PDCA / 5W2H

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

1

2

2

3

4

4

Tabela 7: Matriz de Competências Metodológicas.

3.5. Matriz de Competências Culturais

Competência

EST

A1

A2

A3

J1

J2

J3

P1

P2

P3

S1

S2

S3

Segurança

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Inovação

3

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Sustentabilidade

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Foco no cliente

3

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Excelência

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Respeito

3

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Confiança

3

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Atitude de Dono

3

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Colaboração

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Evolução Contínua

3

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Tabela 8: Matriz de Competências Culturais.

3.6. Matriz de Competências Comportamentais

Competência

EST

A1

A2

A3

J1

J2

J3

P1

P2

P3

S1

S2

S3

Autoconhecimento

3

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Assiduidade

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

4

Disponibilidade

1

4

4

4

4

4

4

4

5

5

5

5

5

Proatividade

3

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Adaptabilidade e Resiliência

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Comunicação – Escutatória

3

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Comunicação – Síntese

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Comunicação – Posicionamento

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Pensamento Crítico

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Pensamento Analítico

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Planejamento e Organização

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Qualidade das Entregas

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Empatia Profissional

2

3

3

3

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Relacionamento Técnico com o cliente

NA

2

2

2

2

3

3

4

4

4

5

5

5

Inteligência Emocional

2

3

3

3

3

3

3

3

4

4

5

5

5

Resolução de Problemas

2

2

2

2

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Visão Sistêmica

1

2

2

2

3

3

3

4

4

4

5

5

5

Liderança Situacional

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

3

3

3

4

Delegação

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

4

5

5

5

Negociação e Influência

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

4

4

4

4

Gestão de Pessoas

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

2

3

3

3

Gestão de Conflitos

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

4

4

4

4

Tomada de Decisão Operacional

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

3

4

4

4

Tomada de Decisão Estratégica

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

4

4

4

Gestão de Projetos

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

Relacionamento Estratégico com o cliente

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

Visão Estratégica

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

3

3

3

Tabela 9: Matriz de Competências Comportamentais.

3.7. Trilhas de Carreira

  1. Estagiário;
  2. Assistente de Automação;
  3. Técnico ou Analista de Automação.

A partir deste ponto, o profissional pode seguir dois caminhos distintos (carreira em Y):

Independentemente da trilha, profissionais Pleno ou Sênior podem assumir a função de Responsável Técnico em projetos específicos.

bdfhhbjhj.png

3.8. Procedimento de Onboarding

O início da jornada do novo colaborador dentro do departamento da automação é denominado “onboarding”. Este termo define de forma clara e objetiva o processo de embarque do profissional dentro da trila de cultura da empresa, bem como pela trilha de capacitação técnica. Essas trilhas são chamadas Onboarding Institucional e Onboarding Técnico, respectivamente.

3.8.1. Onboarding institucional


O Onboarding Institucional é a primeira imersão do colaborador na cultura da Autvix, Ele acontece logo após a admissão e tem como objetivo alinha identidade, valores e normas que orientam a conduta de todos.

3.8.1.1. Objetivos do Onboarding Institucional
3.8.1.2. Conteúdo do Onboarding Institucional
3.8.2. Onboarding Técnico (Automação)

O Onboarding Técnico é uma etapa posterior ao onboarding institucional, em que o colaborador passa a atuar dentro da Automação. Aqui ele conhece os processos, rotinas e serviços específicos da área, acelerando a curva de aprendizado e reduzindo erros no início da atuação.

3.8.3. Objetivos do Onboarding Técnico
3.8.4. Estrutura do Onboarding Técnico

Primeiro Dia

Primeira Semana

Primeiro Mês

Segundo Mês

Terceiro Mês

3.8.5. Condutas esperadas
3.8.6. Marcos de Avaliação


4. Jornada de Valor e Catálogo de Serviços

4.1. Objetivo

A jornada de valor do Departamento de Automação representa o fluxo de atividades que transforma demanda técnicas em soluções completas para os clientes internos e externos.

Este capítulo descreve os principais serviços realizados pela área, desde o levantamento inicial até o encerramento do projeto, assegurando padronização, qualidade e centralidade no cliente.

A jornada segue os princípios do Sistema de Excelência Autvix (SEA), estruturando-se em macroprocessos que garantem clareza sobre entradas (inputs), atividades, saídas (outputs) e responsáveis em cada etapa.

4.2. Diagrama da Jornada

4.2.1. Fluxo da Jornada da Automação
4.2.2. Entradas (Inputs) para o Catálogo de Serviços

Para o catálogo de serviços do departamento de automação, são consideradas as entradas (inputs) base conforme listado:

A tabela a seguir lista o catálogo de serviços do Departamento de Automação.

4.3. Catálogo de Serviços

Nome do serviço

Descrição

Aprovador da execução

Inputs

Outputs

Prazo (SLA)

Consolidação

Técnica

Estudo da documentação

técnica e resolução de

possíveis dúvidas e/ou

desvios. Pode ser necessário

levantamento de campo para

consolidações adicionais.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

além dos documentos

internos ou do cliente.

Relatório de

Consolidação

Conforme

Cronograma

do Contrato

Documentos de

Engenharia

Elaboração, revisão e emissão

de documentos técnicos.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

normas e modelo de

documento do cliente

(caso aplicável)

Documentação

validada

Conforme

Cronograma

do Contrato

Desenvolvimento

Programação de sistemas de

controle, supervisão,

acionamentos,

instrumentação e redes

industriais.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

além das

Especificações,

Descritivos e demais

documentações

técnicas.

Backup dos

sistemas

desenvolvido e

versões

Conforme

Cronograma

do Contrato

Testes

Execução de testes internos,

Pré-TAF, TAF e Joint-TAF.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

além dos softwares,

hardwares e plano de

testes (CTS).

Certificados

assinados e

backups dos

softwares

validados.

Conforme

Cronograma

do Contrato

Implantação

Carregamento, configuração,

parametrização, integração e

certificação de equipamentos

e redes.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

além do CI (aba plano

de trabalho).

 

Sistema

integrado,

Backups dos

Softwares e CI

(aba implantação)

assinado.

Conforme
Cronograma
do Contrato

 

Comissionamento

& Startup

 

Validação final em campo,

liberação do sistema e aceite

do startup.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

além do CI (aba plano

de trabalho).

CI (aba

comissionamento)

assinado, bem

como o RTE

Conforme

Cronograma

do Contrato

Operação

Assistida

Acompanhamento do sistema

em operação, ajustes e

registros.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação base,

com certificados

assinados (CTS e CI),

bem como as

Especificações e

Relatórios válidos da

última revisão.

RDOs, RTEs e

backups

Conforme

Cronograma

do Contrato

Treinamento

Capacitação de operadores e

técnicos.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

 

Documentação base,

além de slides e

manuais, e demais

recursos de software

ou hardware

necessários.

Certificados e

lista de presença.

Conforme

Cronograma

do Contrato

Encerramento

Finalização formal, entrega de

databook e relatório de lições

aprendidas.

Gestor ou

Coordenador

Autvix do

Contrato

Documentação

gerada, backups finais,

ART (caso necessário)

e PCP final.

Termo de

Encerramento

assinado e

Databook.

Conforme

Cronograma

do Contrato.

Tabela 10: Catálogo de Serviços da Automação.

5. Processos Operacionais

5.1. Objetivo

Os processos operacionais da Automação foram estruturados para garantir padronização, rastreabilidade e qualidade em todas as entregas.

Eles traduzem a jornada de valor em etapas claras, apoiadas por ferramentas de gestão (SIPOC, BPMN, Procedimentos e Instruções de Trabalho), assegurando conformidade com normas técnicas, requisitos de clientes e o Sistema de Excelência Autvix (SEA).

Este capítulo estabelece os processos principais do departamento, sua forma de apuração, os impactos da estrutura vertical e horizontal na gestão, além de regras para registros internos e interface com stakeholders externos.

5.2. Mapa Geral dos Processos

Os processos da Automação são estruturados através de Procedimentos, conforme abaixo:

Os documentos podem ser encontrados no diretório:


Z:\07.SGQ\01. ENGENHARIA\0.AUT\01.Procedimento

6. Gestão de Interfaces e Relacionamento

6.1. Objetivo

O Departamento de Automação interage constantemente com áreas internas, clientes e parceiros externos. Essa interação garante que os processos mapeados nos SIPOCs sejam executados de forma integrada, com insumos entregues na qualidade correta, no prazo e dentro dos requisitos contratuais.

O objetivo deste capítulo é descrever como se dá essa gestão de interfaces, destacando os principais stakeholders internos e externos, a natureza da interação e a gestão das comunicações durante os projetos.

6.2. Mapa de Stakeholders Internos

Stakeholder Interno

Papel / Interface

Forma de Relacionamento

Gerência

Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas.

Sob demanda

Coordenação

Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica.

Sob demanda

Liderança

Avaliação de desempenho, PDI, acompanhamento, abertura de chamados internos, assistência técnica, requisições de folgas, férias e treinamentos.

Sob demanda

Time Operacional

Suporte técnico e solicitações.

Diária

Departamento Comercial

Fornecimento de documentações iniciais (proposta técnica, documentos do cliente). Solicitações de estimativa de serviços.

Sob demanda

Departamento da Qualidade

Disponibilização de documentos internos (RDO, RCT, RTE, RT, etc.) nas últimas revisões.

Sob demanda

Departamento Administrativo (mobilização e segurança)

Controle de documentação administrativa, fornecimento de crachás, uniforme, EPIs com CA válido, treinamentos de segurança, liberações de acesso, registro de ocorrência, PEL.

Sob demanda

Departamento de Recursos Humanos

Controle de documentação de RH

Sob demanda

TI

Fornecimento de recursos materiais (notebook, monitor, etc.) e suporte de infraestrutura digital.

Sob demanda

Gestão

Demandas estratégicas, aprovações de investimentos e políticas.

Conforme contrato

Responsáveis Técnicos

Demandas táticas, melhoria contínua dos processos (vertical), monitoramento e controle dos resultados definidos pela camada estratégica.

Conforme contrato

Setores de Apoio

Departamentos que prestam apoio ao contrato (ex: planejamento, administrativo, etc.).

Conforme contrato

Time Operacional

Suporte técnico e solicitações

Conforme contrato

Tabela 11: Mapa de Stakeholders Internos.

6.3. Mapa de Stakeholders Externos

Stakeholder Externo

Papel / Interface

Forma de Relacionamento

Autvix CODE

Suporte e apoio em demandas (internas ou externas) de inovação tecnológica.

Sob demanda

Advix

Fornecimento de produtos e serviços nos segmentos de energia crítica, instrumentação, IoT, CFTV, etc. Solicitações de estimativa de serviços.

Sob demanda

Parceiros Comerciais

Fornecimento de hardwares e softwares

Sob demanda

Cliente Direto/Final

Fornecimento de recursos (materiais e/ou humanos), disponibilização de responsável para acompanhamento de validação técnica. Aprovações de certificados, relatórios e termos de aceitação.

Conforme contrato

Tabela 12: Mapa de Stakeholders Externos.

6.4. Política de Atendimento (Princípios de Conduta)

O Departamento de Automação adota princípios de clareza, agilidade, segurança e rastreabilidade em todas as suas interações com stakeholders internos e externos.

Abaixo são listados os canais de atendimento:

O atendimento na Estrutura Horizontal (contratos) possuo especificidades conforme abaixo:

6.5. Canais de Comunicação

A comunicação no Departamento de Automação deve garantir alinhamento entre a estrutura vertical (departamento) e a estrutura horizontal (contratos).

6.5.1. Comunicação Interna
6.5.2. Comunicação Externa
6.5.3. Comunicação Documental
6.5.4. Fluxo de Comunicação Formal


7. Governança, Controles e Gestão de Riscos

7.1. Objetivo

A governança do Departamento de Automação assegura que os processos sejam conduzidos de forma transparente, padronizada e em conformidade com o Sistema de Excelência Autvix (SEA).

Este capítulo apresenta os mecanismos de governança e controle aplicáveis à área, bem como a forma de identificar, monitorar e tratar riscos que possam impactar a operação, os contratos ou a satisfação dos clientes.

7.2. Governança e Controles

A governança da Automação garante que as decisões e ações sejam tomadas de forma controlada, com clareza sobre quem pode fazer o quê, e que os riscos operacionais sejam monitorados e mitigados.

O equilíbrio entre agilidade e controle permite a delegação de autoridade de forma segura, evitando falhas e reforçando a confiabilidade dos serviços.

7.3. Matriz de Alçadas do Departamento

A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura vertical (organização):

Processo / Atividade

Analista SGI

Coordenador SGI

Gerente SGI / Diretor Técnico

Diretoria Executiva

Definição de Políticas

Não

Contribui

Propõe Ajustes

Homologa

Melhoria de Processos

Sugere

Participa

Valida com SGI

Homologa

Aquisição de recursos materiais

Sugere

Valida

Aprova

N.A.

Avaliação de Desempenho e PDI

Participa

Valida com Coordenação

Homologa

N.A.

Movimentação de Pessoal

Não

Sugere

Valida com Gerência

Decide

Contratação de serviços terceirizados

Não

Sugere

Recomenda

Decide

Tabela 13: Matriz de Alçadas do Departamento.

A matriz representada abaixo ilustra a alçada do departamento dentro da estrutura horizontal (contratos):

Processo / Atividade

Analista SGI

Gerente SGI / Diretor Técnico

Gestor de Contrato

Aquisição de recursos materiais

Sugere

Valida

Aprova

Aprovação de Home Office

Sugere

Valida com Gestor do Contrato

Aprova

Aprovação de Folgas

Sugere

Valida com Gestor do Contrato

Aprova

Contratação de serviços terceirizado

Não

Sugere

Aprova

Controles Internos

Apoia

Valida tecnicamente

Aprova

Desempenho contratual

N.A.

Valida com Gestor do Contrato

Reporta desempenho à Gerência e Diretoria

Tabela 14: Matriz de Alçada da Vertical da Automação.

7.4. Gestão de Riscos

O objetivo da gestão de riscos é reduzir impactos negativos, garantir a integridade das entregas e aproveitar oportunidades de melhoria contínua e inovação.

Os riscos são classificados em Estratégicos, Operacionais, Financeiros e de Conformidade, sendo monitorados por controles preventivos e planos de contingência.

7.4.1. Matriz de Riscos Operacionais

Risco

Impacto

Probabilidade

Mitigação

Responsável

Falha no servidor de VMs

Paralisação de operações

Média

Plano de recuperação de desastres (DRP)

Coordenação de Automação / TI

Erro de programação de sistemas

Má funcionalidade / Falhas de processo

Média

Plano de rollback de software

Responsável Técnico

Retrabalho por falha em documentação

Atrasos e aumento de custo

Média

Alocação de equipe de correção

Responsável Técnico

Falhas de integração entre sistemas

Perda de confiabilidade do sistema

Média

Acionamento de equipe sênior para correção

Responsável Técnico

Uso inadequado de EPIs

Acidentes e afastamentos

Baixa

Acionamento de SESMT, plano de substituição

Responsável Apoio (segurança) / SESMT

Perda de dados técnicos

Reprogramação, atrasos

Baixa

Recuperação via cópias locais

Responsável Técnico

Falta de assinatura em RDOs

Não reconhecimento de atividades

Média

Revalidação junto ao cliente

Responsável Apoio (planejamento)

Tabela 15: Matriz de Riscos Operacionais da Automação.

7.4.2. Matriz de Riscos Estratégicos

Risco

Impacto

Probabilidade

Mitigação

Responsável

Perda de mercado por defasagem tecnológica

Redução de competitividade e perda de contratos

Média

Parcerias com fornecedores para atualização

Coordenação de Automação

Dependência de poucos clientes

Risco financeiro e de instabilidade comercial

Média

Expansão comercial

Gerência / Diretoria

Mudanças tecnológicas disruptivas

Obsolescência de soluções

Média

Criação de squads de inovação

Coordenação de Automação

Escassez de mão de obra especializada

Atraso em projetos, aumento de custos de pessoal

Alta

Contratação emergencial de mercado

Coordenação de Automação / RH

Falha de reputação em contratos estratégicos

Perda de credibilidade e novos negócios

Baixa

Plano de comunicação em crise

Diretoria / Gerência

Tabela 16: Matriz de Riscos Estratégicos da Automação.

7.4.3. Matriz de Riscos Financeiros

Risco

Impacto

Probabilidade

Mitigação

Responsável

Estouro de orçamento

Redução da margem contratual

Média

Negociação de aditivos contratuais

Gestor de Contrato

Divergência de horas apontadas x contratadas

Conflitos com cliente, prejuízo financeiro

Média

Ajuste em relatórios com cliente

Responsável Apoio (planejamento) / Gestor de Contrato

Custos adicionais de mobilização

Aumento inesperado de despesas

Baixa

Fundo de contingência

Gestor de Contrato

Penalidades por atraso contratual

Multas e desgaste de relação

Média

Negociação de prazos com cliente

Gestor de Contrato

Flutuação cambial em hardware importado

Aumento no custo de insumos

Média

Hedge ou renegociação de preço

Financeiro / Diretoria

Inadimplência de clientes

Perdas de receita

Baixa

Renegociação ou acionamento jurídico

Financeiro / Diretoria

Tabela 17: Matriz de Riscos Financeiros da Automação.

7.4.4. Matriz de Riscos de Conformidade

Risco

Impacto

Probabilidade

Mitigação

Responsável

Descumprimento de normas ISA/IEC

Não conformidade técnica de auditorias

Baixa

Ação corretiva imediata

Responsável Técnico

Descumprimento NR-10/NR-12

Acidentes, penalidades legais

Baixa

Paralisação imediata até regularização

Responsável de Apoio (Segurança) / SESMT

Falha em requisitos ambientais

Multas e embargos ambientais

Baixa

Plano de adequação ambiental

Responsável de Apoio (Administrativo)

Não atendimento à LGPD

Multas e ações judiciais

Baixa

Notificação à ANPD e plano de resposta

Jurídico / TI

Uso de softwares sem licença

Penalidades em auditorias externas

Baixa

Aquisição imediata de licenças

Coordenação de Automação / TI

Falta de evidência documental (RTE, RDO, etc.)

Glosas contratuais, perda de certificações

Média

Reconciliação documental com cliente

Gestor de Contrato

Exposição cibernética

Interrupção de operações, vazamento de dados

Média

Ativação do plano de resposta a incidentes

TI / Segurança da Informação

Tabela 18: Matriz de Riscos de Conformidade da Automação.

7.5. Estruturas de Controle

Tem como objetivo estabelecer os mecanismos de controle utilizados pelo Departamento de Automação para assegurar a conformidade com requisitos legais, normativos, contratuais e internos, bem como a mitigação dos riscos identificados, a rastreabilidade das atividades e a eficácia da gestão.

7.5.1. Estruturas de Controle Adotadas

O Departamento de Automação adota as seguintes estruturas de controle:

a) Controle documental: Gestão de documentos técnicos, contratuais e operacionais por meio de controle de versões, padronização de templates, registros de aprovação e armazenamento em repositório oficial, garantindo rastreabilidade, integridade e disponibilidade das informações;

b) Checklists operacionais e técnicos: Utilização de checklists padronizados para verificação de conformidade técnica, segurança, qualidade e atendimento a requisitos contratuais, aplicáveis às etapas de planejamento, execução, testes e encerramento das atividades;

c) Auditorias internas e revisões técnicas: Realização de auditorias internas, revisões técnicas e validações cruzadas dos entregáveis, com foco na identificação de não conformidades, oportunidades de melhoria e verificação da aderência às normas aplicáveis e aos procedimentos internos;

d) Indicadores de desempenho e conformidade: Monitoramento de indicadores operacionais, financeiros, de qualidade, segurança e satisfação do cliente, utilizados como instrumentos de controle e suporte à tomada de decisão gerencial;

e) Rituais de gestão: Acompanhamento sistemático das atividades por meio de reuniões de gestão, fóruns de acompanhamento de contratos e análises periódicas de desempenho, riscos e desvios, assegurando ações corretivas e preventivas tempestivas;

f) Gestão de riscos: Manutenção e atualização periódica das matrizes de riscos operacionais, estratégicos, financeiros e de conformidade, com definição clara de responsáveis, ações de mitigação e acompanhamento da eficácia dos controles adotados;

g) Gestão de mudanças: Avaliação e aprovação formal de alterações de escopo, prazos, custos ou requisitos técnicos, conforme matriz de alçadas definida, garantindo controle sobre impactos e decisões.

 7.5.2. Avaliação da Eficácia dos Controles

A eficácia das estruturas de controle é avaliada periodicamente por meio de auditorias internas, análises de indicadores, revisões de processos e rituais de gestão, sendo os resultados utilizados para ajustes, ações corretivas e melhoria contínua.

8. Rituais de Gestão

8.1. Objetivo

Os rituais de gestão asseguram a execução consistente da estratégia, promovendo alinhamento, acompanhamento de resultados e comunicação eficaz.

Eles conectam o trabalho diário da equipe às metas estratégicas descritas no SEA – Sistema de Excelência Autvix, garantindo disciplina, transparência e foco na melhoria contínua.

8.2. Rituais Operacionais

Rituais diretamente ligados à execução de atividades, acompanhamento de contratos, projetos, indicadores operacionais e entregas ao cliente.

Ritual de Gestão

Objetivo

Frequência

Duração Média

Participantes

Outputs / Resultados Esperados

Acompanhamento Diário

Coletar status das atividades e ajustar prioridades

Diária

10 a 15 minutos

Time Operacional, Responsáveis Técnicos

Ajuste de prioridades

Reunião Semanal de Projetos

Acompanhar cronograma, recursos e desvios.

Semanal

60 minutos

Time Operacional, Responsáveis Técnicos, Planejador, Gestor de Contrato

Plano de ação + Ata de Reunião

Reunião Semanal de Faturamento

Acompanhar status de medições e faturamentos.

Semanal

30 a 45 minutos

Planejador + Gestor de Contrato

Plano de ação + Atualização ClickUp

Pitch de Contratos

Acompanhamento periódico dos contratos.

Quinzenal

50 minutos

Coordenador e Líderes de Engenharia

Plano de ação

Monitoramento de Satisfação do Cliente*

Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto

Mensal

15 minutos

Gestor de Contrato

Plano de ação

Reunião Mensal de Indicadores e Performance

Avaliar KPIs e desvios contratuais.

Mensal

60 a 90 minutos

Gestor de Contrato + Diretoria

Relatório mensal consolidado

Pesquisa de Satisfação do Cliente*

Acompanhar o nível de satisfação do cliente num determinado projeto

Ao final de cada Projeto

30 minutos

Gestor de Contrato

Plano de ação

Reunião de Lições Aprendidas

Avaliar sucessos, falhas e melhorias.

Ao final de cada grande entrega

60 minutos

Todos do organograma contratual

Documentação das Lições Aprendidas, ações e retroalimentação de processos.

Tabela 19: Rituais Operacionais da Automação.

8.3. Rituais Não Operacionais

Rituais voltados à gestão de pessoas, cultura, segurança, desenvolvimento, alinhamento estratégico e clima organizacional, sem impacto direto imediato na execução contratual.

Ritual de Gestão

Objetivo

Frequência

Duração Média

Participantes

Outputs / Resultados Esperados

Diálogo Semanal de Segurança (DSS)

Fortalecer a cultura de segurança dentro do departamento.

Semanal

10 a 15 minutos

Todos

Lista de Presença assinada

Feedback Informal

Acompanhamento do colaborador, alinhando objetivos e expectativas.

Sob demanda

30 minutos

Líder e Liderado

Monitoramento, alinhamento e registros.

Pitch de Equipe

Acompanhamento periódico das células operacionais.

Quinzenal

50 minutos

Coordenador e Líderes de Engenharia

Plano de ação

Pitch de Melhorias

Acompanhamento periódico das melhorias de processo

Quinzenal

50 minutos

Coordenador e Líderes de Engenharia

Plano de ação

Café com Gestor

Alinhamento cultural e proximidade

Mensal

60 minutos

Coordenação e equipe convidada

Cultura e expectativas alinhadas

Reunião de Indicadores Táticos

Acompanhamento dos indicadores

Mensal

60 minutos

Coordenação e Gerência

Plano de ação

Reunião de Melhorias de Processo

Avaliação de viabilidade, priorização e execução.

Mensal

60 minutos

Coordenação e Gerência

Plano de ação

Confraternização do Departamento

Fortalecimento de relações, integração e clima. Celebração de conquistas do departamento.

Quadrimestral*

3 a 4 horas

Todos

Bem-estar e engajamento

Avaliação de Desempenho

Dar e receber feedbacks aos colaboradores, alinhando objetivos e expectativas.

Semestral

60 minutos

Colaborador e Líderes de Engenharia

Plano de Desenvolvimento Individual (PDI)

Tabela 20: Rituais Não Operacionais da Automação.

8.4.Tabela de Rituais de Gestão

Observação*: conforme PR-G-QMA-006 – Monitoramento e avaliação da satisfação do cliente_Rev.00*.

8.5. Avaliação da Efetividade dos Rituais

A efetividade dos rituais será revisada anualmente, considerando:


Quando necessário, a Coordenação de Automação ajustará frequência, formato ou outputs para manter os rituais alinhados ao propósito do departamento e às diretrizes do SEA – Sistema de Excelência Autvix.

9. Melhoria Contínua e Inovação

9.1. Objetivo

A melhoria contínua e a inovação do Departamento de Automação são sustentadas por processos formais que incentivam a participação da equipe, asseguram a captura do conhecimento e promovem a implementação estruturada de ideias.

Essas práticas reforçam a Atitude de Dono e o pilar Processos & Inovação do SEA – Sistema de Excelência Autvix, alinhando esforços individuais às estratégias corporativas.

9.2. Procedimentos de Sugestões

Objetivo: Capturar, avaliar e implementar ideias de melhoria ou inovação apresentadas por membros da equipe.

Fluxo do Processo:

  1. Registro da Sugestão – A ideia é formalizada no HelpVix (categoria “Melhoria/Ideia”);
  2. Avaliação Preliminar – Coordenação verifica a viabilidade técnica e alinhamento estratégico;
  3. Análise de Impacto – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios;
  4. Priorização – Coordenação avalia custo, prazo e benefícios;
  5. Implementação – Aprovadas são integradas ao backlog de projetos ou melhorias;
  6. Monitoramento – Resultados acompanhados nos rituais de gestão;
  7. Feedback ao Proponente – Comunicação sobre decisão e andamento.

9.3. Processo de Lições Aprendidas

Objetivo: Documentar e compartilhar aprendizados, erros e acertos para evitar repetição e potencializar eficiência.

Fluxo do Processo:

  1. Identificação do Evento – Incidente, projeto ou atividade relevante que gerou aprendizado;
  2. Registro da Lição Aprendida – Formulário padronizado com contexto, causa, solução e recomendações;
  3. Validação – Revisão pela liderança;
  4. Armazenamento – Inserção no repositório interno (WikiVix – seção “Lições Aprendidas”);
  5. Disseminação – Compartilhamento nos rituais de gestão e treinamentos;
  6. Aplicações – Inclusão dos aprendizados em procedimentos, políticas ou guias técnicos.

9.4. Ferramentas de Apoio

9.5. Backlog de Melhorias do Departamento

Oportunidade

Responsável

Status

Prazo

Revisão e atualização dos Formulários dos processos operacionais

Coordenação de Automação

Planejado

03/2026

Revisão e atualização dos Procedimentos dos processos operacionais

Coordenação de Automação

Planejado

04/2026

Revisão e atualização dos fluxos BPMN dos processos operacionais

Coordenação de Automação

Planejado

05/2026

Criação de checklist padrão para início de contratos de automação

Coordenação de Automação

Planejado

03/2026

Implantação de rotina de lições aprendidas ao final de contratos

Coordenação de Automação

Em andamento

03/2026

Melhoria do controle de versões e evidências documentais

Líderes de Engenharia

Planejado

03/2026


Tabela 21: Backlog de Melhorias do Departamento.

10. Gestão de Desempenho

10.1. Objetivo

A gestão de desempenho no Departamento de Engenharia de Automação é organizada em dois níveis:

10.2. KPIS de Rotina (Operacionais)

Indicador

Meta

Fórmula de Cálculo

Responsável pelo Monitoramento

Produtividade

>95%

image.png

Supervisores (ou Lideres)

Previsto x Realizado

>1

image.png

Supervisores (ou Lideres)

% de Retrabalho

<5%

image.png

Supervisores (ou Lideres)

% de Ociosidade

<5%

image.png

Supervisores (ou Lideres)

% de Atividades não liberadas

<5%

image.png

Supervisores (ou Lideres)

Freq_NPS (Frequência de Monitoramento da Satisfação dos Clientes)

>75%

image.png

Supervisores (ou Lideres)

NPS (Satisfação do Cliente)

>90%

Conforme Procedimento

Supervisores (ou Lideres)

Tabela 22: KPIs Operacionais.

10.3. KPIS Táticos

Indicador

Meta

Fórmula de Cálculo

Responsável pelo Monitoramento

% de não conformidades em Teste Interno

<10%

image.png

Coordenador

% de não conformidades em Pré-TAF

0%

image.png

Coordenador

% de não conformidades em TAF

0%

image.png

Coordenador

% de não conformidades em Joint-TAF

0%

image.png

Coordenador

% de não conformidades em Implantação

0%

image.png

Coordenador

% de colaboradores com conhecimento técnico

>30%

image.png

Coordenador

Tabela 23: KPIs Táticos.

10.4. OKRS Estratégicos

Objetivo (O)

Resultado-chave (KR)

Prazo

Responsável

O1: Mapear 100% dos processos do departamento de automação

KR1: Criar SIPOC dos processos e documentar junto ao SGI

2025/2

Coordenação

KR2: Criar BPMN dos processos e documentar junto ao SGI.

2025/2

Coordenação

KR3: Criar procedimento dos processos e documentar junto ao SGI.

2025/2

Coordenação

KR4: Criar formulário dos processos e documentar junto ao SGI.

2025/2

Coordenação

KR5: Criar instrução dos processos e documentar junto ao SGI

2025/2

Coordenação

KR6: Criar manual do departamento e documentar junto ao SGI.

2025/2

Coordenação

O2: Reduzir em 20% a taxa de retrabalho em projetos

KR1: Criar indicador de % de Retrabalho

2026/1

Coordenação

KR2: Integrar indicador no RHvix para acompanhamento e redução do retrabalho.

2026

Coordenação

O3: Aumentar 10% de colaboradores com conhecimento técnico (tecnologias críticas)

KR1: Mapear capacitação dos colaboradores.

2026/1

Coordenação

KR2: Criar calendário de capacitação nas tecnologias críticas.

2026/1

Coordenação

KR3: Treinar e medir capacitação efetiva.

2026/1

Coordenação

Tabela 24: OKRs Estratégicos.

10.5. Ciclo de Planejamento Estratégico

Etapa

Descrição

Frequência

Responsável

Análise de Cenário (SWOT)

Identificação de forças, fraquezas, oportunidade e ameaças

Anual

Diretoria / Gerência

Definição de Metas

Estabelecimento dos objetivos estratégicos

Anual

Diretoria / Coordenação

Plano de Ações

Transformação de metas em projetos estratégicos

Anual

Coordenação / Supervisão

Monitoramento e Controle

Acompanhamento dos KPIs e OKRs em rituais de gestão

Mensal

Coordenação / SGQ

Feedback e Evolução

Revisão dos resultados e lições aprendidas, ajustes para o próximo ciclo

Anual

Diretoria / Gerência


Tabela 25: Ciclo de Planejamento Estratégico.

11. Controle de Documento

11.1. Objetivo

O Coordenador é o responsável formal pela atualização deste manual, podendo delegar a tarefa às lideranças operacionais mediante autorização formal.

Toda alteração deve seguir o processo de revisão documentada, mantendo registro das versões anteriores, com data, responsável pela elaboração, verificação, aprovação e observações pertinentes.

11.2. Controle de Versões

Versão

Data

Responsável

Mudanças

A

22/12/2025

RHRSS

Emissão inicial


Tabela 26: Controle de Versões.

12. Glossário de Termos Técnicos e Siglas

12.1. Objetivo

Esclarecimento da terminologia usada no documento, dando ao leitor um recurso de aprendizado para melhor entendimento do conteúdo apresentado.

Termo / Sigla

Definição

ADM

Departamento de Administração

ART

Anotação de Responsabilidade Técnica

BPMN

Business Process Model and Notation

CI

Certificado de Implantação

CLP

Controlador Lógico Programável

CS

Customer Success (Sucesso do Cliente)

CTS

Certificado de Teste de Software

CX

Customer Experience (Experiência do Cliente)

DF

Descritivo Funcional

DSS

Diálogo Semanal de Segurança

FAT

Factory Acceptance Test (Teste de Aceitação em Fábrica)

IoT

Internet of Things

Joint-TAF

Teste de Aceitação de Fábrica conjunto com cliente

KPI

Key Performance Indicator (Indicador-chave de Desempenho)

MD

Memorial Descritivo

NR-10

Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações Elétricas

NR-12

Norma Regulamentadora de Segurança em Máquinas e Equipamentos

NR-13

Norma Regulamentadora de Caldeiras e Vasos de Pressão

OPC

Open Platform Communications

PEL

Plano de Emergência Local

PCP

Planejamento e Controle de Projeto

PDI

Plano de Desenvolvimento Individual

PL

Performance Level

RCT

Relatório de Consolidação Técnica

RDO

Relatório Diário de Obra

RTE

Relatório Técnico de Evidências

SAT

Site Acceptance Test (Teste de Aceitação em Campo)

SCADA

Supervisory Control and Data Acquisition

SEA

Sistema de Excelência Autvix

SDCD

Sistema Digital de Controle Distribuído

SGI

Sistema de Gestão Integrado

SGQ

Sistema de Gestão da Qualidade

SIL

Safety Integrity Level

SIPOC

Supplier – Input – Process – Output – Customer

SLA

Service Level Agreement (Acordo de Nível de Serviço)

TAF

Teste de Aceitação de Fábrica

TA

Tecnologia de Automação

TA/IT

Integração Tecnológica da Automação e Tecnologia da Informação

TI

Tecnologia da Informação


Tabela 27: Glossário de Termos Técnicos e Siglas.

13. Anexos

13.1. Anexo 1 - Legenda das Competências Culturais

Competência

Descrição

Escala Específica (0-6)

Segurança

Atua com responsabilidade e zelo pela
integridade física, emocional e patrimonial,
seguindo normas de segurança e
promovendo o cuidado coletivo.

 

0 – Ignora normas e orientações de segurança, realizando
atividades sem análise de risco.
1 – Possui noções básicas sobre segurança, mas depende de
supervisão constante para aplicá-las.
2 – Cumpre parcialmente as normas, reagindo a incidentes em
vez de preveni-los.
3 – Cumpre e incentiva o cumprimento das normas; interrompe
atividades inseguras quando necessário.
4 – Identifica riscos antecipadamente, utilizando corretamente
as ferramentas de segurança (exemplo: EPIs, APRs, etc)
praticando cuidado ativo e influenciando colegas em condutas
seguras.
5 – Atua como referência e orienta outros sobre práticas
seguras, participando de treinamentos e auditorias.
6 – Lidera programas e iniciativas de segurança, promovendo
cultura preventiva em toda a equipe.

Inovação

Propõe novas ideias, soluções e melhorias,
promovendo a evolução contínua dos
processos e resultados da organização.

 

0 – Rejeita novas ideias, mantém práticas ultrapassadas e resiste
a mudanças.
1 – Demonstra curiosidade por novas abordagens, mas ainda
não aplica na prática.
2 – Testa pequenas melhorias sem planejamento ou
mensuração de resultados.
3 – Propõe melhorias práticas na rotina, compartilha
aprendizados e aplica pequenas melhorias em atividades
conhecidas.
4 – Idem ao item 3, porém compartilha e registra os
aprendizados de forma estruturada (exemplo: Academia Autvix),
se preocupando com o histórico das soluções encontradas,
liçoes aprendidas e aplicação das melhorias.
5 – Idem ao item 4, além de ser um agente referência no tema,
estimulando o comportamento com a equipe de forma eficaz.
6 – Lidera projetos de inovação com impacto organizacional e
resultados mensuráveis.

 

Sustentabilidade

Adota práticas conscientes que minimizam
impactos ambientais, sociais e econômicos,
alinhadas à responsabilidade corporativa.

 

0 – Desperdiça recursos e ignora impactos ambientais ou
sociais em suas ações.
1 – Reconhece a importância da sustentabilidade, mas ainda
não aplica práticas consistentes.
2 – Cumpre parcialmente políticas ambientais ou sociais; aplica
ações pontuais.
3 – Atua com responsabilidade no uso de recursos e combate
desperdícios.
4 – Idem ao item 3, porém influenciando a equipe
positivamente no comportamento sustentável.
5 – Lidera ações sustentáveis no setor, propondo melhorias
estruturadas e validadas pelo SGI, integrando boas práticas
ambientais e sociais.
6 – Integra sustentabilidade à estratégia do negócio, gerando
impacto positivo mensurável.

 

Foco no Cliente

Compreende e antecipa as necessidades dos
clientes, entregando valor, qualidade e
soluções adequadas.

0 – Demonstra descuido com solicitações do cliente e falha em
cumprir compromissos.
1 – Reconhece a importância de atender bem, mas ainda não
age de forma consistente.
2 – Cumpre solicitações básicas, porém sem empatia ou clareza
na comunicação.
3 – Atende com cordialidade, cumpre prazos e entrega
restritamente o que foi combinado.
4 – Idem ao item 3, porém na medida do possível, busca
antecipar as necessidades do cliente propondo soluções para a
liderança interna, mantendo uma comunicação clara e proativa.
5 – Idem ao item 4, além de ser reconhecido pelo cliente pela
qualidade do atendimento e do conceito de "cliente no centro",
orientando colegas sobre as boas práticas.
6 – É excelente no quesito, sendo um agente de
relacionamentos estratégicos e de longo prazo, promovendo
melhorias estruturais, difundindo o conceito para toda a equipe
direta/indireta, gerando resultado positivo.

 

Excelência

Busca continuamente o aprimoramento
técnico, operacional e comportamental,
garantindo resultados de alta qualidade.

0 – Entrega tarefas com falhas recorrentes e sem atenção à
qualidade.
1 – Demonstra interesse em melhorar, mas ainda não mantém
consistência nas entregas.
2 – Cumpre parte dos padrões esperados, necessitando revisões
frequentes.
3 – Entrega com qualidade e confiabilidade, atendendo aos
padrões estabelecidos.
4 – Busca constantemente aprimorar suas entregas, pondo em
prática as lições aprendidas.
5 – É referência de excelência perante equipe e clientes,
influenciando Influencia o comportamento de excelência junto
a equipe, revisa e orienta colegas para garantir excelência
técnica.
6 – Implementa práticas de melhoria contínua e eleva os
padrões de desempenho da área.

 

Respeito

Age com postura ética, empatia, educação e
consideração com colegas, clientes e
parceiros, reconhecendo a diversidade e
valorizando o outro.

0 – Usa linguagem inadequada, ignora hierarquias ou
desrespeita diferenças.
1 – Demonstra noções básicas de respeito, mas reage mal a
divergências.
2 – Age com respeito na maioria das situações, podendo falhar
sob pressão.
3 – Trata todos com cortesia, escuta opiniões, respeita o espaço
do colega de trabalho e respeita hierarquia.
4 – Idem ao item 3, além de demonstrar a competência mesmo
em conflitos e ambientes de tensão.
5 – Idem ao item 4, além de ser referência de boas práticas,
intervindo, quando necessário, para manter o respeito mútuo e
orientação dos colegas sobre conduta adequada.
6 – Idem ao item 5, além de constantemente demonstrar a
busca pela excelência na competência, sendo exemplo de
comportamento ético e relacional, promovendo ambiente
inclusivo e respeitoso.

 

Confiança

Atua de forma transparente e coerente,
inspirando credibilidade e segurança nas
relações profissionais.

 

0 – Falha em cumprir compromissos e transmite informações
incorretas.
1 – Entende a importância da confiança, mas ainda demonstra
inconsistências.
2 – Cumpre o que promete, mas falha ocasionalmente na
comunicação.
3 – É confiável e coerente, cumpre compromissos e compartilha
informações com transparência.
4 – Mesmo em situações difíceis, independente do
relacionamento (equipe, cliente interno e externo), mantem
coerência e transparência defendendo a cultura da confiança.
5 – É referência em credibilidade e fortalece o clima de
confiança no time.
6 – Cria e mantém cultura de confiança institucional, liderando
com transparência e coerência.

 

Atitude de Dono

Demonstra senso de pertencimento,
responsabilidade e foco em resultados,
agindo como dono do negócio e buscando
continuamente o melhor para a empresa.

 

0 – Limita-se às próprias tarefas, ignora problemas e espera
ordens para agir.
1 – Demonstra vontade de contribuir além da tarefa, mas sem
consistência.
2 – Resolve pequenas demandas, mas ainda depende de
direcionamento constante.
3 – Cuida dos recursos diretos e indiretos (EPIs, equipamentos
de trabalho, veículos, marca, etc) demonstrando sentimento de
dono.
4 – Idem ao item 3, além de adotar atitude responsável até a
entrega, agindo proativamente de forma a antecipar riscos,
propondo soluções para o todo.
5 – Idem ao item 4, inspirando senso de dono e influenciando a
equipe, dando apoio em decisões que beneficiam a empresa.
6 – Atua com visão sistêmica e estratégica, garantindo
sustentabilidade e resultados de longo prazo.

 

Colaboração

Atua de forma cooperativa com as equipes, valorizando o trabalho em equipe, compartilhando informações e contribuindo para o sucesso coletivo.

 

0 – Isola-se, evita trocas e demonstra comportamento competitivo ou negativo.
1 – Participa de interações pontuais, mas ainda atua de forma individualista.
2 – Coopera quando solicitado, mas sem constância e/ou eficácia.
3 – Trabalha bem em equipe, respeitando opiniões, papéis e com comprometimento no resultado.
4 – Idem ao item 3, adotando atitude de sinergia entre equipes
com o entendimento e aplicação de que o resultado coletivo é
tão importante quanto o individual.
5 – Idem ao item 4, além de colaborar de forma integrada entre
áreas, sendo um mentor ativo do espírito colaborativo,
engajando a equipe e comprovando resultados.
6 – É excelente no quesito, criando redes de colaboração e
sinergia entre áreas, fortalecendo a cultura corporativa.

 

Evolução Contínua

Busca constantemente aprimorar processos,
comportamentos e resultados, aplicando
lições aprendidas.

 

0 – Demonstra desinteresse por aprendizado e evita feedbacks.
1 – Aceita aprender quando solicitado, mas sem iniciativa
própria.
2 – Busca melhorar pontualmente, sem plano estruturado de
desenvolvimento.
3 – Busca aprendizado e aplica novos conhecimentos na prática.
4 – Idem ao item 3, além de buscar constantemente
desenvolver soft e hardskills, participando dos treinamentos
direcionados pela liderança, cumprindo o PDI, e comprovando
a evolução.
5 – Idem ao item 4, além de atuar como multiplicador de
conhecimento, apoiando o crescimento da equipe.
6 – É excelente no quesito, criando ambiente de aprendizado
contínuo e liderando melhorias sustentáveis.

 

Tabela 28 - Legenda das Competências Culturais

13.2. Anexo 2 - Legenda das Competências Comportamentais

Competência

Descrição

Escala Específica (0-6)

Autoconhecimento

Reconhece pontos fortes e limitações; busca feedbacks e trabalha
em melhorias pessoais.

 

0 – Não reconhece falhas nem reflete sobre o próprio comportamento.
1 – Demonstra curiosidade inicial sobre autodesenvolvimento.
2 – Apresenta dificuldade em reconhecer seus limites e o impacto de suas ações.
3 – Reconhece parcialmente seus pontos fortes e limitações e busca orientação.
4 – Demonstra clara percepção de seus
pontos fortes e oportunidades de
melhoria, ajustando-se adequadamente e
comprovando evolução sem necessidade
de feedbacks reincidentes.
5 – Idem ao 4, além de apoiar colegas no
desenvolvimento do autoconhecimento e
controle emocional.
6 – Idem ao 5, além de ser exemplo em
autoconhecimento, reconhecendo
limitações e ajustando comportamentos
de forma autônoma, eficaz e estratégica.

Assiduidade

Demonstra assiduidade, avisa com antecedência sobre
imprevistos e mantém comprometimento com as entregas.

 

0 – Falta ou atrasa frequentemente, sem
justificativa.
1 – Demonstra noção de importância da
assiduidade, mas sem constância.
2 – Eventualmente apresenta faltas ou
atrasos sem justificativa adequada.
3 – Mantém boa frequência e
pontualidade, com pequenas exceções.
4 – Cumpre pontualmente horários e
compromissos mesmo sob imprevistos,
bem como o preenchimento diário do
registro de ponto e diários de obra.
5 – Idem ao 4, além de ser exemplo e um
agente ativo de orientação à equipe,
garantindo o cumprimento da frequência
e pontualidade.
6 – É exemplo de excelência em
pontualidade e constância, influenciando
positivamente a equipe.

 

Disponibilidade

Demonstra disponibilidade para horas extras, viagens e
demandas adicionais, mantendo postura colaborativa e foco nos
resultados da equipe e da organização.

 

0 – Recusa atividades fora da rotina, não
aceitando viagens, turnos ou ajustes de
horário, mesmo diante de necessidades
da equipe.
1 – Reconhece a importância da
flexibilidade e demonstra interesse inicial
em colaborar quando solicitado.
2 – Aceita participar em situações
pontuais, mas ainda apresenta restrições
de disponibilidade — como locais de
trabalho, horas extras, viagens e
atividades emergenciais.
3 – Colabora quando solicitado,
participando ocasionalmente das
situações descritas no ítem 2.
4 – Mantém disponibilidade para as
situações do ítem 2, atuando de forma
equilibrada e comprometida com as
entregas.
5 – Além de atender plenamente ao item
4, incentiva e apoia a equipe no
desenvolvimento do senso de
disponibilidade e colaboração.
6 – É exemplo de comprometimento e
disponibilidade, apoiando a equipe e os
clientes em qualquer cenário, sempre
dentro das políticas e limites internos.

 

Proatividade

Age com iniciativa, antecipando situações, identificando
oportunidades e solucionando problemas antes que ocorram.

 

0 – Não demonstra iniciativa, aguardando
constantemente orientações para agir.
1 – Demonstra curiosidade e interesse em
aprender, mas ainda depende de
direcionamento para agir.
2 – Apresenta iniciativa pontual ou
apenas quando solicitado, com pouca
constância.
3 – Executa suas tarefas com autonomia
parcial, demonstrando iniciativa em
atividades conhecidas.
4 – Atua com autonomia e senso de
urgência, identificando e resolvendo
problemas antes que se agravem.
5 – Estimula colegas a anteciparem
demandas e proporem soluções de forma
colaborativa, servindo de exemplo em
comportamento proativo.
6 – É referência em iniciativa e
antecipação, promovendo inovação,
melhoria contínua e mentalidade de dono
na equipe.

Adaptabilidade e Resiliência

Ajusta-se a novas situações, ambientes ou mudanças,
demonstrando flexibilidade mental e emocional para lidar com
imprevistos, desafios e novas circunstâncias de forma rápida e
eficaz.

 

0 – Reage negativamente a mudanças e
contratempos, demonstrando dificuldade
em manter a estabilidade.
1 – Reconhece a importância da
flexibilidade, mas ainda reage com
insegurança diante de imprevistos,
demonstrando esforço inicial para
melhorar.
2 – Apresenta dificuldade inicial para lidar
com mudanças inesperadas, porém
esforça-se para se ajustar gradualmente.
3 – Demonstra flexibilidade em situações
conhecidas, adaptando-se com
orientação e tempo.
4 – Adapta-se bem a novos contextos e
recupera-se rapidamente de dificuldades,
mantendo foco nos resultados.
5 – Apoia colegas durante momentos de
pressão ou transição, contribuindo para o
equilíbrio da equipe e servindo como
exemplo de estabilidade.
6 – É referência em resiliência e
flexibilidade, enfrentando mudanças e
desafios com equilíbrio, otimismo e foco
construtivo, inspirando confiança e
engajamento no time.

 

Comunicação – Escutatória

Ouve ativamente, com foco no que é dito, evitando interrupções,
distrações ou julgamentos prévios, promovendo uma
comunicação eficaz.

 

0 – Interrompe frequentemente, não
presta atenção e demonstra desinteresse
pelo que é dito.
1 – Reconhece a importância de ouvir
ativamente, mas ainda se distrai ou forma
opiniões antes de compreender toda a
mensagem.
2 – Esforça-se para ouvir, porém perde o
foco e compreende apenas parte das
informações.
3 – Ouve com atenção e respeito em
situações simples, evitando interrupções
desnecessárias.
4 – Mantém foco e postura atenta,
demonstrando compreensão e
confirmando o entendimento mesmo em
contextos complexos, independente do
público.
5 – Pratica escuta ativa, faz perguntas
relevantes e contribui de forma
construtiva para o diálogo, servindo de
exemplo em interações complexas.
6 – É referência em escuta ativa e
empatia, fortalecendo a comunicação, a
confiança e a colaboração dentro da
equipe e com demais áreas da
organização.

Comunicação – Síntese

Resume ideias complexas de forma clara e objetiva, transmitindo
o essencial sem perder a precisão ou qualidade da informação
ou em um canal inadequado (considerando a urgência,
formalidade e conteúdo).

 

0 – Comunica-se de forma confusa,
extensa e sem foco, dificultando o
entendimento da mensagem.
1 – Reconhece a importância da
objetividade, mas ainda detalha em
excesso e tem dificuldade em priorizar as
informações essenciais.
2 – Consegue resumir parcialmente, mas
ainda deixa dúvidas ou pontos sem
clareza.
3 – Transmite informações de forma
compreensível e organizada em situações
simples.
4 – Sintetiza conteúdos com clareza e
foco nos pontos-chave, mantendo fluidez,
canal correto e senso de urgência, mesmo
em contextos complexos.
5 – Resume ideias complexas de forma
estruturada, lógica e assertiva,
adequando-se ao público e contexto.
6 – É referência em comunicação objetiva
e estratégica, garantindo clareza,
engajamento e entendimento mútuo em
todos os níveis da organização.

 

Comunicação – Posicionamento

Expressa opiniões ou pontos de vista de forma clara e assertiva,
argumentando logicamente e adaptando o discurso ao público.

0 – Evita se posicionar, mesmo quando a
situação exige sua contribuição.
1 – Reconhece a importância de se
posicionar, mas ainda demonstra
insegurança ou falta de clareza ao
expressar suas ideias.
2 – Posiciona-se apenas quando
solicitado, demonstrando pouca firmeza
ou convicção.
3 – Comunica opiniões com respeito e
coerência em situações simples, ainda
com certa hesitação.
4 – Expressa ideias com clareza,
segurança e respeito, mesmo em
contextos complexos.
5 – Defende seus pontos de vista com
assertividade e colaboração, promovendo
diálogo construtivo e servindo de
exemplo para outros.
6 – É referência em comunicação
assertiva, influenciando positivamente
decisões, discussões e o clima
organizacional.

 

Pensamento Crítico

Analisa informações reflexivamente e criticamente, formando
julgamentos sólidos e questionando suposições a fim de chegar
às melhores conclusões para tomada de decisão.

 

0 – Aceita informações sem questionar ou
analisar, reproduzindo ideias sem
reflexão.
1 – Reconhece a importância de
questionar e refletir, mas ainda o faz de
forma limitada e sem profundidade.
2 – Analisa de forma parcial, com
dificuldade em sustentar argumentos ou
considerar diferentes perspectivas.
3 – Avalia informações com lógica em
situações simples, identificando relações
básicas de causa e efeito.
4 – Analisa causas, consequências e
alternativas antes de decidir,
demonstrando visão crítica consistente e
fundamentada.
5 – Constrói opiniões embasadas, propõe
soluções racionais e contribui para
decisões mais assertivas, apoiando outros
no desenvolvimento do pensamento
crítico.
6 – É referência em análise crítica,
influenciando decisões estratégicas por
meio de argumentação sólida, visão
ampla e capacidade de promover
reflexões profundas.

 

Pensamento Analítico

Divide problemas em partes menores e utiliza abordagens
lógicas para identificar causas raízes e propor soluções.

 

0 – Não organiza informações nem
identifica relações lógicas entre dados ou
fatos.
1 – Reconhece a importância de analisar
dados e informações, mas ainda não
aplica métodos estruturados.
2 – Identifica partes isoladas do
problema, mas sem compreender o todo
ou suas conexões.
3 – Analisa informações com lógica
básica, reconhecendo padrões simples e
evidentes.
4 – Estrutura análises com método e
clareza, interpretando dados de forma
precisa e confiável.
5 – Conecta diferentes variáveis e fontes
de informação, produzindo conclusões
consistentes e fundamentadas, apoiando
colegas na análise e interpretação de
dados.
6 – É referência em análise detalhada e
visão sistêmica, transformando dados
complexos em insights estratégicos e
ações de alto impacto organizacional.

 

Planejamento e Organização

Mantém ordem e estrutura em processos e recursos, garantindo
fluidez e eficiência na execução das tarefas.

 

0 – Demonstra desorganização e não
cumpre prazos.
1 – Cumpre prazos apenas com
orientação, apresentando dificuldades de
priorização.
2 – Executa tarefas simples, mas com
limitação para planejar adequadamente.
3 – Mantém boa organização sob
acompanhamento.
4 – Planeja e prioriza atividades de forma
autônoma e eficiente.
5 – Atua de forma proativa na
organização e melhoria de métodos.
6 – É referência em gestão do tempo e
organização, contribuindo para
produtividade coletiva.

 

Qualidade das Entregas

Prioriza resultados finais de alta qualidade, garantindo que
produtos ou serviços atendam a elevados padrões de
desempenho e satisfação.

 

0 – Entrega trabalhos com erros
frequentes e sem revisão,
comprometendo a qualidade final.
1 – Compreende a importância da
qualidade nas entregas, mas ainda
apresenta falhas recorrentes e dificuldade
em manter padrão.
2 – Entrega resultados com qualidade
irregular, demonstrando dificuldade em
manter consistência.
3 – Garante entregas corretas na maioria
das vezes, exigindo apenas pequenos
ajustes ocasionais.
4 – Mantém qualidade consistente e
conformidade com padrões técnicos e
organizacionais, mesmo em cenários
complexos.
5 – Atua com excelência, revisando
detalhadamente suas entregas, propondo
melhorias contínuas e servindo de
exemplo para a equipe.
6 – É referência em qualidade, garantindo
alto padrão de execução e disseminando
boas práticas que fortalecem a cultura de
excelência.

 

Empatia Profissional

Demonstra empatia, compreende emoções e estabelece relações
positivas alinhadas aos valores institucionais.

 

0 – Ignora o impacto de suas ações nos
outros e demonstra pouca consideração
nas interações.
1 – Reconhece a importância de
considerar o ponto de vista alheio, mas
ainda demonstra dificuldade em aplicá-lo
nas interações.
2 – Escuta os outros, mas tende a reagir
de maneira defensiva, impaciente ou
pouco colaborativa.
3 – Demonstra compreensão básica das
necessidades e sentimentos das pessoas
ao redor.
4 – Mostra empatia e respeito nas
interações cotidianas, mantendo postura
colaborativa e equilibrada.
5 – Adapta sua comunicação e
comportamento conforme o contexto e
as particularidades de cada pessoa,
inspirando colaboração e respeito mútuo.
6 – É referência em empatia e inteligência
relacional, promovendo um ambiente de
confiança, respeito e cooperação que
fortalece os relacionamentos e a cultura
organizacional.

 

Relacionamento Técnico com Cliente

Relaciona-se tecnicamente com clientes para oferecer suporte,
soluções e garantir o sucesso na implementação de produtos ou
serviços.

 

0 – Não demonstra postura profissional
nem domínio técnico nas interações com
o cliente.
1 – Reconhece a importância da
comunicação e do relacionamento
técnico, mas ainda demonstra dificuldade
em manter clareza ou frequência
adequada.
2 – Mantém contato limitado,
respondendo apenas quando solicitado,
sem proatividade.
3 – Cumpre orientações e mantém
comunicação respeitosa e objetiva com o
cliente.
4 – Constrói relacionamento de confiança
por meio da qualidade das entregas,
clareza técnica e postura profissional.
5 – Atua como parceiro técnico,
antecipando necessidades e propondo
soluções adequadas ao contexto do
cliente, orientando colegas em boas
práticas de relacionamento.
6 – É referência em relacionamento
técnico, sendo reconhecido pela
confiança, excelência profissional e
postura colaborativa que fortalece a
parceria entre cliente e empresa.

 

Inteligência Emocional

Gerencia as próprias emoções de forma consciente e controlada,
mantendo equilíbrio diante de situações adversas.

 

0 – Reage impulsivamente e demonstra
dificuldade em controlar emoções diante
de situações adversas.
1 – Reconhece a importância do
equilíbrio emocional, mas ainda
demonstra instabilidade sob pressão ou
conflito.
2 – Consegue recuperar o equilíbrio após
conflitos, mas ainda reage de forma
defensiva em um primeiro momento.
3 – Mantém estabilidade emocional e
postura adequada na maioria das
situações cotidianas.
4 – Demonstra autocontrole e empatia
em momentos de tensão, contribuindo
para um ambiente colaborativo e
equilibrado.
5 – Lida com conflitos de forma madura,
construtiva e orientada à solução,
servindo de exemplo e orientando outros
a manter o equilíbrio.
6 – É referência em inteligência
emocional, inspirando equilíbrio,
harmonia e confiança no ambiente de
trabalho e fortalecendo a cultura de
respeito e colaboração.

 

Resolução de Problemas

Identifica e resolve problemas de forma eficiente e eficaz,
utilizando os melhores recursos disponíveis.

 

0 – Ignora problemas, terceiriza
responsabilidades ou busca culpados em
vez de soluções.
1 – Reconhece a importância de resolver
problemas, mas ainda reage sem método
ou análise estruturada.
2 – Resolve problemas simples com apoio
constante e pouca autonomia.
3 – Identifica causas e propõe soluções
práticas em situações rotineiras, com
orientação pontual.
4 – Analisa, planeja e resolve problemas
com complexidade considerável, atuando
com autonomia e visão sistêmica.
5 – Atua preventivamente, identifica
riscos e implementa melhorias
duradouras nos processos, orientando
outros na aplicação de boas práticas.
6 – É referência em resolução de
problemas, conduzindo análises
estruturadas e decisões eficazes que
fortalecem a excelência operacional e a
cultura de melhoria contínua.

 

Visão Sistêmica

Analisa interconexões organizacionais, prevenindo problemas e
otimizando resultados.
Para gestão acrescer: Analisa a saúde financeira dos contratos e
gerencia o fluxo fiscal, garantindo sustentabilidade econômica,
conformidade tributária e eficiência nos processos
organizacionais.

0 – Age sem considerar o impacto das
próprias ações nos processos ou
resultados da empresa.
1 – Reconhece a importância de entender
a interação entre áreas, mas ainda
enxerga apenas sua própria atuação.
2 – Reconhece relações básicas entre
áreas, mas demonstra pouca aplicação
prática dessa compreensão.
3 – Compreende o funcionamento geral
dos processos e suas principais
interações, atuando de forma
colaborativa em situações simples.
4 – Analisa impactos entre áreas e propõe
melhorias integradas para otimizar
resultados em contextos complexos.
5 – Atua considerando o sistema
organizacional como um todo, avaliando
riscos, interfaces e oportunidades de
sinergia, e orientando outros a pensar de
forma integrada.
6 – É referência em visão sistêmica,
conectando processos, pessoas e
estratégias para gerar valor e fortalecer a
performance organizacional.

 

Liderança Situacional

Inspira, motiva e influencia pessoas, promovendo
desenvolvimento e transformação de resultados.

0 – Não exerce liderança nem orienta os
colegas, demonstrando ausência de
iniciativa em situações que exigem
direcionamento.
1 – Reconhece a importância de adaptar
sua liderança conforme o perfil da equipe,
mas ainda não aplica na prática.
2 – Demonstra esforço em liderar, porém
utiliza um único estilo de gestão, sem
considerar o contexto.
3 – Ajusta parcialmente sua postura e
comunicação conforme a situação,
obtendo bons resultados em cenários
simples, mas com limitações em
contextos complexos.
4 – Adapta o estilo de liderança de
acordo com o nível de maturidade e
autonomia da equipe, garantindo
alinhamento e engajamento.
5 – Orienta, motiva e direciona
adequadamente cada membro do time,
equilibrando apoio, cobrança e
desenvolvimento individual.
6 – É referência em liderança situacional,
desenvolvendo pessoas com equilíbrio,
flexibilidade e foco em resultados
sustentáveis e colaborativos.

 

Delegação

Delega tarefas com clareza e eficiência, garantindo qualidade e
prazos.

 

0 – Centraliza tarefas e não confia no
time, dificultando o desenvolvimento
coletivo.
1 – Demonstra noções básicas de
delegação, mas ainda não define
responsabilidades ou critérios com
clareza.
2 – Delegação parcial, sem
acompanhamento efetivo ou feedback
sobre os resultados.
3 – Distribui tarefas com orientação
básica e acompanhamento pontual,
garantindo execução das rotinas em
cenários simples.
4 – Realiza delegação clara, com definição
de metas, responsabilidades e prazos,
assegurando entendimento mútuo.
5 – Confia na equipe, acompanha
resultados de forma construtiva e
estimula o aprendizado contínuo,
servindo de exemplo para outros líderes.
6 – É referência em delegação com
autonomia e accountability, promovendo
engajamento, confiança e
desenvolvimento sustentável da equipe.

 

Negociação e Influência

Conduz diálogos construtivos, buscando consensos e
influenciando decisões positivamente.

 

0 – Evita negociações ou impõe opiniões,
demonstrando falta de abertura ao
diálogo.
1 – Reconhece a importância da
negociação, mas ainda não aplica
técnicas adequadas de diálogo ou
influência.
2 – Defende seus pontos de vista com
foco apenas nos próprios interesses, sem
buscar equilíbrio ou consenso.
3 – Negocia com respeito e escuta ativa,
buscando soluções equilibradas e
resultados mútuos em situações simples.
4 – Influencia positivamente em
negociações complexas, utilizando
empatia, argumentos técnicos e
credibilidade profissional.
5 – Conduz negociações estratégicas de
forma colaborativa e transparente,
mantendo relacionamentos de confiança
e orientando outros em boas práticas.
6 – É referência em influência e
negociação, construindo acordos
sustentáveis, éticos e inovadores, que
fortalecem parcerias e resultados
organizacionais.

 

Gestão de Pessoas

Administra processos e equipes, distribuindo responsabilidades,
avaliando o desempenho e fornecendo feedbacks para o alcance
das metas estabelecidas.

 

0 – Não acompanha nem orienta a
equipe.
1 – Cobra resultados sem oferecer
suporte adequado.
2 – Monitora tarefas sem foco em
desenvolvimento humano.
3 – Fornece feedbacks básicos e
acompanha desempenho.
4 – Desenvolve pessoas com base em
metas e feedbacks estruturados.
5 – Engaja e inspira a equipe para alta
performance.
6 – É referência em gestão de pessoas e
formação de líderes.

 

Gestão de Conflitos

Lida com desacordos ou tensões, encontrando soluções que
promovam um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

0 – Evita conflitos ou agrava situações por
falta de diálogo e mediação.
1 – Reconhece a importância de lidar com
conflitos, mas ainda evita se posicionar
ou agir de forma adequada.
2 – Tenta resolver divergências, mas
demonstra dificuldade em manter
neutralidade ou imparcialidade.
3 – Media conflitos com respeito e boa
intenção, obtendo bons resultados em
situações simples ou de baixa
complexidade.
4 – Atua de forma equilibrada e busca
soluções justas em cenários complexos,
preservando o relacionamento entre as
partes.
5 – Conduz conflitos com empatia,
transparência e foco no resultado
coletivo, servindo de exemplo e
orientando outros colaboradores.
6 – É referência em gestão de conflitos,
transformando divergências em
oportunidades de melhoria e
fortalecimento da equipe e da cultura
organizacional.

 

Tomada de Decisão Operacional

Capacidade de analisar informações técnicas e agir com
autonomia, precisão e responsabilidade na execução das
atividades.

 

0 – Não toma decisões sem orientação;
depende totalmente de supervisão.
1 – Possui noções básicas sobre critérios
de decisão técnica, mas ainda evita
aplicá-los na prática.
2 – Toma algumas decisões porém, em
vezes, de forma inadequada deixando de
avaliar alguns riscos e impactos.
3 – Decide de forma correta em situações
simples e rotineiras, seguindo
procedimentos estabelecidos.
4 – Analisa dados, riscos e critérios
técnicos antes de decidir, mantendo
consistência em cenários complexos,
comprovando eficiência e eficácia.
5 – Idem ao item 4, além de decidir com
autonomia e segurança técnica, servindo
de referência perante equipe e clientes,
sendo suporte a colegas em decisões
similares.
6 – Idem ao item 5, além de ser referência
em decisões técnicas assertivas e
inovadoras, antecipando impactos e
orientando outros colaboradores.

 

Tomada de Decisão Estratégica

Capacidade de tomar decisões com base em análise crítica e
visão estratégica, avaliando riscos, impactos e alternativas,
equilibrando agilidade, coerência e propósito organizacional.
Envolve discernimento, responsabilidade e influência positiva
sobre pessoas, processos e resultados.

0 – Evita decidir ou posterga
indefinidamente, demonstrando
insegurança e falta de direcionamento;
transfere a responsabilidade para outros.
1 – Demonstra noções básicas sobre o
processo decisório, mas ainda evita
assumir decisões; observa e aprende com
líderes mais experientes.
2 – Toma decisões de forma reativa, com
base em percepções pessoais ou pressões
momentâneas, sem análise estruturada
ou visão de impacto organizacional.
3 – Decide adequadamente em situações
rotineiras ou de baixo risco, consultando
superiores quando a complexidade
aumenta.
4 – Analisa riscos, impactos e alternativas
com discernimento; comunica claramente
as decisões e garante alinhamento entre
equipes e áreas.
5 – Toma decisões ágeis e embasadas,
conciliando aspectos humanos, técnicos e
estratégicos; assume responsabilidades e
orienta outros líderes na condução de
decisões importantes.
6 – É referência organizacional em
tomada de decisão; antecipa cenários,
equilibra riscos e oportunidades e orienta
decisões que moldam a estratégia e o
futuro do negócio.

 

Gestão de Projetos

Gerencia cronogramas, recursos e equipes para garantir entregas
bem-sucedidas.

 

0 – Não compreende as etapas do
projeto nem acompanha prazos ou
entregas.
1 – Executa tarefas sem planejamento,
controle ou visão de cronograma.
2 – Segue planos e orientações, mas
apresenta dificuldade em priorizar
atividades e monitorar avanços.
3 – Gerencia atividades e cronogramas
sob supervisão, garantindo andamento
básico das entregas.
4 – Planeja, executa e acompanha
projetos de forma estruturada,
controlando escopo, prazo e recursos.
5 – Garante entregas com qualidade,
prazo e custo controlados, comunicando
resultados com clareza.
6 – É referência em gestão de projetos,
conduzindo múltiplos escopos com
excelência técnica, visão integrada e foco
estratégico.

 

Relacionamento Estratégico com Cliente

Constrói relações estratégicas com clientes, alinhando objetivos
de médio e longo prazo e promovendo parcerias que agreguem
valor.

0 – Atua de forma reativa e sem visão de
relacionamento, limitando-se a demandas
pontuais.
1 – Mantém contato apenas operacional
com o cliente, sem envolvimento
proativo.
2 – Cumpre demandas e prazos, mas não
estabelece vínculo de confiança ou
continuidade.
3 – Constrói relacionamento respeitoso e
técnico, garantindo comunicação clara e
profissional.
4 – Compreende o negócio do cliente e
propõe soluções alinhadas às suas
necessidades.
5 – Atua como parceiro estratégico,
antecipando demandas e contribuindo
para a melhoria dos resultados do cliente.
6 – É referência em relacionamento
estratégico, gerando valor, fidelização e
fortalecendo a imagem institucional da
empresa.

Visão Estratégica

Planeja estrategicamente, definindo metas de longo prazo e
posicionando seu setor e consequentemente a organização de
forma competitiva.

0 – Age apenas de forma operacional,
sem planejamento ou compreensão do
impacto de suas ações.
1 – Entende metas imediatas, mas não
reconhece o contexto geral nem as
conexões estratégicas.
2 – Contribui pontualmente para o
planejamento de médio prazo, com foco
restrito à sua área de atuação.
3 – Compreende os objetivos estratégicos
da empresa e atua de forma alinhada a
eles em suas entregas.
4 – Identifica tendências, riscos e
oportunidades que impactam o negócio e
sugere ações preventivas.
5 – Propõe ações estratégicas, colabora
em decisões organizacionais e apoia o
desdobramento de metas.
6 – É referência em visão estratégica,
orientando o time para o futuro,
promovendo integração e foco em
resultados sustentáveis.

 

Tabela 29 - Legenda das Competências Comportamentais

13.3. Anexo 3 - Legenda das Competências Técnicas

Competência

Descrição

Escala Específica (0-6)

CLP

Conhecimento e domínio na programação, configuração
e diagnóstico de CLPs conforme normas IEC 61131, garantindo
confiabilidade e desempenho em sistemas automatizados.

 

0 – Não conhece CLPs nem seus princípios
básicos.
1 – Possui noção geral sobre o que é um CLP,
mas sem prática.
2 – Entende conceitos de lógica e faz
pequenas alterações com supervisão.
3 – Programa, testa e comissiona CLPs em
aplicações simples.
4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e
integrações com outros sistemas.
5 – É mentor técnico, revisa programas e
orienta boas práticas de padronização.
6 – É referência estratégica em arquitetura,
padronização e otimização de sistemas de
controle.

 

Supervisório / IHM

Desenvolvimento, configuração e manutenção de interfaces
gráficas (IHM/SCADA), garantindo usabilidade, confiabilidade e
rastreabilidade das informações de processo.

0 – Não conhece ferramentas de supervisão
ou IHM.
1 – Tem noção básica do conceito de interface
homem-máquina.
2 – Cria telas simples sob supervisão.
3 – Desenvolve aplicações completas em
supervisórios e IHMs de pequeno porte.
4 – Atua sozinho em sistemas complexos, com
comunicação entre múltiplos controladores.
5 – É referência técnica e orienta boas práticas
de design, performance e padronização.
6 – Lidera padronização de supervisórios
corporativos e define arquitetura de sistemas
SCADA/IHM.

 

Acionamentos

Conhecimento e parametrização de inversores de
frequência, soft-starters e controladores de motor, assegurando
desempenho e proteção do sistema elétrico.

 

0 – Não conhece equipamentos de
acionamento.
1 – Tem noção básica sobre funcionamento
de inversores e softstarters.
2 – Realiza parametrizações simples com
suporte.
3 – Configura e comissiona acionamentos em
aplicações padrão.
4 – Atua sozinho em partidas complexas e
integração com CLP/SCADA.
5 – É referência em diagnósticos e otimização
de acionamentos.
6 – Define padrões de configuração e integra
acionamentos em arquiteturas corporativas.

 

SCADA

Implementação e manutenção de sistemas SCADA de médio e
grande porte, com foco em arquitetura, performance
e integração multi-plataforma.

 

 

 

 

 

 

0 – Não conhece sistemas SCADA.
1 – Tem noção do conceito de supervisão e
coleta de dados.
2 – Atua em pequenas configurações sob
supervisão.
3 – Desenvolve e mantém sistemas SCADA de
pequeno porte.
4 – Atua sozinho em projetos complexos com
múltiplos servidores e redundância.
5 – É referência técnica em SCADA
corporativo, suporte e boas práticas.
6 – É referência estratégica, define padrões de
arquitetura e integração corporativa.

 

SDCD

Operação, configuração e manutenção de sistemas SDCD, com
domínio de blocos funcionais, controle contínuo e integração
com outras plataformas.

 

0 – Não conhece o conceito de SDCD.
1 – Tem noção básica sobre estrutura de
sistemas distribuídos.
2 – Atua em ajustes e manutenção simples
sob orientação.
3 – Realiza configuração, integração, testes
lógicos e de malhas em SDCDs padrão.
4 – Atua sozinho em integrações complexas,
configuração de sequências, malhas de
controle e diagnósticos de performance.
5 – É mentor em boas práticas, otimização e
estruturação de blocos e estratégias de
controle.
6 – É referência estratégica, define padrões e
conduz migrações de sistemas SDCD
corporativos.

Instrumentação (Leitura de Documentos)

Capacidade de interpretar diagramas de malha, listas
de instrumentos, P&IDs e especificações técnicas para
execução e comissionamento de sistemas.

 

0 – Não entende documentação de
instrumentação.
1 – Reconhece símbolos e informações
básicas.
2 – Lê e compreende documentos simples
com apoio.
3 – Interpreta e utiliza corretamente
documentos em rotinas de trabalho.
4 – Atua sozinho na leitura, verificação e
revisão de documentos multidisciplinares.
5 – É referência em revisão e conferência
documental multidisciplinar.
6 – É referência estratégica em documentação
técnica da área.

 

Instrumentação (Sensores e Atuadores)

Conhecimento técnico sobre seleção, instalação e manutenção
de sensores, transmissores, válvulas e atuadores, garantindo
confiabilidade das medições e controle de processo.

 

0 – Não conhece instrumentos de campo.
1 – Reconhece tipos básicos de sensores e
atuadores.
2 – Realiza medições e testes simples com
supervisão.
3 – Configura, parametriza e integra
instrumentos em aplicações padrão.
4 – Atua sozinho em configurações,
parametrizações e diagnósticos complexos.
5 – É referência técnica em especificação,
configuração, parametrização, diagnóstico e
comissionamento.
6 – Define padrões e participa de
especificações estratégicas.

 

Instrumentação (Cálculos e Compensações)

Domínio de cálculos e compensações necessários
à instrumentação industrial (pressão, vazão,
temperatura, densidade, etc.).

 

0 – Não conhece cálculos de instrumentação.
1 – Tem noção básica dos princípios físicos
envolvidos.
2 – Realiza cálculos simples com suporte.
3 – Executa cálculos e compensações de
forma correta em cenários padrão.
4 – Atua sozinho em medições complexas,
cálculos e compensações multivariáveis.
5 – É referência técnica em cálculos e
dimensionamento de instrumentos.
6 – É referência estratégica na definição de
metodologias e validações de engenharia de
medição.

 

Redes Industriais Comuns

Conhecimento de redes como Ethernet/IP, Modbus,
Profibus, DeviceNet e Profinet, com foco em integração e
diagnóstico de comunicação.

 

0 – Não conhece redes industriais.
1 – Tem noção de protocolos básicos, sem
prática.
2 – Realiza conexões e diagnósticos simples
sob supervisão.
3 – Configura e integra redes padrão com
autonomia.
4 – Atua sozinho em redes complexas, com
múltiplos protocolos e diagnósticos
avançados.
5 – É referência técnica em redes industriais e
suporte de campo.
6 – Define arquiteturas de rede corporativas e
políticas de comunicação padronizadas.

 

Redes Industriais Especiais

Domínio de protocolos e redes específicos (IEC 61850,
DNP3, OPC UA, Foundation Fieldbus, AS-i, CANOpen etc.),
voltados à automação de alta complexidade.

 

0 – Não conhece redes especiais.
1 – Tem noção da existência desses
protocolos.
2 – Executa leituras básicas e diagnósticos
com suporte.
3 – Integra redes especiais em pequenos
sistemas.
4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e
integrações multiplataforma.
5 – É referência técnica em protocolos
avançados e comunicação entre sistemas.
6 – É referência estratégica, define padrões de
rede e conduz migrações corporativas.

 

Segurança Funcional (Safety)

Conhecimento e aplicação de princípios e normas de segurança
funcional (IEC 61508/61511), desenvolvendo e validando
sistemas de segurança instrumentada.

 

0 – Não conhece o conceito de segurança
funcional.
1 – Tem noção geral do que é um sistema
Safety.
2 – Participa de análises simples com
orientação.
3 – Aplica configurações básicas e realiza
testes em sistemas Safety.
4 – Atua sozinho em configurações complexas
e validação de SIL.
5 – É referência em análise de risco e revisão
de aplicações.
6 – Lidera projetos de segurança funcional e
define padrões corporativos.

 

Linguagens de Médio Nível (C, C++, C#)

Programação em linguagens estruturadas e orientadas
a objetos para aplicações de controle, ferramentas
de engenharia e integração de sistemas.

 

0 – Não conhece linguagens de médio nível.
1 – Tem noção de lógica de programação.
2 – Escreve pequenos scripts com suporte.
3 – Desenvolve programas básicos a
intermediários, depura erros comuns e realiza
integrações entre sistemas.
4 – Atua sozinho em projetos complexos,
integrando módulos e APIs.
5 – É referência técnica em desenvolvimento e
boas práticas de código.
6 – Lidera arquitetura de software e define
padrões de desenvolvimento.

 

Linguagens de Alto Nível (Python, Java, JS, Perl, Ruby)

Desenvolvimento de aplicações de alto nível voltadas
a automação, integração de sistemas, análise de dados
e ferramentas internas.

 

0 – Não conhece linguagens de alto nível.
1 – Possui noção básica, sem experiência
prática.
2 – Escreve scripts simples com auxílio.
3 – Cria aplicações básicas para automação e
relatórios.
4 – Atua sozinho em aplicações complexas e
integra com APIs externas.
5 – É referência em boas práticas de código e
integração.
6 – Lidera desenvolvimento estratégico e
automação corporativa por software.

 

Montagem e Manutenção de PC

Habilidade para montar, configurar e realizar
manutenção preventiva e corretiva em computadores utilizados
em sistemas de automação.

 

0 – Não conhece hardware ou manutenção de
PCs.
1 – Tem noção geral dos componentes de um
computador.
2 – Realiza tarefas simples com suporte
(instalação de software, limpeza).
3 – Executa manutenção, configurações de
sistema operacional e formatação de PCs com
autonomia.
4 – Atua sozinho em diagnósticos complexos,
reconfiguração de hardware e configurações
avançadas para sistemas de automação.
5 – É referência técnica no suporte a hardware
e sistemas de automação.
6 – Define padrões de hardware e políticas de
manutenção corporativa.

 

Idioma Inglês

Capacidade de compreender, comunicar e
produzir informações técnicas em inglês,
especialmente documentação, manuais e treinamentos.

 

0 – Não compreende textos em inglês técnico.
1 – Reconhece termos básicos e instruções
simples.
2 – Lê e entende parcialmente manuais
técnicos com auxílio.
3 – Lê e comunica-se adequadamente em
inglês técnico.
4 – Atua com fluência técnica, comunicando
de forma clara e eficaz em reuniões, fóruns e
atividades.
5 – É referência na comunicação bilíngue e
auxilia colegas.
6 – É referência na comunicação bilíngue,
conduzindo atividades e auxiliando colegas.

 

IA Aplicada a Automação

Conhecimento e aplicação de conceitos de inteligência artificial
e aprendizado de máquina voltados à análise de dados e
otimização de processos industriais.

 

0 – Não conhece IA aplicada à automação.
1 – Tem noção teórica sobre IA e machine
learning.
2 – Realiza análises simples com ferramentas
guiadas.
3 – Aplica modelos básicos de análise de
dados e otimização.
4 – Atua sozinho no desenvolvimento de
aplicações práticas de IA.
5 – É referência técnica e apoia projetos de
inovação.
6 – É referência estratégica, lidera iniciativas
corporativas de IA industrial.

 

Máquinas Virtuais (VMware / Hyper-V)

Domínio de ambientes virtuais e configuração de
máquinas virtuais para testes, desenvolvimento e execução de
sistemas industriais.

 

0 – Não conhece o conceito de máquina
virtual.
1 – Tem noção básica sobre virtualização.
2 – Cria VMs simples com suporte.
3 – Configura e administra VMs para
aplicações locais.
4 – Atua sozinho em arquiteturas complexas e
ambientes redundantes.
5 – É referência técnica em ambientes virtuais
corporativos.
6 – Define padrões e estratégias de
virtualização para toda a organização.

 

Excel

Utilização avançada do Microsoft Excel para controle de dados,
automação de planilhas e análise de indicadores.

 

0 – Não utiliza Excel.
1 – Conhece funções básicas e realiza edições
simples.
2 – Cria planilhas funcionais com apoio.
3 – Utiliza fórmulas, tabelas dinâmicas e
gráficos com autonomia.
4 – Desenvolve automações e dashboards
complexos.
5 – É referência técnica em planilhas
corporativas e macros.
6 – Define padrões e treina equipes na
utilização avançada de Excel.

Desenho Técnico

Interpretação, elaboração e edição de desenhos
técnicos elétricos, de instrumentação e automação em
plataforma CAD, conforme padrões da empresa e normas.

 

0 – Não conhece Desenho Técnico ou
ferramentas relacionadas.
1 – Tem noção básica sobre Desenho Técnico
ou AutoCAD.
2 – Entende sobre vistas e cotas, dependendo
de supervisão.
3 – Conhece vistas, cotas e representações
comuns, criando desenhos e diagramas
simples conforme padrões definidos.
4 – Conhece vistas, cotas e representações
complexas, atuando sozinho na
documentação multidisciplinar de automação.
5 – É referência em boas práticas de desenho
técnico e CAD.
6 – Mentora equipe, especifica, define
padrões em projetos.

 

MS Project

Planejamento, acompanhamento e controle de cronogramas de
engenharia e execução utilizando o Microsoft Project.

0 – Não conhece o MS Project.
1 – Tem noção sobre planejamento, mas sem
uso prático.
2 – Cria cronogramas básicos com suporte.
3 – Elabora e controla cronogramas de
projetos simples.
4 – Atua sozinho em cronogramas complexos
com múltiplos recursos e dependências.
5 – É referência técnica em planejamento e
gestão de prazos.
6 – Define metodologias de planejamento e
treina equipes no uso do Project.

 

Power BI

Desenvolvimento de dashboards e relatórios interativos
para acompanhamento de indicadores, integrando dados
de diferentes fontes.

 

0 – Não conhece Power BI.
1 – Tem noção básica sobre dashboards.
2 – Cria relatórios simples com auxílio.
3 – Desenvolve dashboards e relatórios com
autonomia.
4 – Atua sozinho em integrações complexas e
modelagem de dados.
5 – É referência técnica em relatórios e
visualização de indicadores.
6 – É referência estratégica, define padrões de
BI corporativo e integração com sistemas.

 

Tabela 30 - Legenda das Competências Técnicas

13.4. Anexo 4 - Legenda das Competências

Competência

Descrição

Escala Específica (0-6)

Normas Técnicas de
Automação e Elétrica (NBR
5410, IEC 61131 - Linguagens
de Programação CLP)

Conhecimento e aplicação de normas técnicas que
regem instalações elétricas e sistemas de automação,
garantindo conformidade, segurança e padronização nos
projetos e programações de CLPs.

 

0 – Não conhece as normas aplicáveis
de automação e elétrica.
1 – Possui noções básicas sobre as
normas, mas não as aplica na prática.
2 – Conhece conceitos principais e
consulta as normas com apoio de
supervisão.
3 – Aplica as normas corretamente
em atividades simples e rotineiras.
4 – Atua de forma autônoma em
cenários complexos, garantindo
conformidade técnica.
5 – É referência em boas práticas,
orientando colegas sobre aplicação correta das normas.
6 – É referência estratégica,
contribuindo para padronizações e
revisões de procedimentos
corporativos.

 

Normas Técnicas de
Instrumentação e Controle
(ISA 20, 75, 84, 95 / IEC
60079 - Áreas Classificadas /
Ex)

 

Domínio das normas que regem a especificação, instalação
e segurança de instrumentos, atuadores e sistemas
de controle, incluindo ambientes com risco de explosão
(áreas classificadas)

 

0 – Não conhece as normas aplicáveis
de instrumentação e controle.
1 – Possui noções básicas, mas sem
entendimento técnico aprofundado.
2 – Conhece fundamentos básicos e
aplica sob orientação.
3 – Aplica corretamente em projetos e
atividades simples.
4 – Atua de forma autônoma em
cenários complexos, incluindo
especificações em áreas classificadas.
5 – É mentor em boas práticas,
garantindo conformidade normativa e
técnica da equipe.
6 – Atua estrategicamente na
padronização, revisão e auditoria
de conformidade de instrumentação e
controle.

 

Normas Técnicas de Redes
em Subestações (IEC 61850)

 

Conhecimento sobre arquitetura de
comunicação, mapeamento de sinais e interoperabilidade
de sistemas elétricos segundo a norma IEC 61850, aplicada
em subestações e automação elétrica.

 

0 – Não conhece a norma IEC 61850.
1 – Tem noção de que a norma existe,
mas não compreende sua aplicação.
2 – Entende conceitos básicos de nós
lógicos, GOOSE e estrutura
de comunicação, necessitando
suporte.
3 – Aplica a norma em configurações
simples (mapeamento básico e
IEDs padrão).
4 – Atua sozinho em cenários
complexos, integrando equipamentos
e protocolos diversos.
5 – É referência técnica e apoia a
equipe na implementação e
troubleshooting.
6 – É referência estratégica,
conduzindo projetos de automação
elétrica baseados em IEC 61850 e
orientando padrões corporativos.

 

Normas Técnicas de TI e
Cybersegurança (IEC 61784,
IEC 62443)

 

Aplicação de normas que garantem a segurança de
redes industriais e infraestrutura de automação,
protegendo sistemas contra vulnerabilidades e riscos
cibernéticos.

 

0 – Não conhece as normas de TI ou
Cybersegurança aplicadas à
automação.
1 – Tem noção básica sobre
segurança de redes, sem aplicar
conceitos normativos.
2 – Conhece fundamentos básicos da
IEC 62443 e aplica sob orientação.
3 – Aplica boas práticas de
segmentação e segurança básica em
redes simples.
4 – Atua sozinho em projetos com
políticas de segurança e integração
segura de sistemas industriais.
5 – É referência em boas práticas de
segurança cibernética industrial,
apoiando o time e auditorias.
6 – É referência estratégica, define
políticas e atua na gestão de riscos
e conformidade digital da
organização.

 

Normas Técnicas de
Segurança Funcional (IEC
61508 / 61511)

 

Conhecimento das normas que regem
sistemas instrumentados de segurança (SIS), garantindo
que os processos industriais atendam aos níveis adequados
de integridade e confiabilidade (SIL).

 

0 – Não conhece as normas de
segurança funcional.
1 – Possui noção geral, sem domínio
técnico sobre SIL ou aplicação.
2 – Conhece os conceitos básicos de
segurança funcional, atuando
com ncessidade de suporte e
supervisão.
3 – Aplica as normas em projetos
simples, atendendo a requisitos
básicos de SIL.
4 – Atua sozinho em análises
complexas, validações e
configurações de sistemas SIS.
5 – É mentor técnico na aplicação das
normas, revisando projetos e
orientando a equipe.
6 – É referência estratégica, conduz
análises de risco e define padrões
de segurança funcional corporativa.

 

Normas de Qualidade e
Gestão (ISO / SEA)

 

Conhecimento e aplicação das normas e diretrizes
de qualidade (como ISO 9001) e do Sistema de Excelência
Autvix (SEA), assegurando padronização e melhoria
contínua dos processos.

 

0 – Não conhece as normas de
qualidade ou o SEA.
1 – Reconhece a importância da
qualidade, mas não aplica
práticas padronizadas.
2 – Conhece processos básicos e
aplica sob supervisão.
3 – Aplica rotinas padronizadas em
conformidade com o SEA e normas
ISO.
4 – Atua de forma autônoma na
gestão da qualidade, propondo
melhorias e assegurando
conformidade.
5 – É referência em boas práticas,
orientando e treinando outros
colaboradores.
6 – É referência estratégica, lidera
melhorias sistêmicas e evoluções no
SEA ou sistema de gestão da
qualidade.

 

Gestão de documentos
(SharePoint / OneDrive)

 

Organização, controle e versionamento de documentos
técnicos e administrativos utilizando plataformas
corporativas, garantindo rastreabilidade e integridade
das informações.

0 – Não conhece as ferramentas de
gestão documental.
1 – Possui noção básica, mas não
utiliza corretamente os recursos
disponíveis.
2 – Conhece o básico das
plataformas, mas possui necessidade
de orientação.
3 – Gerencia documentos de forma
organizada e segue padrões
de versionamento.
4 – Atua de forma autônoma,
garantindo padronização,
rastreabilidade e controle de acesso.
5 – É referência em boas práticas
documentais e apoia a equipe na
estruturação de bibliotecas.
6 – É referência estratégica, estrutura
padrões de gestão
documental corporativa e
treinamentos.

 

SGI - Procedimentos,
Instruções e Formulários

 

Conhecimento e aplicação dos procedimentos e
instruções do Sistema de Gestão Integrado, garantindo
conformidade com normas internas e externas (Qualidade,
Meio Ambiente, Saúde e Segurança)

 

0 – Não conhece os procedimentos
do SGI.
1 – Possui noção básica, mas não
aplica de forma consistente.
2 – Conhece procedimentos aplicáveis
e segue sob supervisão.
3 – Aplica corretamente
procedimentos e formulários nas
atividades rotineiras.
4 – Atua com autonomia, garantindo
aderência aos padrões e instruções
em cenários complexos.
5 – É referência em boas práticas,
revisa e orienta outros sobre uso
correto do SGI.
6 – Atua estrategicamente, propondo
melhorias e revisões estruturais no
SGI corporativo.

 

Modelagem de Processos
(BPMN)

 

Capacidade de mapear e representar graficamente
processos por meio da notação BPMN, garantindo clareza,
eficiência e padronização operacional.

 

0 – Não conhece a notação BPMN.
1 – Tem noção de fluxos de processo,
mas não domina a modelagem
formal.
2 – Consegue interpretar modelos
BPMN com auxílio de supervisão.
3 – Modela processos simples
conforme o padrão BPMN.
4 – Atua de forma autônoma em
modelagens complexas e integra
melhorias de processo.
5 – É referência em boas práticas de
modelagem e treinamento da equipe.
6 – É referência estratégica, conduz
revisões de macroprocessos
e padronizações corporativas.

 

PDCA / 5W2H

 

Aplicação prática de metodologias de gestão e
melhoria contínua, estruturando planos de ação, análises
de causa e acompanhamento de resultados.

 

0 – Não conhece as metodologias
PDCA ou 5W2H.
1 – Possui noção teórica, mas não
aplica na rotina.
2 – Aplica parcialmente com
orientação em tarefas simples.
3 – Aplica de forma estruturada
planos de ação e ciclos de melhoria
em atividades básicas.
4 – Atua sozinho em análises
complexas, estruturando planos
eficazes de correção e prevenção.
5 – É mentor na aplicação das
metodologias, apoiando a equipe em
diagnósticos e revisões.
6 – É referência estratégica, promove
cultura de melhoria contínua e gestão
de resultados em toda a área.


Tabela 31 - Legenda das Competências