MAN-G-ATEC-001 - Manual Assistência Técnica


MAN-G-ATEC-001 - Manual Assistência Técnica_Rev.00

1. Identidade Organizacional

1.1. Objetivo

Definir o propósito estratégico do Departamento de Assistência Técnica, estabelecendo sua identidade organizacional, sua contribuição para o Autvix Group e seu alinhamento com o SEA – Sistema de Excelência Autvix, garantindo coerência entre estratégia, operação e geração de valor para clientes internos e externos.

1.2. Propósito do Departamento

Garantir atendimento técnico especializado, assegurando confiabilidade, disponibilidade e eficiência dos sistemas e equipamentos atendidos, promovendo a satisfação do cliente e o alinhamento permanente com os valores, princípios e diretrizes do Autvix Group.

1.3. Missão

Prover soluções técnicas rápidas, seguras e de qualidade, assegurando a continuidade operacional dos clientes e gerando impacto positivo tanto para clientes internos quanto externos, por meio de uma atuação técnica estruturada, ética e orientada à excelência.

1.4. Conexão com a Visão e os Pilares do SEA

O Departamento de Assistência Técnica está diretamente conectado aos pilares do SEA – Sistema de Excelência Autvix, contribuindo da seguinte forma:

1.5. Valor Gerado para Clientes Internos/Externos

O Departamento de Assistência Técnica gera valor por meio de:

Para clientes externos:

Para clientes internos:

2. Estrutura Funcional

2.1. Objetivo

Formalizar a estrutura organizacional do Departamento de Assistência Técnica, definindo cargos, funções, responsabilidades e níveis de atuação, assegurando clareza de papéis, alinhamento hierárquico e integração com a estrutura matricial do Autvix Group.

2.2. Organograma do Departamento

A estrutura funcional do Departamento de Assistência Técnica está organizada de forma hierárquica, garantindo governança, clareza de responsabilidades e eficiência operacional.

Organograma macro do departamento:

● Diretoria Administrativa

○   Gerente Operacional

■ Coordenador de Assistência Técnica

●  Analista de Aplicação

● Especialista de Aplicação

○ Técnicos de Campo (Júnior, Pleno e Sênior)

■ Assistentes Técnicos (Júnior, Pleno e Sênior)

●         Estagiário

Essa estrutura permite a adequada distribuição de responsabilidades, suporte técnico escalonado e alinhamento entre estratégia, tática e operação.

2.3. Descrição de Cargos

Cargo

Missão

Responsabilidade

Autoridade

Diretoria (Nível Estratégico)

Definir diretrizes estratégicas, políticas corporativas, orçamento e decisões de alto impacto relacionadas à atuação do Departamento de Assistência Técnica

Define diretrizes e políticas de automação, aprova investimentos, garante alinhamento ao SEA e ao Código de Excelência. Atua na governança, inovação e planejamento estratégico da área

Aprovação final de decisões estratégicas e exceções críticas

Gerente Operacional (Nível Estratégico/Tático)

Supervisionar a atuação dos Departamentos, assegurando alinhamento estratégico, integração com outras áreas e cumprimento dos objetivos operacionais

Traduz diretrizes estratégicas em planos de ação, supervisiona coordenadores, aprova orçamentos e monitora KPIs. Garante a integração entre contratos e projetos e mantém interface com clientes-chave

Validação de decisões táticas e suporte à tomada de decisões estratégicas

Coordenador de Assistência Técnica (Nível Tático)

Gerir o departamento de forma tática, garantindo qualidade técnica, cumprimento de SLAs, gestão de recursos e desenvolvimento da equipe

Gestão tática da equipe e distribuição de recursos; Acompanhamento e análise de indicadores de desempenho; responsável final pela qualidade técnica das entregas; Validação de relatórios técnicos e resultados operacionais; Interface com outras áreas e com clientes estratégicos

Aprovação de relatórios técnicos, validação de entregas e decisões táticas do departamento

Analista de Aplicação

Analisar requisitos técnicos, desenvolver soluções avançadas e atuar como referência técnica na integração de sistemas.

Análise de requisitos e especificações técnicas; Desenvolvimento de soluções técnicas; Suporte técnico avançado; Integração com projetos e clientes; Apoio em auditorias técnicas

Validação técnica de soluções e relatórios sob sua responsabilidade

Especialista de Aplicação

Executar atividades técnicas críticas e especializadas, garantindo confiabilidade, segurança e conformidade normativa

Execução de atividades críticas em campo; Apoio técnico especializado às equipes; Validação de parametrizações e testes; Participação em comissionamentos e certificações

Validação técnica de atividades especializadas

Técnicos de Campo (Júnior / Pleno / Sênior)

Executar atividades técnicas de montagem, manutenção, configuração e testes em campo, conforme procedimentos estabelecidos

Execução de atividades técnicas em campo; Cumprimento de procedimentos e normas de segurança; Elaboração de relatórios técnicos; Comunicação de riscos e não conformidades

Execução técnica conforme escopo e nível de senioridade

Assistentes Técnicos (Júnior / Pleno / Sênior)

Apoiar a execução das atividades técnicas do departamento, atuando em tarefas de menor complexidade e suporte operacional.

Apoio à execução de atividades técnicas; Preparação de materiais e documentação; Suporte às equipes de campo; Cumprimento de registros operacionais

Execução de atividades de apoio sob supervisão técnica

Estagiário

Apoiar o Departamento de Assistência Técnica no desenvolvimento de atividades técnicas e administrativas, promovendo aprendizado prático, formação profissional e alinhamento com os padrões técnicos, de segurança e culturais do Autvix Group

Apoiar atividades técnicas de menor complexidade sob supervisão (montagens simples, organização de materiais, apoio em testes e manutenções); Auxiliar no preenchimento de checklists, formulários e registros técnicos; Apoiar a organização de documentação técnica e relatórios; Acompanhar técnicos, especialistas e analistas em atividades de campo e laboratório; Participar de treinamentos internos, DDS e integrações de segurança; Cumprir procedimentos, normas técnicas e requisitos de segurança (NRs, EPIs); Apoiar atividades administrativas do departamento (ClickUp, Forms, controles internos)

Execução de atividades de apoio, sempre sob supervisão direta, sem autonomia para validações técnicas, aprovações ou decisões críticas

Tabela 1 – Descrição de Cargos

3. Gestão de Pessoas e Competências

3.1. Objetivo

Garantir o desenvolvimento técnico, comportamental e cultural dos colaboradores do Departamento de Assistência Técnica, assegurando que as competências individuais estejam alinhadas às necessidades operacionais, aos objetivos estratégicos do Autvix Group e aos princípios do SEA – Sistema de Excelência Autvix.

3.2. Matriz de Competências Técnicas

A matriz de competências técnicas do Departamento de Assistência Técnica define os conhecimentos e habilidades necessários para a execução das atividades, considerando o nível de atuação de cada função.

As competências técnicas abrangem, entre outras:

A avaliação das competências técnicas segue escala de proficiência padronizada, utilizada como base para avaliações de desempenho, planos de desenvolvimento individual (PDI) e evolução na trilha de carreira.

3.3. Matriz de Competências Comportamentais

As competências comportamentais refletem o DNA Autvix e orientam a forma como os colaboradores atuam no dia a dia do departamento.

São consideradas competências essenciais:

Competências em Metodologias, Processos e Ferramentas

Competências Culturais (DNA Autvix)

Competências Comportamentais (Soft Skills)

Essas competências são avaliadas de forma contínua e fazem parte dos critérios de desempenho, feedbacks estruturados e decisões de desenvolvimento profissional.

3.4. Escala de Proficiência por Cargo

Cada competência é avaliada em escala de 0 a 5, conforme o Guia da Matriz:

Competências técnicas:

Competências Técnicas

AT-J

AT- P

AT - S

TC-J

TC-P

TC-S

Esp. Aplic.

An. Aplic.

Coord.

Leitura de diagramas elétricos

1

2

2

2

3

3

4

4

NA

Montagem de sistemas elétricos / painéis

1

2

2

2

3

3

4

NA

NA

Manutenção preventiva e corretiva

1

2

2

2

3

3

4

NA

NA

Configuração de sistemas de energia crítica (UPS, retificadores, baterias)

NA

1

2

2

3

3

4

4

NA

Configuração e parametrização de IEDs

NA

NA

1

2

2

3

4

4

NA

Certificação de redes industriais (Profinet, Profibus, etc.)

NA

NA

1

2

2

3

4

4

NA

Ensaios e calibração de instrumentação

NA

1

2

2

3

3

4

4

NA

Diagnóstico de falhas / análise de causa raiz

NA

1

2

2

3

3

4

4

5

Normas técnicas (NR-10, NR-35, ABNT, IEC, ISO, IEEE)

1

2

2

2

3

3

4

4

5

Relatórios técnicos padronizados

1

2

2

2

2

3

4

4

5

Tabela 2 – Matriz de Competências Técnicas

Competências Comportamentais:

Competências Comportamentais (DNA Autvix)

AT-J

AT- P

AT - S

TC-J

TC-P

TC-S

Esp. Aplic.

An. Aplic.

Coord.

Respeito

2

3

3

3

3

3

4

4

5

Confiança

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Atitude de Dono

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Colaboração

2

3

3

3

3

3

4

4

5

Evolução Contínua

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Comunicação clara e assertiva

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Trabalho em equipe

2

3

3

3

3

3

4

4

5

Inteligência emocional e gestão de conflitos

1

1

2

2

2

3

4

4

5

Proatividade / solução de problemas

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Disciplina no cumprimento de prazos/procedimentos

2

3

3

3

3

3

4

4

5

Tabela 3 – Matriz de Competências Comportamentais

Competências Culturais:

Competências Culturais (Valores do DNA Autvix)

AT-J

AT- P

AT - S

TC-J

TC-P

TC-S

Esp. Aplic.

An. Aplic.

Coord.

Segurança

3

3

4

3

4

4

4

4

5

Inovação

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Sustentabilidade

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Foco no Cliente

2

3

3

3

3

4

4

4

5

Excelência

2

3

3

3

3

4

4

4

5

Tabela 4 – Matriz de Competências Culturais

Competências Metodológicas, Processos e Ferramentas:

Competências Metodológicas / Processos / Ferramentas

AT-J

AT- P

AT - S

TC-J

TC-P

TC-S

Esp. Aplic.

An. Aplic.

Coord.

Aplicação de métodos de melhoria contínua (PDCA, 5W2H, Ishikawa)

1

2

2

2

3

3

4

4

5

Uso de sistemas corporativos (ClickUp, Forms, SharePoint, WikiVix)

2

2

3

2

3

3

4

4

5

Planejamento e controle de atividades

1

2

3

2

3

3

4

4

5

Gestão de indicadores e metas operacionais (SLA, MTTR, retrabalho)

NA

NA

1

2

3

3

4

4

5

Elaboração de relatórios e lições aprendidas

1

2

2

2

3

3

4

4

5

Aplicação de normas e padrões SEA

2

3

3

3

3

4

4

4

5

Gestão de backlog e tratativas de não conformidades

NA

1

2

2

3

3

4

4

5

Utilização de ferramentas de desenho técnico (Eplan, AutoCAD)

NA

1

2

2

2

3

4

4

NA

Apoio em auditorias internas e externas

NA

NA

1

2

2

3

4

4

5

Aplicação de métodos de melhoria contínua (PDCA, 5W2H, Ishikawa)

1

2

2

2

3

3

4

4

5

Tabela 5 – Matriz de Competências Metodológicas, Processos e Ferramentas

3.5. Trilhas de Carreira

A trilha de carreira do Departamento de Assistência Técnica segue o modelo em Y, permitindo evolução tanto na linha técnica quanto na linha de especialização/análise.

Estrutura da trilha:

Após o nível de Técnico de Campo Sênior, a carreira bifurca para:

A evolução na trilha de carreira está condicionada a:

3.6. Procedimento de Onboarding

O onboarding dos colaboradores do Departamento de Assistência Técnica é estruturado para garantir integração segura, padronizada e alinhada à cultura da empresa.

Primeira Semana – Integração Institucional e Ambientação

Primeiro Mês – Operação Assistida

Primeiros 3 Meses – Consolidação

Após 6 Meses – Autonomia Progressiva

3.7. Comportamentos Aceitos e Não Aceitos no Departamento

Comportamentos Aceitos:

Comportamentos Não Aceitos:

4. Jornada de Valor e Catálogo de Serviços

4.1. Fluxo da Jornada

A jornada de valor do Departamento de Assistência Técnica representa o fluxo completo de atendimento, desde a entrada da demanda até a entrega final ao cliente, garantindo rastreabilidade, qualidade técnica e satisfação.

Fluxo da Jornada de Valor:

Solicitação Análise Técnica ➝ Planejamento➝ Execução ➝ Validação ➝ Encerramento

4.2. Catálogo de Serviços

Nome do serviço

Descrição

Quem pode solicitar

Como solicitar

Inputs

Outputs

Prazo (SLA)

Contato responsável

Montagem – UPS, Retificadores, Bancos de Baterias e Painéis

Execução de montagem e instalação em campo conforme projeto aprovado

Comercial / Cliente

Solicitação via contrato ou ClickUp

Projeto, materiais, checklist

Instalação concluída

Conforme contrato

Coordenador / Técnico

Configuração / Parametrização – Energia Crítica

Ajustes e parametrização de UPS, retificadores e bancos de baterias

Cliente / Contrato

Solicitação via contrato ou ClickUp

Especificações, softwares

Equipamento configurado

Conforme contrato

Técnico / Especialista

Configuração / Parametrização – Redes Industriais

Configuração de protocolos industriais (Profinet, Profibus, etc.)

Cliente / Coordenação

Solicitação via contrato ou ClickUp

Ferramentas, drivers, cabos

Rede configurada

Conforme contrato

Especialista / Analista

Certificação de Redes

Testes de conformidade em redes industriais e fibra óptica

Cliente

Solicitação via contrato ou ClickUp

Equipamento certificador

Relatório de certificação

Conforme contrato

Analista

Montagem de Instrumentação

Instalação de instrumentos de campo (pressão, nível, temperatura etc.)

Cliente

Solicitação via contrato ou ClickUp

Projeto, instrumentos

Instalação realizada

Conforme contrato

Técnico

Calibração de Instrumentação

Ajuste e calibração conforme normas técnicas

Cliente

Solicitação via contrato ou ClickUp

Instrumentos, padrões

Relatório de calibração

Conforme contrato

Especialista

Ensaios de Instrumentação

Testes de aceitação em campo ou laboratório

Cliente

Solicitação via contrato ou ClickUp

Equipamentos e padrões

Relatório de ensaio

Conforme contrato

Técnico / Especialista

Integração de Sistemas

Integração de instrumentação, IEDs e redes com CLPs/DCS

Cliente / Engenharia

Solicitação via contrato

Projeto, softwares

Sistema integrado

Conforme contrato

Analista

Desenvolvimento de IEDs

Programação e customização de funções

Cliente

Solicitação via contrato

Tipo de IED, aplicação

IED programado

Conforme contrato

Analista

Testes de IEDs

Ensaios primários e secundários

Cliente

Solicitação via contrato

IED e projeto

Relatório de testes

Conforme contrato

Especialista

Comissionamento de IEDs

Integração final e aceitação do sistema

Cliente

Solicitação via contrato

Projeto, documentação

Sistema comissionado

Conforme contrato

Coordenador / Especialista

Manutenção Corretiva

Atendimento emergencial para restabelecimento de sistemas

Cliente

Chamado via ClickUp / Plantão

Solicitação de falha

Sistema restabelecido

SLA 4h / 24h

Técnico de Plantão

Manutenção Preventiva

Execução de planos periódicos de manutenção

Cliente

Plano de manutenção

Plano, histórico

Relatório preventivo

Conforme contrato

Técnico

Relatórios Técnicos

Consolidação formal dos serviços executados

Interno / Cliente

Encerramento do serviço

Dados coletados

Relatório técnico

Conforme contrato

Coordenador

Tabela 6 – Catálogo de Serviços

5. Processos Operacionais

5.1. Objetivo

Padronizar a execução das atividades internas e externas do Departamento de Assistência Técnica, assegurando conformidade técnica, segurança, rastreabilidade e alinhamento com o SEA – Sistema de Excelência Autvix, por meio de processos claros, controlados e documentados.

5.2. Mapa Geral dos Processos

Os processos operacionais do Departamento de Assistência Técnica estão organizados por procedimentos técnicos, que representam as principais frentes de atuação da área.

Procedimentos do Departamento de Assistência Técnica

Os procedimentos destacados em negrito são considerados procedimentos específicos da Assistência Técnica e estão detalhados nos itens subsequentes deste capítulo.

Os demais procedimentos possuem documentação própria (PR/IT) vinculada e são apenas referenciados neste manual.

5.2.1. Procedimento - Montagem de Painéis Elétricos
5.2.1.1. Objetivo

Garantir a montagem de painéis elétricos conforme projeto aprovado, normas técnicas aplicáveis e requisitos de segurança, assegurando qualidade, confiabilidade e rastreabilidade das entregas.

5.2.1.2. Dono do Processo

Coordenador de Assistência Técnica.

(Execução técnica sob responsabilidade de Especialistas e Analistas de Aplicação, conforme escopo e complexidade.).

5.2.1.3. Entradas e Saídas

Entradas

Saídas

Projeto executivo

Painel elétrico montado

Lista de materiais

Relatório de montagem

Componentes e ferramentas

Checklist preenchido

Procedimentos e normas

Registro fotográfico

Tabela 7 – Entradas e Saídas

5.2.1.4. Fluxograma
  1. Solicitação;
  2. Planejamento;
  3. Preparação;
  4. Montagem;
  5. Inspeção;
  6. Validação;
  7. Relatório Final.
5.2.1.5. Padrões/Normas Aplicáveis
5.2.2. Procedimento – Redes Industriais
5.2.2.1 Objetivo

Garantir a montagem, configuração, parametrização e certificação de redes industriais, assegurando comunicação confiável entre sistemas, conformidade com normas técnicas, segurança operacional e rastreabilidade das atividades executadas pelo Departamento de Assistência Técnica.

5.2.2.2. Dono do Processo

Coordenador de Assistência Técnica.

(Execução técnica sob responsabilidade de Especialistas e Analistas de Aplicação, conforme escopo e complexidade.).

5.2.2.3. Entradas e Saídas

Entradas

Saídas

Projeto de rede / arquitetura de comunicação

Rede industrial instalada e configurada

Especificações técnicas do cliente

Relatório de configuração

Cabos, conectores e ativos de rede

Relatório de certificação

Ferramentas e equipamentos certificadores

Registro de testes

Procedimentos e normas aplicáveis

Registro fotográfico

Tabela 8 – Entradas e Saídas

5.2.2.4. Fluxograma
  1. Solicitação;
  2. Análise Técnica;
  3. Planejamento;
  4. Montagem / Interligação;
  5. Configuração / Parametrização;
  6. Testes e Certificação;
  7. Validação;
  8. Relatório Final.
5.2.2.5. Padrões/Normas Aplicáveis
5.2.3. Procedimento – Energia Crítica
5.2.3.1. Objetivo

Garantir a montagem, configuração, parametrização, manutenção e testes de sistemas de Energia Crítica, assegurando alta disponibilidade, confiabilidade operacional, segurança das pessoas e conformidade com normas técnicas e requisitos contratuais.

5.2.3.2. Dono do Processo

Coordenador de Assistência Técnica.

(Execução técnica sob responsabilidade de Especialistas e Analistas de Aplicação, conforme escopo e complexidade.).

5.2.3.3 Entradas e Saídas

Entradas

Saídas

Projeto elétrico / diagrama unifilar

Sistema de energia crítica operacional

Equipamentos (UPS, retificadores, baterias)

Relatório de montagem / parametrização

Especificações técnicas e manuais

Relatório de testes

Ferramentas, instrumentos e EPIs

Checklist de conformidade

Procedimentos e normas aplicáveis

Registro fotográfico

Tabela 9 – Entradas e Saídas

5.2.3.4. Fluxograma
  1. Solicitação;
  2. Análise Técnica;
  3. Planejamento;
  4. Montagem / Instalação;
  5. configuração / Parametrização;
  6. Testes Funcionais;
  7. Validação;
  8. Relatório Final.
5.2.3.5. Padrões/Normas Aplicáveis
5.2.4. Procedimento – Instrumentação
5.2.4.1. Objetivo

Garantir a montagem, calibração, ensaio, configuração, integração e manutenção de sistemas de instrumentação, assegurando precisão das medições, confiabilidade dos sinais, conformidade com normas técnicas e rastreabilidade dos serviços executados.

5.2.4.2. Dono do processo

Coordenador de Assistência Técnica.

(Execução técnica sob responsabilidade de Especialistas e Analistas de Aplicação, conforme escopo e complexidade.).

5.2.4.3 Entradas e Saídas

Entradas

Saídas

Projeto de instrumentação

Instrumentação instalada e/ou calibrada

Instrumentos (pressão, nível, temperatura, vazão etc.)

Relatório de calibração

Especificações técnicas e folhas de dados

Relatório de ensaio

Padrões e equipamentos de calibração

Registro de configuração

Procedimentos e normas aplicáveis

Registro fotográfico

Tabela 10 – Entradas e Saídas

5.2.4.4. Fluxograma
  1. Solicitação;
  2. Análise Técnica;
  3. Planejamento;
  4. Montagem / Instalação;
  5. Calibração / Ensaio;
  6. Configuração / Integração;
  7. Validação;
  8. Relatório Final.
5.2.4.5. Padrões/Normas Aplicáveis
5.2.5. Procedimento – IEDs (Intelligent Eletronic Devices)
5.2.5.1. Objetivo

Garantir o desenvolvimento, configuração, parametrização, testes e comissionamento de IEDs (Intelligent Electronic Devices), assegurando funcionamento correto, integração com sistemas de automação, confiabilidade operacional, segurança e conformidade com normas técnicas e requisitos contratuais.

5.2.5.2. Dono do Processo

Coordenador de Assistência Técnica.

(Execução técnica sob responsabilidade de Especialistas e Analistas de Aplicação, conforme escopo e complexidade.).

5.2.5.3. Entradas e Saídas

Entradas

Saídas

Projeto elétrico / funcional

IED configurado e validado

Especificações técnicas e requisitos do cliente

Relatório de configuração

IEDs e softwares de engenharia

Relatório de testes

Arquivos de lógica, parâmetros e comunicação

Relatório de comissionamento

Procedimentos e normas aplicáveis

Registro de conformidade

Tabela 11 – Entradas e Saídas

5.2.5.4. Fluxograma
  1. Solicitação;
  2. Análise Técnica;
  3. Planejamento;
  4. Desenvolvimento / Configuração;
  5. Parametrização;
  6. Testes (primários e/ou secundários);
  7. Validação;
  8. Comissionamento;
  9. Relatório Final.
5.2.5.5. Padrões/Normas Aplicáveis


6. Gestão de Interfaces e Relacionamento

6.1. Objetivo

Garantir clareza, organização e eficácia nas interações do Departamento de Assistência Técnica com stakeholders internos e externos, assegurando alinhamento de expectativas, rastreabilidade das demandas, comunicação eficiente e fortalecimento da reputação técnica do Autvix Group, em conformidade com o SGI e com os princípios do SEA.

6.2. Mapa de Stakeholders Internos

O relacionamento com stakeholders internos é fundamental para a integração das atividades da Assistência Técnica com as demais áreas da organização.

Stakeholder Interno

Papel / Interface

Forma de Relacionamento

Comercial

Encaminhamento de demandas de clientes, alinhamento de escopo, SLAs e propostas técnicas

Interação sob demanda e alinhamentos pontuais

Engenharia

Suporte técnico, validação de projetos, integração de soluções e especificações técnicas

Interação sob demanda

Suprimentos

Disponibilização de materiais, insumos, peças e ferramentas

Reuniões semanais e demandas pontuais

Qualidade / SGI

Auditorias internas, gestão de não conformidades, controle documental

Interação sob demanda

TI

Suporte aos sistemas corporativos (ClickUp, SharePoint, WikiVix)

Interação sob demanda

Recursos Humanos

Integração de novos colaboradores, treinamentos obrigatórios, gestão de EPIs

Conforme admissões e calendário

Operações (Montagem, Redes, Instrumentação, IEDs)

Atuação conjunta em campo e compartilhamento de recursos técnicos

Interação sob demanda

Tabela 12 – Mapa de Stakeholders (internos)

6.3. Mapa de Stakeholders Externos

O relacionamento com stakeholders externos é conduzido de forma ética, profissional e transparente, garantindo qualidade técnica e satisfação do cliente.

Stakeholder Externo

Papel / Interface

Forma de Relacionamento

Clientes Finais

Solicitação de serviços, acompanhamento de atendimentos e validação técnica

Interação diária / conforme contrato

Fornecedores de Equipamentos

Fornecimento de peças, garantias e suporte técnico

Interação sob demanda

Fabricantes / Terceirizados

Serviços especializados, suporte de fábrica e comissionamentos

Conforme contrato

Órgãos Reguladores / Normativos

Garantia de conformidade com normas técnicas e legais

Conforme auditorias ou prazos legais

Tabela 13 – Mapa de Stakeholders (externos)

6.4. Política de Atendimento (Princípios de Conduta)

O Departamento de Assistência Técnica orienta suas interações pelos seguintes princípios:

6.5. Canais de Comunicação

Os canais oficiais de comunicação do Departamento de Assistência Técnica são:

6.6. Procedimento de Reclamações/Solicitações

As solicitações e reclamações devem seguir o fluxo padronizado:

Registro ➝ Classificação ➝ Execução ➝ Validação ➝ Encerramento


7. Governança, Controles e Gestão de Riscos

7.1. Objetivo

Estabelecer diretrizes de governança, definir alçadas decisórias, estruturar mecanismos de controle e identificar riscos operacionais do Departamento de Assistência Técnica, assegurando transparência, rastreabilidade, conformidade com o SGI e mitigação de riscos técnicos, operacionais e de segurança.

7.2. Matriz de Alçadas

Processo / Atividade

Assist. Téc.

Téc. de Campo

Esp. de Aplicação

Analista de Aplicação

Coordenador

Execução de atividades simples

Executa

Apoia / Valida

Supervisiona

Execução de atividades técnicas

Apoia

Executa / Valida

Apoia

Supervisiona

Testes avançados / certificações

Apoia

Executa / Valida

Apoia

Supervisiona

Parametrização de IEDs / Redes

Apoia

Executa

Executa / Valida

Supervisiona

Emissão de relatórios técnicos

Apoia

Executa

Valida

Valida

Aprova

Aprovação de escopo / exceções

Apoia

Aprova

Gestão de indicadores e KPIs

Apoia

Apoia

Valida / Homologa

Decisão sobre exceções críticas

Apoia

Decide

Tabela 14 – Matriz de Alçada

7.3. Estruturas de Controle

Para garantir conformidade, segurança e rastreabilidade, o Departamento de Assistência Técnica adota as seguintes estruturas de controle:

7.4. Matriz de Riscos Operacionais

A matriz de riscos operacionais identifica os principais riscos associados às atividades do Departamento de Assistência Técnica, bem como seus impactos e planos de mitigação.

Risco

Impacto

Probabilidade

Mitigação

Responsável

Atraso em atendimentos críticos

Multas contratuais e insatisfação do cliente

Alta

Planejamento, escalas definidas e comunicação proativa

Coordenação

Erros de parametrização

Retrabalho e danos aos sistemas

Alta

Treinamento, validação por especialista e testes prévios

Especialista / Analista

Falhas em certificações

Indisponibilidade de sistemas

Média

Uso de ferramentas homologadas e dupla checagem

Especialista

Acidentes em campo

Riscos à integridade física e imagem da empresa

Alta

Treinamentos NR-10 / NR-35 e uso de EPIs

Coordenação

Perda de documentos técnicos

Não conformidades e retrabalho

Média

Registro digital em SharePoint / WikiVix

Coordenação

Indisponibilidade de equipamentos de teste

Atrasos em atendimentos

Média

Manutenção preventiva e equipamentos reserva

Coordenação

Falhas de comunicação com o cliente

Retrabalho e insatisfação

Média

Definição clara de canais e SLAs

Coordenação / Comercial

Tabela 15 - Matriz de Riscos Operacionais

8. Rituais de Gestão

8.1. Objetivo

Definir os rituais de gestão do Departamento de Assistência Técnica, estabelecendo fóruns formais de acompanhamento, tomada de decisão e comunicação, assegurando alinhamento estratégico, disciplina operacional, gestão de indicadores e melhoria contínua, em conformidade com o SGI e com os princípios do SEA.

8.2. Tabela de Rituais de Gestão

Ritual de Gestão

Objetivo

Frequência

Duração Média

Participantes

Outputs / Resultados Esperados

Daily AT (Alinhamento Diário)

Sincronizar atividades do dia, identificar bloqueios e priorizar demandas urgentes

Diária

15 min

Equipe de campo e Coordenação

Lista de atividades do dia e registro de impedimentos

Reunião Semanal da Equipe

Acompanhar indicadores operacionais, serviços em andamento e lições aprendidas

Semanal

60 min

Coordenação, Analistas, Especialistas e Técnicos

Relatório semanal e plano de ação imediato

Reunião Mensal de Performance

Consolidar KPIs, SLAs, retrabalho e satisfação do cliente

Mensal

90 min

Coordenação, liderança técnica e equipe

Relatório mensal consolidado

Reunião Pós-Projeto / Pós-Comissionamento

Registrar lições aprendidas e validar satisfação do cliente

Ao final de projetos

Conforme necessidade

Equipe envolvida e cliente (quando aplicável)

Relatório de lições aprendidas

Reunião Trimestral Estratégica

Avaliar resultados estratégicos, OKRs e iniciativas de inovação

Trimestral

120 min

Coordenação, Analistas e Diretoria Técnica

Plano de melhorias estratégicas


Tabela 16 – Rituais de Gestão

9. Melhoria Contínua e Inovação

9.1. Objetivo

Estruturar e fortalecer a cultura de melhoria contínua e inovação no Departamento de Assistência Técnica, promovendo a identificação de oportunidades, a padronização de aprendizados e a implementação de melhorias que elevem a eficiência operacional, a qualidade técnica e a experiência do cliente, em alinhamento com o SEA – Sistema de Excelência Autvix e com o SGI.

9.2. Procedimento de Sugestões

O Departamento de Assistência Técnica mantém um processo formal para captação, avaliação e implementação de sugestões de melhoria provenientes da equipe, clientes e parceiros.

Fluxo do Procedimento de Sugestões:

  1. Registro da sugestão em formulário digital oficial (ClickUp ou Forms);
  2. Avaliação preliminar pela Coordenação;
  3. Análise de viabilidade técnica, operacional e de prazo;
  4. Priorização conforme impacto no cliente, segurança e resultados;
  5. Aprovação e inclusão no backlog de melhorias;
  6. Implementação da melhoria;
  7. Monitoramento e comunicação dos resultados à equipe.

Todas as sugestões são registradas, acompanhadas e utilizadas como insumo para a evolução contínua dos processos e serviços do departamento.

9.3. Processo de Lições Aprendidas

O processo de lições aprendidas tem como objetivo capturar, registrar e disseminar aprendizados obtidos durante atendimentos, projetos, comissionamentos e ocorrências relevantes.

Fluxo do Processo de Lições Aprendidas:

  1. Identificação de evento relevante (sucesso, falha ou oportunidade de melhoria);
  2. Registro do aprendizado em formulário padrão, contendo contexto, causa, solução adotada e recomendações;
  3. Validação pela Coordenação;
  4. Armazenamento no repositório oficial (WikiVix / SharePoint);
  5. Compartilhamento nas reuniões semanais ou mensais;
  6. Atualização de procedimentos, instruções de trabalho ou checklists, quando aplicável.

Este processo assegura que o conhecimento gerado seja reutilizado e incorporado à rotina do departamento.

9.4. Backlog de Melhorias do Departamento

Oportunidade

Responsável

Status

Prazo

Padronizar checklist de manutenção preventiva

Técnico Sênior

Em andamento

30 dias

Digitalizar relatórios de ensaio de instrumentação

Analista de Aplicação

Planejado

60 dias

Reduzir tempo médio de resposta de chamados (SLA)

Coordenação

Em andamento

90 dias

Implantar treinamento interno sobre novas normas IEC

Especialista de Aplicação

Planejado

120 dias

Tabela 17 – Melhorias do Departamento

Todas as oportunidades de melhoria aprovadas são registradas e acompanhadas no backlog de melhorias do Departamento de Assistência Técnica.


O backlog é revisado periodicamente nos rituais de gestão, garantindo priorização adequada e acompanhamento das ações.

10. Gestão de Desempenho

10.1. Objetivo

Estabelecer critérios e indicadores para medir, acompanhar e melhorar continuamente o desempenho do Departamento de Assistência Técnica, assegurando eficiência operacional, qualidade técnica, cumprimento de SLAs, satisfação dos clientes e alinhamento com os objetivos estratégicos do Autvix Group, conforme diretrizes do SGI e do SEA.

10.2. KPI's de Rotina (Operacionais)

Os KPIs operacionais são utilizados para o acompanhamento da rotina do departamento, garantindo estabilidade, previsibilidade e controle dos processos.

KPI

Descrição

Meta / Frequência

Responsável

SLA de Atendimento Cumprido

Percentual de chamados atendidos dentro do prazo acordado

≥ XX% – Mensal

Coordenação / Técnicos

MTTR (Tempo Médio de Reparo)

Tempo médio entre abertura e encerramento de chamados críticos

≤ Xh – Mensal

Técnicos de Campo

Taxa de Retrabalho

Percentual de serviços que necessitaram correção ou reexecução

≤ XX% – Mensal

Coordenação

Disponibilidade de Plantão

Percentual de tempo em que a equipe de plantão esteve disponível

≥ XX% – Mensal

Coordenação

Cumprimento de Manutenções Preventivas

Percentual de preventivas realizadas no prazo

≥ XX% – Mensal

Técnicos / Especialistas

Tabela 18 – Melhorias do Departamento

10.3. OKR's Estratégicos

Os KPIs operacionais são utilizados para o acompanhamento da rotina do departamento, garantindo estabilidade, previsibilidade e controle dos processos.

Exemplos de OKRs:

10.4. Indicadores de Satisfação Interna/Externa

Além dos KPIs operacionais, o desempenho do departamento é avaliado por indicadores de percepção e satisfação.

Esses indicadores são analisados nos rituais de gestão e utilizados como insumo para ações corretivas e de melhoria.

11. Controle de Documento

11.1. Objetivo

Assegurar que o Manual do Departamento de Assistência Técnica seja mantido atualizado, controlado, rastreável e confiável, garantindo que todas as alterações sigam um processo formal de revisão, verificação e aprovação, em conformidade com o SGI e com as diretrizes de governança do Autvix Group.

11.2. Controle de Versões

O controle de versões deste manual garante histórico das alterações, transparência das mudanças realizadas e identificação clara dos responsáveis por cada revisão.

Versão

Data

Responsável

Mudanças

A

22/12/2025

TRL

Emissão inicial

 

 

 

 


Tabela 19 – Controle de Versões

12. Glossário de Termos Técnicos e Siglas

12.1. Objetivo

Padronizar a linguagem utilizada no Manual do Departamento de Assistência Técnica, garantindo clareza, uniformidade de interpretação e alinhamento técnico entre colaboradores, clientes, fornecedores e demais stakeholders, em conformidade com o SGI e com as diretrizes do Autvix Group.

12.2. Conteúdo Requerido

Termo/Sigla

Definição

Fonte/Referência

SGI

Sistema de Gestão Integrado que consolida normas, políticas e processos corporativos

Autvix Group

SEA

Sistema de Excelência Autvix, que orienta cultura, processos e resultados

Código de Excelência Autvix

SLA

Service Level Agreement – Acordo de Nível de Serviço

Política de Atendimento

CS

Customer Success – Sucesso do Cliente

SEA

CX

Customer Experience – Experiência do Cliente

SEA

CSAT

Customer Satisfaction – Índice de Satisfação do Cliente

KPIs Assistência Técnica

MTTR

Mean Time to Repair – Tempo Médio de Reparo

Indicadores Operacionais

UPS

Uninterruptible Power Supply – Sistema de energia ininterrupta (nobreak)

Normas técnicas

IED

Intelligent Electronic Device – Dispositivo Eletrônico Inteligente

IEC

NR-10

Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações Elétricas

Legislação Trabalhista

NR-35

Norma Regulamentadora de Trabalho em Altura

Legislação Trabalhista

ABNT

Associação Brasileira de Normas Técnicas

Normas nacionais

IEC

International Electrotechnical Commission

Normas internacionais

ISO

International Organization for Standardization

Normas internacionais

IEEE

Institute of Electrical and Electronics Engineers

Normas técnicas

PR

Procedimento – documento que descreve processos

Hierarquia documental SGI

IT

Instrução de Trabalho – detalhamento da execução técnica

Hierarquia documental SGI

FM

Formulário – documento para coleta de registros

Hierarquia documental SGI

KPI

Key Performance Indicator – Indicador de desempenho

Gestão de Desempenho

OKR

Objectives and Key Results – Objetivos e Resultados-Chave

Gestão Estratégica

RBC

Rede Brasileira de Calibração

Inmetro

Tabela 20 – Conteúdo Requerido